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INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 6.

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Pesquisa do Ipea mostra a evolução do mercado de trabalho durante a pandemia

Análise revela como os grupos de ocupados, afastados temporariamente, desocupados e desalentados se comportaram em meio à crise

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O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou nesta sexta-feira (6), a Análise das Transições no Mercado de Trabalho Brasileiro no Período da Covid-19. O estudo avalia os impactos da pandemia sobre os fluxos de entrada e saída dos indivíduos nas várias possíveis situações no mercado de trabalho: estar trabalhando, afastamento temporário, desocupação e inatividade. A pesquisa tomou como base os microdados da Pnad Contínua e da Pnad Covid-19, divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

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De acordo com os resultados apresentados, a probabilidade de um indivíduo que estava trabalhando no primeiro trimestre de 2020 continuar nessa condição no segundo foi de apenas 73,8%, contra 89% em 2018 e 2019. Os fluxos da condição de estar trabalhando para as condições de afastamento temporário ou inatividade, por sua vez, foram muito superiores aos valores observados no biênio anterior: 13,1% transitaram para o afastamento (contra cerca de 1,5% em 2018-19) e 9,3% para a inatividade (contra 6,3% em 2018 e 5,8% em 2019). Os fluxos na direção da desocupação também aumentaram em relação aos anos anteriores, mas de forma menos expressiva: 3,8% em 2020, contra 3,4% em 2018 e 2019.

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O documento mostra que os níveis de ocupação e participação na força de trabalho caíram fortemente a partir de março e abril deste ano (apontado como o pior momento da crise). A partir de maio, houve uma rápida recuperação dos principais indicadores econômicos. Mas a pandemia levou muitas pessoas em idade ativa a deixarem de trabalhar e não procurarem emprego no segundo trimestre deste ano, tornando-se inativas. Diante do desalento e da concessão do auxílio emergencial, muitos indivíduos que teriam permanecido desocupados no segundo trimestre deste ano acabaram transitando para fora da força de trabalho.

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Dos trabalhadores ocupados e não afastados no primeiro trimestre de 2020, a proporção que permaneceu nessa condição no segundo trimestre foi de cerca de 60% no setor privado informal, 68% no setor público informal e 67% entre os trabalhadores por conta própria. Em contrapartida, esse índice foi superior para os trabalhadores com carteira no setor privado (78%), para os empregados públicos CLT (79%) e para os militares e estatutários (77%).

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O setor que registrou a menor proporção de permanência na condição de ocupado trabalhando entre o primeiro e o segundo trimestres de 2020 foi a construção civil (68,1%).

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De acordo com dados da Pnad Covid, desde julho é crescente o número de trabalhadores que estão retornando para suas ocupações, em todos os segmentos pesquisados. Em termos agregados, o percentual de trabalhadores ocupados que foram afastados devido à pandemia caiu de 18,7% em maio deste ano para 3,7% em setembro de 2020.

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Os pesquisadores acreditam que, com a continuidade dos processos de flexibilização das restrições às atividades socioeconômicas e de recuperação do nível de atividade, e tendo em vista a redução do auxílio emergencial, o nível de ocupação deve aumentar até o final do ano. No entanto, é esperado que a taxa de participação no mercado de trabalho também aumente, fazendo com que a taxa de desocupação continue a elevar-se no curto prazo e mantenha-se em patamar alto por algum tempo.

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Disponível em: https://bityli.com/PgZe0o. Acesso em: 22 abr. 2022 (adaptado).

Releia este trecho.

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“Os pesquisadores acreditam que, com a continuidade dos processos de flexibilização das restrições às atividades socioeconômicas e de recuperação do nível de atividade, e tendo em vista a redução do auxílio emergencial, o nível de ocupação deve aumentar até o final do ano. No entanto, é esperado que a taxa de participação no mercado de trabalho também aumente, fazendo com que a taxa de desocupação continue a elevar-se no curto prazo e mantenha-se em patamar alto por algum tempo.”

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O conectivo destacado pode ser substituído, sem prejuízo de sentido por

 

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Pesquisa do Ipea mostra a evolução do mercado de trabalho durante a pandemia

Análise revela como os grupos de ocupados, afastados temporariamente, desocupados e desalentados se comportaram em meio à crise

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O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou nesta sexta-feira (6), a Análise das Transições no Mercado de Trabalho Brasileiro no Período da Covid-19. O estudo avalia os impactos da pandemia sobre os fluxos de entrada e saída dos indivíduos nas várias possíveis situações no mercado de trabalho: estar trabalhando, afastamento temporário, desocupação e inatividade. A pesquisa tomou como base os microdados da Pnad Contínua e da Pnad Covid-19, divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

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De acordo com os resultados apresentados, a probabilidade de um indivíduo que estava trabalhando no primeiro trimestre de 2020 continuar nessa condição no segundo foi de apenas 73,8%, contra 89% em 2018 e 2019. Os fluxos da condição de estar trabalhando para as condições de afastamento temporário ou inatividade, por sua vez, foram muito superiores aos valores observados no biênio anterior: 13,1% transitaram para o afastamento (contra cerca de 1,5% em 2018-19) e 9,3% para a inatividade (contra 6,3% em 2018 e 5,8% em 2019). Os fluxos na direção da desocupação também aumentaram em relação aos anos anteriores, mas de forma menos expressiva: 3,8% em 2020, contra 3,4% em 2018 e 2019.

