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Para a questão, leia o texto que segue.

Fonte: WATTERSON, Bill. . Calvin e Haroldo Disponível em: cultura.estadao.com.br-geral.20-tiras-de-calvin-e-hharoldo-para-refletir-sobre-a-vida-e-sobre-omundo. Acesso em: 23 jul. 2024.
I- A temática deste quadrinho se relaciona às transformações e mudanças linguísticas. II- Calvin chama a atenção para a capacidade, independentemente dos termos utilizados, de nos comunicarmos. III- A ausência do balão e do contorno no segundo quadrinho da narrativa colabora com o significado de expansão da língua. IV- Na fala do pai de Calvin, há o uso de expressões inventadas, neologismos. V- No último quadrinho, há uma ironia a respeito das normas sobre a criação de novas palavras e o funcionamento da comunicação.
É CORRETO o que se afirma em:
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Sintaxe À Vontade
O Teatro Mágico
Sem horas e sem dores
Respeitável público pagão
Bem-vindos ao Teatro Mágico
Sintaxe à vontade
Todo sujeito é livre para conjugar o verbo que quiser
Todo verbo é livre para ser direto e indireto
Nenhum predicado será prejudicado
Nem a frase, nem a crase e ponto final!
Afinal, a má gramática da vida nos põe entre pausas, entre vírgulas
E estar entre vírgulas pode ser aposto
E eu aposto o oposto
Que vou cativar a todos
Sendo apenas um sujeito simples
Um sujeito e sua oração, sua prece
Que a regência da paz sirva a todos nós
Cegos ou não
Que enxerguemos o fato
De termos acessórios para nossa oração
Separados ou adjuntos, nominais ou não
Façamos parte do contexto
E de todas as capas de edição especial
Sejamos também da contracapa
Mas ser capa e ser contracapa
É a beleza da contradição
É negar a si mesmo
E negar a si mesmo pode ser também encontrar-se com Deus
Com o teu Deus
Sem horas e sem dores
Que nesse encontro que acontece agora
Cada um possa se encontrar no outro
Até porque tem horas que a gente se pergunta
Por que é que não se junta
“Afinal, a má gramática da vida nos põe entre pausas, entre vírgulas"
Sintaticamente, o trecho em destaque é qualificado como:
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Sintaxe À Vontade
O Teatro Mágico
Sem horas e sem dores
Respeitável público pagão
Bem-vindos ao Teatro Mágico
Sintaxe à vontade
Todo sujeito é livre para conjugar o verbo que quiser
Todo verbo é livre para ser direto e indireto
Nenhum predicado será prejudicado
Nem a frase, nem a crase e ponto final!
Afinal, a má gramática da vida nos põe entre pausas, entre vírgulas
E estar entre vírgulas pode ser aposto
E eu aposto o oposto
Que vou cativar a todos
Sendo apenas um sujeito simples
Um sujeito e sua oração, sua prece
Que a regência da paz sirva a todos nós
Cegos ou não
Que enxerguemos o fato
De termos acessórios para nossa oração
Separados ou adjuntos, nominais ou não
Façamos parte do contexto
E de todas as capas de edição especial
Sejamos também da contracapa
Mas ser capa e ser contracapa
É a beleza da contradição
É negar a si mesmo
E negar a si mesmo pode ser também encontrar-se com Deus
Com o teu Deus
Sem horas e sem dores
Que nesse encontro que acontece agora
Cada um possa se encontrar no outro
Até porque tem horas que a gente se pergunta
Por que é que não se junta
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O texto a seguir se refere à questão.
O perigo de uma história única
Considerando o trecho lido, qual a tipologia textual predominante?
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- SintaxePalavras com Múltiplas FunçõesFunções da Palavra “que”
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Substantiva
O texto a seguir se refere à questão.
O perigo de uma história única
I- Ela também presumiu exerce a função sintática de oração principal. II- Que, no período composto em análise, exerce a função de conjunção integrante. III- Que, no período composto em análise, exerce a função de pronome relativo. IV- A oração introduzida pelo que se classifica como oração subordinada substantiva objetiva direta. V- A oração introduzida pelo que se classifica como oração subordinada adverbial consecutiva.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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O texto a seguir se refere à questão.
O perigo de uma história única
“Tínhamos, como era comum, empregados domésticos que moravam em nossa casa e que, vinham de vilarejos rurais em geral, próximos”.
