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Foram encontradas 332 questões.

2408118 Ano: 2011
Disciplina: Direito Civil
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Londrina-PR
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No que se refere à compra e venda, assinale a afirmativa INCORRETA:
 

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2408082 Ano: 2011
Disciplina: Administração Geral
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Londrina-PR
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A cultura organizacional ou cultura corporativa é o conjunto de hábitos e crenças, estabelecidos por normas, valores, atitudes e expectativas, compartilhadas por todos os membros da organização. Possuem aspectos formais e abertos bem como informais e ocultos.” Dentro do contexto, NÃO é considerado como aspecto formal:
 

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2408042 Ano: 2011
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Londrina-PR
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Texto I
Segredo forçado
Existe um pacto de silêncio familiar.
Profissionais afirmam que vítimas resistem a denunciar violência por medo de represálias.
As psicólogas S., 38 e K., 44 olham a paisagem de lajes a céu aberto e de crianças empinando pipa de um dos bairros mais violentos da zona leste de São Paulo, onde os homicídios são a causa número um de morte dos mais jovens. Entreolham-se e riem quando a reportagem pergunta sobre a possibilidade de quebrar sigilos e denunciar casos em que pacientes estão sob risco – ou situações nas quais são eles os agressores.
S. explica como funciona: são várias consultas até que o paciente relate a violência sofrida. E tantas outras até que ele se convença de que aquilo é uma violência e exige providências. Na primeira conversa sobre levar o caso a alguma autoridade, alguns somem. Outros pedem que a psicóloga fique em silêncio. E aí começa a negociação.
Ambas trabalham em um posto de saúde que integra uma rede de serviços de prevenção e combate à violência, existente desde o ano passado. Em novembro de 2003, a prefeitura criou o Programa de Informações sobre Vítimas de Violência no Município de São Paulo, que obriga as unidades de saúde a notificar todos os casos para a construção de um banco de dados que fomente ações do Executivo.
Na regulamentação do programa, ficou instituído que as fichas sobre violência contra menores de 18 anos devem ser encaminhadas aos conselhos tutelares e ao Ministério Público.
“Existe um pacto de silêncio familiar”, afirma K., que tenta desvendar um suposto caso de abuso sexual. A família não dá informações.
Outro caso sob acompanhamento de ambas é o de um menino de 7 anos que supostamente foi abusado pelo pai. A mãe, no entanto, teme represálias se denunciar o marido.
Para o psicólogo e psicanalista Paulo Endo, 39, pesquisador da USP na área de violência, o dever da quebra de sigilo poderá inviabilizar o tratamento de agressores. “Nesse sentido, o sigilo é imprescindível.”
O tema está em debate. Se aprovada a quebra de sigilo, os conselhos de psicologia, tribunais da categoria, decidirão diante das denúncias.
(São Paulo, 05/09/2004, Folha de São Paulo – Cotidiano)
Texto II
Psicóloga que diz “curar” gay vai a julgamento em conselho
Conselho Federal de Psicologia decide no dia 31 se cassa licença de Rozângela Alves Justino. Resolução veta tratar questão como doença e recrimina indicação de tratamento; se o registro for perdido, será a 1ª condenação do tipo no país.
Vinícius Queiroz Galvão
Enviado Especial ao Rio
O Conselho Federal de Psicologia julga, no fim deste mês, a cassação do registro profissional de Rozângela Alves Justino por oferecer terapia para que gays e lésbicas deixem a homossexualidade. Se perder a licença, será a primeira condenação desse tipo no Brasil.
Resolução do próprio conselho proíbe há dez anos os psicólogos de lidarem a homossexualidade como doença e recrimina a indicação de qualquer tipo de “tratamento” ou “cura”.
Rozângela, que afirma ter “atendido e curado centenas” de pacientes gays em 21 anos, diz ver a homossexualidade como “doença” e que algumas pessoas têm atração pelo mesmo sexo “porque foram abusadas na infância e na adolescência e sentiram prazer nisso”.
Numa consulta em que a reportagem, incógnita, se passava por paciente, Rozângela, que se diz evangélica, recomenda orientação religiosa na igreja.
“Tenho minha experiência religiosa que eu não nego. Tudo que faço fora do consultório é permeado pelo religioso. Sinto-me direcionada por Deus para ajudar as pessoas que estão homossexuais”, afirma.
A cassação de Rozângela, que atende no centro do Rio, foi pedida por associações gays e endossada por 71 psicólogos de diferentes conselhos regionais.
(São Paulo, 14/07/2009, Folha de São Paulo – Cotidiano)
A reportagem anterior nos oferece informações sobre possíveis infrações ao Código de Ética Profissional do Psicólogo, que em seu Art. 2º, diz ser vedado ao Psicólogo, EXCETO:
 

