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2011737 Ano: 2020
Disciplina: Direito Processual Civil
Banca: CONSULPAM
Orgão: Pref. Paulo Afonso-BA

No que se refere à denunciação da lide de acordo com o Código de Processo Civil (CPC), assinale a alternativa INCORRETA:

 

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No final dos anos 20, nos EUA, acontece uma guinada no perfil da ficção policial. Dashiell Hammett cria a figura do detetive durão, mulherengo, de humor corrosivo e moral menos rígida, em textos escritos de modo seco e ambientados muitas vezes nos recantos mais pobres e violentos da cidade. Os contos e cinco romances — principalmente “O Falcão Maltês” e Sam Spade, seu protagonista — mostram que o universo do crime pode ser sujo.

Muitos críticos acreditam que, em decorrência das diferenças entre essa tradição “dura” e a anterior, elas não devam ser misturadas. O fato é que Raymond Chandler, talvez o principal autor dessa segunda linhagem, ataca com insistência predecessores e contemporâneos — Agatha Christie, com especial prazer (“você não engana o leitor escondendo pistas ou tornando falso um personagem, como Christie...) — em seus ensaios.

É com esses escritores que o criador de Philip Marlowe duela: o atrito não significa, portanto, ruptura, e sim modificação. Trata-se ainda de crime, investigação e solução. Só que agora com dúvidas, sexo, dinheiro, fracasso, sangue, morte. Com variações maiores ou menores, é o tipo de narrativa desenvolvida por Hammett e Chandler que predomina na maior parte dos romances policiais “criminosos” que vendem milhares de exemplares anualmente ao redor do planeta.

Do ponto de vista da técnica, a solução apresentada por Poe é das mais seguras. Ao centrar o foco narrativo em um personagem secundário, que acompanha a sequência de eventos e reflexões do detetive, ele simula a colocação de uma câmera que acompanha por trás os passos do detetive e registra os acontecimentos e discussões, dando ao leitor a sensação de que está “jogando limpo” e de que a resolução do problema estaria também ao alcance dele.

Outra via possível, a de Chandler por exemplo, é deixar o investigador contar a própria história. O leitor vê o que ele vê: acrescenta-se aí a uma percepção semelhante de "honestidade" o conhecimento da subjetividade do personagem, de suas impressões, temores, riscos.

“Vida Pregressa”, segundo romance de Joaquim Nogueira, lançado há pouco, utiliza esse padrão. O mérito do autor é torná-lo atrativo pelo uso de um procedimento de reiteração aparentemente banal. O detetive Venício resolve investigar a morte de um homem. Cada pista que ele descobre o leva a uma nova pessoa. Para cada “elemento” interrogado, o personagem explica como chegou atpe ele, repetindo os passos prévios de sua busca. A narrativa cria assim um efeito de eco distorcido, que vai se amplificando de modo a acompanhar a progressiva complexificação da intriga, ao mesmo tempo em que o espaço geográfico da trama, à cidade de São Paulo, também vai se tornando mais abrangente.

A opção mais comum, mais fácil e mais problemática, no entanto, é a do narrador onisciente. Como apresentar no início da história os pensamentos do personagem que, se saberá ao final, era o misterioso culpado? Talvez a saída mais eficaz para esse dilema seja a de Hammett em “O Falcão Maltês”. Apesar de o livro ser narrado em terceira pessoa, o protagonista Sam Spade está sempre em primeiro plano — não há nenhuma cena do romance em que ele não apareça — e, além disso, em momento nenhum penetra-se no “interior” de qualquer personagem: o leitor, assim, toma conhecimento apenas do que o detetive vê ou ouve. Com isso, o autor inclusive aumenta o suspense, já que nunca se sabe como Spade reagirá aos eventos.

Ainda onisciente, mas em muitos trechos de maneira seletiva, alternando personagens, é o narrador de “O Caso dos Dez Negrinhos”, o romance mais conhecido de Agatha Christie. O livro provoca admiração pela engenhosidade da autora, em uma primeira leitura, e incômodo na releitura. Nela, ficam evidentes pensamentos do “vilão” claramente incompatíveis com a premissa básica de que, desde o começo, ele já era o responsável por tudo o que ocorreria.