O elemento em destaque, sintaticamente, funciona no trecho como:
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O texto a seguir se refere à questão.
O perigo de uma história única
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O Texto VI é um editorial, leia-o para responder a questão.
CRACOLÂNDIAS ESPALHADAS
Grupos de usuários, antes restritos à região central, se dispersam por São Paulo
22 jul. 2024, às 22h00
Apesar de existir equipamentos públicos de atendimento a dependentes químicos e pessoas em situação de rua na cidade de São Paulo, a principal abordagem da prefeitura sobre a cracolândia tem sido a policial, com operações para dispersar aglomerações de usuários da droga no centro da capital.
Mas outros bairros possuem agrupamentos do tipo; e as ações das forças de segurança no centro podem ter contribuído para espalhar os dependentes para outras zonas da metrópole.
É o que mostra levantamento exclusivo desta Folha, com dados da Secretaria de Segurança Pública obtidos por meio da Lei Folha de Acesso à Informação. O trabalho mostrou que, no ano passado, a cidade tinha 72 concentrações de usuários distribuídas em 47 bairros. No estado, 160, em 45 municípios.
Na capital, a maioria estava na zona leste (20) e no centro (15). A periferia era a região mais afetada. Mas foram registradas aglomerações em bairros nobres, como Alto de Pinheiros e Pinheiros. São Bernardo e Guarulhos, na região metropolitana, lideram a lista estadual com 8 cada; Campinas, com 7, vem em seguida.
O consumo de crack a céu aberto por grandes grupos de usuários, como os vistos principalmente no centro, causa transtornos a moradores e comerciantes, não só com barulho e acúmulo de lixo nas vias, mas com aumento de crimes, como roubos e furtos. Já os usuários sofrem com a dependência.
Passa da hora de o poder público implementar uma política multidisciplinar integrada (saúde, segurança, moradia e geração de renda) contínua e de longo prazo para combater o problema sem infringir direitos humanos —casos da violência policial e de internações compulsórias indevidas.
No setor específico da segurança, devem-se alocar recursos em inteligência investigativa, para conter o tráfico e eliminar fontes de financiamento das facções; e em policiamento ostensivo para proteger moradores e comerciantes.
Caso contrário, as cracolândias continuarão a se espalhar. Em ano de eleições municipais, candidatos precisam mostrar projetos factíveis, e os eleitores devem exigi-los.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2024/07/cracolandias-espalhadas.shtml. Acesso em: 25 jul. 2024.
No tocante ao funcionamento linguístico-discursivo do texto em estudo, as assertivas a seguir. analise
I- O texto traz dados estatísticos para endossar a ideia central de que a atuação da prefeitura com relação às cracolândias em São Paulo causou a sua disseminação para outros bairros da cidade, inclusive para bairros considerados nobres.
II- O termo agrupamentos do tipo (“Mas outros bairros possuem agrupamentos do tipo”) evita a repetição desnecessária do referente cracolândia.
III- A ideia de que, em São Paulo, os dependentes químicos e pessoas em situação de rua estão em sofrimento e necessitam, sim, de políticas públicas que tenham um impacto positivo sobre a sua cidadania e qualidade de vida atua como um contra-argumento com relação à opinião de que essas pessoas merecem ser enquadradas pela polícia como quaisquer outros contraventores.
IV- O autor do editorial não é contrário à polícia no contexto da problemática das cracolândias em São Paulo, mas sim à violência policial contra as pessoas que formam esses agrupamentos.
É CORRETO o que se afirma em:
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O Texto VI é um editorial, leia-o para responder a questão.
CRACOLÂNDIAS ESPALHADAS
Grupos de usuários, antes restritos à região central, se dispersam por São Paulo
22 jul. 2024, às 22h00
Apesar de existir equipamentos públicos de atendimento a dependentes químicos e pessoas em situação de rua na cidade de São Paulo, a principal abordagem da prefeitura sobre a cracolândia tem sido a policial, com operações para dispersar aglomerações de usuários da droga no centro da capital.
Mas outros bairros possuem agrupamentos do tipo; e as ações das forças de segurança no centro podem ter contribuído para espalhar os dependentes para outras zonas da metrópole.
É o que mostra levantamento exclusivo desta Folha, com dados da Secretaria de Segurança Pública obtidos por meio da Lei Folha de Acesso à Informação. O trabalho mostrou que, no ano passado, a cidade tinha 72 concentrações de usuários distribuídas em 47 bairros. No estado, 160, em 45 municípios.