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O documento mostra que os níveis de ocupação e participação na força de trabalho caíram fortemente a partir de março e abril deste ano (apontado como o pior momento da crise). A partir de maio, houve uma rápida recuperação dos principais indicadores econômicos. Mas a pandemia levou muitas pessoas em idade ativa a deixarem de trabalhar e não procurarem emprego no segundo trimestre deste ano, tornando-se inativas. Diante do desalento e da concessão do auxílio emergencial, muitos indivíduos que teriam permanecido desocupados no segundo trimestre deste ano acabaram transitando para fora da força de trabalho.

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Dos trabalhadores ocupados e não afastados no primeiro trimestre de 2020, a proporção que permaneceu nessa condição no segundo trimestre foi de cerca de 60% no setor privado informal, 68% no setor público informal e 67% entre os trabalhadores por conta própria. Em contrapartida, esse índice foi superior para os trabalhadores com carteira no setor privado (78%), para os empregados públicos CLT (79%) e para os militares e estatutários (77%).

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O setor que registrou a menor proporção de permanência na condição de ocupado trabalhando entre o primeiro e o segundo trimestres de 2020 foi a construção civil (68,1%).

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De acordo com dados da Pnad Covid, desde julho é crescente o número de trabalhadores que estão retornando para suas ocupações, em todos os segmentos pesquisados. Em termos agregados, o percentual de trabalhadores ocupados que foram afastados devido à pandemia caiu de 18,7% em maio deste ano para 3,7% em setembro de 2020.

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Os pesquisadores acreditam que, com a continuidade dos processos de flexibilização das restrições às atividades socioeconômicas e de recuperação do nível de atividade, e tendo em vista a redução do auxílio emergencial, o nível de ocupação deve aumentar até o final do ano. No entanto, é esperado que a taxa de participação no mercado de trabalho também aumente, fazendo com que a taxa de desocupação continue a elevar-se no curto prazo e mantenha-se em patamar alto por algum tempo.

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Disponível em: https://bityli.com/PgZe0o. Acesso em: 22 abr. 2022 (adaptado).

De acordo com as vozes verbais, a oração que pode ser classificada como de voz passiva analítica é:

 

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Pesquisa do Ipea mostra a evolução do mercado de trabalho durante a pandemia

Análise revela como os grupos de ocupados, afastados temporariamente, desocupados e desalentados se comportaram em meio à crise

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O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou nesta sexta-feira (6), a Análise das Transições no Mercado de Trabalho Brasileiro no Período da Covid-19. O estudo avalia os impactos da pandemia sobre os fluxos de entrada e saída dos indivíduos nas várias possíveis situações no mercado de trabalho: estar trabalhando, afastamento temporário, desocupação e inatividade. A pesquisa tomou como base os microdados da Pnad Contínua e da Pnad Covid-19, divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

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De acordo com os resultados apresentados, a probabilidade de um indivíduo que estava trabalhando no primeiro trimestre de 2020 continuar nessa condição no segundo foi de apenas 73,8%, contra 89% em 2018 e 2019. Os fluxos da condição de estar trabalhando para as condições de afastamento temporário ou inatividade, por sua vez, foram muito superiores aos valores observados no biênio anterior: 13,1% transitaram para o afastamento (contra cerca de 1,5% em 2018-19) e 9,3% para a inatividade (contra 6,3% em 2018 e 5,8% em 2019). Os fluxos na direção da desocupação também aumentaram em relação aos anos anteriores, mas de forma menos expressiva: 3,8% em 2020, contra 3,4% em 2018 e 2019.

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O documento mostra que os níveis de ocupação e participação na força de trabalho caíram fortemente a partir de março e abril deste ano (apontado como o pior momento da crise). A partir de maio, houve uma rápida recuperação dos principais indicadores econômicos. Mas a pandemia levou muitas pessoas em idade ativa a deixarem de trabalhar e não procurarem emprego no segundo trimestre deste ano, tornando-se inativas. Diante do desalento e da concessão do auxílio emergencial, muitos indivíduos que teriam permanecido desocupados no segundo trimestre deste ano acabaram transitando para fora da força de trabalho.

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Dos trabalhadores ocupados e não afastados no primeiro trimestre de 2020, a proporção que permaneceu nessa condição no segundo trimestre foi de cerca de 60% no setor privado informal, 68% no setor público informal e 67% entre os trabalhadores por conta própria. Em contrapartida, esse índice foi superior para os trabalhadores com carteira no setor privado (78%), para os empregados públicos CLT (79%) e para os militares e estatutários (77%).