É essa tambpem a técnica de Luiz Alfredo Garcia-Roza em "Perseguido", a mais recente aventura do delegado Espinosa. O investigador divide a cena com a família do psiquiatra Arthur Nesse - mulher e duas filhas - e com o seu paciente, borgianamente denominado Isidoro Cruz, apesar de ele só aceitar ser chamado de Jonas. Calculada ou não - e esse é um dos fulcros do enredo -, a "imposição" desse segundo nome pelo jovem já indica que, nesta obra, tudo será mais complicado.

Fonte: Psicologia USP, 2003, 14(3), p.195-200. Autor : Adriano Schwartz.

Selecione o item que apresenta uma informação implícita inferida a partir das informações explícitas contidas no primeiro parágrafo do texto.

 

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2011653 Ano: 2020
Disciplina: Direito Tributário
Banca: CONSULPAM
Orgão: Pref. Paulo Afonso-BA

Sobre os princípios gerais do Sistema Tributário Nacional, conforme a Constituição Federal, assinale a alternativa INCORRETA:

 

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No final dos anos 20, nos EUA, acontece uma guinada no perfil da ficção policial. Dashiell Hammett cria a figura do detetive durão, mulherengo, de humor corrosivo e moral menos rígida, em textos escritos de modo seco e ambientados muitas vezes nos recantos mais pobres e violentos da cidade. Os contos e cinco romances — principalmente “O Falcão Maltês” e Sam Spade, seu protagonista — mostram que o universo do crime pode ser sujo.

Muitos críticos acreditam que, em decorrência das diferenças entre essa tradição “dura” e a anterior, elas não devam ser misturadas. O fato é que Raymond Chandler, talvez o principal autor dessa segunda linhagem, ataca com insistência predecessores e contemporâneos — Agatha Christie, com especial prazer (“você não engana o leitor escondendo pistas ou tornando falso um personagem, como Christie...) — em seus ensaios.

É com esses escritores que o criador de Philip Marlowe duela: o atrito não significa, portanto, ruptura, e sim modificação. Trata-se ainda de crime, investigação e solução. Só que agora com dúvidas, sexo, dinheiro, fracasso, sangue, morte. Com variações maiores ou menores, é o tipo de narrativa desenvolvida por Hammett e Chandler que predomina na maior parte dos romances policiais “criminosos” que vendem milhares de exemplares anualmente ao redor do planeta.

Do ponto de vista da técnica, a solução apresentada por Poe é das mais seguras. Ao centrar o foco narrativo em um personagem secundário, que acompanha a sequência de eventos e reflexões do detetive, ele simula a colocação de uma câmera que acompanha por trás os passos do detetive e registra os acontecimentos e discussões, dando ao leitor a sensação de que está “jogando limpo” e de que a resolução do problema estaria também ao alcance dele.

Outra via possível, a de Chandler por exemplo, é deixar o investigador contar a própria história. O leitor vê o que ele vê: acrescenta-se aí a uma percepção semelhante de "honestidade" o conhecimento da subjetividade do personagem, de suas impressões, temores, riscos.

“Vida Pregressa”, segundo romance de Joaquim Nogueira, lançado há pouco, utiliza esse padrão. O mérito do autor é torná-lo atrativo pelo uso de um procedimento de reiteração aparentemente banal. O detetive Venício resolve investigar a morte de um homem. Cada pista que ele descobre o leva a uma nova pessoa. Para cada “elemento” interrogado, o personagem explica como chegou atpe ele, repetindo os passos prévios de sua busca. A narrativa cria assim um efeito de eco distorcido, que vai se amplificando de modo a acompanhar a progressiva complexificação da intriga, ao mesmo tempo em que o espaço geográfico da trama, à cidade de São Paulo, também vai se tornando mais abrangente.

A opção mais comum, mais fácil e mais problemática, no entanto, é a do narrador onisciente. Como apresentar no início da história os pensamentos do personagem que, se saberá ao final, era o misterioso culpado? Talvez a saída mais eficaz para esse dilema seja a de Hammett em “O Falcão Maltês”. Apesar de o livro ser narrado em terceira pessoa, o protagonista Sam Spade está sempre em primeiro plano — não há nenhuma cena do romance em que ele não apareça — e, além disso, em momento nenhum penetra-se no “interior” de qualquer personagem: o leitor, assim, toma conhecimento apenas do que o detetive vê ou ouve. Com isso, o autor inclusive aumenta o suspense, já que nunca se sabe como Spade reagirá aos eventos.

