Foram encontradas 510 questões.
O Texto I deve ser lido para responder à questão.
Texto I
PAÍSES PRECISAM TRATAR A SOLIDÃO COMO UM PROBLEMA PÚBLICO
Sucesso de uma nação não é apenas produzir mais, é perder menos gente para o silêncio
Waldemar Magaldi Filho
20 set. 2025 às 10h10
Quando a vida perde o fio do sentido, até um simples resfriado pode derrubar. Não é exagero poético, é uma descrição precisa do
que acontece quando o organismo psíquico se vê sem horizonte, sem pertencimento, sem uma razão que amarre as horas do dia.
Longe de um misticismo nebuloso, essa "tarefa" é o nome clássico de uma experiência cotidiana, a sensação de ter valor para
alguém, de que o esforço tem direção, de que o mundo ainda nos pede algo. Quando esse chamado some, o corpo registra, a imunidade
cede, a mente fecha e ficamos "bloqueados". O destino de pessoas e de sociedades muda quando o sentido deixa de existir.
É aí que entra um termo incômodo, nascido do esforço de dois economistas, Anne Case e Angus Deaton: "mortes por
desespero". A expressão reúne três causas de morte que se expandiram em certas populações ao longo das últimas décadas: suicídio,
overdose de drogas e doenças hepáticas relacionadas ao álcool.
Por trás dos números o desenho social de isolamento, perda de propósito, empregos que somem, comunidades que se desfazem,
dor crônica tratada como mercadoria. O fenômeno foi fotografado com nitidez em partes dos Estados Unidos. Mas não se trata de um
destino americano, é um alerta universal. Quando vínculos esgarçam e perspectivas encolhem, a curva do desespero sobe. E desespero
não é só um afeto, é uma política do corpo.
A literatura de saúde pública insiste que o sentido é também um determinante social. Não basta aconselhar resiliência individual
quando as estruturas que sustentam a vida comum – trabalho digno, moradia, transporte, escola, cuidado – estão corroídas.
Não se trata de eleger um culpado único – crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos –, mas
de notar um padrão, quando políticas públicas passam a tratar a segurança econômica, a saúde, a educação e o cuidado como linhas de
custo a serem comprimidas, a conta aparece em outro lugar.
Aparece na sobrecarga das famílias, na precarização silenciosa de territórios, na medicalização do sofrimento social, na
anestesia como resposta. Aretórica da meritocracia sem freios é psicologicamente tóxica porque produz um tipo de vergonha que isola.
E isolamento é adubo para o desespero.
Dizer que "a matéria ganhou primazia sobre a alma" não é uma oposição simplista entre economia má e espiritualidade boa. É
uma constatação sobre prioridades, quando o preço vira a linguagem, perde estatuto de valor. O resultado é uma sociedade eficiente
para produzir coisas e inábil para acolher pessoas. E, no entanto, não há contradição entre prosperidade e sentido, há desordem de
metas.
O desafio é civilizatório, alinhar incentivos econômicos a finalidades humanas. Isso significa cinco linhas de ação que cabem na
pauta pública e na vida miúda: políticas de emprego que recompensem o trabalho decente; um sistema de saúde que integre cuidado
mental desde a atenção primária; regulação e responsabilidade corporativa em mercados que lidam com dor e dependência;
investimento em educação continuada e requalificação que devolvam horizonte a trabalhadores em transição; e, por fim, uma agenda
de convivência que trate a solidão como problema público, promovendo espaços, tempos e serviços que refaçam a comunidade.
Fonte: MAGALDI FILHO, Waldemar. Países precisam tratar a solidão como um problema público. Folha de São Paulo, 20 set. 2025. Disponível em:
https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2025/09/uma-sociedade-eficiente-para-produzir-coisas-e-inabil-em-acolher-pessoas.shtml. Acesso em: 20 set. 2025.
Adaptado.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O Texto I deve ser lido para responder à questão.
