A economia de um país se baseia em vários índices levantados pelo governo ou entidades de educação e pesquisa ligadas à área econômica e financeira. Destes, qual especificamente, é mais utilizado para calcular os aumentos de energia elétrica e dos contratos de aluguéis?
O Cangaço teve trajetória marcante em terras do município de Paulo Afonso onde nasceu Maria Bonita, famosa companheira de Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião. Marque a afirmativa INCORRETA sobre o cangaço em Paulo Afonso:
A região onde hoje se encontra o município de Paulo Afonso, foi descoberta um ano depois do descobrimento do Brasil, no dia de São Francisco de Assis. Sobre a história desta terra baiana é correto afirmar que, EXCETO:
As FARC – Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia – libertaram alguns políticos colombianos que mantinham como reféns há alguns anos, através das negociações com um líder de governo de um país sulamericano. Trata-se de:
A bacia do rio São Francisco ocupa 8% do território brasileiro e abastece 503 municípios em seis estados, além do Distrito Federal. Nos últimos anos, um projeto de transposição do rio que prevê a destinação de suas águas para outras regiões do sertão nordestino tem causado muita polêmica não só na região, mas em todo o país. Um Relatório de Impacto Ambiental foi apresentado pelo Governo Federal apontando os principais impactos negativos e positivos previstos, dos quais podemos citar como impactos negativos previstos neste Relatório, EXCETO:
Após a implantação de várias CPI’s − Comissões Parlamentares de Inquérito – nos últimos anos, em fevereiro deste ano, o Congresso deu início a CPI dos Cartões que teve como objetivo investigar:
Depois de 120 anos da Lei Áurea, a elite brasileira continua branca. A abolição proibiu a compra e venda de seres humanos, mas manteve o povo negro pobre, e um preconceito racial que não é explícito contra a cor, mas sim contra a posição social: que vem da fortuna, que decorre da falta de formação profissional, que deriva da falta de uma política de igualdade na educação de base. Por isso, a imensa maioria da população negra continua sem fortuna e ficou sem escola; e, sem escola, ficou sem fortuna: em um círculo vicioso de exclusão social.
É nesse quadro que surge, imitando os EUA, a luta dos movimentos negros pelo direito às cotas para ingresso na universidade. Uma maneira de aumentar o número de profissionais negros, ascendendo profissionalmente e daí socialmente, para quebrar o preconceito racial. No mesmo momento surgem fortes resistências, inclusive em nome do anti-racismo, como se ficando debaixo do tapete da história ele não existisse. Outros se queixam de que vai cair a qualidade da formação universitária, como se a classificação no vestibular definisse a competência do profissional. Ninguém escolhe um médico pela classificação que teve no vestibular.
Para se beneficiar das cotas, o jovem negro precisa concluir o ensino médio, fazer um cursinho e passar no vestibular: o aluno que se beneficia da cota não é menos qualificado, por causa de décimos de nota do vestibular. Tem uma classificação pior no vestibular, mas não é necessariamente menos qualificado como profissional. Mas é verdade que esses décimos deixam alguém mais bem classificado para trás. Esse é um argumento forte dos opositores das cotas: um jovem de hoje ficará para trás pelo crime cometido por gerações anteriores contra os escravos e seus descendentes.
Mas os opositores e os defensores das cotas se unem em um ponto: não se preocupam com os que ficarão para trás por causa da falta de acesso a boas escolas. Os que são contra as cotas, esquecem os dois terços, cerca de 30 milhões de jovens, que serão deixados para trás porque não vão concluir o ensino médio; e outros 5 milhões que terminarão o ensino médio, mas com péssima qualidade.
Mesmo com as cotas, os negros pobres continuarão deixados para trás. O movimento pelas cotas esquece o imenso número de brasileiros, especialmente negros, que não terminam o ensino médio. O movimento é para os que terminam o ensino médio, não pela abolição do analfabetismo no país, nem para que todos os brasileiros terminem o ensino médio com qualidade. Nem para que, no Brasil, a escola do filho do pobre seja tão boa quanto a escola do filho do rico. Elogiam o governo Lula por ter criado as cotas, mas não criticam a lentidão do programa Brasil Alfabetizado. Defendem corretamente a criação de um Ministério da Igualdade Racial, mas não protestaram quando, em 2004, foi fechada a Secretaria do MEC para Erradicação do Analfabetismo. Lutam pela cota de 30% para ingressar na universidade, mas não para que 100% terminem o ensino médio.
As cotas têm um papel na quebra do preconceito, mas a verdadeira abolição está em fazer com que a escola dos pobres, a maior parte negra, tenha a mesma qualidade da escola dos ricos, a quase totalidade branca. Mas ninguém vê essa bandeira completa.
A luta por bandeiras incompletas está em todos os movimentos brasileiros. Os que lutam para assegurar o direito da criança nascer não lutam para que ela, depois de nascer, tenha uma escola de qualidade. Muitos lutam para impedir o aborto biológico, sem se preocupar com o contínuo aborto intelectual, quando se nega alfabetização e educação de base para tantos. Ninguém percebe que uma pessoa nasce duas vezes: na maternidade e na escola. Sem a primeira ela não vive; sem a segunda, vive em exclusão.
As bandeiras brasileiras são tão parciais, que este artigo será certamente repudiado pelos defensores das cotas e pelos que se opõem ao aborto. Porque estão concentrados em suas lutas parciais, não conseguem ver as lutas maiores, que incorporam suas bandeiras parciais.
(Cristovam Buarque – O Globo 01/03/08 – Seção Opinião)
De acordo com a resolução 774/94, o Princípio da Entidade:
I. O patrimônio pertence à entidade e a recíproca é verdadeira.
II. A soma ou agregação contábil de patrimônios autônomos não resulta nova entidade, mas numa unidade de natureza econômico-contábil.
III. O patrimônio deve revestir-se do atributo de autonomia em relação a todos os outros Patrimônios existentes, pertencendo a uma Entidade, no sentido de sujeito suscetível à aquisição de direitos e obrigações.
IV. A autonomia tem por corolário o fato de que o patrimônio de uma Entidade pode confundir-se com aqueles dos seus sócios ou proprietários. Por conseqüência, a Entidade poderá ser desde uma pessoa física, ou qualquer tipo de sociedade, instituição ou mesmo conjunto de pessoas.