Ainda onisciente, mas em muitos trechos de maneira seletiva, alternando personagens, é o narrador de “O Caso dos Dez Negrinhos”, o romance mais conhecido de Agatha Christie. O livro provoca admiração pela engenhosidade da autora, em uma primeira leitura, e incômodo na releitura. Nela, ficam evidentes pensamentos do “vilão” claramente incompatíveis com a premissa básica de que, desde o começo, ele já era o responsável por tudo o que ocorreria.

É essa tambpem a técnica de Luiz Alfredo Garcia-Roza em "Perseguido", a mais recente aventura do delegado Espinosa. O investigador divide a cena com a família do psiquiatra Arthur Nesse - mulher e duas filhas - e com o seu paciente, borgianamente denominado Isidoro Cruz, apesar de ele só aceitar ser chamado de Jonas. Calculada ou não - e esse é um dos fulcros do enredo -, a "imposição" desse segundo nome pelo jovem já indica que, nesta obra, tudo será mais complicado.

Fonte: Psicologia USP, 2003, 14(3), p.195-200. Autor : Adriano Schwartz.

Considerando os elementos do cotexto, assinale a alternativa que contém o referente da expressão anafórica “o criador de Philip Marlowe”.

 

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No final dos anos 20, nos EUA, acontece uma guinada no perfil da ficção policial. Dashiell Hammett cria a figura do detetive durão, mulherengo, de humor corrosivo e moral menos rígida, em textos escritos de modo seco e ambientados muitas vezes nos recantos mais pobres e violentos da cidade. Os contos e cinco romances — principalmente “O Falcão Maltês” e Sam Spade, seu protagonista — mostram que o universo do crime pode ser sujo.

Muitos críticos acreditam que, em decorrência das diferenças entre essa tradição “dura” e a anterior, elas não devam ser misturadas. O fato é que Raymond Chandler, talvez o principal autor dessa segunda linhagem, ataca com insistência predecessores e contemporâneos — Agatha Christie, com especial prazer (“você não engana o leitor escondendo pistas ou tornando falso um personagem, como Christie...) — em seus ensaios.

É com esses escritores que o criador de Philip Marlowe duela: o atrito não significa, portanto, ruptura, e sim modificação. Trata-se ainda de crime, investigação e solução. Só que agora com dúvidas, sexo, dinheiro, fracasso, sangue, morte. Com variações maiores ou menores, é o tipo de narrativa desenvolvida por Hammett e Chandler que predomina na maior parte dos romances policiais “criminosos” que vendem milhares de exemplares anualmente ao redor do planeta.

Do ponto de vista da técnica, a solução apresentada por Poe é das mais seguras. Ao centrar o foco narrativo em um personagem secundário, que acompanha a sequência de eventos e reflexões do detetive, ele simula a colocação de uma câmera que acompanha por trás os passos do detetive e registra os acontecimentos e discussões, dando ao leitor a sensação de que está “jogando limpo” e de que a resolução do problema estaria também ao alcance dele.

Outra via possível, a de Chandler por exemplo, é deixar o investigador contar a própria história. O leitor vê o que ele vê: acrescenta-se aí a uma percepção semelhante de "honestidade" o conhecimento da subjetividade do personagem, de suas impressões, temores, riscos.

“Vida Pregressa”, segundo romance de Joaquim Nogueira, lançado há pouco, utiliza esse padrão. O mérito do autor é torná-lo atrativo pelo uso de um procedimento de reiteração aparentemente banal. O detetive Venício resolve investigar a morte de um homem. Cada pista que ele descobre o leva a uma nova pessoa. Para cada “elemento” interrogado, o personagem explica como chegou atpe ele, repetindo os passos prévios de sua busca. A narrativa cria assim um efeito de eco distorcido, que vai se amplificando de modo a acompanhar a progressiva complexificação da intriga, ao mesmo tempo em que o espaço geográfico da trama, à cidade de São Paulo, também vai se tornando mais abrangente.

A opção mais comum, mais fácil e mais problemática, no entanto, é a do narrador onisciente. Como apresentar no início da história os pensamentos do personagem que, se saberá ao final, era o misterioso culpado? Talvez a saída mais eficaz para esse dilema seja a de Hammett em “O Falcão Maltês”. Apesar de o livro ser narrado em terceira pessoa, o protagonista Sam Spade está sempre em primeiro plano — não há nenhuma cena do romance em que ele não apareça — e, além disso, em momento nenhum penetra-se no “interior” de qualquer personagem: o leitor, assim, toma conhecimento apenas do que o detetive vê ou ouve. Com isso, o autor inclusive aumenta o suspense, já que nunca se sabe como Spade reagirá aos eventos.

