Magna Concursos

Foram encontradas 40 questões.

Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão.

Mortalidade materna salta 77% em 2 anos; país retrocede à taxa de anos 1990

O pico de covid-19 em 2021 fez a mortalidade materna no Brasil crescer em patamares inéditos no século. No ano passado, em números absolutos, foram 77% mais mortes que o registrado em 2019 – antes da pandemia.

Cálculos feitos pela coluna e pelo médico obstetra Marcos Nakamura, com dados do Ministério da Saúde, apontam que a taxa de mortalidade materna do ano passado supera a casa dos 100 para cada 100 mil nascidos vivos. Isso deixa o país com um índice similar ao registrado nos anos 1990. Para verificar a taxa, divide-se o número de óbitos de grávidas e puérperas pela quantidade de nascidos vivos.

No ano passado, morreram 2.796 mulheres grávidas ou puérperas, segundo dados preliminares informados pelo Painel de Monitoramento de Mortalidade Materna, do Ministério da Saúde. Foi o maior número registrado desde 1996, quando começa a série de dados disponíveis.

Procurado, o Ministério da Saúde informou que, desde o início da pandemia, o governo federal repassou mais de R$ 1 bilhão a estados e municípios para apoiar ações de assistência materna e que instituiu a nova Rami (Rede de Atenção Materna e Infantil), com investimento anual de R$ 1,6 bilhão.

Óbito materno é quando uma mulher morre durante a gestação ou dentro de um período de 42 dias após o término (seja com parto ou aborto) "devido a qualquer causa relacionada com ou agravada pela gravidez ou por medidas em relação a ela".

"Esse número não nos surpreende. Quem estuda viroses que ocorrem durante a gravidez sabe dos riscos das viroses respiratórias [em gestantes]", afirma a pesquisadora e ginecologista especialista em medicina fetal, Adriana Melo.

Segundo o painel do ministério, em 2021, 92 mil mulheres em idade fértil (entre 10 e 49 anos) morreram no país – 50% a mais que em 2019. Ou seja, as mortes maternas tiveram alta maior.

Segundo Melo, isso ocorreu porque gestantes e mulheres logo após o parto ficam mais vulneráveis.

“Temos que lembrar as mudanças que ocorrem nesse período, como o aumento do volume abdominal culminando em elevação do diafragma e consequente redução do volume respiratório", completa a médica, que foi a pioneira em relacionar o vírus da zika com os casos de microcefalia que surgiam no Nordeste em 2015.

Hoje, ela é pesquisadora e presidente do Instituto Paraibano de Pesquisa Professor Joaquim Amorim Neto (IPesq), em Campina Grande (PB), referência nacional no tratamento de crianças com síndrome congênita associada à infecção pelo vírus zika.

Melo lembra que, em 2009, tivemos o surto de H1N1 que vitimou muitas grávidas. "Por sorte, o vírus não se espalhou pelo Brasil naquela época, mas houve uma preocupação com essa população", afirma.

Ela conta que, desde a chegada do coronavírus ao Brasil – no início de 2020 –, um sinal de alerta acendeu. "Mas infelizmente 2021 foi bem mais trágico."

Para Melo, a lei que afastava as grávidas do trabalho chegou "muito tarde [em abril de 2021], quando muitas mulheres já tinham morrido". "Faltou também informações sobre os riscos e estímulo ao uso de máscaras", avalia a especialista.

Os dados deixam claro que há uma relação entre a alta das mortes de grávidas e o colapso no sistema de saúde causado por uma onda de contaminação pelo coronavírus. O ápice de mortes ocorreu entre março e maio de 2021, período em que o país registrou o recorde de óbitos pela covid.

(...)

(Carlos Madeiro. https://noticias.uol.com.br/colunas/carlosmadeiro/ 2022/05/22/mortalidade-materna-salta-77-em-2-anos-pais-retrocede-ataxa- de-anos-1990.htm)

“‘Esse número não nos surpreende. Quem estuda viroses que ocorrem durante a gravidez sabe dos riscos das viroses respiratórias [em gestantes]’, afirma a pesquisadora e ginecologista especialista em medicina fetal, Adriana Melo.”

Assinale a opção com a correta passagem do segmento sublinhado para o discurso indireto.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão.

Mortalidade materna salta 77% em 2 anos; país retrocede à taxa de anos 1990

O pico de covid-19 em 2021 fez a mortalidade materna no Brasil crescer em patamares inéditos no século. No ano passado, em números absolutos, foram 77% mais mortes que o registrado em 2019 – antes da pandemia.

Cálculos feitos pela coluna e pelo médico obstetra Marcos Nakamura, com dados do Ministério da Saúde, apontam que a taxa de mortalidade materna do ano passado supera a casa dos 100 para cada 100 mil nascidos vivos. Isso deixa o país com um índice similar ao registrado nos anos 1990. Para verificar a taxa, divide-se o número de óbitos de grávidas e puérperas pela quantidade de nascidos vivos.

