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De acordo com a Constituição Federal de 1988, sobre a Educação Básica, é correto afirmar que
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Assinale a alternativa que aponta corretamente para o conceito de Vygotsky expresso no trecho:
“(...) referem-se a processos voluntários, ações conscientemente controladas, mecanismos intencionais. (...) são funções tipicamente humanas e, no desenvolvimento do indivíduo da espécie humana, aparecem tardiamente (...)”
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Um jogo educativo possui 3 formas geométricas, cada uma delas com o mesmo número de peças, porém com cores diferentes. A tabela fornece algumas informações sobre o número de peças de cada forma e suas respectivas cores.
Formas\Cores | azul | amarelo | vermelho |
Triângulo | 3 | X | Y |
Retângulo | X | Y | 3 |
Círculo | 2 | X | 6 |
Todas as formas possuem peças de todas as cores, e o número total de peças vermelhas supera em uma unidade o número total de peças amarelas. O número de círculos amarelos é
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Uma pessoa comprou 3 tipos de biscoitos doces. A tabela apresenta algumas informações sobre o número de pacotes comprados de cada tipo e seu respectivo valor unitário.
Tipo | Nº de pacotes | Valor unitário do pacote |
Folhado | 3 | R$ 6,50 |
Recheado | 5 | R$ 2,70 |
Coberto com chocolate | 4 | ? |
Sabendo que o valor total dessa compra foi R$ 51,40, o valor de um pacote de biscoito coberto com chocolate era
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A frase que está em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa de concordância verbal e nominal é:
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- Interpretação de TextosTipologia e Gênero TextualTipologias TextuaisTexto Dissertativo-argumentativoEstratégias Argumentativas
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 06.
Em Pompeia, os mortos contam a história dos vivos. Em nenhum outro lugar do mundo antigo apareceram tantos corpos de pessoas congelados no tempo, preservados ao longo dos séculos no exato momento de sua morte. A erupção do Vesúvio no ano 79 foi um processo implacável e progressivo que durou horas. Alguns habitantes da cidade romana tiveram tempo de fugir, outros acreditaram que poderiam se salvar, e seus corpos ficaram enterrados sob toneladas de pedras, barro e lava quando aconteceu a segunda, e mais letal, corrente piroclástica.
Desde o início das escavações, no final do século XVIII, começaram a aparecer corpos. Desde então, os mortos de Pompeia nunca deixaram de surgir: os últimos acabam de ser encontrados, segundo anunciou o Parque Arqueológico de Pompeia, que administra o sítio. Trata-se dos corpos de dois homens que morreram juntos. Os arqueólogos deduziram que eram um escravo e seu dono e conseguiram extrair muitas informações, não apenas sobre a maneira como morreram, mas, principalmente, sobre sua vida.
Os mortos de Pompeia não são importantes apenas pelas informações que podem fornecer, mas pelo laço de proximidade que estabelecem com aqueles que os contemplam no presente, porque, parafraseando William Faulkner, graças a eles, o passado deixa de ser um país estranho. É possível perceber como se vestiam, sua angústia nos momentos finais, o que tentaram levar consigo em sua fuga desesperada, assim como sua recusa em abandonar o lugar onde viviam, apesar do perigo iminente. A nova campanha de escavações revelou, por exemplo, uma vítima que teve um fim particularmente atroz: uma enorme pedra atingiu-a na cabeça. O exame de seus ossos revelou que tinha uma infecção em uma das pernas e não conseguia correr. Simplesmente não pôde escapar. A grande latinista britânica Mary Beard, autora do estudo de referência sobre o sítio arqueológico, Pompeia – A Vida de uma Cidade Romana, diz: “Os moldes de gesso das vítimas do Vesúvio são uma lembrança constante de que se trata de pessoas como nós”.
(Guillermo Altares. Os mortos de Pompeia narram a vida da cidade romana destruída pelo Vesúvio. https://brasil.elpais.com, 23.11.2020. Adaptado)
O vocábulo em destaque que indica causa é:
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Leia o texto para responder às questões de números 01 a 06.
Em Pompeia, os mortos contam a história dos vivos. Em nenhum outro lugar do mundo antigo apareceram tantos corpos de pessoas congelados no tempo, preservados ao longo dos séculos no exato momento de sua morte. A erupção do Vesúvio no ano 79 foi um processo implacável e progressivo que durou horas. Alguns habitantes da cidade romana tiveram tempo de fugir, outros acreditaram que poderiam se salvar, e seus corpos ficaram enterrados sob toneladas de pedras, barro e lava quando aconteceu a segunda, e mais letal, corrente piroclástica.
