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1306796
Ano: 2019
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Orlândia-SP
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Orlândia-SP
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A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB)e os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) apresentam como princípios curriculares a interdisciplinaridade e, principalmente, a contextualização, cuja correta aplicação é enfatizada como meio capaz de promover melhorias significativas no ensino da Matemática. É correto afirmar que:
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A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB nº 9394/96) estabelece, em seu artigo 12, que “os estabelecimentos de ensino terão a incumbência de elaborar e executar sua proposta pedagógica”. Considerando o Projeto Político-Pedagógico, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) O Projeto Político-Pedagógico está extrinsecamente ligado à organização do trabalho pedagógico, buscando salvaguardar a visão de todo o processo educacional.
( ) O que se espera da construção do Projeto Político-Pedagógico é que haja submissão da escola aos órgãos de administração central que regem as normativas que ela está vinculada.
( ) Na construção do Projeto Político-Pedagógico da escola, devem ser observados todos os aspectos inerentes a ela, como a sua localização, estrutura, recursos humanos, condições de materiais, etc. Também é preciso sempre estar atento ao currículo da escola.
A sequência está correta em
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Desafios no caminho de uma escola para todos
Escolhi o termo desafio como parte do título porque seu significado etimológico indica bem o que quero comentar. Ele vem do latim disfidare ou renunciar à própria fé (dis = afastamento e fides = fé). Na prática, significa aceitar concorrer novamente, mesmo imaginando-se vencedor. Isso acontece, por exemplo, quando se promulgam leis, aceitando-se os obstáculos de sua aplicação. Penso ser esse o caso ao assumirmos que a escola é para todos, quando historicamente ela se destinava à elite de alunos que aprendia e se comportava conforme suas exigências, isto é, quando era para poucos. As políticas públicas, mesmo se pretensamente resolveram o acesso à Educação, não sanaram duas questões primordiais: a aprendizagem e a convivência. Faço uma reflexão sobre alguns desafios para que a escola de hoje cumpra esses propósitos.
Um dos maiores parece ser o de adaptar o currículo do Ensino Fundamental para período integral. Essa mudança supõe rever a quantidade de conteúdos a aprender, criar contraturnos, usar tutorias, diminuir a relação entre o número de alunos e o professor, investir nas séries iniciais, melhorar as condições de trabalho docente. Essas são apenas algumas estratégias entre tantas experimentadas no enfrentamento de um grande problema: a defasagem idade-série.
Ao abrir-se para os “mais fracos”, quando antes era privilégio dos “mais fortes”, a escola deve compartilhar com a família a complexidade da Educação das crianças e dos jovens. Compartilhar significa cooperar fazendo a parte que lhe cabe, sabendo que as outras partes sempre serão da família e de outros agentes sociais ou culturais.
Em uma sociedade orientada por descobertas científicas, reconhecer a importância da tecnologia se torna uma necessidade básica. Mas para não virar refém, as questões o quê, quanto, quando, como e por quê?, relacionadas ao uso de tablet, celular ou computador na sala de aula, são essenciais. Sem negar aos estudantes o uso de seu produto mais complexo e querido, não se pode esquecer que eles precisam do contato direto com a experiência por meio de um professor, suas transmissões, as tarefas propostas por ele e seus modos de ser e de agir.
Observo que os jovens precisam também ser preparados para uma sociedade global, mas, igualmente, para uma vida cada vez mais individual, isto é, gerida por escolhas, valores e responsabilidades assumidas por cada um, ainda que seus efeitos possam alcançar a todos e ao planeta. Penso que a escola ainda não aprendeu a ensinar seus alunos a serem-si-mesmos!
Que ela revise seus hábitos – deixe de ser lugar de homogeneidade e competição, transformando-se em uma escola da diversidade e da cooperação. Que reconheça que as diferenças permitem a abertura para uma pluralidade de valores, costumes, formas de aprendizagem e desenvolvimento. Antes, Educação correspondia ao que o educador transmitia aos educandos (educação = educador). Hoje, trata-se de aprender, o que se aplica tanto a alunos quanto a professores.
É difícil mudar o olhar, comprometendo-se a trabalhar o melhor de cada aluno, professor e gestor dentro de suas possibilidades e necessidades. Para isso, temos de assumir que todos estão na escola – só falta aprenderem; e todos estão juntos – só falta saberem conviver.
