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2563441 Ano: 2018
Disciplina: Pedagogia
Banca: URI
Orgão: Pref. Santo Ângelo-RS

Em relação ao papel do professor, associe cada uma das afirmativas abaixo, conforme os grupos:

(1) Pedagogia da Transmissão

(2) Pedagogia da Participação

( ) Estrutura o ambiente, escuta e observa.

( ) Avalia, planeja, formula perguntas, investiga.

( ) Diagnostica, prescreve objetivos e tarefas.

( ) Estende os interesses e conhecimentos das crianças e do grupo em direção à cultura.

( ) Molda e reforça.

( ) Avalia os produtos, dá informação.

A sequência correta dessa associação é a da alternativa:

 

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2563440 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: URI
Orgão: Pref. Santo Ângelo-RS

TEXTO I

Um bom ensino envolve uma boa disciplina
Thomas W.Phelan e Sarah Jane Schonour

As únicas pessoas que acham que ensinar é fácil são aquelas que nunca ensinaram. Como a educação dos filhos, essa tarefa é uma das mais importantes do mundo, mas não é fácil – existem muitas coisas que podem dar errado. Trabalhar com crianças pequenas pode ser uma das experiências mais agradáveis na vida, mas também pode tornar-se inacreditavelmente frustrante.

Os educadores com noções românticas sobre o ensino com frequência se esquecem de que é impossível fazer com que todas as crianças sejam como você está fazendo. Educar crianças significa que, além de acalentá-las e apoiá-las, também é necessário frustrá-las esporadicamente – para o seu próprio bem e para o bem de todos. “Agora é a hora de começar a trabalhar. Agora vocês devem fazer um teste. Pare de provocar seu amigo. Não, você não pode ir beber água”. Repetidamente, firmeza e bondade são necessárias.

Infelizmente, quando elas ficam frustradas, em geral não agradecem aos professores por tentar disciplina-las adequadamente. Em vez disso, os jovens têm uma habilidade surpreendente e natural de confundir, desviar-se do assunto e irritar os adultos, a quem veem como responsáveis por sua angústia atual. Chamamos isso de “testar e manipular” [...]. Testar e manipular pode interferir na aprendizagem, eliminar o divertimento, arruinar relacionamentos e destruir uma atmosfera em sala de aula.

Repita a cena de “tomar água” acima mil vezes e você certamente se sentirá muito infeliz. Essa não é a maneira de as crianças e o professor passarem seu tempo na escola, e também é a razão por que um professor deve ter um plano disciplinar pronto no início do ano.

TEXTO II

Ensino x educação dos filhos: duas grandes diferenças
Thomas W. Phelan e Sarah Jane Schonour

O ensino é diferente da educação dos filhos de duas maneiras importantes. Em primeiro lugar, a maioria dos pais tem cerca de dois ou três filhos em casa, enquanto grande parte dos professores tem cerca de 25 em sua sala de aula. Os professores, em outras palavras, têm oito ou nove mais crianças com que se preocupar.

Em segundo lugar, além de ter mais crianças, os professores não têm permissão de dar um “tempo ocioso” para seus alunos. Em casa, os pais podem dizer, “façam o que vocês quiserem por um tempo” aos seus pequenos. Entretanto, na sala de aula, o professor precisa manter o controle para que a aprendizagem e as tarefas sejam feitas – durante todo o dia. Até mesmo o “tempo livre” e o intervalo requerem o monitoramento de adultos.

Então, os professores em sala de aula têm um trabalho específico – o trabalho escolar e a aprendizagem – para realizar com muitas crianças durante todo o dia. Portanto, a prioridade em sala de aula é fazer que o trabalho seja feito – e não a disciplina comportamental. É verdade que um bom plano disciplinar [...] tem tanto estratégias preventivas quanto táticas de intervenção para os momentos em que os problemas surgem. Mas o problema continua sendo que um aluno que está fazendo seu trabalho não será um problema disciplinar. Um ensino efetivo – que não é o escopo deste livro – é a melhor estratégia preventiva.