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O setor que registrou a menor proporção de permanência na condição de ocupado trabalhando entre o primeiro e o segundo trimestres de 2020 foi a construção civil (68,1%).

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De acordo com dados da Pnad Covid, desde julho é crescente o número de trabalhadores que estão retornando para suas ocupações, em todos os segmentos pesquisados. Em termos agregados, o percentual de trabalhadores ocupados que foram afastados devido à pandemia caiu de 18,7% em maio deste ano para 3,7% em setembro de 2020.

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Os pesquisadores acreditam que, com a continuidade dos processos de flexibilização das restrições às atividades socioeconômicas e de recuperação do nível de atividade, e tendo em vista a redução do auxílio emergencial, o nível de ocupação deve aumentar até o final do ano. No entanto, é esperado que a taxa de participação no mercado de trabalho também aumente, fazendo com que a taxa de desocupação continue a elevar-se no curto prazo e mantenha-se em patamar alto por algum tempo.

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Disponível em: https://bityli.com/PgZe0o. Acesso em: 22 abr. 2022 (adaptado).

Releia este trecho.

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“O documento mostra que os níveis de ocupação e participação na força de trabalho caíram fortemente a partir de março e abril deste ano (apontado como o pior momento da crise). A partir de maio, houve uma rápida recuperação dos principais indicadores econômicos. Mas a pandemia levou muitas pessoas em idade ativa a deixarem de trabalhar e não procurarem emprego no segundo trimestre deste ano, tornando-se inativas. Diante do desalento e da concessão do auxílio emergencial, muitos indivíduos que teriam permanecido desocupados no segundo trimestre deste ano acabaram transitando para fora da força de trabalho.”

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Como se pode perceber pelos destaques no trecho, há uma repetição da mesma expressão no decorrer do enunciado.

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Essa escolha revela um problema textual

 

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Pesquisa do Ipea mostra a evolução do mercado de trabalho durante a pandemia

Análise revela como os grupos de ocupados, afastados temporariamente, desocupados e desalentados se comportaram em meio à crise

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O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou nesta sexta-feira (6), a Análise das Transições no Mercado de Trabalho Brasileiro no Período da Covid-19. O estudo avalia os impactos da pandemia sobre os fluxos de entrada e saída dos indivíduos nas várias possíveis situações no mercado de trabalho: estar trabalhando, afastamento temporário, desocupação e inatividade. A pesquisa tomou como base os microdados da Pnad Contínua e da Pnad Covid-19, divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

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De acordo com os resultados apresentados, a probabilidade de um indivíduo que estava trabalhando no primeiro trimestre de 2020 continuar nessa condição no segundo foi de apenas 73,8%, contra 89% em 2018 e 2019. Os fluxos da condição de estar trabalhando para as condições de afastamento temporário ou inatividade, por sua vez, foram muito superiores aos valores observados no biênio anterior: 13,1% transitaram para o afastamento (contra cerca de 1,5% em 2018-19) e 9,3% para a inatividade (contra 6,3% em 2018 e 5,8% em 2019). Os fluxos na direção da desocupação também aumentaram em relação aos anos anteriores, mas de forma menos expressiva: 3,8% em 2020, contra 3,4% em 2018 e 2019.

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O documento mostra que os níveis de ocupação e participação na força de trabalho caíram fortemente a partir de março e abril deste ano (apontado como o pior momento da crise). A partir de maio, houve uma rápida recuperação dos principais indicadores econômicos. Mas a pandemia levou muitas pessoas em idade ativa a deixarem de trabalhar e não procurarem emprego no segundo trimestre deste ano, tornando-se inativas. Diante do desalento e da concessão do auxílio emergencial, muitos indivíduos que teriam permanecido desocupados no segundo trimestre deste ano acabaram transitando para fora da força de trabalho.

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Dos trabalhadores ocupados e não afastados no primeiro trimestre de 2020, a proporção que permaneceu nessa condição no segundo trimestre foi de cerca de 60% no setor privado informal, 68% no setor público informal e 67% entre os trabalhadores por conta própria. Em contrapartida, esse índice foi superior para os trabalhadores com carteira no setor privado (78%), para os empregados públicos CLT (79%) e para os militares e estatutários (77%).

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O setor que registrou a menor proporção de permanência na condição de ocupado trabalhando entre o primeiro e o segundo trimestres de 2020 foi a construção civil (68,1%).

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De acordo com dados da Pnad Covid, desde julho é crescente o número de trabalhadores que estão retornando para suas ocupações, em todos os segmentos pesquisados. Em termos agregados, o percentual de trabalhadores ocupados que foram afastados devido à pandemia caiu de 18,7% em maio deste ano para 3,7% em setembro de 2020.