Texto I
PAÍSES PRECISAM TRATAR A SOLIDÃO COMO UM PROBLEMA PÚBLICO
Sucesso de uma nação não é apenas produzir mais, é perder menos gente para o silêncio
Waldemar Magaldi Filho
20 set. 2025 às 10h10
Quando a vida perde o fio do sentido, até um simples resfriado pode derrubar. Não é exagero poético, é uma descrição precisa do
que acontece quando o organismo psíquico se vê sem horizonte, sem pertencimento, sem uma razão que amarre as horas do dia.
Longe de um misticismo nebuloso, essa "tarefa" é o nome clássico de uma experiência cotidiana, a sensação de ter valor para
alguém, de que o esforço tem direção, de que o mundo ainda nos pede algo. Quando esse chamado some, o corpo registra, a imunidade
cede, a mente fecha e ficamos "bloqueados". O destino de pessoas e de sociedades muda quando o sentido deixa de existir.
É aí que entra um termo incômodo, nascido do esforço de dois economistas, Anne Case e Angus Deaton: "mortes por
desespero". A expressão reúne três causas de morte que se expandiram em certas populações ao longo das últimas décadas: suicídio,
overdose de drogas e doenças hepáticas relacionadas ao álcool.
Por trás dos números o desenho social de isolamento, perda de propósito, empregos que somem, comunidades que se desfazem,
dor crônica tratada como mercadoria. O fenômeno foi fotografado com nitidez em partes dos Estados Unidos. Mas não se trata de um
destino americano, é um alerta universal. Quando vínculos esgarçam e perspectivas encolhem, a curva do desespero sobe. E desespero
não é só um afeto, é uma política do corpo.
A literatura de saúde pública insiste que o sentido é também um determinante social. Não basta aconselhar resiliência individual
quando as estruturas que sustentam a vida comum – trabalho digno, moradia, transporte, escola, cuidado – estão corroídas.
Não se trata de eleger um culpado único – crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos –, mas
de notar um padrão, quando políticas públicas passam a tratar a segurança econômica, a saúde, a educação e o cuidado como linhas de
custo a serem comprimidas, a conta aparece em outro lugar.
Aparece na sobrecarga das famílias, na precarização silenciosa de territórios, na medicalização do sofrimento social, na
anestesia como resposta. Aretórica da meritocracia sem freios é psicologicamente tóxica porque produz um tipo de vergonha que isola.
E isolamento é adubo para o desespero.
Dizer que "a matéria ganhou primazia sobre a alma" não é uma oposição simplista entre economia má e espiritualidade boa. É
uma constatação sobre prioridades, quando o preço vira a linguagem, perde estatuto de valor. O resultado é uma sociedade eficiente
para produzir coisas e inábil para acolher pessoas. E, no entanto, não há contradição entre prosperidade e sentido, há desordem de
metas.
O desafio é civilizatório, alinhar incentivos econômicos a finalidades humanas. Isso significa cinco linhas de ação que cabem na
pauta pública e na vida miúda: políticas de emprego que recompensem o trabalho decente; um sistema de saúde que integre cuidado
mental desde a atenção primária; regulação e responsabilidade corporativa em mercados que lidam com dor e dependência;
investimento em educação continuada e requalificação que devolvam horizonte a trabalhadores em transição; e, por fim, uma agenda
de convivência que trate a solidão como problema público, promovendo espaços, tempos e serviços que refaçam a comunidade.
Fonte: MAGALDI FILHO, Waldemar. Países precisam tratar a solidão como um problema público. Folha de São Paulo, 20 set. 2025. Disponível em:
https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2025/09/uma-sociedade-eficiente-para-produzir-coisas-e-inabil-em-acolher-pessoas.shtml. Acesso em: 20 set. 2025.
Adaptado.
I- A tipologia textual predominante em um artigo de opinião é a argumentação.