Como os adultos e as crianças não são perfeitos, contudo, o melhor ensino ainda requer um plano disciplinar efetivo para apoiá-los. [...] Os adultos precisam saber como lidar com um comportamento difícil, encorajar o bom comportamento e administrar o inevitável beco sem saída de testar e manipular – tudo de uma maneira que seja justa, perfeitamente clara e não abusiva. Quando os comportamentos importunos inevitáveis das crianças são abordados de maneiras rotineiras e bem-sucedidas, é permitido que o lado mais produtivo do relacionamento professor-aluno contribua. A aprendizagem, os elogios, o trabalho consciente e a diversão compartilhada podem fluir naturalmente. Boa disciplina, em outras palavras, torna melhor o ensino e traz mais prazer. É assim que você quer que as coisas aconteçam.

1-2-3 mágica para professores: disciplina efetiva em sala de aula.
Thomas W. Phelan e Sarah Jane Schonour;
Tradução Gisele Klein.– Porto Alegre: Artmed, 2009.p. 14 e15.

Atribua 100 pontos para cada item correto acerca dos textos e 50 pontos para cada item incorreto. Após, assinale a alternativa que contém a soma correspondente a todos os pontos.

( ) No início do terceiro parágrafo do texto I, os autores empregam um advérbio com função de modalizador, isto é, um termo que revela as atitudes e pontos de vista do locutor (neste caso, os autores) em relação ao próprio enunciado.

( ) Os verbos eliminar, arruinar e destruir do texto I podem ser substituídos, sem que haja alteração de sentido, respectivamente, por: excluir, prejudicar e inibir.

( ) A conjunção que inicia o terceiro período do segundo parágrafo do texto II pode ser substituída pela conjunção Portanto, visto que ambas expressam igual sentido.

( ) O duplo travessão empregado no início do terceiro parágrafo do texto II pode ser substituído por parênteses. O termo isolado por esse sinal de pontuação atua sintaticamente como um aposto do termo “trabalho específico” que os professores têm de fazer em sala de aula.

( ) As três primeiras palavras acentuadas do último parágrafo do texto I recebem acento, respectivamente, em atenção à regra de acentuação das palavras: ânsia, dossiê e .

( ) Substituindo o verbo existir pelo verbo haver na oração do texto I: “...existem muitas coisas ...” e empregando o verbo no pretérito imperfeito do modo indicativo, a forma correta será: “... haviam muitas coisas...”.

 

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2563439 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: URI
Orgão: Pref. Santo Ângelo-RS

TEXTO I

Um bom ensino envolve uma boa disciplina
Thomas W.Phelan e Sarah Jane Schonour

As únicas pessoas que acham que ensinar é fácil são aquelas que nunca ensinaram. Como a educação dos filhos, essa tarefa é uma das mais importantes do mundo, mas não é fácil – existem muitas coisas que podem dar errado. Trabalhar com crianças pequenas pode ser uma das experiências mais agradáveis na vida, mas também pode tornar-se inacreditavelmente frustrante.

Os educadores com noções românticas sobre o ensino com frequência se esquecem de que é impossível fazer com que todas as crianças sejam como você está fazendo. Educar crianças significa que, além de acalentá-las e apoiá-las, também é necessário frustrá-las esporadicamente – para o seu próprio bem e para o bem de todos. “Agora é a hora de começar a trabalhar. Agora vocês devem fazer um teste. Pare de provocar seu amigo. Não, você não pode ir beber água”. Repetidamente, firmeza e bondade são necessárias.

Infelizmente, quando elas ficam frustradas, em geral não agradecem aos professores por tentar disciplina-las adequadamente. Em vez disso, os jovens têm uma habilidade surpreendente e natural de confundir, desviar-se do assunto e irritar os adultos, a quem veem como responsáveis por sua angústia atual. Chamamos isso de “testar e manipular” [...]. Testar e manipular pode interferir na aprendizagem, eliminar o divertimento, arruinar relacionamentos e destruir uma atmosfera em sala de aula.

Repita a cena de “tomar água” acima mil vezes e você certamente se sentirá muito infeliz. Essa não é a maneira de as crianças e o professor passarem seu tempo na escola, e também é a razão por que um professor deve ter um plano disciplinar pronto no início do ano.

TEXTO II

Ensino x educação dos filhos: duas grandes diferenças
Thomas W. Phelan e Sarah Jane Schonour

O ensino é diferente da educação dos filhos de duas maneiras importantes. Em primeiro lugar, a maioria dos pais tem cerca de dois ou três filhos em casa, enquanto grande parte dos professores tem cerca de 25 em sua sala de aula. Os professores, em outras palavras, têm oito ou nove mais crianças com que se preocupar.