Desde o início das escavações, no final do século XVIII, começaram a aparecer corpos. Desde então, os mortos de Pompeia nunca deixaram de surgir: os últimos acabam de ser encontrados, segundo anunciou o Parque Arqueológico de Pompeia, que administra o sítio. Trata-se dos corpos de dois homens que morreram juntos. Os arqueólogos deduziram que eram um escravo e seu dono e conseguiram extrair muitas informações, não apenas sobre a maneira como morreram, mas, principalmente, sobre sua vida.
Os mortos de Pompeia não são importantes apenas pelas informações que podem fornecer, mas pelo laço de proximidade que estabelecem com aqueles que os contemplam no presente, porque, parafraseando William Faulkner, graças a eles, o passado deixa de ser um país estranho. É possível perceber como se vestiam, sua angústia nos momentos finais, o que tentaram levar consigo em sua fuga desesperada, assim como sua recusa em abandonar o lugar onde viviam, apesar do perigo iminente. A nova campanha de escavações revelou, por exemplo, uma vítima que teve um fim particularmente atroz: uma enorme pedra atingiu-a na cabeça. O exame de seus ossos revelou que tinha uma infecção em uma das pernas e não conseguia correr. Simplesmente não pôde escapar. A grande latinista britânica Mary Beard, autora do estudo de referência sobre o sítio arqueológico, Pompeia – A Vida de uma Cidade Romana, diz: “Os moldes de gesso das vítimas do Vesúvio são uma lembrança constante de que se trata de pessoas como nós”.
(Guillermo Altares. Os mortos de Pompeia narram a vida da cidade romana destruída pelo Vesúvio. https://brasil.elpais.com, 23.11.2020. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a inclusão de vírgulas ao trecho mantém a correção gramatical.
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Leia o texto para responder às questões de números 01 a 06.
Em Pompeia, os mortos contam a história dos vivos. Em nenhum outro lugar do mundo antigo apareceram tantos corpos de pessoas congelados no tempo, preservados ao longo dos séculos no exato momento de sua morte. A erupção do Vesúvio no ano 79 foi um processo implacável e progressivo que durou horas. Alguns habitantes da cidade romana tiveram tempo de fugir, outros acreditaram que poderiam se salvar, e seus corpos ficaram enterrados sob toneladas de pedras, barro e lava quando aconteceu a segunda, e mais letal, corrente piroclástica.
Desde o início das escavações, no final do século XVIII, começaram a aparecer corpos. Desde então, os mortos de Pompeia nunca deixaram de surgir: os últimos acabam de ser encontrados, segundo anunciou o Parque Arqueológico de Pompeia, que administra o sítio. Trata-se dos corpos de dois homens que morreram juntos. Os arqueólogos deduziram que eram um escravo e seu dono e conseguiram extrair muitas informações, não apenas sobre a maneira como morreram, mas, principalmente, sobre sua vida.
Os mortos de Pompeia não são importantes apenas pelas informações que podem fornecer, mas pelo laço de proximidade que estabelecem com aqueles que os contemplam no presente, porque, parafraseando William Faulkner, graças a eles, o passado deixa de ser um país estranho. É possível perceber como se vestiam, sua angústia nos momentos finais, o que tentaram levar consigo em sua fuga desesperada, assim como sua recusa em abandonar o lugar onde viviam, apesar do perigo iminente. A nova campanha de escavações revelou, por exemplo, uma vítima que teve um fim particularmente atroz: uma enorme pedra atingiu-a na cabeça. O exame de seus ossos revelou que tinha uma infecção em uma das pernas e não conseguia correr. Simplesmente não pôde escapar. A grande latinista britânica Mary Beard, autora do estudo de referência sobre o sítio arqueológico, Pompeia – A Vida de uma Cidade Romana, diz: “Os moldes de gesso das vítimas do Vesúvio são uma lembrança constante de que se trata de pessoas como nós”.
(Guillermo Altares. Os mortos de Pompeia narram a vida da cidade romana destruída pelo Vesúvio. https://brasil.elpais.com, 23.11.2020. Adaptado)
Ao afirmar que graças aos mortos de Pompeia “o passado deixa de ser um país estranho” (3º parágrafo), o autor revela
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Segundo a Base Nacional Comum Curricular (BNCC):
“Parte do trabalho do educador é refletir, selecionar, organizar, planejar, mediar e monitorar o conjunto das práticas e interações, garantindo a pluralidade de situações que promovam o desenvolvimento pleno das crianças.”
Nesse contexto, a Educação Infantil impõe a necessidade de práticas educativas que envolvam
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Emília Ferreiro (2010) defende que a escrita deve ser considerada como
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