No ano passado, morreram 2.796 mulheres grávidas ou puérperas, segundo dados preliminares informados pelo Painel de Monitoramento de Mortalidade Materna, do Ministério da Saúde. Foi o maior número registrado desde 1996, quando começa a série de dados disponíveis.

Procurado, o Ministério da Saúde informou que, desde o início da pandemia, o governo federal repassou mais de R$ 1 bilhão a estados e municípios para apoiar ações de assistência materna e que instituiu a nova Rami (Rede de Atenção Materna e Infantil), com investimento anual de R$ 1,6 bilhão.

Óbito materno é quando uma mulher morre durante a gestação ou dentro de um período de 42 dias após o término (seja com parto ou aborto) "devido a qualquer causa relacionada com ou agravada pela gravidez ou por medidas em relação a ela".

"Esse número não nos surpreende. Quem estuda viroses que ocorrem durante a gravidez sabe dos riscos das viroses respiratórias [em gestantes]", afirma a pesquisadora e ginecologista especialista em medicina fetal, Adriana Melo.

Segundo o painel do ministério, em 2021, 92 mil mulheres em idade fértil (entre 10 e 49 anos) morreram no país – 50% a mais que em 2019. Ou seja, as mortes maternas tiveram alta maior.

Segundo Melo, isso ocorreu porque gestantes e mulheres logo após o parto ficam mais vulneráveis.

“Temos que lembrar as mudanças que ocorrem nesse período, como o aumento do volume abdominal culminando em elevação do diafragma e consequente redução do volume respiratório", completa a médica, que foi a pioneira em relacionar o vírus da zika com os casos de microcefalia que surgiam no Nordeste em 2015.

Hoje, ela é pesquisadora e presidente do Instituto Paraibano de Pesquisa Professor Joaquim Amorim Neto (IPesq), em Campina Grande (PB), referência nacional no tratamento de crianças com síndrome congênita associada à infecção pelo vírus zika.

Melo lembra que, em 2009, tivemos o surto de H1N1 que vitimou muitas grávidas. "Por sorte, o vírus não se espalhou pelo Brasil naquela época, mas houve uma preocupação com essa população", afirma.

Ela conta que, desde a chegada do coronavírus ao Brasil – no início de 2020 –, um sinal de alerta acendeu. "Mas infelizmente 2021 foi bem mais trágico."

Para Melo, a lei que afastava as grávidas do trabalho chegou "muito tarde [em abril de 2021], quando muitas mulheres já tinham morrido". "Faltou também informações sobre os riscos e estímulo ao uso de máscaras", avalia a especialista.

Os dados deixam claro que há uma relação entre a alta das mortes de grávidas e o colapso no sistema de saúde causado por uma onda de contaminação pelo coronavírus. O ápice de mortes ocorreu entre março e maio de 2021, período em que o país registrou o recorde de óbitos pela covid.

(...)

(Carlos Madeiro. https://noticias.uol.com.br/colunas/carlosmadeiro/ 2022/05/22/mortalidade-materna-salta-77-em-2-anos-pais-retrocede-ataxa- de-anos-1990.htm)

“Ela conta que, desde a chegada do coronavírus ao Brasil – no início de 2020 –, um sinal de alerta acendeu.”

O segmento entre travessões, em relação ao trecho anterior, apresenta uma

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão.

Mortalidade materna salta 77% em 2 anos; país retrocede à taxa de anos 1990

O pico de covid-19 em 2021 fez a mortalidade materna no Brasil crescer em patamares inéditos no século. No ano passado, em números absolutos, foram 77% mais mortes que o registrado em 2019 – antes da pandemia.

Cálculos feitos pela coluna e pelo médico obstetra Marcos Nakamura, com dados do Ministério da Saúde, apontam que a taxa de mortalidade materna do ano passado supera a casa dos 100 para cada 100 mil nascidos vivos. Isso deixa o país com um índice similar ao registrado nos anos 1990. Para verificar a taxa, divide-se o número de óbitos de grávidas e puérperas pela quantidade de nascidos vivos.

No ano passado, morreram 2.796 mulheres grávidas ou puérperas, segundo dados preliminares informados pelo Painel de Monitoramento de Mortalidade Materna, do Ministério da Saúde. Foi o maior número registrado desde 1996, quando começa a série de dados disponíveis.

Procurado, o Ministério da Saúde informou que, desde o início da pandemia, o governo federal repassou mais de R$ 1 bilhão a estados e municípios para apoiar ações de assistência materna e que instituiu a nova Rami (Rede de Atenção Materna e Infantil), com investimento anual de R$ 1,6 bilhão.

Óbito materno é quando uma mulher morre durante a gestação ou dentro de um período de 42 dias após o término (seja com parto ou aborto) "devido a qualquer causa relacionada com ou agravada pela gravidez ou por medidas em relação a ela".