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“O Estatuto do Regime Jurídico dos Servidores Públicos Civis do Município de Londrina disciplina quanto ao pagamento de adicionais.” São adicionais previstos na legislação, EXCETO:
 

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2407913 Ano: 2011
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Londrina-PR
Profissionais bibliotecários, ao planejar e executar a administração de sistemas de documentação e de informação, necessitam entender as tecnologias disponíveis para serem aplicadas ao GED (Gerenciamento Eletrônico de Documentos). “Corresponde à tecnologia disponível que permite executar a saída de dados de computador para disco óptico, com o objetivo de gerenciar relatórios oriundos de sistemas informatizados, permitindo a recuperação de dados por diversos índices e apresentando-os em diversas formas, de maneira que sejam gravados em CD-ROM e disponibilizados aos usuários para consulta por meio de um software apropriado.”
Trata-se de:
 

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2407879 Ano: 2011
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Londrina-PR
De acordo com disposto na Lei nº. 5194:1966, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas:
( ) As multas são estipuladas em função do menor valor de referência fixada pelo Poder Executivo.
( ) As penas de advertência reservada e de censura pública são aplicáveis aos profissionais que deixarem de cumprir disposições do Código de Ética, tendo em vista a gravidade da falta e os casos de reincidência, a critério das respectivas Câmaras Especializas.
( ) Todo e qualquer engenheiro, devidamente habilitado e registrado no CREA/CONFEA tem competência para lavrar autos de infração das disposições a que se refere à Lei nº. 5194:1966.
( ) Não são aplicáveis aos engenheiros e arquitetos as seguintes penalidades: censura pública e cancelamento definitivo do registro.
( ) Das penalidades impostas pelas Câmaras Especializadas poderá o interessado, dentro do prazo de sessenta dias, contados da data da notificação, interpor recurso que terá efeito suspensivo, para o Conselho Regional e, no mesmo prazo, deste para o Conselho Federal.
A sequência está correta em:
 

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2407844 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Londrina-PR

Os cabeças-sujas e seu mundinho

A pessoa que joga lixo na rua, na calçada ou na praia se revela portadora de uma disfunção mental e social que a inabilita para o sucesso no atual estágio da civilização.

Que tipo de gente joga(a) lixo na rua, pela janela do carro ou deixa a praia emporcalhada(b) quando sai? Uma das respostas corretas é: um tipo que está se tornando mais raro. Sim. A atual geração de adultos foi criança em um tempo em que jogar papel de bala ou a caixa vazia de biscoitos pela janela do carro quase nunca(d) provocava uma bronca(c) paterna. Foi adolescente quando amassar o maço vazio de cigarros e chutá-lo para longe não despertava na audiência(e) nenhuma reação especial, além de um “vai ser perna de pau assim na China”. Chegou à idade adulta dando como certo que aquelas pessoas de macacão com a sigla do Serviço de Limpeza Urbana estampada nas costas precisam trabalhar e, por isso, vamos contribuir sujando as ruas. Bem, isso mudou. O zeitgeist, o espírito do nosso tempo, pode não impedir, mas, pelo menos, não impele mais ninguém com algum grau de conexão com o atual estágio civilizatório da humanidade a se livrar de detritos em lugares públicos sem que isso tenha um peso, uma consequência. É feio. É um ato que contraria a ideia tão prevalente da sustentabilidade do planeta e da preciosidade que são os mananciais de água limpa, as porções de terra não contaminadas e as golfadas de ar puro.

