Foram encontradas 60 questões.
Um professor dispõe de 1200 folhas de papel sulfite, sendo 600 brancas, 420 amarelas e as demais, verdes. Ele quer formar blocos, cada um deles com o mesmo número de folhas e na maior quantidade possível, de modo que não sobre folha alguma. Sabendo que cada bloco só poderá ter folhas de uma mesma cor, o maior número possível de blocos que podem ser feitos é
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Em uma caixa cabem exatamente 18 vidros grandes idênticos, ou exatamente 27 vidros pequenos idênticos. Sabendo que 2 vidros grandes ocupam o mesmo espaço que 3 vidros pequenos, então, o número máximo de vidros, entre grandes e pequenos, que podem ser colocados nessa caixa, sendo 12 deles obrigatoriamente grandes, é
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Uma professora retirou !$ \dfrac{2}{15} !$ do número total de bastões de giz que havia em uma caixa e utilizou 2 deles na primeira aula. Se o número de bastões utilizados nessa aula corresponde a !$ \dfrac{1}{4} !$ do número de bastões retirados por ela, então, o número de bastões que havia na caixa, antes de a professora retirar alguns era
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Quanto ao emprego do acento indicativo de crase, assinale a alternativa em que a frase está em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa.
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- Interpretação de TextosFunções da LinguagemConotativa, Apelativa, Metafórica ou Figurada
- Interpretação de TextosPressupostos e Subentendidos
Leia a tirinha para responder às questões de números 12 e 13.

(André Dahmer. Não há nada acontecendo. www1.folha.uol.com.br, 06.10.2020)
Um vocábulo da tirinha empregado com sentido figurado no contexto em que se encontra é:
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Leia a tirinha para responder às questões de números 12 e 13.

(André Dahmer. Não há nada acontecendo. www1.folha.uol.com.br, 06.10.2020)
A partir da leitura da tirinha, é possível afirmar que a personagem
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Leia o texto para responder às questões de números 08 a 11.
Olhavam-no sempre como a perguntar quando ele iria. E muitas vezes a senhora que se comovera com a sua história, contada na porta em voz soluçante, e o acolhera, mostrava evidentes sinais de arrependimento. Para o Sem-Pernas elas o acolhiam de remorso. Porque o Sem-Pernas achava que eles eram todos culpados da situação de todas as crianças pobres. E odiava a todos, com um ódio profundo. Sua grande e quase única alegria era calcular o desespero das famílias após o roubo, ao pensar que aquele garoto esfomeado a quem tinham dado comida fora quem fizera o reconhecimento da casa e indicara a outras crianças esfomeadas onde estavam os objetos de valor.
Mas desta vez estava sendo diferente. Desta vez não o deixaram na cozinha com seus molambos, não o puseram a dormir no quintal. Deram-lhe roupa, um quarto, comida na sala de jantar. Era como um hóspede, era como um hóspede querido. E fumando o seu cigarro escondido (o Sem-Pernas pergunta a si mesmo por que está se escondendo para fumar), o Sem-Pernas pensa sem compreender. Não compreende nada do que se passa. Sua cara está franzida. Lembra os dias da cadeia, a surra que lhe deram, os sonhos que nunca deixaram de persegui-lo. E, de súbito, tem medo de que nesta casa sejam bons para ele. Sim, um grande medo de que sejam bons para ele. Não sabe mesmo por quê, mas tem medo. E levanta-se, sai do seu esconderijo e vai fumar bem por baixo da janela da senhora. Assim verão que ele é um menino perdido, que não merece um quarto, roupa nova, comida na sala de jantar. Assim o mandarão para a cozinha, ele poderá levar para diante sua obra de vingança, conservar o ódio no seu coração.
(Jorge Amado. Capitães de areia. Companhia das Letras, 2008)
No trecho – … ao pensar que aquele garoto esfomeado a quem tinham dado comida fora quem fizera o reconhecimento da casa… –, a expressão em destaque pode ser substituída, sem prejuízo do sentido e da correção gramatical, por
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Leia o texto para responder às questões de números 08 a 11.
Olhavam-no sempre como a perguntar quando ele iria. E muitas vezes a senhora que se comovera com a sua história, contada na porta em voz soluçante, e o acolhera, mostrava evidentes sinais de arrependimento. Para o Sem-Pernas elas o acolhiam de remorso. Porque o Sem-Pernas achava que eles eram todos culpados da situação de todas as crianças pobres. E odiava a todos, com um ódio profundo. Sua grande e quase única alegria era calcular o desespero das famílias após o roubo, ao pensar que aquele garoto esfomeado a quem tinham dado comida fora quem fizera o reconhecimento da casa e indicara a outras crianças esfomeadas onde estavam os objetos de valor.
