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Foram encontradas 410 questões.

1003846 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Peruíbe-SP

Paulo vai criar uma senha para um site que será formada por seis elementos todos distintos: letras, dentre as 26 letras do nosso alfabeto, ou números de 1 a 9. Entretanto, o sistema faz distinção entre letras maiúsculas e letras minúsculas. Paulo determinou que o primeiro elemento da senha será a letra P (maiúscula), o segundo será a letra A (maiúscula), o terceiro será o número 5 ou o número 8, o quarto elemento será uma vogal, o quinto, um número ímpar, e o sexto (e último) elemento, uma letra qualquer.

O número total de possibilidades diferentes para Paulo elaborar a senha é

 

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1003845 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Peruíbe-SP
Um comerciante comprou uma caixa de laranjas e vendeu 1/4 delas no período da manhã. tarde, vendeu 3/5 das laranjas que ficaram na caixa, e as últimas 18 laranjas foram vendidas no dia seguinte. O número total de laranjas da caixa era
 

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1003843 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Peruíbe-SP
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Elas _______ , por serem vendedoras de automóveis, orientaram os amigos na troca do carro, ________ eles pouco _______ importância a isso.
Assinale a alternativa que preenche as lacunas do enunciado na ordem em que se apresentam, conforme a norma-padrão da língua portuguesa.
 

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A cada governo que entra, o assunto educação deixa os holofotes provisórios da campanha eleitoral, onde costuma desfilar na linha de frente das promessas dos candidatos, e volta à triste prateleira dos problemas que se arrastam sem solução. Desta vez foi diferente: encerrada a votação, a educação prosseguiu na pauta de discussões acirradas. Infelizmente, o saldo da agitação não gira em torno de nenhuma providência capaz de pôr o ensino do Brasil nos trilhos da excelência – a real prioridade.

A questão da hora é o projeto que pretende legislar sobre o que o professor pode ou, principalmente, não pode falar em sala de aula. Com o propósito de impedir a doutrinação, por professores, em classe, o projeto ameaça alimentar o oposto do que propõe: censura, patrulhamento, atitudes retrógradas e pensamento estreito. Segundo o especialista em educação Claudio de Moura Castro, não há como definir o que é variedade de pensamento e o que é proselitismo.

Fruto do ambiente polarizado da sociedade brasileira, a discussão entrou pela porta da frente das escolas. Nesse clima de paixões exaltadas, no entanto, é preciso um esforço adicional para separar o joio do trigo. A doutrinação em sala de aula é condenável sob todos os aspectos – seja de esquerda ou de direita, religiosa ou ateia, ou de qualquer outra natureza. A escola é um lugar para o debate livre das ideias, e não para o proselitismo.

Todo conhecimento é socialmente construído e, portanto, a aventura humana, por definição, nunca é neutra ou isenta de valores. A saída é discutir e chegar a um consenso sobre o que precisa ser apresentado ao aluno, e não vigiar e punir.

Doutrinar é expor ideias e opiniões com o propósito de convencer o outro. A todo bom professor cabe estimular o confronto de ideias e o livre pensar, inclusive expressando seu ponto de vista, mas não catequizar – uma linha fina que exige discernimento constante.

O mundo é diverso em múltiplos aspectos, e a escola é o lugar adequado para que essa diversidade seja discutida livremente. A melhor escola ainda é a que faz pensar – sem proselitismo.

(Fernando Molica, Luisa Bustamante e Maria Clara Vieira, Meia-volta, volver. Veja, 14.11.2018. Adaptado)

É correto afirmar que, no tratamento do tema do texto, os autores
 

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1003841 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Peruíbe-SP
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Leia o texto para responder à questão.

Nada de importante

Quem não tem seus apegos, certo? Eles até podem não ser lá muito saudáveis, mas são inevitáveis. Assim, sugiro fazermos as melhores escolhas possíveis ao nos apegarmos a quem ou ao que seja.
Sou apegada a certos livros, certas mágoas, certos prazeres, certas bebidas: café, sempre. A certas pessoas, certos sonhos. Adoro como estes vão se encaixando na realidade, trazendo outras nuances, algumas que nem eu imaginei para eles. Há certa ironia em como os sonhos nos mostram que sua realização vive na realidade. No caso das pessoas, há sempre o risco de a saudade tomar conta. Para ser apegada às pessoas, sem que isso faça mais mal do que bem, repito a mim mesma que aquela pessoa não me pertence, que ela não nasceu para atender aos meus desejos ou necessidades. Então, compreendendo que posso esperar do outro somente o que ele quer e pode me oferecer, acabo aproveitando o melhor desse apego.
(Carla Dias. 07.11.2018. www.cronicadodia.com.br. Adaptado)
Para aproveitar o melhor do apego às pessoas, a narradora sugere
 