Em segundo lugar, além de ter mais crianças, os professores não têm permissão de dar um “tempo ocioso” para seus alunos. Em casa, os pais podem dizer, “façam o que vocês quiserem por um tempo” aos seus pequenos. Entretanto, na sala de aula, o professor precisa manter o controle para que a aprendizagem e as tarefas sejam feitas – durante todo o dia. Até mesmo o “tempo livre” e o intervalo requerem o monitoramento de adultos.

Então, os professores em sala de aula têm um trabalho específico – o trabalho escolar e a aprendizagem – para realizar com muitas crianças durante todo o dia. Portanto, a prioridade em sala de aula é fazer que o trabalho seja feito – e não a disciplina comportamental. É verdade que um bom plano disciplinar [...] tem tanto estratégias preventivas quanto táticas de intervenção para os momentos em que os problemas surgem. Mas o problema continua sendo que um aluno que está fazendo seu trabalho não será um problema disciplinar. Um ensino efetivo – que não é o escopo deste livro – é a melhor estratégia preventiva.

Como os adultos e as crianças não são perfeitos, contudo, o melhor ensino ainda requer um plano disciplinar efetivo para apoiá-los. [...] Os adultos precisam saber como lidar com um comportamento difícil, encorajar o bom comportamento e administrar o inevitável beco sem saída de testar e manipular – tudo de uma maneira que seja justa, perfeitamente clara e não abusiva. Quando os comportamentos importunos inevitáveis das crianças são abordados de maneiras rotineiras e bem-sucedidas, é permitido que o lado mais produtivo do relacionamento professor-aluno contribua. A aprendizagem, os elogios, o trabalho consciente e a diversão compartilhada podem fluir naturalmente. Boa disciplina, em outras palavras, torna melhor o ensino e traz mais prazer. É assim que você quer que as coisas aconteçam.

1-2-3 mágica para professores: disciplina efetiva em sala de aula.
Thomas W. Phelan e Sarah Jane Schonour;
Tradução Gisele Klein.– Porto Alegre: Artmed, 2009.p. 14 e15.

Assinale a única alternativa que não apresenta erro.

 

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2563438 Ano: 2018
Disciplina: Pedagogia
Banca: URI
Orgão: Pref. Santo Ângelo-RS

TEXTO I

Um bom ensino envolve uma boa disciplina
Thomas W.Phelan e Sarah Jane Schonour

As únicas pessoas que acham que ensinar é fácil são aquelas que nunca ensinaram. Como a educação dos filhos, essa tarefa é uma das mais importantes do mundo, mas não é fácil – existem muitas coisas que podem dar errado. Trabalhar com crianças pequenas pode ser uma das experiências mais agradáveis na vida, mas também pode tornar-se inacreditavelmente frustrante.

Os educadores com noções românticas sobre o ensino com frequência se esquecem de que é impossível fazer com que todas as crianças sejam como você está fazendo. Educar crianças significa que, além de acalentá-las e apoiá-las, também é necessário frustrá-las esporadicamente – para o seu próprio bem e para o bem de todos. “Agora é a hora de começar a trabalhar. Agora vocês devem fazer um teste. Pare de provocar seu amigo. Não, você não pode ir beber água”. Repetidamente, firmeza e bondade são necessárias.

Infelizmente, quando elas ficam frustradas, em geral não agradecem aos professores por tentar disciplina-las adequadamente. Em vez disso, os jovens têm uma habilidade surpreendente e natural de confundir, desviar-se do assunto e irritar os adultos, a quem veem como responsáveis por sua angústia atual. Chamamos isso de “testar e manipular” [...]. Testar e manipular pode interferir na aprendizagem, eliminar o divertimento, arruinar relacionamentos e destruir uma atmosfera em sala de aula.

Repita a cena de “tomar água” acima mil vezes e você certamente se sentirá muito infeliz. Essa não é a maneira de as crianças e o professor passarem seu tempo na escola, e também é a razão por que um professor deve ter um plano disciplinar pronto no início do ano.

TEXTO II

Ensino x educação dos filhos: duas grandes diferenças
Thomas W. Phelan e Sarah Jane Schonour

O ensino é diferente da educação dos filhos de duas maneiras importantes. Em primeiro lugar, a maioria dos pais tem cerca de dois ou três filhos em casa, enquanto grande parte dos professores tem cerca de 25 em sua sala de aula. Os professores, em outras palavras, têm oito ou nove mais crianças com que se preocupar.