"Esse número não nos surpreende. Quem estuda viroses que ocorrem durante a gravidez sabe dos riscos das viroses respiratórias [em gestantes]", afirma a pesquisadora e ginecologista especialista em medicina fetal, Adriana Melo.

Segundo o painel do ministério, em 2021, 92 mil mulheres em idade fértil (entre 10 e 49 anos) morreram no país – 50% a mais que em 2019. Ou seja, as mortes maternas tiveram alta maior.

Segundo Melo, isso ocorreu porque gestantes e mulheres logo após o parto ficam mais vulneráveis.

“Temos que lembrar as mudanças que ocorrem nesse período, como o aumento do volume abdominal culminando em elevação do diafragma e consequente redução do volume respiratório", completa a médica, que foi a pioneira em relacionar o vírus da zika com os casos de microcefalia que surgiam no Nordeste em 2015.

Hoje, ela é pesquisadora e presidente do Instituto Paraibano de Pesquisa Professor Joaquim Amorim Neto (IPesq), em Campina Grande (PB), referência nacional no tratamento de crianças com síndrome congênita associada à infecção pelo vírus zika.

Melo lembra que, em 2009, tivemos o surto de H1N1 que vitimou muitas grávidas. "Por sorte, o vírus não se espalhou pelo Brasil naquela época, mas houve uma preocupação com essa população", afirma.

Ela conta que, desde a chegada do coronavírus ao Brasil – no início de 2020 –, um sinal de alerta acendeu. "Mas infelizmente 2021 foi bem mais trágico."

Para Melo, a lei que afastava as grávidas do trabalho chegou "muito tarde [em abril de 2021], quando muitas mulheres já tinham morrido". "Faltou também informações sobre os riscos e estímulo ao uso de máscaras", avalia a especialista.

Os dados deixam claro que há uma relação entre a alta das mortes de grávidas e o colapso no sistema de saúde causado por uma onda de contaminação pelo coronavírus. O ápice de mortes ocorreu entre março e maio de 2021, período em que o país registrou o recorde de óbitos pela covid.

(...)

(Carlos Madeiro. https://noticias.uol.com.br/colunas/carlosmadeiro/ 2022/05/22/mortalidade-materna-salta-77-em-2-anos-pais-retrocede-ataxa- de-anos-1990.htm)

“Os dados deixam claro que há uma relação entre a alta das mortes de grávidas e o colapso no sistema de saúde causado por uma onda de contaminação pelo coronavírus.”

Os termos sublinhados no período acima funcionam sintaticamente, respectivamente, como

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão.

Mortalidade materna salta 77% em 2 anos; país retrocede à taxa de anos 1990

O pico de covid-19 em 2021 fez a mortalidade materna no Brasil crescer em patamares inéditos no século. No ano passado, em números absolutos, foram 77% mais mortes que o registrado em 2019 – antes da pandemia.

Cálculos feitos pela coluna e pelo médico obstetra Marcos Nakamura, com dados do Ministério da Saúde, apontam que a taxa de mortalidade materna do ano passado supera a casa dos 100 para cada 100 mil nascidos vivos. Isso deixa o país com um índice similar ao registrado nos anos 1990. Para verificar a taxa, divide-se o número de óbitos de grávidas e puérperas pela quantidade de nascidos vivos.

No ano passado, morreram 2.796 mulheres grávidas ou puérperas, segundo dados preliminares informados pelo Painel de Monitoramento de Mortalidade Materna, do Ministério da Saúde. Foi o maior número registrado desde 1996, quando começa a série de dados disponíveis.

Procurado, o Ministério da Saúde informou que, desde o início da pandemia, o governo federal repassou mais de R$ 1 bilhão a estados e municípios para apoiar ações de assistência materna e que instituiu a nova Rami (Rede de Atenção Materna e Infantil), com investimento anual de R$ 1,6 bilhão.

Óbito materno é quando uma mulher morre durante a gestação ou dentro de um período de 42 dias após o término (seja com parto ou aborto) "devido a qualquer causa relacionada com ou agravada pela gravidez ou por medidas em relação a ela".

"Esse número não nos surpreende. Quem estuda viroses que ocorrem durante a gravidez sabe dos riscos das viroses respiratórias [em gestantes]", afirma a pesquisadora e ginecologista especialista em medicina fetal, Adriana Melo.

Segundo o painel do ministério, em 2021, 92 mil mulheres em idade fértil (entre 10 e 49 anos) morreram no país – 50% a mais que em 2019. Ou seja, as mortes maternas tiveram alta maior.

Segundo Melo, isso ocorreu porque gestantes e mulheres logo após o parto ficam maisA) vulneráveis.

“Temos que lembrar as mudanças que ocorrem nesse período, como o aumento do volume abdominal culminando em elevação do diafragma e consequente redução do volume respiratório", completa a médica, que foi a pioneira em relacionar o vírus da zika com os casos de microcefalia que surgiam no Nordeste em 2015.