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Os pesquisadores acreditam que, com a continuidade dos processos de flexibilização das restrições às atividades socioeconômicas e de recuperação do nível de atividade, e tendo em vista a redução do auxílio emergencial, o nível de ocupação deve aumentar até o final do ano. No entanto, é esperado que a taxa de participação no mercado de trabalho também aumente, fazendo com que a taxa de desocupação continue a elevar-se no curto prazo e mantenha-se em patamar alto por algum tempo.

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Disponível em: https://bityli.com/PgZe0o. Acesso em: 22 abr. 2022 (adaptado).

Analise as afirmativas a seguir

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I. Ipea é acrônimo de Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada.

II. Nos anos de 2018 e 2019, mais pessoas que estavam trabalhando no primeiro trimestre permaneceram empregadas no segundo trimestre.

III. Em 2020, os fluxos na direção da desocupação aumentaram em proporção semelhante à encontrada no biênio anterior.

IV. No comparativo dos trabalhadores ocupados e não afastados no período do primeiro trimestre de 2020, os que tiveram menor taxa de alteração de condição faziam parte do grupo do setor público informal.

V. De acordo com dados da Pnad Covid, o setor com a menor proporção de permanência na condição de ocupado entre o primeiro e o segundo trimestres de 2020 foi a construção civil.

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De acordo com o texto, são verdadeiras as afirmativas

 

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Pesquisa do Ipea mostra a evolução do mercado de trabalho durante a pandemia

Análise revela como os grupos de ocupados, afastados temporariamente, desocupados e desalentados se comportaram em meio à crise

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O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou nesta sexta-feira (6), a Análise das Transições no Mercado de Trabalho Brasileiro no Período da Covid-19. O estudo avalia os impactos da pandemia sobre os fluxos de entrada e saída dos indivíduos nas várias possíveis situações no mercado de trabalho: estar trabalhando, afastamento temporário, desocupação e inatividade. A pesquisa tomou como base os microdados da Pnad Contínua e da Pnad Covid-19, divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

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De acordo com os resultados apresentados, a probabilidade de um indivíduo que estava trabalhando no primeiro trimestre de 2020 continuar nessa condição no segundo foi de apenas 73,8%, contra 89% em 2018 e 2019. Os fluxos da condição de estar trabalhando para as condições de afastamento temporário ou inatividade, por sua vez, foram muito superiores aos valores observados no biênio anterior: 13,1% transitaram para o afastamento (contra cerca de 1,5% em 2018-19) e 9,3% para a inatividade (contra 6,3% em 2018 e 5,8% em 2019). Os fluxos na direção da desocupação também aumentaram em relação aos anos anteriores, mas de forma menos expressiva: 3,8% em 2020, contra 3,4% em 2018 e 2019.

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O documento mostra que os níveis de ocupação e participação na força de trabalho caíram fortemente a partir de março e abril deste ano (apontado como o pior momento da crise). A partir de maio, houve uma rápida recuperação dos principais indicadores econômicos. Mas a pandemia levou muitas pessoas em idade ativa a deixarem de trabalhar e não procurarem emprego no segundo trimestre deste ano, tornando-se inativas. Diante do desalento e da concessão do auxílio emergencial, muitos indivíduos que teriam permanecido desocupados no segundo trimestre deste ano acabaram transitando para fora da força de trabalho.

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Dos trabalhadores ocupados e não afastados no primeiro trimestre de 2020, a proporção que permaneceu nessa condição no segundo trimestre foi de cerca de 60% no setor privado informal, 68% no setor público informal e 67% entre os trabalhadores por conta própria. Em contrapartida, esse índice foi superior para os trabalhadores com carteira no setor privado (78%), para os empregados públicos CLT (79%) e para os militares e estatutários (77%).

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O setor que registrou a menor proporção de permanência na condição de ocupado trabalhando entre o primeiro e o segundo trimestres de 2020 foi a construção civil (68,1%).

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De acordo com dados da Pnad Covid, desde julho é crescente o número de trabalhadores que estão retornando para suas ocupações, em todos os segmentos pesquisados. Em termos agregados, o percentual de trabalhadores ocupados que foram afastados devido à pandemia caiu de 18,7% em maio deste ano para 3,7% em setembro de 2020.

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Os pesquisadores acreditam que, com a continuidade dos processos de flexibilização das restrições às atividades socioeconômicas e de recuperação do nível de atividade, e tendo em vista a redução do auxílio emergencial, o nível de ocupação deve aumentar até o final do ano. No entanto, é esperado que a taxa de participação no mercado de trabalho também aumente, fazendo com que a taxa de desocupação continue a elevar-se no curto prazo e mantenha-se em patamar alto por algum tempo.

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Disponível em: https://bityli.com/PgZe0o. Acesso em: 22 abr. 2022 (adaptado).

