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Foram encontradas 410 questões.

1003835 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Peruíbe-SP
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O poder da gentileza
Clóvis, numa viagem de ônibus, escutou o passageiro da frente lhe perguntar:
− Você se incomodaria se eu recuasse o encosto da minha poltrona?
O sotaque carregado do jovem japonês deixou Clóvis admirado. Não havia dúvida: o rapaz queria mesmo saber se afastar a poltrona iria incomodá-lo. Em poucos segundos, Clóvis reconheceu que havia vivido uma experiência de grande valor. Ele é daqueles que se encantam mais por pessoas e suas atitudes do que por outras atrações do mundo. Ali, no interior daquele ônibus, alguém tinha considerado, na hora de agir, os afetos de outra pessoa.
E o jovem só reclinou a poltrona um pouquinho. Clóvis pensou nas tantas longas viagens que fez, deixando-se desmoronar como um prédio nos assentos marcados e recuando encostos com a rudeza de quem percebe o mundo como princípio e fim, apenas pensando em si mesmo, no próprio prazer e conforto.
Aquele passageiro japonês tinha ensinado algo precioso a Clóvis, o que sua mãe chamaria de “bons modos”. Um jeito melhor de se comportar, de agir, de conviver.
Daquele dia em diante, Clóvis nunca mais reclinou o encosto do seu assento sem consultar o passageiro de trás.
(Clóvis de Barros. Shinsetsu: o poder da gentileza. São Paulo: Planeta do Brasil, 2018. Adaptado)
No trecho do 4º parágrafo “... recuando encostos com a rudeza de quem percebe o mundo como princípio e fim...”, – a palavra destacada tem sentido contrário de
 

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1003834 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Peruíbe-SP
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O poder da gentileza
Clóvis, numa viagem de ônibus, escutou o passageiro da frente lhe perguntar:
− Você se incomodaria se eu recuasse o encosto da minha poltrona?
O sotaque carregado do jovem japonês deixou Clóvis admirado. Não havia dúvida: o rapaz queria mesmo saber se afastar a poltrona iria incomodá-lo. Em poucos segundos, Clóvis reconheceu que havia vivido uma experiência de grande valor. Ele é daqueles que se encantam mais por pessoas e suas atitudes do que por outras atrações do mundo. Ali, no interior daquele ônibus, alguém tinha considerado, na hora de agir, os afetos de outra pessoa.
E o jovem só reclinou a poltrona um pouquinho. Clóvis pensou nas tantas longas viagens que fez, deixando-se desmoronar como um prédio nos assentos marcados e recuando encostos com a rudeza de quem percebe o mundo como princípio e fim, apenas pensando em si mesmo, no próprio prazer e conforto.
Aquele passageiro japonês tinha ensinado algo precioso a Clóvis, o que sua mãe chamaria de “bons modos”. Um jeito melhor de se comportar, de agir, de conviver.
Daquele dia em diante, Clóvis nunca mais reclinou o encosto do seu assento sem consultar o passageiro de trás.
(Clóvis de Barros. Shinsetsu: o poder da gentileza. São Paulo: Planeta do Brasil, 2018. Adaptado)
Conforme o texto do último parágrafo, é correto afirmar que Clóvis
 

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1003833 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Peruíbe-SP
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Leia o texto para responder à questão.

Nada de importante

Quem não tem seus apegos, certo? Eles até podem não ser lá muito saudáveis, mas são inevitáveis. Assim, sugiro fazermos as melhores escolhas possíveis ao nos apegarmos a quem ou ao que seja.
Sou apegada a certos livros, certas mágoas, certos prazeres, certas bebidas: café, sempre. A certas pessoas, certos sonhos. Adoro como estes vão se encaixando na realidade, trazendo outras nuances, algumas que nem eu imaginei para eles. Há certa ironia em como os sonhos nos mostram que sua realização vive na realidade. No caso das pessoas, há sempre o risco de a saudade tomar conta. Para ser apegada às pessoas, sem que isso faça mais mal do que bem, repito a mim mesma que aquela pessoa não me pertence, que ela não nasceu para atender aos meus desejos ou necessidades. Então, compreendendo que posso esperar do outro somente o que ele quer e pode me oferecer, acabo aproveitando o melhor desse apego.
(Carla Dias. 07.11.2018. www.cronicadodia.com.br. Adaptado)
Da leitura do texto, entende-se que
 

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1003832 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Peruíbe-SP
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O poder da gentileza
Clóvis, numa viagem de ônibus, escutou o passageiro da frente lhe perguntar:
− Você se incomodaria se eu recuasse o encosto da minha poltrona?
O sotaque carregado do jovem japonês deixou Clóvis admirado. Não havia dúvida: o rapaz queria mesmo saber se afastar a poltrona iria incomodá-lo. Em poucos segundos, Clóvis reconheceu que havia vivido uma experiência de grande valor. Ele é daqueles que se encantam mais por pessoas e suas atitudes do que por outras atrações do mundo. Ali, no interior daquele ônibus, alguém tinha considerado, na hora de agir, os afetos de outra pessoa.
E o jovem só reclinou a poltrona um pouquinho. Clóvis pensou nas tantas longas viagens que fez, deixando-se desmoronar como um prédio nos assentos marcados e recuando encostos com a rudeza de quem percebe o mundo como princípio e fim, apenas pensando em si mesmo, no próprio prazer e conforto.
Aquele passageiro japonês tinha ensinado algo precioso a Clóvis, o que sua mãe chamaria de “bons modos”. Um jeito melhor de se comportar, de agir, de conviver.
Daquele dia em diante, Clóvis nunca mais reclinou o encosto do seu assento sem consultar o passageiro de trás.
(Clóvis de Barros. Shinsetsu: o poder da gentileza. São Paulo: Planeta do Brasil, 2018. Adaptado)
A frase em que o verbo destacado está flexionado no tempo presente é:
 

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1003831 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Peruíbe-SP
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Leia o texto para responder à questão.