Hoje, ela é pesquisadora e presidente do Instituto Paraibano de Pesquisa Professor Joaquim Amorim Neto (IPesq), em Campina Grande (PB), referência nacional no tratamento de crianças com síndrome congênita associada à infecção pelo vírus zika.

Melo lembra que, em 2009, tivemos o surto de H1N1 que vitimou muitasB) grávidas. "Por sorte, o vírus não se espalhou pelo Brasil naquela época, mas houve uma preocupação com essa população", afirma.

Ela conta que, desde a chegada do coronavírus ao Brasil – no início de 2020 –, um sinal de alerta acendeu. "Mas infelizmente 2021 foi bem mais trágico."

Para Melo, a lei que afastava as grávidas do trabalho chegou "muitoC) tarde [em abril de 2021], quando muitas mulheres já tinham morrido". "Faltou também informações sobre os riscos e estímulo ao uso de máscaras", avalia a especialista.

Os dados deixam claro que há uma relação entre a altaD) das mortes de grávidas e o colapso no sistema de saúde causado por uma onda de contaminação pelo coronavírus. O ápice de mortes ocorreu entre março e maio de 2021, período em que o país registrou o recorde de óbitos pela covid.

(...)

(Carlos Madeiro. https://noticias.uol.com.br/colunas/carlosmadeiro/ 2022/05/22/mortalidade-materna-salta-77-em-2-anos-pais-retrocede-ataxa- de-anos-1990.htm)

Assinale a opção em que o termo indicado desempenhe papel adjetivo.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão.

Mortalidade materna salta 77% em 2 anos; país retrocede à taxa de anos 1990

O pico de covid-19 em 2021 fez a mortalidade materna no Brasil crescer em patamares inéditos no século. No ano passado, em números absolutos, foram 77% mais mortes que o registrado em 2019 – antes da pandemia.

Cálculos feitos pela coluna e pelo médico obstetra Marcos Nakamura, com dados do Ministério da Saúde, apontam que a taxa de mortalidade materna do ano passado supera a casa dos 100 para cada 100 mil nascidos vivos. Isso deixa o país com um índice similar ao registrado nos anos 1990. Para verificar a taxa, divide-se o número de óbitos de grávidas e puérperas pela quantidade de nascidos vivos.

No ano passado, morreram 2.796 mulheres grávidas ou puérperas, segundo dados preliminares informados pelo Painel de Monitoramento de Mortalidade Materna, do Ministério da Saúde. Foi o maior número registrado desde 1996, quando começa a série de dados disponíveis.

Procurado, o Ministério da Saúde informou que, desde o início da pandemia, o governo federal repassou mais de R$ 1 bilhão a estados e municípios para apoiar ações de assistência materna e que instituiu a nova Rami (Rede de Atenção Materna e Infantil), com investimento anual de R$ 1,6 bilhão.

Óbito materno é quando uma mulher morre durante a gestação ou dentro de um período de 42 dias após o término (seja com parto ou aborto) "devido a qualquer causa relacionada com ou agravada pela gravidez ou por medidas em relação a ela".

"Esse número não nos surpreende. Quem estuda viroses que ocorrem durante a gravidez sabe dos riscos das viroses respiratórias [em gestantes]", afirma a pesquisadora e ginecologista especialista em medicina fetal, Adriana Melo.

Segundo o painel do ministério, em 2021, 92 mil mulheres em idade fértil (entre 10 e 49 anos) morreram no país – 50% a mais que em 2019. Ou seja, as mortes maternas tiveram alta maior.

Segundo Melo, isso ocorreu porque gestantes e mulheres logo após o parto ficam mais vulneráveis.

“Temos que lembrar as mudanças que ocorrem nesse período, como o aumento do volume abdominal culminando em elevação do diafragma e consequente redução do volume respiratório", completa a médica, que foi a pioneira em relacionar o vírus da zika com os casos de microcefalia que surgiam no Nordeste em 2015.

Hoje, ela é pesquisadora e presidente do Instituto Paraibano de Pesquisa Professor Joaquim Amorim Neto (IPesq), em Campina Grande (PB), referência nacional no tratamento de crianças com síndrome congênita associada à infecção pelo vírus zika.

Melo lembra que, em 2009, tivemos o surto de H1N1 que vitimou muitas grávidas. "Por sorte, o vírus não se espalhou pelo Brasil naquela época, mas houve uma preocupação com essa população", afirma.

Ela conta que, desde a chegada do coronavírus ao Brasil – no início de 2020 –, um sinal de alerta acendeu. "Mas infelizmente 2021 foi bem mais trágico."

Para Melo, a lei que afastava as grávidas do trabalho chegou "muito tarde [em abril de 2021], quando muitas mulheres já tinham morrido". "Faltou também informações sobre os riscos e estímulo ao uso de máscaras", avalia a especialista.

Os dados deixam claro que há uma relação entre a alta das mortes de grávidas e o colapso no sistema de saúde causado por uma onda de contaminação pelo coronavírus. O ápice de mortes ocorreu entre março e maio de 2021, período em que o país registrou o recorde de óbitos pela covid.

