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De acordo com a língua portuguesa, arremesso e lançamento
carregam o mesmo significado, mas, nas provas de atletismo, são
encontradas diferenças entre os termos. Dentre os atletas da área,
encontramos diferentes justificativas para essa divisão, como o
fato de que um movimento é semelhante ao ato de “empurrar” e
outro de “jogar”. Há ainda a ideia de que um movimento sai de
perto do centro do corpo e outro tem sua origem mais afastada do
corpo. Para a realização do arremesso de peso, existem diversas
técnicas. Segundo Costa Junior (2017), as técnicas mais utilizadas
entre os atletas de rendimento correspondem aos estilos:
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A corrida de revezamento já era conhecida dos antigos
gregos. Nas Panateneias realizadas em homenagem à deusa
Atena, o programa de Atletismo incluía uma prova de revezamento
chamada “Lampadodromia” ou “Corrida das Tochas”. Era disputada
por cinco equipes, compostas de quarenta atletas cada. A chama
não podia apagar e o prêmio era concedido à equipe cuja tocha
acendesse a fogueira colocada no Altar de Prometeu, localizado
no marco da chegada. Ainda hoje, os revezamentos representam
as únicas provas coletivas do Atletismo, modalidade esportiva
eminentemente individual. Conforme a Confederação Brasileira de
Atletismo (CBAt), o bastão de revezamento deve ser um tubo liso
oco, de seção circular, feito de madeira, metal ou outro material
rígido em uma única peça, cujo comprimento será de:
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Nas corridas com barreiras, segundo a Associação
Internacional de Federações de Atletismo (Iaaf), a altura das
barreiras é de 83,8 cm na categoria feminina e de 1,067 m na
categoria masculina. Segundo Costa Junior (2017), para fins
didáticos, essas provas podem ser divididas em seis etapas:
saída, ataque à barreira, passagem sobre a barreira, apoio após
a passagem, corrida entre barreiras e corrida final (chegada). No
ataque à barreira, conforme o autor, o atleta deve:
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O salto com vara é outra contribuição britânica para os Jogos
Atléticos, pois existem registros históricos que atestam que a
prova era bastante popular entre a nobreza inglesa, a ponto de
ter sido praticada pelo rei Henrique VIII. No fim do século XVII,
esse evento já estava bem estabelecido como uma disciplina de
ginástica na Inglaterra e na Alemanha. Atualmente, nas provas de
salto com vara, as medições das alturas devem ser feitas em:
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Em um estudo realizado por Laurindo et al. (2000), avaliaramse 103 atletas, 69 (67%) homens e 34 (33%) mulheres, amadores
e profissionais praticantes de atletismo no Estado de São Paulo no
ano de 1998. Foram estudados a presença e o comportamento da
dor e das lesões musculoesqueléticas decorrentes do treinamento ou
da competição. A partir do referido estudo, constatou-se que, dentre
as localizações mais comuns de lesão, estão: coxa (39,8%), joelho
(22,1%), tornozelo (11,5%), perna (8,8 por cento), região lombar
(7,1%), ombro (6,2%) e outros (4,5%). Conforme Susan J. Hall
(2016), anatomicamente, a região do tornozelo inclui as articulações
denominadas:
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Há registros que atestam que o salto em distância já era
praticado desde os Jogos da Antiguidade, quando, em 656
a.C., Chionis de Esparta teria saltado 7,05 metros. Conforme a
Confederação Brasileira de Atletismo, o salto dos gregos diferia
bastante da prova dos nossos dias. Na época, durante o salto,
os atletas usavam uma espécie de halter de pedra nas mãos,
acreditando que, assim, alcançariam uma distância maior. Para o
estudo da referida modalidade, segundo Costa Junior (2017), ela
pode ser segmentada em quatro fases:
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Nos anos 1920, começou a ser disputada uma corrida
de 80 metros com barreiras de 84 centímetros, prova que se
manteve no programa feminino até meados dos anos 1960,
quando foi substituída pela dos 100 metros, com a mesma altura
das barreiras. Os 80 metros com barreiras entraram nos Jogos
Olímpicos em 1932 e mantiveram-se até 1968. Posteriormente,
em Munique, em 1972, foram substituídos pelos 100 metros.
Atualmente, além da prova de 100 metros com barreiras, integra
as provas femininas de corridas com barreiras o percurso de:
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De acordo com Paulo e Forjaz (2001), em muitas modalidades
esportivas, o desempenho do sistema cardiovascular é o
determinante da performance, como por exemplo, nas provas de
fundo do atletismo. Dessa forma, para os autores, o treinamento
físico predominantemente de endurance ou predominantemente
de força máxima resulta em significativas adaptações
cardiovasculares. Denomina-se endurance, especificamente, a
capacidade física que:
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Para além dos movimentos básicos de flexão/extensão,
abdução/adução e/ou rotação medial/rotação lateral, algumas
articulações realizam os chamados movimentos especiais. No
pé, por exemplo, flexão plantar e dorsiflexão são nomes especiais
para os movimentos de flexão e extensão, respectivamente.
Além disso, de acordo com Hamill, Knutzen e Derrick (2016),
o pé também apresenta outro grupo de movimentos especiais
realizados nas articulações intertarsais e metatarsais chamados:
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Conforme a Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt),
o atletismo conta a história esportiva do homem no planeta. É
chamado de esporte-base, porque sua prática corresponde
a movimentos naturais do ser humano: correr, saltar, lançar.
A primeira competição esportiva de que se tem notícia foi uma
corrida, nos Jogos de 776 a.C., na cidade de Olímpia, na Grécia,
que deram origem às Olimpíadas. Atualmente, o atletismo
compreende, entre as suas provas, provas de pista, provas de
campo e provas combinadas. As provas de campo, segundo a
CBAt, dividem-se em provas de:
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