(Lino de Macedo. Revista Nova Escola. Fevereiro de 2016. Com adaptações.)
Considerando o excerto “Ao abrir-se para os ‘mais fracos’, quando antes era privilégio dos ‘mais fortes’, a escola deve compartilhar com a família a complexidade da Educação das crianças e dos jovens.”, é possível inferir que:
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Na cidade A, situada a 45° de longitude oeste, são 7 horas. Que horas serão na cidade B situada a 90° de longitude leste?
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Por meio do jogo, a criança aprende a coagir a si mesma, a investir em uma atividade duradoura, a conhecer e desenvolver as forças de seu corpo. Em geral, os melhores jogos são aqueles nos quais aos exercícios de habilidade acrescentam-se exercícios dos sentidos.
(Kant apud Duflo 1999, p. 57.)
De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais – Artes – Teatro como expressão e comunicação através dos jogos teatrais em sala de aula, os alunos irão vivenciar, dentre outros:
I. Participação e desenvolvimento nos jogos de atenção, observação e improvisação etc.
II. Experimentação e articulação entre as expressões corporal, plástica e sonora.
III. Experimentação na improvisação a partir do estabelecimento de regras para os jogos.
IV. Reconhecimento e compreensão de textos teatrais, com ênfase na atuação de textos épicos.
V. Exploração das competências corporais e de criação dramática.
Estão corretas apenas as alternativas
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Em relação ao campo de atuação, cabe à Vigilância Sanitária desenvolver um conjunto de ações relacionadas aos bens, produtos e serviços. Considerando as áreas de atuação da Vigilância Sanitária, analise as afirmativas a seguir.
I. Medicamentos de uso humano, suas substâncias ativas e demais insumos, processos e tecnologias.
II. Saneantes destinados à higienização, desinfecção ou desinfestação em ambientes domiciliares, hospitalares e coletivos.
III. Imunobiológicos e suas substâncias ativas, sangue e hemoderivados.
IV. Radioisótopos para uso diagnóstico in vivo, radiofármacos e produtos radioativos utilizados em diagnóstico e terapia.
II. Saneantes destinados à higienização, desinfecção ou desinfestação em ambientes domiciliares, hospitalares e coletivos.
III. Imunobiológicos e suas substâncias ativas, sangue e hemoderivados.
IV. Radioisótopos para uso diagnóstico in vivo, radiofármacos e produtos radioativos utilizados em diagnóstico e terapia.
Assinale a alternativa correta.
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Quando falamos de infância, muitas vezes nos deparamos com concepções que desconsideram que os significados que damos a ela dependem do contexto no qual surge e se desenvolve e também das relações sociais nos seus aspectos econômico, histórico, cultural e político, dentre outros, que colaboram para a constituição de tais significados e concepções, que, por sua vez, nos remetem a uma imagem de criança como essência, universal, descontextualizada, ou então, nos mostram diferentes infâncias coexistindo em um mesmo tempo e lugar. Dessa forma, ao se buscar uma resposta para a questão sobre a infância na contemporaneidade e a criança, é preciso:
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Considere a tabela com os setores de atividades econômicas brasileiras – População Economicamente Ativa (PEA) – 1995.
| Setor Econômico | População Ocupada |
| Primário | 26% |
| Secundário | 19,7% |
| Terciário | 55, 3% |
A partir da interpretação da tabela do período abordado, é possível afirmar que:
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A grande maioria das organizações, sejam elas oriundas do setor industrial, bancário, comercial, ou até mesmo hospitais e universidades, possuem uma estrutura interna bem definida. Cada setor ou departamento possui atribuições e responsabilidades próprias e que devem ter a capacidade de garantir a realização das atividades principais ou secundárias da empresa. Sobre os níveis que integram a estrutura organizacional, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) O nível operacional é onde se encontram os gerentes responsáveis pelos departamentos ou divisões da empresa.
( ) No nível institucional, se localiza a cúpula da organização; é composto por presidentes e diretores.
( ) No nível intermediário, se encontram os funcionários, os operários e os supervisores da empresa.
( ) No nível institucional, se concentram as decisões estratégicas que envolvem a organização como um todo.
A sequência está correta em
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A aprendizagem da leitura e da escrita depende de duas portas de entrada, distintas, mas indissociáveis e que necessitam ser trabalhadas ao mesmo tempo: alfabetização e letramento. Sobre o letramento, assinale a afirmativa INCORRETA.
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