O objetivo do texto é

 

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INSTRUÇÃO: Leia o trecho de obra a seguir, para responder às questões de 1 a 10.

A revolução dos bichos

O Sr. Jones, proprietário da Granja do Solar, fechou o galinheiro à noite, mas estava bêbado demais para lembrar-se de fechar também as vigias. Com o facho de luz da sua lanterna balançando de um lado para o outro, atravessou cambaleante o pátio, tirou as botas na porta dos fundos, tomou um último copo de cerveja do barril que havia na copa, e foi para a cama, onde sua mulher já ressonava.

Tão logo apagou-se a luz do quarto, houve um grande alvoroço em todos os galpões da granja. Correra, durante o dia, o boato de que o velho Major, um porco que já se sagrara grande campeão numa exposição, tivera um sonho muito estranho na noite anterior e desejava contá-lo aos outros animais. Haviam combinado encontrar-se no celeiro, assim que Jones se retirasse. O velho Major (chamavam-no assim, muito embora ele houvesse comparecido a exposição com o nome de “Beleza de Willingdon”) gozava de tão alto conceito na granja, que todos estavam dispostos a perder uma hora de sono só para ouvi-lo.

Ao fundo do grande celeiro, sobre uma espécie de estrado, estava o Major refestelado em sua cama de palha, sob um lampião que pendia de uma viga. Com doze anos de idade, já bastante corpulento, era ainda um porco de porte majestoso, com um ar sábio e benevolente, a despeito de suas presas jamais terem sido cortadas. Os outros animais chegavam e punham-se a cômodo, cada qual a seu modo. Os primeiros foram os três cachorros, Ferrabrás, Lulu e Cata-vento, depois os porcos, que se sentaram sobre a palha, em frente ao estrado. As galinhas empoleiraram-se nas janelas, as pombas voaram para os caibros do telhado, as ovelhas e as vacas deitaram-se atrás dos porcos e ali ficaram a ruminar. Os dois cavalos de tração, Sansão e Quitéria, chegaram juntos, andando lentamente e pousando no chão os enormes cascos peludos, com grande cuidado para não machucar qualquer animalzinho porventura oculto na palha. Quitéria era uma égua volumosa, matronal já chegada à meia-idade, cuja silhueta não mais se recompusera após o nascimento do quarto potrinho. Sansão era um bicho enorme, de quase um metro e noventa de altura, forte como dois cavalos. A mancha branca do focinho dava-lhe um certo ar de estupidez e, realmente, não tinha lá uma inteligência de primeira ordem, embora fosse grandemente respeitado pela retidão de caráter e pela tremenda capacidade de trabalho. Depois dos cavalos chegaram Maricota, a cabra branca, e Benjamim, o burro. Benjamin era o animal mais idoso da fazenda, e o mais moderado. Raras vezes falava e, normalmente, quando o fazia, era para emitir uma observação cínica – para dizer, por exemplo, que Deus lhe dera uma cauda para espantar as moscas e que, no entanto, seria mais do seu agrado não ter nem a cauda nem as moscas. Era o único dos animais que nunca ria. Quando lhe perguntavam por que, respondia não ver motivo para riso. Não obstante, sem que o admitisse abertamente, tinha certa afeição por Sansão; normalmente passavam os domingos juntos no pequeno potreiro existente atrás do pomar, pastando lado a lado em silêncio.

ORWELL, George. A revolução dos bichos. Cornélio Procópio/PR: UENP, 2015.

Analise as afirmativas a seguir.

I. Em “O velho Major tivera um sonho muito estranho na noite anterior e desejava contá-lo aos outros animais.”, tem-se período composto por coordenação.

II. Em “As galinhas empoleiraram-se nas janelas, as pombas voaram para os caibros do telhado, as ovelhas e as vacas deitaram-se atrás dos porcos e ali ficaram a ruminar.”, tem-se período composto por coordenação.

III. Em “Benjamim era o único dos animais que nunca ria.”, tem-se período composto por subordinação.

Estão corretas as afirmativas

 

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INSTRUÇÃO: Leia o trecho de obra a seguir, para responder às questões de 1 a 10.

A revolução dos bichos

O Sr. Jones, proprietário da Granja do Solar, fechou o galinheiro à noite, mas estava bêbado demais para lembrar-se de fechar também as vigias. Com o facho de luz da sua lanterna balançando de um lado para o outro, atravessou cambaleante o pátio, tirou as botas na porta dos fundos, tomou um último copo de cerveja do barril que havia na copa, e foi para a cama, onde sua mulher já ressonava.

Tão logo apagou-se a luz do quarto, houve um grande alvoroço em todos os galpões da granja. Correra, durante o dia, o boato de que o velho Major, um porco que já se sagrara grande campeão numa exposição, tivera um sonho muito estranho na noite anterior e desejava contá-lo aos outros animais. Haviam combinado encontrar-se no celeiro, assim que Jones se retirasse. O velho Major (chamavam-no assim, muito embora ele houvesse comparecido a exposição com o nome de “Beleza de Willingdon”) gozava de tão alto conceito na granja, que todos estavam dispostos a perder uma hora de sono só para ouvi-lo.