Em segundo lugar, além de ter mais crianças, os professores não têm permissão de dar um “tempo ocioso” para seus alunos. Em casa, os pais podem dizer, “façam o que vocês quiserem por um tempo” aos seus pequenos. Entretanto, na sala de aula, o professor precisa manter o controle para que a aprendizagem e as tarefas sejam feitas – durante todo o dia. Até mesmo o “tempo livre” e o intervalo requerem o monitoramento de adultos.

Então, os professores em sala de aula têm um trabalho específico – o trabalho escolar e a aprendizagem – para realizar com muitas crianças durante todo o dia. Portanto, a prioridade em sala de aula é fazer que o trabalho seja feito – e não a disciplina comportamental. É verdade que um bom plano disciplinar [...] tem tanto estratégias preventivas quanto táticas de intervenção para os momentos em que os problemas surgem. Mas o problema continua sendo que um aluno que está fazendo seu trabalho não será um problema disciplinar. Um ensino efetivo – que não é o escopo deste livro – é a melhor estratégia preventiva.

Como os adultos e as crianças não são perfeitos, contudo, o melhor ensino ainda requer um plano disciplinar efetivo para apoiá-los. [...] Os adultos precisam saber como lidar com um comportamento difícil, encorajar o bom comportamento e administrar o inevitável beco sem saída de testar e manipular – tudo de uma maneira que seja justa, perfeitamente clara e não abusiva. Quando os comportamentos importunos inevitáveis das crianças são abordados de maneiras rotineiras e bem-sucedidas, é permitido que o lado mais produtivo do relacionamento professor-aluno contribua. A aprendizagem, os elogios, o trabalho consciente e a diversão compartilhada podem fluir naturalmente. Boa disciplina, em outras palavras, torna melhor o ensino e traz mais prazer. É assim que você quer que as coisas aconteçam.

1-2-3 mágica para professores: disciplina efetiva em sala de aula.
Thomas W. Phelan e Sarah Jane Schonour;
Tradução Gisele Klein.– Porto Alegre: Artmed, 2009.p. 14 e15.

Use as letras V e F para indicar a veracidade ou falsidade das afirmativas abaixo sobre os textos I e II:

( ) O trabalho em sala de aula com crianças pequenas, ao mesmo tempo em que pode ser uma experiência agradável, pode ser também uma experiência frustrante.

( ) Considerando o número de filhos em uma família e o número de alunos em uma sala de aula, o processo de educar é consideravelmente e comprovadamente mais fácil que o de ensinar.

( ) Levando em conta a evidente inversão de valores em muitos aspectos em termos de educação, como o desrespeito aos professores, o mais importante em sala de aula é priorizar a disciplina comportamental em detrimento do trabalho escolar.

( ) “Um ensino efetivo” está para “melhor estratégia preventiva”, assim como “o melhor ensino” está para “um plano disciplinar efetivo para apoiá-los”.

( ) Um trabalho consciente, com aprendizagem, elogios e diversão compartilhada, contribui para uma boa disciplina em aula, o que “torna melhor o ensino e traz mais prazer”.

Conforme as ideias dos textos, a sequência correta das letras de cima para baixo é a da alternativa:

 

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2563437 Ano: 2018
Disciplina: Pedagogia
Banca: URI
Orgão: Pref. Santo Ângelo-RS

TEXTO I

Um bom ensino envolve uma boa disciplina
Thomas W.Phelan e Sarah Jane Schonour

As únicas pessoas que acham que ensinar é fácil são aquelas que nunca ensinaram. Como a educação dos filhos, essa tarefa é uma das mais importantes do mundo, mas não é fácil – existem muitas coisas que podem dar errado. Trabalhar com crianças pequenas pode ser uma das experiências mais agradáveis na vida, mas também pode tornar-se inacreditavelmente frustrante.

Os educadores com noções românticas sobre o ensino com frequência se esquecem de que é impossível fazer com que todas as crianças sejam como você está fazendo. Educar crianças significa que, além de acalentá-las e apoiá-las, também é necessário frustrá-las esporadicamente – para o seu próprio bem e para o bem de todos. “Agora é a hora de começar a trabalhar. Agora vocês devem fazer um teste. Pare de provocar seu amigo. Não, você não pode ir beber água”. Repetidamente, firmeza e bondade são necessárias.

