Foram encontradas 788 questões.
A equação da reta que passa pelos pontos ( 1, -7/15) e ( 0, 1/5) é:
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A epidemiologia contribui virtualmente para todas as
políticas públicas em saúde; estão entre as questões que
se impõem atualmente como compromissos da saúde
pública, frente aos quais todas as disciplinas e saberes do
campo da saúde coletiva devem confluir, EXCETO:
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1325641
Ano: 2019
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Pitangueiras-SP
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Pitangueiras-SP
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Em relação a tratamento de efluentes, é INCORRETO
afirmar que:
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1313688
Ano: 2019
Disciplina: Educação Física
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Pitangueiras-SP
Disciplina: Educação Física
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Pitangueiras-SP
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Quanto aos aspectos relacionados sobre a aprendizagem
motora, é INCORRETO afirmar que:
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Em uma conferência de jogos eletrônicos foram
entrevistados 350 participantes sobre os jogos praticados
habitualmente. Foram três os jogos escolhidos para a
pesquisa: Sonic, Mario Bros e Futebol. O resultado obtido
informa que:
• 150 participantes jogam Sonic; • 180 participantes jogam Futebol; • 50 participantes já jogaram todos os três jogos; • 65 participantes jogaram Mario Bros e Sonic; • 75 participantes jogaram Sonic e Futebol; • 75 participantes jogaram exclusivamente Futebol; e, • 80 participantes consomem exclusivamente Sonic.
• 150 participantes jogam Sonic; • 180 participantes jogam Futebol; • 50 participantes já jogaram todos os três jogos; • 65 participantes jogaram Mario Bros e Sonic; • 75 participantes jogaram Sonic e Futebol; • 75 participantes jogaram exclusivamente Futebol; e, • 80 participantes consomem exclusivamente Sonic.
Com base nessas informações, qual é o número de participantes que jogam apenas Mario Bros?
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Todo filho é pai da morte de seu pai
Há uma quebra na história familiar onde as idades se
acumulam e se sobrepõem e a ordem natural não tem
sentido: é quando o filho se torna pai de seu pai.
É quando o pai envelhece e começa a trotear como se
estivesse dentro de uma névoa. Lento, devagar, impreciso.
É quando aquele pai que segurava com força nossa mão já
não tem como se levantar sozinho.
É quando aquele pai, outrora firme e intransponível,
enfraquece de vez e demora o dobro da respiração para sair
de seu lugar. É quando aquele pai, que antigamente
mandava e ordenava, hoje só suspira, só geme, só procura
onde é a porta e onde é a janela – tudo é corredor, tudo é
longe.
É quando aquele pai, antes disposto e trabalhador,
fracassa ao tirar sua própria roupa e não lembrará de seus
remédios.
E nós, como filhos, não faremos outra coisa senão
trocar de papel e aceitar que somos responsáveis por
aquela vida. Aquela vida que nos gerou depende de nossa
vida para morrer em paz.
Todo filho é pai da morte de seu pai.
Ou, quem sabe, a velhice do pai e da mãe seja
curiosamente nossa última gravidez. Nosso último
ensinamento. Fase para devolver os cuidados que nos
foram confiados ao longo de décadas, de retribuir o amor
com a amizade da escolta.
E assim como mudamos a casa para atender nossos
bebês, tapando tomadas e colocando cercadinhos, vamos
alterar a rotina dos móveis para criar os nossos pais.
Uma das primeiras transformações acontece no
banheiro.
Seremos pais de nossos pais na hora de pôr uma barra
no box do chuveiro.
A barra é emblemática. A barra é simbólica. A barra é
inaugurar um cotovelo das águas.
Porque o chuveiro, simples e refrescante, agora é um
temporal para os pés idosos de nossos protetores. Não
podemos abandoná-los em nenhum momento, inventaremos nossos braços nas paredes.
A casa de quem cuida dos pais tem braços dos filhos
pelas paredes. Nossos braços estarão espalhados, sob a
forma de corrimões.
Pois envelhecer é andar de mãos dadas com os
objetos, envelhecer é subir escada mesmo sem degraus.
Seremos estranhos em nossa residência. Observaremos
cada detalhe com pavor e desconhecimento, com dúvida e
preocupação. Seremos arquitetos, decoradores, engenheiros
frustrados. Como não previmos que os pais adoecem e
precisariam da gente?
Nos arrependeremos dos sofás, das estátuas e do
acesso caracol, nos arrependeremos de cada obstáculo e
tapete.
E feliz do filho que é pai de seu pai antes da morte, e
triste do filho que aparece somente no enterro e não se
despede um pouco por dia.
Meu amigo José Klein acompanhou o pai até seus
derradeiros minutos.