Ao fundo do grande celeiro, sobre uma espécie de estrado, estava o Major refestelado em sua cama de palha, sob um lampião que pendia de uma viga. Com doze anos de idade, já bastante corpulento, era ainda um porco de porte majestoso, com um ar sábio e benevolente, a despeito de suas presas jamais terem sido cortadas. Os outros animais chegavam e punham-se a cômodo, cada qual a seu modo. Os primeiros foram os três cachorros, Ferrabrás, Lulu e Cata-vento, depois os porcos, que se sentaram sobre a palha, em frente ao estrado. As galinhas empoleiraram-se nas janelas, as pombas voaram para os caibros do telhado, as ovelhas e as vacas deitaram-se atrás dos porcos e ali ficaram a ruminar. Os dois cavalos de tração, Sansão e Quitéria, chegaram juntos, andando lentamente e pousando no chão os enormes cascos peludos, com grande cuidado para não machucar qualquer animalzinho porventura oculto na palha. Quitéria era uma égua volumosa, matronal já chegada à meia-idade, cuja silhueta não mais se recompusera após o nascimento do quarto potrinho. Sansão era um bicho enorme, de quase um metro e noventa de altura, forte como dois cavalos. A mancha branca do focinho dava-lhe um certo ar de estupidez e, realmente, não tinha lá uma inteligência de primeira ordem, embora fosse grandemente respeitado pela retidão de caráter e pela tremenda capacidade de trabalho. Depois dos cavalos chegaram Maricota, a cabra branca, e Benjamim, o burro. Benjamin era o animal mais idoso da fazenda, e o mais moderado. Raras vezes falava e, normalmente, quando o fazia, era para emitir uma observação cínica – para dizer, por exemplo, que Deus lhe dera uma cauda para espantar as moscas e que, no entanto, seria mais do seu agrado não ter nem a cauda nem as moscas. Era o único dos animais que nunca ria. Quando lhe perguntavam por que, respondia não ver motivo para riso. Não obstante, sem que o admitisse abertamente, tinha certa afeição por Sansão; normalmente passavam os domingos juntos no pequeno potreiro existente atrás do pomar, pastando lado a lado em silêncio.

ORWELL, George. A revolução dos bichos. Cornélio Procópio/PR: UENP, 2015.

Assinale a alternativa em que todas as separações silábicas estão corretas.

 

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INSTRUÇÃO: Leia o trecho de obra a seguir, para responder às questões de 1 a 10.

A revolução dos bichos

O Sr. Jones, proprietário da Granja do Solar, fechou o galinheiro à noite, mas estava bêbado demais para lembrar-se de fechar também as vigias. Com o facho de luz da sua lanterna balançando de um lado para o outro, atravessou cambaleante o pátio, tirou as botas na porta dos fundos, tomou um último copo de cerveja do barril que havia na copa, e foi para a cama, onde sua mulher já ressonava.

Tão logo apagou-se a luz do quarto, houve um grande alvoroço em todos os galpões da granja. Correra, durante o dia, o boato de que o velho Major, um porco que já se sagrara grande campeão numa exposição, tivera um sonho muito estranho na noite anterior e desejava contá-lo aos outros animais. Haviam combinado encontrar-se no celeiro, assim que Jones se retirasse. O velho Major (chamavam-no assim, muito embora ele houvesse comparecido a exposição com o nome de “Beleza de Willingdon”) gozava de tão alto conceito na granja, que todos estavam dispostos a perder uma hora de sono só para ouvi-lo.

Ao fundo do grande celeiro, sobre uma espécie de estrado, estava o Major refestelado em sua cama de palha, sob um lampião que pendia de uma viga. Com doze anos de idade, já bastante corpulento, era ainda um porco de porte majestoso, com um ar sábio e benevolente, a despeito de suas presas jamais terem sido cortadas. Os outros animais chegavam e punham-se a cômodo, cada qual a seu modo. Os primeiros foram os três cachorros, Ferrabrás, Lulu e Cata-vento, depois os porcos, que se sentaram sobre a palha, em frente ao estrado. As galinhas empoleiraram-se nas janelas, as pombas voaram para os caibros do telhado, as ovelhas e as vacas deitaram-se atrás dos porcos e ali ficaram a ruminar. Os dois cavalos de tração, Sansão e Quitéria, chegaram juntos, andando lentamente e pousando no chão os enormes cascos peludos, com grande cuidado para não machucar qualquer animalzinho porventura oculto na palha. Quitéria era uma égua volumosa, matronal já chegada à meia-idade, cuja silhueta não mais se recompusera após o nascimento do quarto potrinho. Sansão era um bicho enorme, de quase um metro e noventa de altura, forte como dois cavalos. A mancha branca do focinho dava-lhe um certo ar de estupidez e, realmente, não tinha lá uma inteligência de primeira ordem, embora fosse grandemente respeitado pela retidão de caráter e pela tremenda capacidade de trabalho. Depois dos cavalos chegaram Maricota, a cabra branca, e Benjamim, o burro. Benjamin era o animal mais idoso da fazenda, e o mais moderado. Raras vezes falava e, normalmente, quando o fazia, era para emitir uma observação cínica – para dizer, por exemplo, que Deus lhe dera uma cauda para espantar as moscas e que, no entanto, seria mais do seu agrado não ter nem a cauda nem as moscas. Era o único dos animais que nunca ria. Quando lhe perguntavam por que, respondia não ver motivo para riso. Não obstante, sem que o admitisse abertamente, tinha certa afeição por Sansão; normalmente passavam os domingos juntos no pequeno potreiro existente atrás do pomar, pastando lado a lado em silêncio.