(...)

(Carlos Madeiro. https://noticias.uol.com.br/colunas/carlosmadeiro/ 2022/05/22/mortalidade-materna-salta-77-em-2-anos-pais-retrocede-ataxa- de-anos-1990.htm)

Procurado, o Ministério da Saúde informou que, desde o início da pandemia, o governo federal repassou mais de R$ 1 bilhão a estados e municípios para apoiar ações de assistência materna e que instituiu a nova Rami (Rede de Atenção Materna e Infantil), com investimento anual de R$ 1,6 bilhão.”

A oração reduzida de particípio sublinhada no período acima se classifica como subordinada adverbial

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão.

Mortalidade materna salta 77% em 2 anos; país retrocede à taxa de anos 1990

O pico de covid-19 em 2021 fez a mortalidade materna no Brasil crescer em patamares inéditos no século. No ano passado, em números absolutos, foram 77% mais mortes que o registrado em 2019 – antes da pandemia.

Cálculos feitos pela coluna e pelo médico obstetra Marcos Nakamura, com dados do Ministério da Saúde, apontam que a taxa de mortalidade materna do ano passado supera a casa dos 100 para cada 100 mil nascidos vivos. Isso deixa o país com um índice similar ao registrado nos anos 1990. Para verificar a taxa, divide-se o número de óbitos de grávidas e puérperas pela quantidade de nascidos vivos.

No ano passado, morreram 2.796 mulheres grávidas ou puérperas, segundo dados preliminares informados pelo Painel de Monitoramento de Mortalidade Materna, do Ministério da Saúde. Foi o maior número registrado desde 1996, quando começa a série de dados disponíveis.

Procurado, o Ministério da Saúde informou que, desde o início da pandemia, o governo federal repassou mais de R$ 1 bilhão a estados e municípios para apoiar ações de assistência materna e que instituiu a nova Rami (Rede de Atenção Materna e Infantil), com investimento anual de R$ 1,6 bilhão.

Óbito materno é quando uma mulher morre durante a gestação ou dentro de um período de 42 dias após o término (seja com parto ou aborto) "devido a qualquer causa relacionada com ou agravada pela gravidez ou por medidas em relação a ela".

"Esse número não nos surpreende. Quem estuda viroses que ocorrem durante a gravidez sabe dos riscos das viroses respiratórias [em gestantes]", afirma a pesquisadora e ginecologista especialista em medicina fetal, Adriana Melo.

Segundo o painel do ministério, em 2021, 92 mil mulheres em idade fértil (entre 10 e 49 anos) morreram no país – 50% a mais que em 2019. Ou seja, as mortes maternas tiveram alta maior.

Segundo Melo, isso ocorreu porque gestantes e mulheres logo após o parto ficam mais vulneráveis.

“Temos que lembrar as mudanças que ocorrem nesse período, como o aumento do volume abdominal culminando em elevação do diafragma e consequente redução do volume respiratório", completa a médica, que foi a pioneira em relacionar o vírus da zika com os casos de microcefalia que surgiam no Nordeste em 2015.

Hoje, ela é pesquisadora e presidente do Instituto Paraibano de Pesquisa Professor Joaquim Amorim Neto (IPesq), em Campina Grande (PB), referência nacional no tratamento de crianças com síndrome congênita associada à infecção pelo vírus zika.

Melo lembra que, em 2009, tivemos o surto de H1N1 que vitimou muitas grávidas. "Por sorte, o vírus não se espalhou pelo Brasil naquela época, mas houve uma preocupação com essa população", afirma.

Ela conta que, desde a chegada do coronavírus ao Brasil – no início de 2020 –, um sinal de alerta acendeu. "Mas infelizmente 2021 foi bem mais trágico."

Para Melo, a lei que afastava as grávidas do trabalho chegou "muito tarde [em abril de 2021], quando muitas mulheres já tinham morrido". "Faltou também informações sobre os riscos e estímulo ao uso de máscaras", avalia a especialista.

Os dados deixam claro que há uma relação entre a alta das mortes de grávidas e o colapso no sistema de saúde causado por uma onda de contaminação pelo coronavírus. O ápice de mortes ocorreu entre março e maio de 2021, período em que o país registrou o recorde de óbitos pela covid.

(...)

(Carlos Madeiro. https://noticias.uol.com.br/colunas/carlosmadeiro/ 2022/05/22/mortalidade-materna-salta-77-em-2-anos-pais-retrocede-ataxa- de-anos-1990.htm)

“Por sorte, o vírus não se espalhou pelo Brasil naquela época, mas houve uma preocupação com essa população”, afirma.

O pronome sublinhado no período acima desempenha papel

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão.

Mortalidade materna salta 77% em 2 anos; país retrocede à taxa de anos 1990

O pico de covid-19 em 2021 fez a mortalidade materna no Brasil crescer em patamares inéditos no século. No ano passado, em números absolutos, foram 77% mais mortes que o registrado em 2019 – antes da pandemia.