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1003840 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Peruíbe-SP
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Carros precisam de renovação para oferecer mais segurança aos ocupantes
Há temas que são tabu no conjunto de regulamentações de trânsito no Brasil. Falar em renovação da frota é como cercear o direito de ir e vir de quem não pode adquirir um automóvel atual. A gritaria também é geral quando se fala em restringir a circulação de veículos de carga em períodos de grande movimento nas rodovias, como os feriados.
O problema ocorre quando os mundos se cruzam: carros e caminhões mal conservados dividindo espaço no tráfego congestionado. O resultado aparece em estatísticas: 103 mortos em acidentes nas estradas no período do último Carnaval. Os dados são da Polícia Rodoviária Federal. Houve queda de 31% no número de óbitos em relação a 2017, fato que, apesar do alívio, não dá motivos para comemorações.
Caso as evoluções propostas há mais de 20 anos, época em que o atual Código de Trânsito Brasileiro entrou em vigor, tivessem se tornado realidade, a quantidade de vítimas seria certamente menor.
A idade média da frota de caminhões é superior a 10 anos, segundo a ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) e o Sindipeças. São veículos com milhões de quilômetros rodados e manutenção nem sempre em dia.
Carros incapazes de proteger ocupantes em colisões circulam na contramão da modernidade. Muitos donos teriam interesse em se livrar desses veículos se lhes fossem oferecidos benefícios para adquirir um modelo mais novo, mesmo que seja um usado em melhores condições.
Mas as propostas de renovação não seguem adiante, sempre preteridas nos incentivos governamentais ou nos pedidos de socorro feitos pelas montadoras em crise.
Com as novas exigências de segurança e redução de emissões de poluentes que devem surgir com o programa Rota 2030, é o momento de retornar ao tema, sem medo de chamar carro velho de sucata. A legislação que virá e a retomada nas vendas precisam gerar também um ciclo de renovação mais amplo que a simples troca de um carro seminovo por um zero-quilômetro.
(Eduardo Sodré. Folha de S.Paulo. 18.02.2018. Adaptado)
. Considere as frases do texto:
• Falar em renovação da frota é como cercear o direito de ir e vir... • A gritaria também é geral quando se fala em restringir a circulação de veículos...
Os termos destacados nas frases significam, correta e respectivamente:
 

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1003839 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Peruíbe-SP

Leia o texto de Rubem Alves, para responder à questão.

A arte de educar

Educar é mostrar a vida a quem ainda não a viu. O educador diz: “Veja!” e, ao falar, aponta. O aluno olha na direção apontada e vê o que nunca viu. Seu mundo se expande. Ele fica mais rico interiormente… E ficando mais rico interiormente ele pode sentir mais alegria – que é a razão pela qual vivemos.

Já li muitos livros sobre Psicologia da Educação, Sociologia da Educação, Filosofia da Educação… Mas, por mais que me esforce, não consigo me lembrar de qualquer referência à Educação do Olhar. Ou à importância do olhar na educação, em qualquer um deles.

A primeira tarefa da Educação é ensinar a ver… É através dos olhos que as crianças tomam contato com a beleza e o fascínio do mundo… Os olhos têm de ser educados para que nossa alegria aumente.

A educação se divide em duas partes: Educação das Habilidades e Educação das Sensibilidades. Sem a Educação das Sensibilidades, todas as habilidades são tolas e sem sentido. Os conhecimentos nos dão meios para viver. A sabedoria nos dá razões para viver.

Quero ensinar às crianças. Elas ainda têm olhos encantados. Seus olhos são dotados daquela qualidade que, para os gregos, era o início do pensamento: a capacidade de se assombrar diante do banal.

Para as crianças tudo é espantoso: um ovo, uma minhoca, uma concha de caramujo, o voo dos urubus, os pulos dos gafanhotos, uma pipa no céu, um pião na terra. Coisas que os eruditos não veem.