Na capital, a maioria estava na zona leste (20) e no centro (15). A periferia era a região mais afetada. Mas foram registradas aglomerações em bairros nobres, como Alto de Pinheiros e Pinheiros. São Bernardo e Guarulhos, na região metropolitana, lideram a lista estadual com 8 cada; Campinas, com 7, vem em seguida.
O consumo de crack a céu aberto por grandes grupos de usuários, como os vistos principalmente no centro, causa transtornos a moradores e comerciantes, não só com barulho e acúmulo de lixo nas vias, mas com aumento de crimes, como roubos e furtos. Já os usuários sofrem com a dependência.
Passa da hora de o poder público implementar uma política multidisciplinar integrada (saúde, segurança, moradia e geração de renda) contínua e de longo prazo para combater o problema sem infringir direitos humanos —casos da violência policial e de internações compulsórias indevidas.
No setor específico da segurança, devem-se alocar recursos em inteligência investigativa, para conter o tráfico e eliminar fontes de financiamento das facções; e em policiamento ostensivo para proteger moradores e comerciantes.
Caso contrário, as cracolândias continuarão a se espalhar. Em ano de eleições municipais, candidatos precisam mostrar projetos factíveis, e os eleitores devem exigi-los.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2024/07/cracolandias-espalhadas.shtml. Acesso em: 25 jul. 2024.
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O Texto VI é um editorial, leia-o para responder a questão.
CRACOLÂNDIAS ESPALHADAS
Grupos de usuários, antes restritos à região central, se dispersam por São Paulo
22 jul. 2024, às 22h00
Apesar de existir equipamentos públicos de atendimento a dependentes químicos e pessoas em situação de rua na cidade de São Paulo, a principal abordagem da prefeitura sobre a cracolândia tem sido a policial, com operações para dispersar aglomerações de usuários da droga no centro da capital.
Mas outros bairros possuem agrupamentos do tipo; e as ações das forças de segurança no centro podem ter contribuído para espalhar os dependentes para outras zonas da metrópole.
É o que mostra levantamento exclusivo desta Folha, com dados da Secretaria de Segurança Pública obtidos por meio da Lei Folha de Acesso à Informação. O trabalho mostrou que, no ano passado, a cidade tinha 72 concentrações de usuários distribuídas em 47 bairros. No estado, 160, em 45 municípios.
Na capital, a maioria estava na zona leste (20) e no centro (15). A periferia era a região mais afetada. Mas foram registradas aglomerações em bairros nobres, como Alto de Pinheiros e Pinheiros. São Bernardo e Guarulhos, na região metropolitana, lideram a lista estadual com 8 cada; Campinas, com 7, vem em seguida.
O consumo de crack a céu aberto por grandes grupos de usuários, como os vistos principalmente no centro, causa transtornos a moradores e comerciantes, não só com barulho e acúmulo de lixo nas vias, mas com aumento de crimes, como roubos e furtos. Já os usuários sofrem com a dependência.
Passa da hora de o poder público implementar uma política multidisciplinar integrada (saúde, segurança, moradia e geração de renda) contínua e de longo prazo para combater o problema sem infringir direitos humanos —casos da violência policial e de internações compulsórias indevidas.
No setor específico da segurança, devem-se alocar recursos em inteligência investigativa, para conter o tráfico e eliminar fontes de financiamento das facções; e em policiamento ostensivo para proteger moradores e comerciantes.
Caso contrário, as cracolândias continuarão a se espalhar. Em ano de eleições municipais, candidatos precisam mostrar projetos factíveis, e os eleitores devem exigi-los.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2024/07/cracolandias-espalhadas.shtml. Acesso em: 25 jul. 2024.
Com base no texto, considere as seguintes assertivas.
I- A ideia central do texto gira em torno da tese segundo a qual o combate exclusivamente coercitivo às chamadas cracolândias vem a acarretar a dispersão dos usuários de drogas e pessoas em situação de rua para outros bairros de São Paulo.
II- Em 2023, bairros nobres de São Paulo, como Alto de Pinheiros e Pinheiros, eram mais afetados pelo fenômeno das cracolândias do que a periferia da cidade.
III- O aumento do índice de criminalidade em um bairro não tem relação com a existência de cracolândias.
IV- A Folha defende que cabe ao poder público oferecer ações afirmativas com relação aos usuários de crack e outras drogas, bem como às pessoas em situação de rua.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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