Mas desta vez estava sendo diferente. Desta vez não o deixaram na cozinha com seus molambos, não o puseram a dormir no quintal. Deram-lhe roupa, um quarto, comida na sala de jantar. Era como um hóspede, era como um hóspede querido. E fumando o seu cigarro escondido (o Sem-Pernas pergunta a si mesmo por que está se escondendo para fumar), o Sem-Pernas pensa sem compreender. Não compreende nada do que se passa. Sua cara está franzida. Lembra os dias da cadeia, a surra que lhe deram, os sonhos que nunca deixaram de persegui-lo. E, de súbito, tem medo de que nesta casa sejam bons para ele. Sim, um grande medo de que sejam bons para ele. Não sabe mesmo por quê, mas tem medo. E levanta-se, sai do seu esconderijo e vai fumar bem por baixo da janela da senhora. Assim verão que ele é um menino perdido, que não merece um quarto, roupa nova, comida na sala de jantar. Assim o mandarão para a cozinha, ele poderá levar para diante sua obra de vingança, conservar o ódio no seu coração.
(Jorge Amado. Capitães de areia. Companhia das Letras, 2008)
Assinale a alternativa em que o vocábulo destacado teve sua posição alterada em relação ao trecho original, sem prejuízo da norma-padrão da língua.
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Leia o texto para responder às questões de números 08 a 11.
Olhavam-no sempre como a perguntar quando ele iria. E muitas vezes a senhora que se comovera com a sua história, contada na porta em voz soluçante, e o acolhera, mostrava evidentes sinais de arrependimento. Para o Sem-Pernas elas o acolhiam de remorso. Porque o Sem-Pernas achava que eles eram todos culpados da situação de todas as crianças pobres. E odiava a todos, com um ódio profundo. Sua grande e quase única alegria era calcular o desespero das famílias após o roubo, ao pensar que aquele garoto esfomeado a quem tinham dado comida fora quem fizera o reconhecimento da casa e indicara a outras crianças esfomeadas onde estavam os objetos de valor.
Mas desta vez estava sendo diferente. Desta vez não o deixaram na cozinha com seus molambos, não o puseram a dormir no quintal. Deram-lhe roupa, um quarto, comida na sala de jantar. Era como um hóspede, era como um hóspede querido. E fumando o seu cigarro escondido (o Sem-Pernas pergunta a si mesmo por que está se escondendo para fumar), o Sem-Pernas pensa sem compreender. Não compreende nada do que se passa. Sua cara está franzida. Lembra os dias da cadeia, a surra que lhe deram, os sonhos que nunca deixaram de persegui-lo. E, de súbito, tem medo de que nesta casa sejam bons para ele. Sim, um grande medo de que sejam bons para ele. Não sabe mesmo por quê, mas tem medo. E levanta-se, sai do seu esconderijo e vai fumar bem por baixo da janela da senhora. Assim verão que ele é um menino perdido, que não merece um quarto, roupa nova, comida na sala de jantar. Assim o mandarão para a cozinha, ele poderá levar para diante sua obra de vingança, conservar o ódio no seu coração.
(Jorge Amado. Capitães de areia. Companhia das Letras, 2008)
Segundo o texto, é correto afirmar que
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Leia o texto para responder às questões de números 01 a 06.
Em Pompeia, os mortos contam a história dos vivos. Em nenhum outro lugar do mundo antigo apareceram tantos corpos de pessoas congelados no tempo, preservados ao longo dos séculos no exato momento de sua morte. A erupção do Vesúvio no ano 79 foi um processo implacável e progressivo que durou horas. Alguns habitantes da cidade romana tiveram tempo de fugir, outros acreditaram que poderiam se salvar, e seus corpos ficaram enterrados sob toneladas de pedras, barro e lava quando aconteceu a segunda, e mais letal, corrente piroclástica.
Desde o início das escavações, no final do século XVIII, começaram a aparecer corpos. Desde então, os mortos de Pompeia nunca deixaram de surgir: os últimos acabam de ser encontrados, segundo anunciou o Parque Arqueológico de Pompeia, que administra o sítio. Trata-se dos corpos de dois homens que morreram juntos. Os arqueólogos deduziram que eram um escravo e seu dono e conseguiram extrair muitas informações, não apenas sobre a maneira como morreram, mas, principalmente, sobre sua vida.
Os mortos de Pompeia não são importantes apenas pelas informações que podem fornecer, mas pelo laço de proximidade que estabelecem com aqueles que os contemplam no presente, porque, parafraseando William Faulkner, graças a eles, o passado deixa de ser um país estranho. É possível perceber como se vestiam, sua angústia nos momentos finais, o que tentaram levar consigo em sua fuga desesperada, assim como sua recusa em abandonar o lugar onde viviam, apesar do perigo iminente. A nova campanha de escavações revelou, por exemplo, uma vítima que teve um fim particularmente atroz: uma enorme pedra atingiu-a na cabeça. O exame de seus ossos revelou que tinha uma infecção em uma das pernas e não conseguia correr. Simplesmente não pôde escapar. A grande latinista britânica Mary Beard, autora do estudo de referência sobre o sítio arqueológico, Pompeia – A Vida de uma Cidade Romana, diz: “Os moldes de gesso das vítimas do Vesúvio são uma lembrança constante de que se trata de pessoas como nós”.
(Guillermo Altares. Os mortos de Pompeia narram a vida da cidade romana destruída pelo Vesúvio. https://brasil.elpais.com, 23.11.2020. Adaptado)
No trecho – A erupção do Vesúvio no ano 79 foi um processo implacável e progressivo que durou horas (1º parágrafo) – os vocábulos em destaque têm como sinônimo, respectivamente:
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