Cálculos feitos pela coluna e pelo médico obstetra Marcos Nakamura, com dados do Ministério da Saúde, apontam que a taxa de mortalidade materna do ano passado supera a casa dos 100 para cada 100 mil nascidos vivos. Isso deixa o país com um índice similar ao registrado nos anos 1990. Para verificar a taxa, divide-se o número de óbitos de grávidas e puérperas pela quantidade de nascidos vivos.

No ano passado, morreram 2.796 mulheres grávidas ou puérperas, segundo dados preliminares informados pelo Painel de Monitoramento de Mortalidade Materna, do Ministério da Saúde. Foi o maior número registrado desde 1996, quando começa a série de dados disponíveis.

Procurado, o Ministério da Saúde informou que, desde o início da pandemia, o governo federal repassou mais de R$ 1 bilhão a estados e municípios para apoiar ações de assistência materna e que instituiu a nova Rami (Rede de Atenção Materna e Infantil), com investimento anual de R$ 1,6 bilhão.

Óbito materno é quando uma mulher morre durante a gestação ou dentro de um período de 42 dias após o término (seja com parto ou aborto) "devido a qualquer causa relacionada com ou agravada pela gravidez ou por medidas em relação a ela".

"Esse número não nos surpreende. Quem estuda viroses que ocorrem durante a gravidez sabe dos riscos das viroses respiratórias [em gestantes]", afirma a pesquisadora e ginecologista especialista em medicina fetal, Adriana Melo.

Segundo o painel do ministério, em 2021, 92 mil mulheres em idade fértil (entre 10 e 49 anos) morreram no país – 50% a mais que em 2019. Ou seja, as mortes maternas tiveram alta maior.

Segundo Melo, isso ocorreu porque gestantes e mulheres logo após o parto ficam mais vulneráveis.

“Temos que lembrar as mudanças que ocorrem nesse período, como o aumento do volume abdominal culminando em elevação do diafragma e consequente redução do volume respiratório", completa a médica, que foi a pioneira em relacionar o vírus da zika com os casos de microcefalia que surgiam no Nordeste em 2015.

Hoje, ela é pesquisadora e presidente do Instituto Paraibano de Pesquisa Professor Joaquim Amorim Neto (IPesq), em Campina Grande (PB), referência nacional no tratamento de crianças com síndrome congênita associada à infecção pelo vírus zika.

Melo lembra que, em 2009, tivemos o surto de H1N1 que vitimou muitas grávidas. "Por sorte, o vírus não se espalhou pelo Brasil naquela época, mas houve uma preocupação com essa população", afirma.

Ela conta que, desde a chegada do coronavírus ao Brasil – no início de 2020 –, um sinal de alerta acendeu. "Mas infelizmente 2021 foi bem mais trágico."

Para Melo, a lei que afastava as grávidas do trabalho chegou "muito tarde [em abril de 2021], quando muitas mulheres já tinham morrido". "Faltou também informações sobre os riscos e estímulo ao uso de máscaras", avalia a especialista.

Os dados deixam claro que há uma relação entre a alta das mortes de grávidas e o colapso no sistema de saúde causado por uma onda de contaminação pelo coronavírus. O ápice de mortes ocorreu entre março e maio de 2021, período em que o país registrou o recorde de óbitos pela covid.

(...)

(Carlos Madeiro. https://noticias.uol.com.br/colunas/carlosmadeiro/ 2022/05/22/mortalidade-materna-salta-77-em-2-anos-pais-retrocede-ataxa- de-anos-1990.htm)

Por “ápice” só não se entende

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão.

Mortalidade materna salta 77% em 2 anos; país retrocede à taxa de anos 1990

O pico de covid-19 em 2021 fez a mortalidade materna no Brasil crescer em patamares inéditos no século. No ano passado, em números absolutos, foram 77% mais mortes que o registrado em 2019 – antes da pandemia.

Cálculos feitos pela coluna e pelo médico obstetra Marcos Nakamura, com dados do Ministério da Saúde, apontam que a taxa de mortalidade materna do ano passado supera a casa dos 100 para cada 100 mil nascidos vivos. Isso deixa o país com um índice similar ao registrado nos anos 1990. Para verificar a taxa, divide-se o número de óbitos de grávidas e puérperas pela quantidade de nascidos vivos.

No ano passado, morreram 2.796 mulheres grávidas ou puérperas, segundo dados preliminares informados pelo Painel de Monitoramento de Mortalidade Materna, do Ministério da Saúde. Foi o maior número registrado desde 1996, quando começa a série de dados disponíveis.

Procurado, o Ministério da Saúde informou que, desde o início da pandemia, o governo federal repassou mais de R$ 1 bilhão a estados e municípios para apoiar ações de assistência materna e que instituiu a nova Rami (Rede de Atenção Materna e Infantil), com investimento anual de R$ 1,6 bilhão.