Ainda onisciente, mas em muitos trechos de maneira seletiva, alternando personagens, é o narrador de “O Caso dos Dez Negrinhos”, o romance mais conhecido de Agatha Christie. O livro provoca admiração pela engenhosidade da autora, em uma primeira leitura, e incômodo na releitura. Nela, ficam evidentes pensamentos do “vilão” claramente incompatíveis com a premissa básica de que, desde o começo, ele já era o responsável por tudo o que ocorreria.

É essa tambpem a técnica de Luiz Alfredo Garcia-Roza em "Perseguido", a mais recente aventura do delegado Espinosa. O investigador divide a cena com a família do psiquiatra Arthur Nesse - mulher e duas filhas - e com o seu paciente, borgianamente denominado Isidoro Cruz, apesar de ele só aceitar ser chamado de Jonas. Calculada ou não - e esse é um dos fulcros do enredo -, a "imposição" desse segundo nome pelo jovem já indica que, nesta obra, tudo será mais complicado.

Fonte: Psicologia USP, 2003, 14(3), p.195-200. Autor : Adriano Schwartz.

Considerando os objetivos gerais e específicos do enunciador, assinale a alternativa que apresenta um título adequado para o texto.

 

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No final dos anos 20, nos EUA, acontece uma guinada no perfil da ficção policial. Dashiell Hammett cria a figura do detetive durão, mulherengo, de humor corrosivo e moral menos rígida, em textos escritos de modo seco e ambientados muitas vezes nos recantos mais pobres e violentos da cidade. Os contos e cinco romances — principalmente “O Falcão Maltês” e Sam Spade, seu protagonista — mostram que o universo do crime pode ser sujo.

Muitos críticos acreditam que, em decorrência das diferenças entre essa tradição “dura” e a anterior, elas não devam ser misturadas. O fato é que Raymond Chandler, talvez o principal autor dessa segunda linhagem, ataca com insistência predecessores e contemporâneos — Agatha Christie, com especial prazer (“você não engana o leitor escondendo pistas ou tornando falso um personagem, como Christie...) — em seus ensaios.

É com esses escritores que o criador de Philip Marlowe duela: o atrito não significa, portanto, ruptura, e sim modificação. Trata-se ainda de crime, investigação e solução. Só que agora com dúvidas, sexo, dinheiro, fracasso, sangue, morte. Com variações maiores ou menores, é o tipo de narrativa desenvolvida por Hammett e Chandler que predomina na maior parte dos romances policiais “criminosos” que vendem milhares de exemplares anualmente ao redor do planeta.

Do ponto de vista da técnica, a solução apresentada por Poe é das mais seguras. Ao centrar o foco narrativo em um personagem secundário, que acompanha a sequência de eventos e reflexões do detetive, ele simula a colocação de uma câmera que acompanha por trás os passos do detetive e registra os acontecimentos e discussões, dando ao leitor a sensação de que está “jogando limpo” e de que a resolução do problema estaria também ao alcance dele.

Outra via possível, a de Chandler por exemplo, é deixar o investigador contar a própria história. O leitor vê o que ele vê: acrescenta-se aí a uma percepção semelhante de "honestidade" o conhecimento da subjetividade do personagem, de suas impressões, temores, riscos.

“Vida Pregressa”, segundo romance de Joaquim Nogueira, lançado há pouco, utiliza esse padrão. O mérito do autor é torná-lo atrativo pelo uso de um procedimento de reiteração aparentemente banal. O detetive Venício resolve investigar a morte de um homem. Cada pista que ele descobre o leva a uma nova pessoa. Para cada “elemento” interrogado, o personagem explica como chegou atpe ele, repetindo os passos prévios de sua busca. A narrativa cria assim um efeito de eco distorcido, que vai se amplificando de modo a acompanhar a progressiva complexificação da intriga, ao mesmo tempo em que o espaço geográfico da trama, à cidade de São Paulo, também vai se tornando mais abrangente.