E, no entanto, as pessoas ainda sujam, e muito as cidades impunemente.

Só no mês de janeiro, 3000 toneladas de lixo foram recolhidas das praias cariocas – guimbas de cigarro, palitos de picolé, cocô de cachorro e restos de alimento. Empilhadas, essas evidências de vida pouco inteligente lotariam cinco piscinas olímpicas. Resume o historiador Marco Antônio Villa: “Ao contrário de cidadãos dos países desenvolvidos, o brasileiro só vê como responsabilidade sua a própria casa e não nutre nenhum senso de dever sobre os espaços que compartilha com os outros – um claro sinal de atraso”.

O flagrante descaso com o bem público tem suas raízes fincadas na história, desde os tempos do Brasil colônia. No período escravocrata, a aristocracia saía a passear sempre com as mãos livres, escoltada por serviçais que não só carregavam seus pertences como limpavam a sujeira que ia atirando às calçadas. Não raro, o rei Dom João VI fazia suas necessidades no meio da rua, hábito também cultivado pelo filho, Pedro I, e ainda hoje presente. Foi com a instauração da República que o Estado assumiu, de forma sistemática, o protagonismo no recolhimento do lixo, mas isso não significou, nem de longe, nenhuma mudança de mentalidade por parte dos brasileiros. Cuidar da sujeira continuou a ser algo visto como aquilo que cabe a terceiros – jamais a si mesmo.

Existe uma relação direta entre o nível de educação de um povo e a maneira como ele lida com o seu lixo. Não por acaso, o brasileiro está em situação pior que o cidadão do Primeiro Mundo quando se mede a montanha de lixo nas ruas deixada por cada um deles.

Desde a Antiguidade, as grandes cidades do mundo, que já foram insalubres um dia, só conseguiram deixar essa condição à custa de um intenso processo de urbanização, aliado à mobilização dos cidadãos e a severas punições em forma de multa. “A concepção do bem público como algo valoroso nunca é espontânea, mas, sim, fruto de um forte empenho por parte do Estado e das famílias”, diz o filósofo Roberto Romano.

(Veja 09/03/2011, pág. 72 / com adaptações)

No que diz respeito aos aspectos gramaticais, assinale a alternativa correta:

 

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2407750 Ano: 2011
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Londrina-PR
Pilar é um elemento estrutural linear, de eixo reto, usualmente disposto na vertical, em que as forças normais de compressão são preponderantes.” Pode-se afirmar sobre um pilar de concreto armado (segundo a NBR 6118:2003) que:
I. O cobrimento mínimo para classe de agressividade ambiental II é de 35mm.
II. A bitola das barras da armadura longitudinal dos pilares não poderá ser inferior a 10mm.
III. A bitola dos estribos não pode ser inferior a 6,3mm.
IV. A seção transversal de pilares não deve apresentar dimensão menor que 19cm.
Estão corretas apenas as afirmativas:
 

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2407737 Ano: 2011
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Londrina-PR
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A normalização de dados é o processo que examina os atributos de uma entidade com objetivo de evitar problemas que podem provocar falhas no projeto de banco de dados, eliminar mistura de assuntos e redundâncias dos dados desnecessários.” Sobre normalização de dados, assinale a afirmativa INCORRETA:
 

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2407728 Ano: 2011
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Londrina-PR
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No que se refere às limitações ao poder de tributar, à luz da Lei Orgânica Municipal de Londrina, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas:

( ) É vedado ao Município cobrar tributos em relação a fatos geradores ocorridos antes do início da vigência da lei que os houver instituído ou aumentado.

( ) É permitido ao município mediante a edição de lei municipal específica, conceder qualquer anistia ou remissão que envolva matéria tributária ou previdenciária.

( ) Pode o Município instituir cobrança de pedágio pela utilização de vias conservadas pelo Poder Público.

A sequência está correta em:

 

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