Óbito materno é quando uma mulher morre durante a gestação ou dentro de um período de 42 dias após o término (seja com parto ou aborto) "devido a qualquer causa relacionada com ou agravada pela gravidez ou por medidas em relação a ela".

"Esse número não nos surpreende. Quem estuda viroses que ocorrem durante a gravidez sabe dos riscos das viroses respiratórias [em gestantes]", afirma a pesquisadora e ginecologista especialista em medicina fetal, Adriana Melo.

Segundo o painel do ministério, em 2021, 92 mil mulheres em idade fértil (entre 10 e 49 anos) morreram no país – 50% a mais que em 2019. Ou seja, as mortes maternas tiveram alta maior.

Segundo Melo, isso ocorreu porque gestantes e mulheres logo após o parto ficam mais vulneráveis.

“Temos que lembrar as mudanças que ocorrem nesse período, como o aumento do volume abdominal culminando em elevação do diafragma e consequente redução do volume respiratório", completa a médica, que foi a pioneira em relacionar o vírus da zika com os casos de microcefalia que surgiam no Nordeste em 2015.

Hoje, ela é pesquisadora e presidente do Instituto Paraibano de Pesquisa Professor Joaquim Amorim Neto (IPesq), em Campina Grande (PB), referência nacional no tratamento de crianças com síndrome congênita associada à infecção pelo vírus zika.

Melo lembra que, em 2009, tivemos o surto de H1N1 que vitimou muitas grávidas. "Por sorte, o vírus não se espalhou pelo Brasil naquela época, mas houve uma preocupação com essa população", afirma.

Ela conta que, desde a chegada do coronavírus ao Brasil – no início de 2020 –, um sinal de alerta acendeu. "Mas infelizmente 2021 foi bem mais trágico."

Para Melo, a lei que afastava as grávidas do trabalho chegou "muito tarde [em abril de 2021], quando muitas mulheres já tinham morrido". "Faltou também informações sobre os riscos e estímulo ao uso de máscaras", avalia a especialista.

Os dados deixam claro que há uma relação entre a alta das mortes de grávidas e o colapso no sistema de saúde causado por uma onda de contaminação pelo coronavírus. O ápice de mortes ocorreu entre março e maio de 2021, período em que o país registrou o recorde de óbitos pela covid.

(...)

(Carlos Madeiro. https://noticias.uol.com.br/colunas/carlosmadeiro/ 2022/05/22/mortalidade-materna-salta-77-em-2-anos-pais-retrocede-ataxa- de-anos-1990.htm)

A respeito de pressupostos e subentendidos no âmbito do texto, assinale a afirmativa incorreta.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão.

Mortalidade materna salta 77% em 2 anos; país retrocede à taxa de anos 1990

O pico de covid-19 em 2021 fez a mortalidade materna no Brasil crescer em patamares inéditos no século. No ano passado, em números absolutos, foram 77% mais mortes que o registrado em 2019 – antes da pandemia.

Cálculos feitos pela coluna e pelo médico obstetra Marcos Nakamura, com dados do Ministério da Saúde, apontam que a taxa de mortalidade materna do ano passado supera a casa dos 100 para cada 100 mil nascidos vivos. Isso deixa o país com um índice similar ao registrado nos anos 1990. Para verificar a taxa, divide-se o número de óbitos de grávidas e puérperas pela quantidade de nascidos vivos.

No ano passado, morreram 2.796 mulheres grávidas ou puérperas, segundo dados preliminares informados pelo Painel de Monitoramento de Mortalidade Materna, do Ministério da Saúde. Foi o maior número registrado desde 1996, quando começa a série de dados disponíveis.

Procurado, o Ministério da Saúde informou que, desde o início da pandemia, o governo federal repassou mais de R$ 1 bilhão a estados e municípios para apoiar ações de assistência materna e que instituiu a nova Rami (Rede de Atenção Materna e Infantil), com investimento anual de R$ 1,6 bilhão.

Óbito materno é quando uma mulher morre durante a gestação ou dentro de um período de 42 dias após o término (seja com parto ou aborto) "devido a qualquer causa relacionada com ou agravada pela gravidez ou por medidas em relação a ela".

"Esse número não nos surpreende. Quem estuda viroses que ocorrem durante a gravidez sabe dos riscos das viroses respiratórias [em gestantes]", afirma a pesquisadora e ginecologista especialista em medicina fetal, Adriana Melo.

Segundo o painel do ministério, em 2021, 92 mil mulheres em idade fértil (entre 10 e 49 anos) morreram no país – 50% a mais que em 2019. Ou seja, as mortes maternas tiveram alta maior.

Segundo Melo, isso ocorreu porque gestantes e mulheres logo após o parto ficam mais vulneráveis.

“Temos que lembrar as mudanças que ocorrem nesse período, como o aumento do volume abdominal culminando em elevação do diafragma e consequente redução do volume respiratório", completa a médica, que foi a pioneira em relacionar o vírus da zika com os casos de microcefalia que surgiam no Nordeste em 2015.