Nada de importante

Quem não tem seus apegos, certo? Eles até podem não ser lá muito saudáveis, mas são inevitáveis. Assim, sugiro fazermos as melhores escolhas possíveis ao nos apegarmos a quem ou ao que seja.
Sou apegada a certos livros, certas mágoas, certos prazeres, certas bebidas: café, sempre. A certas pessoas, certos sonhos. Adoro como estes vão se encaixando na realidade, trazendo outras nuances, algumas que nem eu imaginei para eles. Há certa ironia em como os sonhos nos mostram que sua realização vive na realidade. No caso das pessoas, há sempre o risco de a saudade tomar conta. Para ser apegada às pessoas, sem que isso faça mais mal do que bem, repito a mim mesma que aquela pessoa não me pertence, que ela não nasceu para atender aos meus desejos ou necessidades. Então, compreendendo que posso esperar do outro somente o que ele quer e pode me oferecer, acabo aproveitando o melhor desse apego.
(Carla Dias. 07.11.2018. www.cronicadodia.com.br. Adaptado)
Um dos sentidos de apego explorado no segundo parágrafo é
 

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1003830 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Peruíbe-SP

enunciado 1003830-1

No contexto do último quadrinho, o verbo esvaziar foi empregado em sentido
 

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1003829 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Peruíbe-SP
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O poder da gentileza
Clóvis, numa viagem de ônibus, escutou o passageiro da frente lhe perguntar:
− Você se incomodaria se eu recuasse o encosto da minha poltrona?
O sotaque carregado do jovem japonês deixou Clóvis admirado. Não havia dúvida: o rapaz queria mesmo saber se afastar a poltrona iria incomodá-lo. Em poucos segundos, Clóvis reconheceu que havia vivido uma experiência de grande valor. Ele é daqueles que se encantam mais por pessoas e suas atitudes do que por outras atrações do mundo. Ali, no interior daquele ônibus, alguém tinha considerado, na hora de agir, os afetos de outra pessoa.
E o jovem só reclinou a poltrona um pouquinho. Clóvis pensou nas tantas longas viagens que fez, deixando-se desmoronar como um prédio nos assentos marcados e recuando encostos com a rudeza de quem percebe o mundo como princípio e fim, apenas pensando em si mesmo, no próprio prazer e conforto.
Aquele passageiro japonês tinha ensinado algo precioso a Clóvis, o que sua mãe chamaria de “bons modos”. Um jeito melhor de se comportar, de agir, de conviver.
Daquele dia em diante, Clóvis nunca mais reclinou o encosto do seu assento sem consultar o passageiro de trás.
(Clóvis de Barros. Shinsetsu: o poder da gentileza. São Paulo: Planeta do Brasil, 2018. Adaptado)
De acordo com a leitura do 3º parágrafo, é correto afirmar que Clóvis, em relação à pergunta feita pelo jovem japonês, ficou
 

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Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do texto a seguir.

O texto do projeto de lei, __________ conteúdo é questionado, merece ser debatido com a sociedade. Há opiniões _______ há nele tendência a vigiar os professores, com o objetivo de __________ a liberdade de expressão.

 

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enunciado 1003827-1

A crítica à internet implícita na tira está associada
 

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1003825 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Peruíbe-SP
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Carros precisam de renovação para oferecer mais segurança aos ocupantes
Há temas que são tabu no conjunto de regulamentações de trânsito no Brasil. Falar em renovação da frota é como cercear o direito de ir e vir de quem não pode adquirir um automóvel atual. A gritaria também é geral quando se fala em restringir a circulação de veículos de carga em períodos de grande movimento nas rodovias, como os feriados.
O problema ocorre quando os mundos se cruzam: carros e caminhões mal conservados dividindo espaço no tráfego congestionado. O resultado aparece em estatísticas: 103 mortos em acidentes nas estradas no período do último Carnaval. Os dados são da Polícia Rodoviária Federal. Houve queda de 31% no número de óbitos em relação a 2017, fato que, apesar do alívio, não dá motivos para comemorações.
Caso as evoluções propostas há mais de 20 anos, época em que o atual Código de Trânsito Brasileiro entrou em vigor, tivessem se tornado realidade, a quantidade de vítimas seria certamente menor.
A idade média da frota de caminhões é superior a 10 anos, segundo a ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) e o Sindipeças. São veículos com milhões de quilômetros rodados e manutenção nem sempre em dia.
Carros incapazes de proteger ocupantes em colisões circulam na contramão da modernidade. Muitos donos teriam interesse em se livrar desses veículos se lhes fossem oferecidos benefícios para adquirir um modelo mais novo, mesmo que seja um usado em melhores condições.
Mas as propostas de renovação não seguem adiante, sempre preteridas nos incentivos governamentais ou nos pedidos de socorro feitos pelas montadoras em crise.
Com as novas exigências de segurança e redução de emissões de poluentes que devem surgir com o programa Rota 2030, é o momento de retornar ao tema, sem medo de chamar carro velho de sucata. A legislação que virá e a retomada nas vendas precisam gerar também um ciclo de renovação mais amplo que a simples troca de um carro seminovo por um zero-quilômetro.
(Eduardo Sodré. Folha de S.Paulo. 18.02.2018. Adaptado)
De acordo com o texto, o número expressivo de vítimas afetadas por acidentes de trânsito relaciona-se
 

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