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Foram encontradas 30 questões.

2879137 Ano: 2008
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Paulo Afonso-BA
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De acordo com a resolução 774/94, o Princípio da Prudência:

 

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2878550 Ano: 2008
Disciplina: Geografia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Paulo Afonso-BA
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Paulo Afonso, localizada na região do Vale do São Francisco, faz divisa em todas as suas extremidades com:

 

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2878533 Ano: 2008
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Paulo Afonso-BA
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Readaptação é o aproveitamento do servidor em função mais compatível com a sua capacidade física ou intelectual e vocação. A readaptação dar-se-á:

 

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2878484 Ano: 2008
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Paulo Afonso-BA
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A Lei Orgânica do Município de Paulo Afonso no que se refere aos Servidores Públicos confirma que:

 

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2878472 Ano: 2008
Disciplina: Auditoria
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Paulo Afonso-BA
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Na aplicação dos testes de observância e substantivos, o Auditor deverá considerar os seguintes procedimentos técnicos básicos:

 

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2878471 Ano: 2008
Disciplina: Auditoria
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Paulo Afonso-BA
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A função de auditoria deve ser exercida em caráter de entendimento e que o trabalho executado tenha e mereça toda a credibilidade possível, não sendo permissível existir qualquer sombra de dúvida quanto à honestidade e aos padrões morais do Auditor. A profissão de auditoria exige assim, a obediência aos princípios éticos profissionais. É correto afirmar que o Princípio da Independência:
I. É condição primordial do trabalho de auditoria, para a obtenção de elementos de prova e exercício de seu julgamento.
II. O condicionamento de seus atos, para o exercício de sua função, constitui-se elemento restritivo e, portanto, não impeditivo de executar o que de fato é necessário.
III. O Auditor deve ser absolutamente independente e imparcial na interpretação de tudo que lhe for apresentado, atestando a cada dado um pronunciamento conclusivo.
IV. A independência necessita orientar o trabalho do Auditor no sentido da verdade, evitando interesses, conflitos, vantagens, sendo parcial em suas afirmações.
V. Seu trabalho precisa ser encaminhado com observância às normas aplicáveis ao exercício da função, buscando a opinião de outras profissões técnicas, exceto, administração.
Estão corretas apenas as afirmativas:
 

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2878470 Ano: 2008
Disciplina: Auditoria
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Paulo Afonso-BA
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O objetivo da auditoria independente é expressar opinião sobre a propriedade das demonstrações financeiras e se estas representam, efetivamente, a situação patrimonial e financeira e o resultado da empresa auditada. O parecer da auditoria é o instrumento pelo qual o Auditor expressa sua opinião, em obediência às normas de auditoria. O parecer de auditoria, em condições normais, se divide em:

 

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2878468 Ano: 2008
Disciplina: Auditoria
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Paulo Afonso-BA
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As normas de execução dos trabalhos dizem respeito aos itens abaixo, EXCETO:

 

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2878467 Ano: 2008
Disciplina: Auditoria
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Paulo Afonso-BA
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Ao determinar a extensão de um teste de auditoria ou método de seleção de itens a serem testados, o Auditor poderá empregar a técnica de:

 

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2878392 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Paulo Afonso-BA
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TEXTO I:
Bandeiras Incompletas
Depois de 120 anos da Lei Áurea, a elite brasileira continua branca. A abolição proibiu a compra e venda de seres humanos, mas manteve o povo negro pobre, e um preconceito racial que não é explícito contra a cor, mas sim contra a posição social: que vem da fortuna, que decorre da falta de formação profissional, que deriva da falta de uma política de igualdade na educação de base. Por isso, a imensa maioria da população negra continua sem fortuna e ficou sem escola; e, sem escola, ficou sem fortuna: em um círculo vicioso de exclusão social.
É nesse quadro que surge, imitando os EUA, a luta dos movimentos negros pelo direito às cotas para ingresso na universidade. Uma maneira de aumentar o número de profissionais negros, ascendendo profissionalmente e daí socialmente, para quebrar o preconceito racial. No mesmo momento surgem fortes resistências, inclusive em nome do anti-racismo, como se ficando debaixo do tapete da história ele não existisse. Outros se queixam de que vai cair a qualidade da formação universitária, como se a classificação no vestibular definisse a competência do profissional. Ninguém escolhe um médico pela classificação que teve no vestibular.
Para se beneficiar das cotas, o jovem negro precisa concluir o ensino médio, fazer um cursinho e passar no vestibular: o aluno que se beneficia da cota não é menos qualificado, por causa de décimos de nota do vestibular. Tem uma classificação pior no vestibular, mas não é necessariamente menos qualificado como profissional. Mas é verdade que esses décimos deixam alguém mais bem classificado para trás. Esse é um argumento forte dos opositores das cotas: um jovem de hoje ficará para trás pelo crime cometido por gerações anteriores contra os escravos e seus descendentes.
Mas os opositores e os defensores das cotas se unem em um ponto: não se preocupam com os que ficarão para trás por causa da falta de acesso a boas escolas. Os que são contra as cotas, esquecem os dois terços, cerca de 30 milhões de jovens, que serão deixados para trás porque não vão concluir o ensino médio; e outros 5 milhões que terminarão o ensino médio, mas com péssima qualidade.
Mesmo com as cotas, os negros pobres continuarão deixados para trás. O movimento pelas cotas esquece o imenso número de brasileiros, especialmente negros, que não terminam o ensino médio. O movimento é para os que terminam o ensino médio, não pela abolição do analfabetismo no país, nem para que todos os brasileiros terminem o ensino médio com qualidade. Nem para que, no Brasil, a escola do filho do pobre seja tão boa quanto a escola do filho do rico. Elogiam o governo Lula por ter criado as cotas, mas não criticam a lentidão do programa Brasil Alfabetizado. Defendem corretamente a criação de um Ministério da Igualdade Racial, mas não protestaram quando, em 2004, foi fechada a Secretaria do MEC para Erradicação do Analfabetismo. Lutam pela cota de 30% para ingressar na universidade, mas não para que 100% terminem o ensino médio.
As cotas têm um papel na quebra do preconceito, mas a verdadeira abolição está em fazer com que a escola dos pobres, a maior parte negra, tenha a mesma qualidade da escola dos ricos, a quase totalidade branca. Mas ninguém vê essa bandeira completa.
A luta por bandeiras incompletas está em todos os movimentos brasileiros. Os que lutam para assegurar o direito da criança nascer não lutam para que ela, depois de nascer, tenha uma escola de qualidade. Muitos lutam para impedir o aborto biológico, sem se preocupar com o contínuo aborto intelectual, quando se nega alfabetização e educação de base para tantos. Ninguém percebe que uma pessoa nasce duas vezes: na maternidade e na escola. Sem a primeira ela não vive; sem a segunda, vive em exclusão.
As bandeiras brasileiras são tão parciais, que este artigo será certamente repudiado pelos defensores das cotas e pelos que se opõem ao aborto. Porque estão concentrados em suas lutas parciais, não conseguem ver as lutas maiores, que incorporam suas bandeiras parciais.
(Cristovam Buarque – O Globo 01/03/08 – Seção Opinião)
No texto “Bandeiras Incompletas” há uma denúncia:
 

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