Foram encontradas 410 questões.
O poder da gentileza
Clóvis, numa viagem de ônibus, escutou o passageiro da
frente lhe perguntar:
− Você se incomodaria se eu recuasse o encosto da minha poltrona?
O sotaque carregado do jovem japonês deixou Clóvis
admirado. Não havia dúvida: o rapaz queria mesmo saber
se afastar a poltrona iria incomodá-lo. Em poucos segundos,
Clóvis reconheceu que havia vivido uma experiência de grande valor. Ele é daqueles que se encantam mais por pessoas
e suas atitudes do que por outras atrações do mundo. Ali, no
interior daquele ônibus, alguém tinha considerado, na hora
de agir, os afetos de outra pessoa.
E o jovem só reclinou a poltrona um pouquinho. Clóvis
pensou nas tantas longas viagens que fez, deixando-se desmoronar como um prédio nos assentos marcados e recuando encostos com a rudeza de quem percebe o mundo como
princípio e fim, apenas pensando em si mesmo, no próprio
prazer e conforto.
Aquele passageiro japonês tinha ensinado algo precioso
a Clóvis, o que sua mãe chamaria de “bons modos”. Um jeito
melhor de se comportar, de agir, de conviver.
Daquele dia em diante, Clóvis nunca mais reclinou o encosto do seu assento sem consultar o passageiro de trás.
(Clóvis de Barros. Shinsetsu: o poder da gentileza.
São Paulo: Planeta do Brasil, 2018. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O poder da gentileza
Clóvis, numa viagem de ônibus, escutou o passageiro da
frente lhe perguntar:
− Você se incomodaria se eu recuasse o encosto da minha poltrona?
O sotaque carregado do jovem japonês deixou Clóvis
admirado. Não havia dúvida: o rapaz queria mesmo saber
se afastar a poltrona iria incomodá-lo. Em poucos segundos,
Clóvis reconheceu que havia vivido uma experiência de grande valor. Ele é daqueles que se encantam mais por pessoas
e suas atitudes do que por outras atrações do mundo. Ali, no
interior daquele ônibus, alguém tinha considerado, na hora
de agir, os afetos de outra pessoa.
E o jovem só reclinou a poltrona um pouquinho. Clóvis
pensou nas tantas longas viagens que fez, deixando-se desmoronar como um prédio nos assentos marcados e recuando encostos com a rudeza de quem percebe o mundo como
princípio e fim, apenas pensando em si mesmo, no próprio
prazer e conforto.
Aquele passageiro japonês tinha ensinado algo precioso
a Clóvis, o que sua mãe chamaria de “bons modos”. Um jeito
melhor de se comportar, de agir, de conviver.
Daquele dia em diante, Clóvis nunca mais reclinou o encosto do seu assento sem consultar o passageiro de trás.
(Clóvis de Barros. Shinsetsu: o poder da gentileza.
São Paulo: Planeta do Brasil, 2018. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto para responder à questão.
Nada de importante
Quem não tem seus apegos, certo? Eles até podem não
ser lá muito saudáveis, mas são inevitáveis. Assim, sugiro
fazermos as melhores escolhas possíveis ao nos apegarmos
a quem ou ao que seja.
Sou apegada a certos livros, certas mágoas, certos prazeres, certas bebidas: café, sempre. A certas pessoas, certos
sonhos. Adoro como estes vão se encaixando na realidade,
trazendo outras nuances, algumas que nem eu imaginei para
eles. Há certa ironia em como os sonhos nos mostram que
sua realização vive na realidade. No caso das pessoas, há
sempre o risco de a saudade tomar conta. Para ser apegada
às pessoas, sem que isso faça mais mal do que bem, repito a mim mesma que aquela pessoa não me pertence, que
ela não nasceu para atender aos meus desejos ou necessidades. Então, compreendendo que posso esperar do outro
somente o que ele quer e pode me oferecer, acabo aproveitando o melhor desse apego.
(Carla Dias. 07.11.2018. www.cronicadodia.com.br. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O poder da gentileza
Clóvis, numa viagem de ônibus, escutou o passageiro da
frente lhe perguntar:
− Você se incomodaria se eu recuasse o encosto da minha poltrona?
O sotaque carregado do jovem japonês deixou Clóvis
admirado. Não havia dúvida: o rapaz queria mesmo saber
se afastar a poltrona iria incomodá-lo. Em poucos segundos,
Clóvis reconheceu que havia vivido uma experiência de grande valor. Ele é daqueles que se encantam mais por pessoas
e suas atitudes do que por outras atrações do mundo. Ali, no
interior daquele ônibus, alguém tinha considerado, na hora
de agir, os afetos de outra pessoa.
E o jovem só reclinou a poltrona um pouquinho. Clóvis
pensou nas tantas longas viagens que fez, deixando-se desmoronar como um prédio nos assentos marcados e recuando encostos com a rudeza de quem percebe o mundo como
princípio e fim, apenas pensando em si mesmo, no próprio
prazer e conforto.
Aquele passageiro japonês tinha ensinado algo precioso
a Clóvis, o que sua mãe chamaria de “bons modos”. Um jeito
melhor de se comportar, de agir, de conviver.