Na escola eu aprendi complicadas classificações botânicas, taxonomias, nomes latinos – mas esqueci. E nenhum professor jamais chamou a minha atenção para a beleza de uma árvore… Ou para o curioso das simetrias das folhas. Parece que naquele tempo as escolas estavam mais preocupadas em fazer com que os alunos decorassem palavras que com a realidade para a qual elas apontam.

As palavras só têm sentido se nos ajudam a ver o mundo melhor. Aprendemos palavras para melhorar os olhos. Há muitas pessoas de visão perfeita que nada veem… O ato de ver não é coisa natural. Precisa ser aprendido. Quando a gente abre os olhos, abrem-se as janelas do corpo e o mundo aparece refletido dentro da gente. São as crianças que, sem falar, nos ensinam as razões para viver. Elas não têm saberes a transmitir. No entanto, elas sabem o essencial da vida. Quem não muda sua maneira adulta de ver e sentir e não se torna como criança, jamais será sábio.

(Disponível em:< https://psicologiaacessivel.net>. Acesso em: 18.11.2018)

A expressões destacadas nas passagens – a capacidade de se assombrar diante do banal. / Ou para o curioso das simetrias das folhas. – têm seu sentido preservado se substituídas, respectivamente, por:
 

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1003838 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Peruíbe-SP

Leia o texto de Rubem Alves, para responder à questão.

A arte de educar

Educar é mostrar a vida a quem ainda não a viu. O educador diz: “Veja!” e, ao falar, aponta. O aluno olha na direção apontada e vê o que nunca viu. Seu mundo se expande. Ele fica mais rico interiormente… E ficando mais rico interiormente ele pode sentir mais alegria – que é a razão pela qual vivemos.

Já li muitos livros sobre Psicologia da Educação, Sociologia da Educação, Filosofia da Educação… Mas, por mais que me esforce, não consigo me lembrar de qualquer referência à Educação do Olhar. Ou à importância do olhar na educação, em qualquer um deles.

A primeira tarefa da Educação é ensinar a ver… É através dos olhos que as crianças tomam contato com a beleza e o fascínio do mundo… Os olhos têm de ser educados para que nossa alegria aumente.

A educação se divide em duas partes: Educação das Habilidades e Educação das Sensibilidades. Sem a Educação das Sensibilidades, todas as habilidades são tolas e sem sentido. Os conhecimentos nos dão meios para viver. A sabedoria nos dá razões para viver.

Quero ensinar às crianças. Elas ainda têm olhos encantados. Seus olhos são dotados daquela qualidade que, para os gregos, era o início do pensamento: a capacidade de se assombrar diante do banal.

Para as crianças tudo é espantoso: um ovo, uma minhoca, uma concha de caramujo, o voo dos urubus, os pulos dos gafanhotos, uma pipa no céu, um pião na terra. Coisas que os eruditos não veem.

Na escola eu aprendi complicadas classificações botânicas, taxonomias, nomes latinos – mas esqueci. E nenhum professor jamais chamou a minha atenção para a beleza de uma árvore… Ou para o curioso das simetrias das folhas. Parece que naquele tempo as escolas estavam mais preocupadas em fazer com que os alunos decorassem palavras que com a realidade para a qual elas apontam.

As palavras só têm sentido se nos ajudam a ver o mundo melhor. Aprendemos palavras para melhorar os olhos. Há muitas pessoas de visão perfeita que nada veem… O ato de ver não é coisa natural. Precisa ser aprendido. Quando a gente abre os olhos, abrem-se as janelas do corpo e o mundo aparece refletido dentro da gente. São as crianças que, sem falar, nos ensinam as razões para viver. Elas não têm saberes a transmitir. No entanto, elas sabem o essencial da vida. Quem não muda sua maneira adulta de ver e sentir e não se torna como criança, jamais será sábio.

(Disponível em:< https://psicologiaacessivel.net>. Acesso em: 18.11.2018)

Assinale a alternativa que substitui o trecho destacado na passagem – Mas, por mais que me esforce, não consigo me lembrar de qualquer referência à Educação do Olhar. – expressando seu sentido.
 

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1003837 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Peruíbe-SP
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Leia a tirinha para responder a questão.

enunciado 1003837-1

De acordo com a leitura dos quadrinhos, é correto afirmar que
 

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1003836 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Peruíbe-SP
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Atendendo às regras de regência nominal segundo a norma-padrão da língua, a preposição que substitui a destacada na frase – Você tem apego a suas lembranças da infância? –, com o mesmo sentido, é
 

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