Foram encontradas 50 questões.
Sabre concordância verbal, leia as proposições abaixo.
I. Aquilo foi nossos sonhos.
lI. O que eu admiro em você é os seus cabelos.
IlI. Brincava, no pátio, Joana, Flávio e as novas vizinhas.
lI. O que eu admiro em você é os seus cabelos.
IlI. Brincava, no pátio, Joana, Flávio e as novas vizinhas.
Assinale a alternativa correta.
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Assinale a alternativa em que· todas as palavras estejam empregadas corretamente.
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Quisera ser um gato
Fora os fantasmas que me acompanham e me fazem refletir sobre o sentido da vida, vivo eu, neste apartamento, com uma gatinha siamesa. Que é linda, não preciso dizer, mas, além disso, é especial: quase nunca mia e, quando soa a campainha da porta, se arranca. Nem eu sei onde ela se esconde.
Ela é, portanto, muito diferente do gatinho que, antes dela, me fazia companhia e que se foi. Morreu de velho, já que nunca havia adoecido durante seus 16 anos de vida. Quando adoeceu, foi para morrer. Não preciso dizer que fiquei traumatizado e não quis mais saber de outro gato. Amigas e amigos me ofereceram um substituto para o meu gatinho, e eu respondia que amigo não se substitui.
Os anos se passaram, a dor foi se apagando, até que um belo dia, minha amiga Adriana Calcanhotto chegou aqui em casa com um presente para mim: era uma gatinha siamesa. Faltou-me coragem para dizer não, mesmo porque a bichinha me encantou à primeira vista. Manteve-se arredia por algum tempo, mas logo me aceitou e nos tomamos amigos.
Hoje me sinto praticamente lisonjeado pelo fato de que, por medo ou desconfiança, enquanto ela foge de todo mundo, me busca pela casa, sobe em minhas pernas e ali se deita, isso sem falar que, todas as noites, dorme em minha cama.
Confia em mim, sabe que gosto dela e que pode contar comigo para o que der e vier. Essa confiança de um bicho que não fala a minha língua, que não sabe quem sou eu, mas só o que sou dentro desta casa, me alegra.
Confia em mim, sabe que gosto dela e que pode contar comigo para o que der e vier. Essa confiança de um bicho que não fala a minha língua, que não sabe quem sou eu, mas só o que sou dentro desta casa, me alegra.
E às vezes, olhando-a dormir na poltrona da sala, lembro que para ela a morte não existe, como existe para nós, gente. Ela é mortal, mas não sabe, logo é imortal. A morte, no caso dela, é "apenas· um acidente como outro qualquer, dormir, comer, brincar, correr; só existirá quando acontecer, sem que ela saiba o que está acontecendo.
Neste ponto é que a invejo. Já pensou como a vida seria leve se não tivéssemos consciência de que ela acaba? Seria como viver para sempre, tal como ocorre com a gatinha.
E enquanto penso essas tolices, ela - que se chama Gatinha - se levanta, vem até mim e começa a se roçar nas minhas pernas, insistentemente. Só então me dou conta de que está pedindo que eu vá até a cozinha e ponha ração no seu prato. Ela não sabe que é mortal, mas sabe muito bem que necessita comer e que quem lhe providencia a comida sou eu.
A verdade é que vivemos os dois neste apartamento cheio de livros, quadros e móbiles (feitos por mim, não por Calder, ou seja, falsos móbiles) e nos entendemos bem. A Gatinha é diferente do Gatinho, é de outra geração, a geração do pet shop.
Por isso mesmo, ela não come carne nem peixe, só come ração.
Consequentemente, ao contrário do Gatito, que subia na mesa para xeretar meu almoço, ela não está nem aí para comida de gente, só quer saber de ração. E tem mais: só pode ser aquela ração; se mudar, ela não come, cheira e vai embora.
Aliás, isso criou um problema sério, quando a ração que Adriana trouxera terminou. Como não entendia de rações, ao ver que a dela acabara, fui a um pet shop aqui perto para comprar e, como não tinha a dela, decidi comprar qualquer outra, mas fui advertido pela dona da loja de que teria que ser da mesma ração.
Fui a outra loja, bem mais longe, e lá também não tinha a tal ração. Pedi a meu neto que a comprasse num pet shop do Humaitá, bairro onde ele mora, e nada, lá também não havia. Desesperado, liguei para Adriana que, imediatamente, me fez chegar aqui em casa dois pacotes com a raríssima ração que a gatinha comia. Respirei, aliviado.
Depois aprendi que para evitar que ela morra de fome, no caso de faltar sua ração exclusiva, há que ter em casa uma ração parecida e ir misturando à sua até que se acostume. Coisas de gatos modernos, muito diferentes daqueles que, outrora, vagabundeavam aqui pelos telhados e pela rua.