Daquele dia em diante, Clóvis nunca mais reclinou o encosto do seu assento sem consultar o passageiro de trás.
(Clóvis de Barros. Shinsetsu: o poder da gentileza.
São Paulo: Planeta do Brasil, 2018. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto para responder à questão.
Nada de importante
Quem não tem seus apegos, certo? Eles até podem não
ser lá muito saudáveis, mas são inevitáveis. Assim, sugiro
fazermos as melhores escolhas possíveis ao nos apegarmos
a quem ou ao que seja.
Sou apegada a certos livros, certas mágoas, certos prazeres, certas bebidas: café, sempre. A certas pessoas, certos
sonhos. Adoro como estes vão se encaixando na realidade,
trazendo outras nuances, algumas que nem eu imaginei para
eles. Há certa ironia em como os sonhos nos mostram que
sua realização vive na realidade. No caso das pessoas, há
sempre o risco de a saudade tomar conta. Para ser apegada
às pessoas, sem que isso faça mais mal do que bem, repito a mim mesma que aquela pessoa não me pertence, que
ela não nasceu para atender aos meus desejos ou necessidades. Então, compreendendo que posso esperar do outro
somente o que ele quer e pode me oferecer, acabo aproveitando o melhor desse apego.
(Carla Dias. 07.11.2018. www.cronicadodia.com.br. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas

Provas
Questão presente nas seguintes provas
O poder da gentileza
Clóvis, numa viagem de ônibus, escutou o passageiro da
frente lhe perguntar:
− Você se incomodaria se eu recuasse o encosto da minha poltrona?
O sotaque carregado do jovem japonês deixou Clóvis
admirado. Não havia dúvida: o rapaz queria mesmo saber
se afastar a poltrona iria incomodá-lo. Em poucos segundos,
Clóvis reconheceu que havia vivido uma experiência de grande valor. Ele é daqueles que se encantam mais por pessoas
e suas atitudes do que por outras atrações do mundo. Ali, no
interior daquele ônibus, alguém tinha considerado, na hora
de agir, os afetos de outra pessoa.
E o jovem só reclinou a poltrona um pouquinho. Clóvis
pensou nas tantas longas viagens que fez, deixando-se desmoronar como um prédio nos assentos marcados e recuando encostos com a rudeza de quem percebe o mundo como
princípio e fim, apenas pensando em si mesmo, no próprio
prazer e conforto.
Aquele passageiro japonês tinha ensinado algo precioso
a Clóvis, o que sua mãe chamaria de “bons modos”. Um jeito
melhor de se comportar, de agir, de conviver.
Daquele dia em diante, Clóvis nunca mais reclinou o encosto do seu assento sem consultar o passageiro de trás.
(Clóvis de Barros. Shinsetsu: o poder da gentileza.
São Paulo: Planeta do Brasil, 2018. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do texto a seguir.
O texto do projeto de lei, __________ conteúdo é questionado, merece ser debatido com a sociedade. Há opiniões _______ há nele tendência a vigiar os professores, com o objetivo de __________ a liberdade de expressão.
Provas
Questão presente nas seguintes provas

Provas
Questão presente nas seguintes provas
Carros precisam de renovação para oferecer
mais segurança aos ocupantes
Há temas que são tabu no conjunto de regulamentações
de trânsito no Brasil. Falar em renovação da frota é como
cercear o direito de ir e vir de quem não pode adquirir um
automóvel atual. A gritaria também é geral quando se fala em
restringir a circulação de veículos de carga em períodos de
grande movimento nas rodovias, como os feriados.
O problema ocorre quando os mundos se cruzam: carros
e caminhões mal conservados dividindo espaço no tráfego
congestionado. O resultado aparece em estatísticas: 103
mortos em acidentes nas estradas no período do último Carnaval. Os dados são da Polícia Rodoviária Federal. Houve
queda de 31% no número de óbitos em relação a 2017, fato
que, apesar do alívio, não dá motivos para comemorações.
Caso as evoluções propostas há mais de 20 anos, época
em que o atual Código de Trânsito Brasileiro entrou em vigor,
tivessem se tornado realidade, a quantidade de vítimas seria
certamente menor.
A idade média da frota de caminhões é superior a 10
anos, segundo a ANTT (Agência Nacional de Transportes
Terrestres) e o Sindipeças. São veículos com milhões de quilômetros rodados e manutenção nem sempre em dia.
Carros incapazes de proteger ocupantes em colisões circulam na contramão da modernidade. Muitos donos teriam
interesse em se livrar desses veículos se lhes fossem oferecidos benefícios para adquirir um modelo mais novo, mesmo
que seja um usado em melhores condições.
Mas as propostas de renovação não seguem adiante,
sempre preteridas nos incentivos governamentais ou nos
pedidos de socorro feitos pelas montadoras em crise.
Com as novas exigências de segurança e redução de
emissões de poluentes que devem surgir com o programa
Rota 2030, é o momento de retornar ao tema, sem medo de
chamar carro velho de sucata. A legislação que virá e a retomada nas vendas precisam gerar também um ciclo de renovação mais amplo que a simples troca de um carro seminovo
por um zero-quilômetro.
(Eduardo Sodré. Folha de S.Paulo. 18.02.2018. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container