ORWELL, George. A revolução dos bichos. Cornélio Procópio/PR: UENP, 2015.

Releia o trecho a seguir.

“A mancha branca do focinho dava-lhe um certo ar de estupidez e, realmente, não tinha lá uma inteligência de primeira ordem, embora fosse grandemente respeitado pela retidão de caráter e pela tremenda capacidade de trabalho.”

O elemento destacado no trecho serve para proporcionar características de coesão textual.

Todas as orações a seguir fazem uso de elemento coesivo que proporciona sentido semelhante ao do trecho analisado, exceto:

 

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A revolução dos bichos

O Sr.A) Jones, proprietário da Granja do Solar, fechou o galinheiro à noite, mas estava bêbado demais para lembrar-se de fechar também as vigias. Com o facho de luz da sua lanterna balançando de um lado para o outro,B) atravessou cambaleante o pátio,B) tirou as botas na porta dos fundos, tomou um último copo de cerveja do barril que havia na copa,C) e foi para a cama,D) onde sua mulher já ressonava.

Tão logo apagou-se a luz do quarto, houve um grande alvoroço em todos os galpões da granja. Correra, durante o dia, o boato de que o velho Major, um porco que já se sagrara grande campeão numa exposição, tivera um sonho muito estranho na noite anterior e desejava contá-lo aos outros animais. Haviam combinado encontrar-se no celeiro, assim que Jones se retirasse. O velho Major (chamavam-no assim, muito embora ele houvesse comparecido a exposição com o nome de “Beleza de Willingdon”) gozava de tão alto conceito na granja, que todos estavam dispostos a perder uma hora de sono só para ouvi-lo.

Ao fundo do grande celeiro, sobre uma espécie de estrado, estava o Major refestelado em sua cama de palha, sob um lampião que pendia de uma viga. Com doze anos de idade, já bastante corpulento, era ainda um porco de porte majestoso, com um ar sábio e benevolente, a despeito de suas presas jamais terem sido cortadas. Os outros animais chegavam e punham-se a cômodo, cada qual a seu modo. Os primeiros foram os três cachorros, Ferrabrás, Lulu e Cata-vento, depois os porcos, que se sentaram sobre a palha, em frente ao estrado. As galinhas empoleiraram-se nas janelas, as pombas voaram para os caibros do telhado, as ovelhas e as vacas deitaram-se atrás dos porcos e ali ficaram a ruminar. Os dois cavalos de tração, Sansão e Quitéria, chegaram juntos, andando lentamente e pousando no chão os enormes cascos peludos, com grande cuidado para não machucar qualquer animalzinho porventura oculto na palha. Quitéria era uma égua volumosa, matronal já chegada à meia-idade, cuja silhueta não mais se recompusera após o nascimento do quarto potrinho. Sansão era um bicho enorme, de quase um metro e noventa de altura, forte como dois cavalos. A mancha branca do focinho dava-lhe um certo ar de estupidez e, realmente, não tinha lá uma inteligência de primeira ordem, embora fosse grandemente respeitado pela retidão de caráter e pela tremenda capacidade de trabalho. Depois dos cavalos chegaram Maricota, a cabra branca, e Benjamim, o burro. Benjamin era o animal mais idoso da fazenda, e o mais moderado. Raras vezes falava e, normalmente, quando o fazia, era para emitir uma observação cínica – para dizer, por exemplo, que Deus lhe dera uma cauda para espantar as moscas e que, no entanto, seria mais do seu agrado não ter nem a cauda nem as moscas. Era o único dos animais que nunca ria. Quando lhe perguntavam por que, respondia não ver motivo para riso. Não obstante, sem que o admitisse abertamente, tinha certa afeição por Sansão; normalmente passavam os domingos juntos no pequeno potreiro existente atrás do pomar, pastando lado a lado em silêncio.

ORWELL, George. A revolução dos bichos. Cornélio

Procópio/PR: UENP, 2015.