Mas, se mudou a ração, não mudou a razão que me fez adotá-la como minha companheira de todas as horas, que me acorda, pontualmente, às seis horas da manhã, vindo cheirar meu rosto sob o lençol. E agora a vejo, ali, a poucos metros de mim, deitada na poltrona, livre da morte, nesta tarde de março, num determinado ponto da Via Láctea, onde moramos.
(Ferreira Gullar)
De acordo com o texto, considere as proposições abaixo.
I. O autor não entende o fato da Gatinha fugir de todos, mas não dele.
II. Como a Gatinha não tem noção do que é a morte, pode-se dizer que ela é imortal.
III.Quando o autor diz que se trata de uma gata moderna, é porque ela é exigente quanto à - alimentação.
É correto o que se afirma em
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A função SE é uma das funções mais populares do Excel e permite que sejam feitas comparações lógicas entre um valor e aquilo que se espera. Sobre o assunto, observe a tabela abaixo:

Considerando que para a coluna C foi utilizada a função SE, é correto afirmar que foi digitado na célula C2 o seguinte:
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Quisera ser um gato
Fora os fantasmas que me acompanham e me fazem refletir sobre o sentido da vida, vivo eu, neste apartamento, com uma gatinha siamesa. Que é linda, não preciso dizer, mas, além disso, é especial: quase nunca mia e, quando soa a campainha da porta, se arranca. Nem eu sei onde ela se esconde.
Ela é, portanto, muito diferente do gatinho que, antes dela, me fazia companhia e que se foi. Morreu de velho, já que nunca havia adoecido durante seus 16 anos de vida. Quando adoeceu, foi para morrer. Não preciso dizer que fiquei traumatizado e não quis mais saber de outro gato. Amigas e amigos me ofereceram um substituto para o meu gatinho, e eu respondia que amigo não se substitui.
Os anos se passaram, a dor foi se apagando, até que um belo dia, minha amiga Adriana Calcanhotto chegou aqui em casa com um presente para mim: era uma gatinha siamesa. Faltou-me coragem para dizer não, mesmo porque a bichinha me encantou à primeira vista. Manteve-se arredia por algum tempo, mas logo me aceitou e nos tomamos amigos.
Hoje me sinto praticamente lisonjeado pelo fato de que, por medo ou desconfiança, enquanto ela foge de todo mundo, me busca pela casa, sobe em minhas pernas e ali se deita, isso sem falar que, todas as noites, dorme em minha cama.
Confia em mim, sabe que gosto dela e que pode contar comigo para o que der e vier. Essa confiança de um bicho que não fala a minha língua, que não sabe quem sou eu, mas só o que sou dentro desta casa, me alegra.
Confia em mim, sabe que gosto dela e que pode contar comigo para o que der e vier. Essa confiança de um bicho que não fala a minha língua, que não sabe quem sou eu, mas só o que sou dentro desta casa, me alegra.
E às vezes, olhando-a dormir na poltrona da sala, lembro que para ela a morte não existe, como existe para nós, gente. Ela é mortal, mas não sabe, logo é imortal. A morte, no caso dela, é "apenas· um acidente como outro qualquer, dormir, comer, brincar, correr; só existirá quando acontecer, sem que ela saiba o que está acontecendo.
Neste ponto é que a invejo. Já pensou como a vida seria leve se não tivéssemos consciência de que ela acaba? Seria como viver para sempre, tal como ocorre com a gatinha.
E enquanto penso essas tolices, ela - que se chama Gatinha - se levanta, vem até mim e começa a se roçar nas minhas pernas, insistentemente. Só então me dou conta de que está pedindo que eu vá até a cozinha e ponha ração no seu prato. Ela não sabe que é mortal, mas sabe muito bem que necessita comer e que quem lhe providencia a comida sou eu.
A verdade é que vivemos os dois neste apartamento cheio de livros, quadros e móbiles (feitos por mim, não por Calder, ou seja, falsos móbiles) e nos entendemos bem. A Gatinha é diferente do Gatinho, é de outra geração, a geração do pet shop.
Por isso mesmo, ela não come carne nem peixe, só come ração.
Consequentemente, ao contrário do Gatito, que subia na mesa para xeretar meu almoço, ela não está nem aí para comida de gente, só quer saber de ração. E tem mais: só pode ser aquela ração; se mudar, ela não come, cheira e vai embora.
Aliás, isso criou um problema sério, quando a ração que Adriana trouxera terminou. Como não entendia de rações, ao ver que a dela acabara, fui a um pet shop aqui perto para comprar e, como não tinha a dela, decidi comprar qualquer outra, mas fui advertido pela dona da loja de que teria que ser da mesma ração.