No hospital, a enfermeira fazia a manobra da cama
para a maca, buscando repor os lençóis, quando Zé gritou
de sua cadeira:
— Deixa que eu ajudo.
Reuniu suas forças e pegou pela primeira vez seu pai
no colo.
Colocou o rosto de seu pai contra seu peito.
Ajeitou em seus ombros o pai consumido pelo câncer:
pequeno, enrugado, frágil, tremendo.
Ficou segurando um bom tempo, um tempo
equivalente à sua infância, um tempo equivalente à sua
adolescência, um bom tempo, um tempo interminável.
Embalou o pai de um lado para o outro.
Aninhou o pai.
Acalmou o pai.
E apenas dizia, sussurrado:
— Estou aqui, estou aqui, pai!
O que um pai quer apenas ouvir no fim de sua vida é
que seu filho está ali.
(Autor desconhecido. Disponível em:
http://www.contioutra.com/todo-filho-e-pai-da-morte-de-seu-pai/.
Dezembro de 2016.)
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Crise da Venezuela é teste para instituições da América
Latina
A crise na Venezuela, talvez o maior colapso econômico não provocado por uma guerra nas últimas quatro décadas, deu início a um dos maiores fluxos migratórios do mundo. De acordo com as Nações Unidas, até junho de 2019 mais de 4 milhões de pessoas haviam fugido do país, com uma média de 5 mil pessoas saindo por dia em 2018. Mais de 80% dos imigrantes venezuelanos ficaram em nações da América Latina ou do Caribe, muitas das quais nunca haviam lidado com migrações desse porte anteriormente.
Com o intenso impacto sentido na região, é de se
pensar que a reação seria hostil nesta era em que o
nativismo aumenta mundialmente e que o crescimento
econômico na região é anêmico. Em um primeiro
momento, porém, ela foi positiva, embora a tensão venha
aumentando. Com um grupo de estudantes, conduzimos
uma pesquisa em sete países da região e encontramos
exemplos de boas e más reações, incluindo sinais de piora.
Boa parte do debate gira em torno da oferta de serviços essenciais, como comida, saúde, moradia, apoio
jurídico e inserção no mercado de trabalho. A maioria dos
imigrantes venezuelanos é pobre e tem pouca formação
acadêmica, precisando, portanto, de diversos tipos de
apoio social, algo que tem custos incrivelmente altos para
os governos que já não possuem muitos fundos.
Ainda que a maioria dos países ofereça pelo menos o
mínimo desses serviços e que muitos colaborem
internacionalmente para assegurar mais apoio estrangeiro,
pesquisas mostram que boa parte dos imigrantes não está
recebendo apoio suficiente. Em países em que imigrantes
venezuelanos representam mais de 1,5% da população
(Equador, Chile, Colômbia, Trinidad e Tobago e o estado de
Roraima, no Brasil), o esgotamento já é visível. Alguns
governos precisaram contar demasiadamente com apoio
de organizações estrangeiras (especialmente o Equador),
ou até mobilizar as Forças Armadas para auxiliar com
operações logísticas e humanitárias, como no caso do
Brasil. As duas coisas são sinais de desespero.
Acolher imigrantes envolve, também, oferecer opções
jurídicas para sua chegada e residência. Para os
venezuelanos, um passaporte válido pode ser custoso,
quando não impossível. O governo venezuelano sempre
atrasou consideravelmente a emissão de passaportes — e
com taxas desnecessariamente altas — e desde 2017
suspendeu indefinidamente agendamentos e renovações
por falta de material. É ainda mais difícil para os
venezuelanos conseguir outros documentos, como
certidões de bons antecedentes criminais, requisito para a
entrada em países mais restritos, como o Equador. [...]
As instituições e a opinião pública na América Latina
têm sido testadas pela crise da Venezuela. O assunto já se
tornou motivo de discussão na eleição chilena de 2017, com
um dos principais candidatos assumindo um discurso
claramente anti-imigração. Felizmente, a região é protegida
por normas internacionais pró-imigração, organizações
civis robustas e políticos simpáticos à causa. Mas essas
defesas podem não ser suficientes para conter o aumento
do nativismo causado pela pior onda migratória em
décadas.
(Javier Corrales, da Americas Quarterly, traduzido por Daniel Salgado, 14/07/2019. Disponível em: https://epoca.globo.com/crise-davenezuela-teste-para-instituicoes-da-america-latina-23802888. Com adaptações.)
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Um barco é impulsionado por uma equipe de seis
remadores, de mesma capacidade física e que realizam o
deslocamento entre dois pontos em 120 minutos. Outra
equipe formada por 8 remadores, que entre si possuem a
mesma capacidade física, e que, em conjunto, possuem
80% da capacidade física da primeira equipe, realizará o
mesmo deslocamento em, aproximadamente, quantos
minutos?
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