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Conforme Formosinho (2007), um exercício que a herança pedagógica dos dois últimos séculos nos permite é o de contrastar os modos de fazer pedagogia: o modo da transmissão e o modo da participação. Na pedagogia da participação, segundo Formosinho,
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Em relação à gestão da educação ante às exigências de qualidade e produtividade da escola pública, Paro (2001) afirma que, na qualidade de atividade adequada a um fim, o processo pedagógico constitui verdadeiro trabalho humano, que supõe a existência de um objeto de trabalho que, no caso, é
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Leia a tira para responder às questões de números 45 e 46.
O Melhor de Calvin – Bill Waterson

(Bill Waterson, “O Melhor de Calvin”.
https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos, 17.04.2023)
Em seu planejamento, docentes do 9º ano de uma escola selecionaram os seguintes gêneros: texto de opinião, carta do leitor e debate regrado. Com base nessas informações é correto concluir que o domínio social de comunicação privilegiado nas aulas será
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Leia a tira para responder às questões de números 45 e 46.
O Melhor de Calvin – Bill Waterson

(Bill Waterson, “O Melhor de Calvin”.
https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos, 17.04.2023)
De acordo com a BNCC, além das habilidades que priorizam o texto verbal escrito, atualmente é relevante o papel que outras linguagens assumem na vida cotidiana dos alunos. Dessa forma, uma habilidade de produção textual que contempla essa realidade contemporânea é:
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Leia a tira para responder às questões de números 45 e 46.
O Melhor de Calvin – Bill Waterson

(Bill Waterson, “O Melhor de Calvin”.
https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos, 17.04.2023)
O Currículo Paulista, em consonância com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), sustenta para o componente de Língua Portuguesa a perspectiva enunciativo-discursiva e retoma os Parâmetros Curriculares Nacionais para definir linguagem como: [...] uma forma de ação interindividual orientada para uma finalidade específica; um processo de interlocução que se realiza nas práticas sociais existentes numa sociedade, nos distintos momentos de sua história. (BRASIL, 1998)
(Currículo Paulista – Língua Portuguesa)
De acordo com as informações apresentadas no documento, conclui-se corretamente que a linguagem é concebida como prática
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Leia o texto para responder às questões de números 35 a 43.
‘Te amo’ é resposta brasileira
à dificuldade de amar em português
Foi por Sérgio Rodrigues, que leio sempre com prazer nesta Folha, que soube que uma página de internet dedicada ao português desaconselha o uso da expressão “te amo” porque “não se pode começar frase com pronome oblíquo átono”.
Ora, a formulação “te amo” é uma excelente resposta brasileira à dificuldade de amar em português. No português de Portugal nós dizemos “amo-te”, uma palavra essa sim verdadeiramente átona que, dita com o sotaque europeu, parece mais um rosnado do que um arrebatamento apaixonado.
Boas alternativas são difíceis de encontrar. Em tempos propus a substituição de “amo-te” por “estimo-te intensamente”, esperando que a aliteração do t animasse a declaração, até por remeter para o som festivo das latas que se costumam atar ao carro dos recém-casados.
A minha sugestão não foi bem-sucedida. Ninguém aceitou passar a estimar intensamente, e o problema é tão grave que, muitas vezes, por falta de alternativas satisfatórias, falantes de português decidem cair nos braços da língua inglesa, caso de Marisa Monte quando celebremente declarou “amor, I love you”.
Mas a opção brasileira por “te amo” merece encorajamento, e não repúdio. Ao contrário do que sugere a página citada por Sérgio Rodrigues, a expressão “te amo” não começa com um pronome átono. Ou melhor, talvez comece se for eu a proferi-la com o sotaque português. Mas um brasileiro não diz “te amo”. Diz “tchi amo”. E “tchi” não é átono, é tônico. Tônico como um gin tônico, tanto que parece o som de um copo a bater no outro. “Tchi amo” é uma declaração de amor e um brinde. Ainda agora o amor começou e quem o declara já está a brindar a ele.
É uma excelente alternativa. Pelo menos, muito melhor do que “estimo-te intensamente”.
(Ricardo Araújo Teixeira. Em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas, 08. 04. 2023. Adaptado)
Uma habilidade da BNCC Ensino Fundamental adequada para ser desenvolvida com o texto é:
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Segundo a BNCC-História, “o processo de ensino e aprendizagem da História no Ensino Fundamental – Anos Finais está pautado por três procedimentos básicos”.
Um desses procedimentos mencionados pela BNCC se caracteriza
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A contextualização é uma tarefa imprescindível para o conhecimento histórico. Com base em níveis variados de exigência, das operações mais simples às mais elaboradas, os alunos devem ser instigados a aprender a contextualizar.
(BRASIL/Ministério da Educação. BNCC. Base Nacional Comum Curricular: Ensino Fundamental – História)
Sobre o processo de contextualização, a BNCC-História considera que
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O estudo do meio é um método de investigação cujos procedimentos se devem ater a dois aspectos iniciais.
(Circe Maria Fernandes Bittencourt, Ensino de História: fundamentos e métodos)
Assinale a alternativa que apresente corretamente, de acordo com a autora, um dos aspectos sobre esse método de investigação.
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[...] um dos importantes objetivos de História no Ensino Fundamental é estimular a autonomia de pensamento e a capacidade de reconhecer que os indivíduos agem de acordo com a época e o lugar nos quais vivem, de forma a preservar ou transformar seus hábitos e condutas. A percepção de que existe uma grande diversidade de sujeitos e histórias estimula o pensamento crítico, a autonomia e a formação para a cidadania. A busca de autonomia também exige reconhecimento das bases da epistemologia da História [...]
(BRASIL/Ministério da Educação. BNCC. Base Nacional Comum Curricular: Ensino Fundamental – História)
Segundo a BNCC-História, é correto afirmar que fazem parte das bases da epistemologia da História os seguintes tópicos:
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