Fui a outra loja, bem mais longe, e lá também não tinha a tal ração. Pedi a meu neto que a comprasse num pet shop do Humaitá, bairro onde ele mora, e nada, lá também não havia. Desesperado, liguei para Adriana que, imediatamente, me fez chegar aqui em casa dois pacotes com a raríssima ração que a gatinha comia. Respirei, aliviado.
Depois aprendi que para evitar que ela morra de fome, no caso de faltar sua ração exclusiva, há que ter em casa uma ração parecida e ir misturando à sua até que se acostume. Coisas de gatos modernos, muito diferentes daqueles que, outrora, vagabundeavam aqui pelos telhados e pela rua.
Mas, se mudou a ração, não mudou a razão que me fez adotá-la como minha companheira de todas as horas, que me acorda, pontualmente, às seis horas da manhã, vindo cheirar meu rosto sob o lençol. E agora a vejo, ali, a poucos metros de mim, deitada na poltrona, livre da morte, nesta tarde de março, num determinado ponto da Via Láctea, onde moramos.
(Ferreira Gullar)
Assinale a alternativa em que a palavra destacada tem a mesma classificação morfológica da palavra destacada na frase abaixo:
E agora a vejo, ali, a poucos metros de mim, deitada na poltrona, livre da morte, nesta tarefo de março, num determinado ponto da Via láctea, onde moramos.
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O Poder de Polícia consiste na prerrogativa conferida à Administração Pública para, com base na lei, restringir ou condicionar _ o exercício de direitos ao atendimento do interesse"- público, estando o conceito tratado, no plano legal, no art. 78 do Código Tributário Nacional. Com relação ao Poder de Polícia, assinale a alternativa correta.
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Sobre a compensação de jornada, considerando o entendimento sumulado pelo Tribunal Superior do Trabalho, indique o item correto.
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Poeta português Manuel Alegre ganha Prêmio Camões 2017
O poeta português Manuel Alegre conquistou, nesta quinta-feira (8), o Prêmio Camões 2017, a maior distinção da literatura em língua portuguesa, anunciou o governo em nota.
O grande reconhecimento deste poeta nasce de suas duas obras 'Praça da canção', de 1965, e 'O canto e as armas', de 1967. Hoje em dia tem uma ampla obra difundida por vários países", informa o e comunicado.
Nascido em 1936, Alegre foi um opositor ao regime de Antônio Salazar. lntegrante do Partido Socialista português, foi candidato na eleição presidencial de 2006, sendo derrotado por Aníbal Cavaco Silva. O poeta também foi deputado durante 34 anos e o primeiro português a ser designado membro honorário do Conselho da Europa.
O Prêmio Camões concede 100 mil euros a seus agraciados e foi criado em 1989 por Portugal e Brasil com o objetivo de reconhecer os autores de língua portuguesa, contribuindo, assim para o reconhecimento do idioma.
Atribuído ao escritor brasileiro Raduan Nassar em 2016, já recompensou nomes como os portugueses Antonio Lobo Antunes (2007) e b Prêmio Nobel José Saramago (1995), o brasileiro Jorge Amado (1994) e o angolano Pepetela (1997).
Fonte: h++• ://à 1.alobo.comf""n-arte/noticia/"'"'eta "
"'rtunues-manuelalegreganha-nremio-camoes-2017.nhtmf. Acesso em 09/07/2017.
Observe novamente a pontuação empregada no texto e assinale a alternativa INCORRETA.
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Julgue os itens abaixo:
I. É vedado aos concessionários de serviços públicos e os estabelecimentos de caráter público ou que exerçam funções delegadas de poder público promover desapropriações.
lI. O Poder Legislativo poderá tomar a iniciativa da desapropriação, cumprindo, neste caso, ao Executivo, praticar os atos necessários à sua efetivação
IlI. É insuscetível de retrocessão o imóvel desapropriado para implantação de parcelamento popular, destinado às classes de menor renda.
IV. A desapropriação do espaço aéreo ou do subsolo só se tomará necessária quando de sua utilização resultar prejuízo patrimonial do interesse público.
Considerando os itens acima, assinale a alternativa correta.
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Sobre regência verbal, leia as proposições abaixo.
I. Vinicius esqueceu-se as pessoas mais importantes da sua vida acadêmica.
lI. Os meninos desobedeceram os professores novamente.
IlI. Simpatizei com a nova funcionária do departamento jurídico.
lI. Os meninos desobedeceram os professores novamente.
IlI. Simpatizei com a nova funcionária do departamento jurídico.
Assinale a alternativa correta.
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