Hoje, ela é pesquisadora e presidente do Instituto Paraibano de Pesquisa Professor Joaquim Amorim Neto (IPesq), em Campina Grande (PB), referência nacional no tratamento de crianças com síndrome congênita associada à infecção pelo vírus zika.

Melo lembra que, em 2009, tivemos o surto de H1N1 que vitimou muitas grávidas. "Por sorte, o vírus não se espalhou pelo Brasil naquela época, mas houve uma preocupação com essa população", afirma.

Ela conta que, desde a chegada do coronavírus ao Brasil – no início de 2020 –, um sinal de alerta acendeu. "Mas infelizmente 2021 foi bem mais trágico."

Para Melo, a lei que afastava as grávidas do trabalho chegou "muito tarde [em abril de 2021], quando muitas mulheres já tinham morrido". "Faltou também informações sobre os riscos e estímulo ao uso de máscaras", avalia a especialista.

Os dados deixam claro que há uma relação entre a alta das mortes de grávidas e o colapso no sistema de saúde causado por uma onda de contaminação pelo coronavírus. O ápice de mortes ocorreu entre março e maio de 2021, período em que o país registrou o recorde de óbitos pela covid.

(...)

(Carlos Madeiro. https://noticias.uol.com.br/colunas/carlosmadeiro/ 2022/05/22/mortalidade-materna-salta-77-em-2-anos-pais-retrocede-ataxa- de-anos-1990.htm)

Em relação à leitura do texto e suas possíveis inferências, analise as afirmativas a seguir:

I. A mortalidade materna cresceu nos últimos anos, alcançando patamares altíssimos, se comparados ao período imediatamente anterior à pandemia de covid-19.

II. Apesar de o Ministério da Saúde ter repassado verbas para assistência materno-infantil, isso não foi suficiente para reduzir os índices de morte durante a pandemia.

III. A morte por covid não é a única causa registrada das mortes de grávidas e puérperas no período analisado.

Assinale

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2598882 Ano: 2022
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: ACESSE
Orgão: Pref. Ouro Branco-MG
Provas:

Text to answer to question

“SOFT WATER HARD STONE,” THE FIFTH NEW MUSEUM TRIENNIAL, BRINGS TOGETHER WORKS ACROSS MEDIUMS BY FORTY ARTISTS AND COLLECTIVES FROM AROUND THE WORLD

The title of the 2021 Triennial, “Soft Water Hard Stone,” is taken from a Brazilian proverb, versions of which are found across cultures: Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura (Soft water on hard stone hits until it bores a hole).

The proverb can be said to have two meanings: if one persists long enough, the desired effect can eventually be achieved; and time can destroy even the most perceptibly solid materials. The title speaks to ideas of resilience and perseverance, and the impact that an insistent yet discrete gesture can have in time. It also provides a metaphor for resistance, as water – a constantly flowing and transient material – is capable of eventually dissolving stone – a substance associated with permanence, but also composed of tiny particles that can collapse under pressure.

In this moment of profound change, where structures that were once thought to be stable are disintegrating or on the edge of collapse, the 2021 Triennial recognizes artists reenvisioning traditional models, materials, and techniques beyond established paradigms. Their works exalt states of transformation, calling attention to the malleability of structures, porous and unstable surfaces, and the fluid and adaptable potential of both technological and organic mediums. Throughout the exhibition, artists address the regenerative potential of the natural world and our inseparable relationship to it, and grapple with entrenched legacies of colonialism, displacement, and violence. Their works look back at overlooked histories and artistic traditions, while at the same time look forward toward the creative potential that might give dysfunctional or discarded remains new life. It is through their reconfigurations and reimaginings that we are reminded of not only our temporality, but also our adaptability – fundamental characteristics we share, and that keep us human.

“Soft Water Hard Stone” is curated by Margot Norton, Allen and Lola Goldring Curator at the New Museum, and Jamillah James, Senior Curator, The Institute of Contemporary Art, Los Angeles (ICA LA), with Jeanette Bisschops, Curatorial Fellow, and Bernardo Mosqueira, ISLAA Curatorial Fellow.

The exhibition is accompanied by a fully illustrated catalogue copublished by the New Museum and Phaidon Press Limited. Designed by Elizabeth Karp-Evans and Adam Turnbull of Studio Pacific, the catalogue and includes contributions from Jamillah James, Margot Norton, Karen Archey, Eunsong Kim, and Bernardo Mosqueira, and features original interviews with all forty artists participating in the exhibition.

(Available in <https://www.newmuseum.org/exhibitions/view/2021-triennial-softwater- hard-stone>. Accessed in: May 23rd 2022.)

“I loved the Brazilians’ exhibition” means the same as “I loved exhibition”.

Choose the best alternative.

Questão Anulada e Desatualizada

Provas

Questão presente nas seguintes provas