II- Num artigo de opinião, a descrição de um problema é mais importante do que a persuasão do público leitor/ouvinte.
III- O domínio dos elementos da situação comunicativa no texto envolve a compreensão do público-alvo, do contexto de circulação e das normas implícitas que regem o gênero.
IV- No artigo de opinião em análise, o público-alvo precisa dominar a norma padrão da linguagem para compreender o texto.
É CORRETO o que se afirma em:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O Texto I deve ser lido para responder à questão.
Texto I
PAÍSES PRECISAM TRATAR A SOLIDÃO COMO UM PROBLEMA PÚBLICO
Sucesso de uma nação não é apenas produzir mais, é perder menos gente para o silêncio
Waldemar Magaldi Filho
20 set. 2025 às 10h10
Quando a vida perde o fio do sentido, até um simples resfriado pode derrubar. Não é exagero poético, é uma descrição precisa do
que acontece quando o organismo psíquico se vê sem horizonte, sem pertencimento, sem uma razão que amarre as horas do dia.
Longe de um misticismo nebuloso, essa "tarefa" é o nome clássico de uma experiência cotidiana, a sensação de ter valor para
alguém, de que o esforço tem direção, de que o mundo ainda nos pede algo. Quando esse chamado some, o corpo registra, a imunidade
cede, a mente fecha e ficamos "bloqueados". O destino de pessoas e de sociedades muda quando o sentido deixa de existir.
É aí que entra um termo incômodo, nascido do esforço de dois economistas, Anne Case e Angus Deaton: "mortes por
desespero". A expressão reúne três causas de morte que se expandiram em certas populações ao longo das últimas décadas: suicídio,
overdose de drogas e doenças hepáticas relacionadas ao álcool.
Por trás dos números o desenho social de isolamento, perda de propósito, empregos que somem, comunidades que se desfazem,
dor crônica tratada como mercadoria. O fenômeno foi fotografado com nitidez em partes dos Estados Unidos. Mas não se trata de um
destino americano, é um alerta universal. Quando vínculos esgarçam e perspectivas encolhem, a curva do desespero sobe. E desespero
não é só um afeto, é uma política do corpo.
A literatura de saúde pública insiste que o sentido é também um determinante social. Não basta aconselhar resiliência individual
quando as estruturas que sustentam a vida comum – trabalho digno, moradia, transporte, escola, cuidado – estão corroídas.
Não se trata de eleger um culpado único – crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos –, mas
de notar um padrão, quando políticas públicas passam a tratar a segurança econômica, a saúde, a educação e o cuidado como linhas de
custo a serem comprimidas, a conta aparece em outro lugar.
Aparece na sobrecarga das famílias, na precarização silenciosa de territórios, na medicalização do sofrimento social, na
anestesia como resposta. Aretórica da meritocracia sem freios é psicologicamente tóxica porque produz um tipo de vergonha que isola.
E isolamento é adubo para o desespero.
Dizer que "a matéria ganhou primazia sobre a alma" não é uma oposição simplista entre economia má e espiritualidade boa. É
uma constatação sobre prioridades, quando o preço vira a linguagem, perde estatuto de valor. O resultado é uma sociedade eficiente
para produzir coisas e inábil para acolher pessoas. E, no entanto, não há contradição entre prosperidade e sentido, há desordem de
metas.
O desafio é civilizatório, alinhar incentivos econômicos a finalidades humanas. Isso significa cinco linhas de ação que cabem na
pauta pública e na vida miúda: políticas de emprego que recompensem o trabalho decente; um sistema de saúde que integre cuidado
mental desde a atenção primária; regulação e responsabilidade corporativa em mercados que lidam com dor e dependência;
investimento em educação continuada e requalificação que devolvam horizonte a trabalhadores em transição; e, por fim, uma agenda
de convivência que trate a solidão como problema público, promovendo espaços, tempos e serviços que refaçam a comunidade.