A opção mais comum, mais fácil e mais problemática, no entanto, é a do narrador onisciente. Como apresentar no início da história os pensamentos do personagem que, se saberá ao final, era o misterioso culpado? Talvez a saída mais eficaz para esse dilema seja a de Hammett em “O Falcão Maltês”. Apesar de o livro ser narrado em terceira pessoa, o protagonista Sam Spade está sempre em primeiro plano — não há nenhuma cena do romance em que ele não apareça — e, além disso, em momento nenhum penetra-se no “interior” de qualquer personagem: o leitor, assim, toma conhecimento apenas do que o detetive vê ou ouve. Com isso, o autor inclusive aumenta o suspense, já que nunca se sabe como Spade reagirá aos eventos.

Ainda onisciente, mas em muitos trechos de maneira seletiva, alternando personagens, é o narrador de “O Caso dos Dez Negrinhos”, o romance mais conhecido de Agatha Christie. O livro provoca admiração pela engenhosidade da autora, em uma primeira leitura, e incômodo na releitura. Nela, ficam evidentes pensamentos do “vilão” claramente incompatíveis com a premissa básica de que, desde o começo, ele já era o responsável por tudo o que ocorreria.

É essa tambpem a técnica de Luiz Alfredo Garcia-Roza em "Perseguido", a mais recente aventura do delegado Espinosa. O investigador divide a cena com a família do psiquiatra Arthur Nesse - mulher e duas filhas - e com o seu paciente, borgianamente denominado Isidoro Cruz, apesar de ele só aceitar ser chamado de Jonas. Calculada ou não - e esse é um dos fulcros do enredo -, a "imposição" desse segundo nome pelo jovem já indica que, nesta obra, tudo será mais complicado.

Fonte: Psicologia USP, 2003, 14(3), p.195-200. Autor : Adriano Schwartz.

O emprego das palavras delegado, investigador, protagonista e investigação:

 

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2018474 Ano: 2020
Disciplina: Direito Processual Civil
Banca: CONSULPAM
Orgão: Pref. Paulo Afonso-BA

O ordenamento jurídico possibilita a intervenção de terceiros, nas modalidades da assistência, da denunciação da lide e do chamamento ao processo. Analise os itens subsecutivos concernentes aos referidos institutos:

I - Admite-se uma única denunciação sucessiva, promovida pelo denunciado, contra seu antecessor imediato na cadeia dominial ou quem seja responsável por indenizá-lo, não podendo o denunciado sucessivo promover nova denunciação, hipótese em que eventual direito de regresso será exercido por ação autônoma.

II - Havendo requerimento de assitência, se qualquer parte alegar que falta ao requerente interesse jurídico para intervir, o juiz decidirá o incidente, com suspensão do processo.

III - No chamamento ao processo, terceiro será integrado à relação jurídica processual, independentemente de sua concordância.

IV - Havendo pluralidade de fiadores, o credor não pode escolher contra quem litigar, devendo todos os fiadores serem integradis à lide.

Analisadas as afirmativas, assinale a alternativa CORRETA:

Questão Anulada

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2018449 Ano: 2020
Disciplina: Direito Civil
Banca: CONSULPAM
Orgão: Pref. Paulo Afonso-BA

Acerca da personalidade e da capacidade das pessoas naturais, conforme o Código Civil, assinale a alternativa CORRETA:

Questão Anulada

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No que se refere aos impostos municipais, em concordância com a Lei Orgânica de Paulo Afonso-BA, assinale a alternativa INCORRETA:

Questão Anulada

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Acerca dos princípios que regem a Administração Pública, analise as assertivas:

I - O princípio da legalidade coaduna-se com a função administrativa de executar a lei sem finalidades próprias, preservando a ordem jurídica. O administrador público só pode agir dentro do que a lei permite, diferentemente dos particulares que agem dentro do que a lei não proíba.

II - Pelo princípio da moralidade administrativa, o administrador deverá, além de cumprir com o estrito cumprimento da legalidade, agir respeitando os princípios éticos de razoabilidade e justiça. Não se trata da moral comum, mas de uma moral jurídica.

III - O princípio da eficiência impõe ao agente público um modo de atuar que produza resultados favoráveis à consecução dos fins que cabem ao Estado alcançar, sendo ele, um princípio que se sobrepõe aos outros princípios da Administração.

Analisadas as afirmativas, assinale a alternativa INCORRETA:

Questão Anulada

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