Releia o trecho a seguir.

“O Sr. Jones, proprietário da Granja do Solar, fechou o galinheiro à noite, mas estava bêbado demais para lembrar-se de fechar também as vigias. Com o facho de luz da sua lanterna balançando de um lado para o outro, atravessou cambaleante o pátio, tirou as botas na porta dos fundos, tomou um último copo de cerveja do barril que havia na copa, e foi para a cama, onde sua mulher já ressonava.”

No trecho retirado do texto original, há um emprego equivocado de um sinal de pontuação em relação à norma-padrão.

Assinale a alternativa que indica esse desvio.

 

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INSTRUÇÃO: Leia o trecho de obra a seguir, para responder às questões de 1 a 10.

A revolução dos bichos

O Sr. Jones, proprietário da Granja do Solar, fechou o galinheiro à noite, mas estava bêbado demais para lembrar-se de fechar também as vigias. Com o facho de luz da sua lanterna balançando de um lado para o outro, atravessou cambaleante o pátio, tirou as botas na porta dos fundos, tomou um último copo de cerveja do barril que havia na copa, e foi para a cama, onde sua mulher já ressonava.

Tão logo apagou-se a luz do quarto, houve um grande alvoroço em todos os galpões da granja. Correra, durante o dia, o boato de que o velho Major, um porco que já se sagrara grande campeão numa exposição, tivera um sonho muito estranho na noite anterior e desejava contá-lo aos outros animais. Haviam combinado encontrar-se no celeiro, assim que Jones se retirasse. O velho Major (chamavam-no assim, muito embora ele houvesse comparecido a exposição com o nome de “Beleza de Willingdon”) gozava de tão alto conceito na granja, que todos estavam dispostos a perder uma hora de sono só para ouvi-lo.

Ao fundo do grande celeiro, sobre uma espécie de estrado, estava o Major refestelado em sua cama de palha, sob um lampião que pendia de uma viga. Com doze anos de idade, já bastante corpulento, era ainda um porco de porte majestoso, com um ar sábio e benevolente, a despeito de suas presas jamais terem sido cortadas. Os outros animais chegavam e punham-se a cômodo, cada qual a seu modo. Os primeiros foram os três cachorros, Ferrabrás, Lulu e Cata-vento, depois os porcos, que se sentaram sobre a palha, em frente ao estrado. As galinhas empoleiraram-se nas janelas, as pombas voaram para os caibros do telhado, as ovelhas e as vacas deitaram-se atrás dos porcos e ali ficaram a ruminar. Os dois cavalos de tração, Sansão e Quitéria, chegaram juntos, andando lentamente e pousando no chão os enormes cascos peludos, com grande cuidado para não machucar qualquer animalzinho porventura oculto na palha. Quitéria era uma égua volumosa, matronal já chegada à meia-idade, cuja silhueta não mais se recompusera após o nascimento do quarto potrinho. Sansão era um bicho enorme, de quase um metro e noventa de altura, forte como dois cavalos. A mancha branca do focinho dava-lhe um certo ar de estupidez e, realmente, não tinha lá uma inteligência de primeira ordem, embora fosse grandemente respeitado pela retidão de caráter e pela tremenda capacidade de trabalho. Depois dos cavalos chegaram Maricota, a cabra branca, e Benjamim, o burro. Benjamin era o animal mais idoso da fazenda, e o mais moderado. Raras vezes falava e, normalmente, quando o fazia, era para emitir uma observação cínica – para dizer, por exemplo, que Deus lhe dera uma cauda para espantar as moscas e que, no entanto, seria mais do seu agrado não ter nem a cauda nem as moscas. Era o único dos animais que nunca ria. Quando lhe perguntavam por que, respondia não ver motivo para riso. Não obstante, sem que o admitisse abertamente, tinha certa afeição por Sansão; normalmente passavam os domingos juntos no pequeno potreiro existente atrás do pomar, pastando lado a lado em silêncio.

ORWELL, George. A revolução dos bichos. Cornélio Procópio/PR: UENP, 2015.

Relacione a COLUNA I com a COLUNA II, associando a palavra destacada à sua classificação correspondente.

COLUNA I

1. “Os primeiros foram os três cachorros, Ferrabrás, Lulu e Cata-vento, depois os porcos, que se sentaram sobre a palha, em frente ao estrado.”

2. “Benjamin era o animal mais idoso da fazenda, e o mais moderado.”

3. “O Sr. Jones, proprietário da Granja do Solar, fechou o galinheiro à noite, mas estava bêbado demais para lembrar-se de fechar também as vigias.”

4. “Quitéria era uma égua volumosa, matronal já chegada à meia-idade, cuja silhueta não mais se recompusera após o nascimento do quarto potrinho.”

COLUNA II

( ) Substantivo composto

( ) Substantivo simples

( ) Substantivo próprio

( ) Substantivo derivado

Assinale a sequência correta.

 

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