Infelizmente, quando elas ficam frustradas, em geral não agradecem aos professores por tentar disciplina-las adequadamente. Em vez disso, os jovens têm uma habilidade surpreendente e natural de confundir, desviar-se do assunto e irritar os adultos, a quem veem como responsáveis por sua angústia atual. Chamamos isso de “testar e manipular” [...]. Testar e manipular pode interferir na aprendizagem, eliminar o divertimento, arruinar relacionamentos e destruir uma atmosfera em sala de aula.

Repita a cena de “tomar água” acima mil vezes e você certamente se sentirá muito infeliz. Essa não é a maneira de as crianças e o professor passarem seu tempo na escola, e também é a razão por que um professor deve ter um plano disciplinar pronto no início do ano.

TEXTO II

Ensino x educação dos filhos: duas grandes diferenças
Thomas W. Phelan e Sarah Jane Schonour

O ensino é diferente da educação dos filhos de duas maneiras importantes. Em primeiro lugar, a maioria dos pais tem cerca de dois ou três filhos em casa, enquanto grande parte dos professores tem cerca de 25 em sua sala de aula. Os professores, em outras palavras, têm oito ou nove mais crianças com que se preocupar.

Em segundo lugar, além de ter mais crianças, os professores não têm permissão de dar um “tempo ocioso” para seus alunos. Em casa, os pais podem dizer, “façam o que vocês quiserem por um tempo” aos seus pequenos. Entretanto, na sala de aula, o professor precisa manter o controle para que a aprendizagem e as tarefas sejam feitas – durante todo o dia. Até mesmo o “tempo livre” e o intervalo requerem o monitoramento de adultos.

Então, os professores em sala de aula têm um trabalho específico – o trabalho escolar e a aprendizagem – para realizar com muitas crianças durante todo o dia. Portanto, a prioridade em sala de aula é fazer que o trabalho seja feito – e não a disciplina comportamental. É verdade que um bom plano disciplinar [...] tem tanto estratégias preventivas quanto táticas de intervenção para os momentos em que os problemas surgem. Mas o problema continua sendo que um aluno que está fazendo seu trabalho não será um problema disciplinar. Um ensino efetivo – que não é o escopo deste livro – é a melhor estratégia preventiva.

Como os adultos e as crianças não são perfeitos, contudo, o melhor ensino ainda requer um plano disciplinar efetivo para apoiá-los. [...] Os adultos precisam saber como lidar com um comportamento difícil, encorajar o bom comportamento e administrar o inevitável beco sem saída de testar e manipular – tudo de uma maneira que seja justa, perfeitamente clara e não abusiva. Quando os comportamentos importunos inevitáveis das crianças são abordados de maneiras rotineiras e bem-sucedidas, é permitido que o lado mais produtivo do relacionamento professor-aluno contribua. A aprendizagem, os elogios, o trabalho consciente e a diversão compartilhada podem fluir naturalmente. Boa disciplina, em outras palavras, torna melhor o ensino e traz mais prazer. É assim que você quer que as coisas aconteçam.

1-2-3 mágica para professores: disciplina efetiva em sala de aula.
Thomas W. Phelan e Sarah Jane Schonour;
Tradução Gisele Klein.– Porto Alegre: Artmed, 2009.p. 14 e15.

Considere as seguintes afirmações acerca dos textos:

I. Conforme os autores, a educação dos filhos na família pelos pais e o ensino no âmbito escolar estão entre as tarefas mais importantes do mundo, embora reconheçam que, nesses processos, “existem muitas coisas que podem dar errado”.

II. No processo de educação escolar das crianças, é preciso considerar que frustrações esporádicas, ao lado de ações contínuas de acalento e de apoio, contribuem para a formação das crianças, embora essas frustrações não sejam interpretadas por elas como algo positivo.

III. Os autores estabelecem uma diferença semântica entre ensino e educação. Enquanto a educação compete aos pais, cabe aos professores o trabalho específico de promover a aprendizagem dos alunos.

IV. O maior problema da educação hoje consiste no fato de que as famílias transferem à escola suas responsabilidades. Assim, além do ensino, os professores têm de dar conta da educação das crianças, que chegam à escola com sérios problemas de comportamento e de (in)disciplina.