Fonte: MAGALDI FILHO, Waldemar. Países precisam tratar a solidão como um problema público. Folha de São Paulo, 20 set. 2025. Disponível em:
https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2025/09/uma-sociedade-eficiente-para-produzir-coisas-e-inabil-em-acolher-pessoas.shtml. Acesso em: 20 set. 2025.
Adaptado.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O Texto I deve ser lido para responder à questão.
Texto I
PAÍSES PRECISAM TRATAR A SOLIDÃO COMO UM PROBLEMA PÚBLICO
Sucesso de uma nação não é apenas produzir mais, é perder menos gente para o silêncio
Waldemar Magaldi Filho
20 set. 2025 às 10h10
Quando a vida perde o fio do sentido, até um simples resfriado pode derrubar. Não é exagero poético, é uma descrição precisa do
que acontece quando o organismo psíquico se vê sem horizonte, sem pertencimento, sem uma razão que amarre as horas do dia.
Longe de um misticismo nebuloso, essa "tarefa" é o nome clássico de uma experiência cotidiana, a sensação de ter valor para
alguém, de que o esforço tem direção, de que o mundo ainda nos pede algo. Quando esse chamado some, o corpo registra, a imunidade
cede, a mente fecha e ficamos "bloqueados". O destino de pessoas e de sociedades muda quando o sentido deixa de existir.
É aí que entra um termo incômodo, nascido do esforço de dois economistas, Anne Case e Angus Deaton: "mortes por
desespero". A expressão reúne três causas de morte que se expandiram em certas populações ao longo das últimas décadas: suicídio,
overdose de drogas e doenças hepáticas relacionadas ao álcool.
Por trás dos números o desenho social de isolamento, perda de propósito, empregos que somem, comunidades que se desfazem,
dor crônica tratada como mercadoria. O fenômeno foi fotografado com nitidez em partes dos Estados Unidos. Mas não se trata de um
destino americano, é um alerta universal. Quando vínculos esgarçam e perspectivas encolhem, a curva do desespero sobe. E desespero
não é só um afeto, é uma política do corpo.
A literatura de saúde pública insiste que o sentido é também um determinante social. Não basta aconselhar resiliência individual
quando as estruturas que sustentam a vida comum – trabalho digno, moradia, transporte, escola, cuidado – estão corroídas.
Não se trata de eleger um culpado único – crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos –, mas
de notar um padrão, quando políticas públicas passam a tratar a segurança econômica, a saúde, a educação e o cuidado como linhas de
custo a serem comprimidas, a conta aparece em outro lugar.
Aparece na sobrecarga das famílias, na precarização silenciosa de territórios, na medicalização do sofrimento social, na
anestesia como resposta. Aretórica da meritocracia sem freios é psicologicamente tóxica porque produz um tipo de vergonha que isola.
E isolamento é adubo para o desespero.
Dizer que "a matéria ganhou primazia sobre a alma" não é uma oposição simplista entre economia má e espiritualidade boa. É
uma constatação sobre prioridades, quando o preço vira a linguagem, perde estatuto de valor. O resultado é uma sociedade eficiente
para produzir coisas e inábil para acolher pessoas. E, no entanto, não há contradição entre prosperidade e sentido, há desordem de
metas.
O desafio é civilizatório, alinhar incentivos econômicos a finalidades humanas. Isso significa cinco linhas de ação que cabem na
pauta pública e na vida miúda: políticas de emprego que recompensem o trabalho decente; um sistema de saúde que integre cuidado
mental desde a atenção primária; regulação e responsabilidade corporativa em mercados que lidam com dor e dependência;
investimento em educação continuada e requalificação que devolvam horizonte a trabalhadores em transição; e, por fim, uma agenda
de convivência que trate a solidão como problema público, promovendo espaços, tempos e serviços que refaçam a comunidade.
