Foram encontradas 445 questões.
Após a realização das provas da olimpíada de Matemática de uma escola, a nota das provas dos dez melhores alunos foi representada na tabela a seguir.
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7,8 | 8 | 8,4 | 8,2 | 8,3 | 7,6 | 7,2 | 7,7 | 7,5 | 7,9 |
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Os professores de Matemática decidiram que estariam classificados para a segunda fase da olimpíada todos os alunos cujas notas superassem a média da nota desses dez melhores alunos.
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Dessa forma, o número de alunos classificados para a segunda fase é igual a:
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Três carros seguem em direção a uma cidade. Dentro de cada carro há três pessoas, cada uma dessas pessoas leva três bolsas, em cada bolsa há três livros e em cada um dos livros há três marcadores de páginas. Ao chagarem à cidade, as pessoas que estavam nos carros pegaram seus pertences e se acomodaram em um mesmo hotel. Uma das pessoas resolveu voltar e não acompanhar as demais.
Contados somente os objetos levados pelas pessoas que foram nos carros e permaneceram no hotel, o número total desses objetos é igual a:
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Em um rali de motos disputado em várias cidades de um estado brasileiro, todos os participantes deverão cumprir um trajeto de 600 km. Em um trecho de 110 km desse trajeto, o limite de velocidade para as motos é de 110 km/h; em outro trecho de 190 km, o limite de velocidade é de 100 km/h, e, no restante do trajeto, o limite de velocidade é de 120 km/h. Vítor é um dos competidores desse rali. Suponha que ele percorra todos os trechos com exatamente a velocidade máxima permitida para eles.
Se ao longo de todo o trajeto Vítor faz uma única parada de 20 minutos, o tempo gasto por ele para percorrer todo esse trajeto é igual a:
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Considere a proposição: “Sabe análise combinatória ou não sabe probabilidade.”
A negação dessa proposição é:
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Silva, Pereira e Oliveira são os sobrenomes, não necessariamente nessa ordem, de Bia, Zoé e Cloé. A que leva o sobrenome Silva, que não é Zoé, é mais velha que Bia, e a que leva o sobrenome Oliveira é a mais velha das três.
Logo, os sobrenomes de Bia, Zoé e Cloé nessa ordem, são, respectivamente,
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Leia o texto a seguir para responder à questão.

A variação linguística na sentença “Tive tempo ainda não” é de característica
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Leia o texto a seguir para responder à questão.

A sentença “Leu essa notícia, querida?!” deve ser reescrita, de modo a adequá-la à norma-padrão, porém sem modificação do sentido original da tirinha, da seguinte maneira:
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Leia o texto a seguir para responder à questão.

Analise as afirmativas a seguir.
I. Na sentença: “Existem diversos tipos de trabalho e o home office é apenas um deles”, há um erro de concordância verbal, pois o verbo “existir” está como sinônimo de “haver” e, portanto, sendo impessoal, não deveria sofrer flexão.
II. “Teletrabalho” e “telecentro” são lexias formadas a partir do processo de composição.
III. A sentença “Teletrabalho e home office são a mesma coisa?” é uma oração subordinada substantiva.
Estão incorretas as afirmativas
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Leia o texto a seguir para responder à questão.

São características do gênero textual cartaz, exceto:
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- OrtografiaEmprego do Hífen
- OrtografiaPontuaçãoDois-pontos
- OrtografiaPontuaçãoParênteses
- OrtografiaPontuaçãoVírgula
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 6.
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Pesquisa do Ipea mostra a evolução do mercado de trabalho durante a pandemia
Análise revela como os grupos de ocupados, afastados temporariamente, desocupados e desalentados se comportaram em meio à crise
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O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou nesta sexta-feira (6), a Análise das Transições no Mercado de Trabalho Brasileiro no Período da Covid-19. O estudo avalia os impactos da pandemia sobre os fluxos de entrada e saída dos indivíduos nas várias possíveis situações no mercado de trabalho: estar trabalhando, afastamento temporário, desocupação e inatividade. A pesquisa tomou como base os microdados da Pnad Contínua e da Pnad Covid-19, divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
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De acordo com os resultados apresentados, a probabilidade de um indivíduo que estava trabalhando no primeiro trimestre de 2020 continuar nessa condição no segundo foi de apenas 73,8%, contra 89% em 2018 e 2019. Os fluxos da condição de estar trabalhando para as condições de afastamento temporário ou inatividade, por sua vez, foram muito superiores aos valores observados no biênio anterior: 13,1% transitaram para o afastamento (contra cerca de 1,5% em 2018-19) e 9,3% para a inatividade (contra 6,3% em 2018 e 5,8% em 2019). Os fluxos na direção da desocupação também aumentaram em relação aos anos anteriores, mas de forma menos expressiva: 3,8% em 2020, contra 3,4% em 2018 e 2019.
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O documento mostra que os níveis de ocupação e participação na força de trabalho caíram fortemente a partir de março e abril deste ano (apontado como o pior momento da crise). A partir de maio, houve uma rápida recuperação dos principais indicadores econômicos. Mas a pandemia levou muitas pessoas em idade ativa a deixarem de trabalhar e não procurarem emprego no segundo trimestre deste ano, tornando-se inativas. Diante do desalento e da concessão do auxílio emergencial, muitos indivíduos que teriam permanecido desocupados no segundo trimestre deste ano acabaram transitando para fora da força de trabalho.
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Dos trabalhadores ocupados e não afastados no primeiro trimestre de 2020, a proporção que permaneceu nessa condição no segundo trimestre foi de cerca de 60% no setor privado informal, 68% no setor público informal e 67% entre os trabalhadores por conta própria. Em contrapartida, esse índice foi superior para os trabalhadores com carteira no setor privado (78%), para os empregados públicos CLT (79%) e para os militares e estatutários (77%).
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O setor que registrou a menor proporção de permanência na condição de ocupado trabalhando entre o primeiro e o segundo trimestres de 2020 foi a construção civil (68,1%).
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De acordo com dados da Pnad Covid, desde julho é crescente o número de trabalhadores que estão retornando para suas ocupações, em todos os segmentos pesquisados. Em termos agregados, o percentual de trabalhadores ocupados que foram afastados devido à pandemia caiu de 18,7% em maio deste ano para 3,7% em setembro de 2020.
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Os pesquisadores acreditam que, com a continuidade dos processos de flexibilização das restrições às atividades socioeconômicas e de recuperação do nível de atividade, e tendo em vista a redução do auxílio emergencial, o nível de ocupação deve aumentar até o final do ano. No entanto, é esperado que a taxa de participação no mercado de trabalho também aumente, fazendo com que a taxa de desocupação continue a elevar-se no curto prazo e mantenha-se em patamar alto por algum tempo.
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Disponível em: https://bityli.com/PgZe0o. Acesso em: 22 abr. 2022 (adaptado).
Releia este trecho.
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“O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou nesta sexta-feira (6), a Análise das Transições no Mercado de Trabalho Brasileiro no Período da Covid-19. O estudo avalia os impactos da pandemia sobre os fluxos de entrada e saída dos indivíduos nas várias possíveis situações no mercado de trabalho: estar trabalhando, afastamento temporário, desocupação e inatividade. A pesquisa tomou como base os microdados da Pnad Contínua e da Pnad Covid-19, divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
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As pontuações elencadas nas alternativas a seguir estão corretas de acordo com a norma-padrão, exceto:
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