De acordo com os textos:

 

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2563436 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: URI
Orgão: Pref. Santo Ângelo-RS

TEXTO I

Um bom ensino envolve uma boa disciplina
Thomas W.Phelan e Sarah Jane Schonour

As únicas pessoas que acham que ensinar é fácil são aquelas que nunca ensinaram. Como a educação dos filhos, essa tarefa é uma das mais importantes do mundo, mas não é fácil – existem muitas coisas que podem dar errado. Trabalhar com crianças pequenas pode ser uma das experiências mais agradáveis na vida, mas também pode tornar-se inacreditavelmente frustrante.

Os educadores com noções românticas sobre o ensino com frequência se esquecem ...................... é impossível fazer com que todas as crianças sejam como você está fazendo. Educar crianças significa que, além de acalentá-las e apoiá-las, também é necessário frustrá-las esporadicamente – para o seu próprio bem e para o bem de todos. “Agora é a hora de começar a trabalhar. Agora vocês devem fazer um teste. Pare de provocar seu amigo. Não, você não pode ir beber água”. Repetidamente, firmeza e bondade são necessárias.

Infelizmente, quando elas ficam frustradas, em geral não agradecem aos professores por tentar ................................. adequadamente. Em vez disso, os jovens têm uma habilidade surpreendente e natural de confundir, desviar-se do assunto e irritar os adultos, a quem ................. como responsáveis por sua angústia atual. Chamamos isso de “testar e manipular” [...]. Testar e manipular pode interferir na aprendizagem, eliminar o divertimento, arruinar relacionamentos e destruir uma atmosfera em sala de aula.

Repita a cena de “tomar água” acima mil vezes e você certamente se sentirá muito infeliz. Essa não é a maneira de as crianças e o professor passarem seu tempo na escola, e também é a razão ........................ um professor deve ter um plano disciplinar pronto no início do ano.

TEXTO II

Ensino x educação dos filhos: duas grandes diferenças
Thomas W. Phelan e Sarah Jane Schonour

O ensino é diferente da educação dos filhos de duas maneiras importantes. Em primeiro lugar, a maioria dos pais tem cerca de dois ou três filhos em casa, enquanto grande parte dos professores tem cerca de 25 em sua sala de aula. Os professores, em outras palavras, têm oito ou nove mais crianças com que se preocupar.

Em segundo lugar, além de ter mais crianças, os professores não têm permissão de dar um “tempo ocioso” para seus alunos. Em casa, os pais podem dizer, “façam o que vocês quiserem por um tempo” aos seus pequenos. Entretanto, na sala de aula, o professor precisa manter o controle para que a aprendizagem e as tarefas sejam feitas – durante todo o dia. Até mesmo o “tempo livre” e o intervalo requerem o monitoramento de adultos.

Então, os professores em sala de aula têm um trabalho específico – o trabalho escolar e a aprendizagem – para realizar com muitas crianças durante todo o dia. ............................, a prioridade em sala de aula é fazer que o trabalho seja feito – e não a disciplina comportamental. É verdade que um bom plano disciplinar [...] tem tanto estratégias preventivas quanto táticas de intervenção para os momentos em que os problemas surgem. Mas o problema continua sendo que um aluno que está fazendo seu trabalho não será um problema disciplinar. Um ensino efetivo – que não é o escopo deste livro – é a melhor estratégia preventiva.

Como os adultos e as crianças não são perfeitos, contudo, o melhor ensino ainda requer um plano disciplinar efetivo para apoiá-los. [...] Os adultos precisam saber como lidar com um comportamento difícil, encorajar o bom comportamento e administrar o inevitável beco sem saída de testar e manipular – tudo de uma maneira que seja justa, perfeitamente clara e não abusiva. Quando os comportamentos importunos inevitáveis das crianças são abordados de maneiras rotineiras e bem-sucedidas, é permitido que o lado mais produtivo do relacionamento professor-aluno contribua. A aprendizagem, os elogios, o trabalho consciente e a diversão compartilhada podem fluir naturalmente. Boa disciplina, em outras palavras, torna melhor o ensino e traz mais prazer. É assim que você quer que as coisas aconteçam.

1-2-3 mágica para professores: disciplina efetiva em sala de aula.
Thomas W. Phelan e Sarah Jane Schonour;
Tradução Gisele Klein.– Porto Alegre: Artmed, 2009.p. 14 e15.

Marque a alternativa que completa correta e respectivamente os espaços pontilhados dos textos I e II, de forma a garantir a coerência e coesão textual.

 

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2563435 Ano: 2018
Disciplina: Educação Física
Banca: URI
Orgão: Pref. Santo Ângelo-RS

De acordo com as regras da IAAF (2018-2019), é correto afirmar:

I. Os blocos de partida devem ser usados em todas as corridas até e inclusive 400m (incluindo a primeira etapa dos revezamentos 4x200 e 4x400m) e não devem ser usados para qualquer outra corrida. Quando em posição na pista, nenhuma parte do bloco de partida deve ultrapassar a linha de saída ou estender-se até outra raia, com a exceção de que, desde que não haja nenhuma obstrução a qualquer outro atleta, a parte traseira do bloco possa ultrapassar a linha externa da raia.

II. O bastão deve ser passado dentro da zona de passagem. A passagem do bastão começa quando ele é primeiro tocado pelo atleta que o recebe e é completado no momento em que está somente na mão do atleta que o recebe. Em relação à zona de passagem, essa é a única posição do bastão que é decisiva. Passar o bastão fora da zona de passagem resultará em desqualificação.

III. No caso dos saltos verticais no atletismo, um atleta pode começar a saltar em qualquer altura previamente anunciada pelo Árbitro Chefe e pode saltar, à sua escolha, em qualquer altura subsequente. Três falhas consecutivas, independentemente da altura na qual tais falhas ocorreram, desclassificam o competidor para outros saltos, exceto no caso de um empate no primeiro lugar.

IV. Um atleta no salto em distância falha se: - ao dar impulsão ele toca o solo (incluindo qualquer parte da tábua de plasticina), além da linha de impulsão, com qualquer parte de seu corpo, quer passe correndo sem saltar quer, no ato de saltar; ou - der impulso fora da tábua de impulsão tanto fora quanto no final da tábua à frente ou atrás da extensão da linha de impulsão; ou - ele emprega qualquer forma de salto mortal enquanto estiver correndo ou no ato de saltar; ou - após a impulsão, mas, antes do primeiro contato com a área de queda, ele toca o corredor ou o solo fora do corredor ou fora da área de queda; ou - no curso da aterrissagem, ele toca a borda ou o solo fora da área de queda mais próximo à linha de impulsão do que a marca mais próxima feita na areia.

De acordo com as afirmações acima, marque a alternativa correta:

 

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Questão presente nas seguintes provas
2563434 Ano: 2018
Disciplina: Educação Física
Banca: URI
Orgão: Pref. Santo Ângelo-RS

O princípio do U-Invertido corresponde corretamente ao disposto na alternativa:

 

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Questão presente nas seguintes provas
2563433 Ano: 2018
Disciplina: Educação Física
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Orgão: Pref. Santo Ângelo-RS

Acerca de uma partida de handebol, considere as seguintes afirmativas:

A. Um tiro lateral é concedido quando a bola cruzar parcialmente a linha lateral, ou quando um jogador de quadra da equipe defensora for o último a tocar a bola, antes de ela cruzar a linha de fundo de sua própria equipe.

B. O tiro lateral é executado do lugar onde a bola cruzou a linha lateral ou, se ela cruzou a linha de fundo, da intersecção entre a linha lateral e a linha de fundo do mesmo lado.

C. No começo da partida, o tiro de saída é executado pela equipe que ganhou o sorteio e escolheu começar com posse de bola. Os adversários têm, então, o direito de escolher o lado da quadra. Alternativamente, se a equipe que ganha o sorteio preferir escolher o lado da quadra, então a equipe adversária deverá executar o tiro de saída.

D. Entrar na área de gol não será penalizado quando: a) Um jogador entrar na área de gol depois de jogar a bola, desde que isso não crie uma desvantagem para os adversários; b) Um jogador de uma das equipes entrar na área de gol sem a bola e não ganhar vantagem fazendo isso.

Estão corretas as seguintes afirmativas:

 

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Questão presente nas seguintes provas
2563432 Ano: 2018
Disciplina: Educação Física
Banca: URI
Orgão: Pref. Santo Ângelo-RS

A contração muscular possui três fases que são, respectivamente, excitação, a contração propriamente dita e relaxamento. A fase de excitação tem origem no cerebelo, percorrendo um nervo motor até chegar ao músculo. Após chegar ao músculo, ela vai até o retículo sarcoplasmático, que contém cálcio. A função principal da excitação é liberar o cálcio contido dentro do retículo sarcoplasmático para dentro do sarcômero. Qual é a função do cálcio dentro do sarcômero?

 

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