Fonte: MAGALDI FILHO, Waldemar. Países precisam tratar a solidão como um problema público. Folha de São Paulo, 20 set. 2025. Disponível em:
https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2025/09/uma-sociedade-eficiente-para-produzir-coisas-e-inabil-em-acolher-pessoas.shtml. Acesso em: 20 set. 2025.
Adaptado.
I- A falta de horizontes, a solidão, não se sentir importante para alguém ou para o mundo são fatores que influenciam a saúde orgânica – e isso pode impactar a economia de uma nação.
II- As chamadas “mortes por desespero”, cada vez mais comuns nas últimas décadas em algumas populações, incluem o suicídio, a overdose por drogas e doenças hepáticas devido ao uso abusivo de álcool.
III- A saúde pública não pode ser considerada um determinante social porque não afeta o equilíbrio econômico de um país.
IV- A primazia da matéria sobre a alma é vista pelo autor como uma questão de prioridades.
É CORRETO o que se afirma em:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Analise as afirmativas a seguir sobre arboviroses:
I- É importante destacar que a dengue é exclusivamente transmitida pelo macho do mosquito Aedes aegypti.
II- Além da dengue, a zika e a chikungunya também são doenças virais transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti.
III- Os sintomas de dengue, chikungunya ou zika são semelhantes. Eles incluem febre de início abrupto acompanhada de dor de cabeça, dores no corpo e articulações, prostração, fraqueza, dor atrás dos olhos, erupção e coceira na pele, manchas vermelhas pelo corpo, além de náuseas, vômitos e dores abdominais.
IV- São considerados cuidados com o lixo para evitar proliferação do Aedes aegypti: não jogar lixo em terrenos baldios; manter o lixo tampado e seco até o momento da coleta; tampar as garrafas antes de descartá-las no lixo; separar itens como copos descartáveis, tampas de garrafas, latas, embalagens plásticas, entre outros, que possam acumular água, colocando-os devidamente fechados em sacos plásticos para descarte.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
I- É importante destacar que a dengue é exclusivamente transmitida pelo macho do mosquito Aedes aegypti.
II- Além da dengue, a zika e a chikungunya também são doenças virais transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti.
III- Os sintomas de dengue, chikungunya ou zika são semelhantes. Eles incluem febre de início abrupto acompanhada de dor de cabeça, dores no corpo e articulações, prostração, fraqueza, dor atrás dos olhos, erupção e coceira na pele, manchas vermelhas pelo corpo, além de náuseas, vômitos e dores abdominais.
IV- São considerados cuidados com o lixo para evitar proliferação do Aedes aegypti: não jogar lixo em terrenos baldios; manter o lixo tampado e seco até o momento da coleta; tampar as garrafas antes de descartá-las no lixo; separar itens como copos descartáveis, tampas de garrafas, latas, embalagens plásticas, entre outros, que possam acumular água, colocando-os devidamente fechados em sacos plásticos para descarte.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Sobre o período de tempo que a dengue começa a se manifestar após um indivíduo sadio ser picado por um mosquito infectado, é
CORRETO afirmar que ele ocorre dentro de um tempo que varia:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
No que se refere à biologia do Aedes aegypti, analise as afirmativas a seguir:
I- A fecundação se dá durante a postura e o desenvolvimento do embrião se completa em 48 horas, em condições favoráveis de umidade e temperatura. Uma vez completado o desenvolvimento embrionário, os ovos são capazes de resistir a longos períodos de dessecação, que podem prolongar-se por mais de um ano. Já foi observada a eclosão de ovos com até 450 dias, quando colocados em contato com a água.
II- Na pesquisa das larvas, é preciso que se destampe com cuidado o depósito e, ao incidir o jato de luz, percorrer rapidamente o nível de água junto à parede do depósito. Com a luz, as larvas se deslocam para o fundo. Tendo em vista a maior vulnerabilidade nesta fase, as ações do Plano de Erradicação do Aedes aegypti (PEAa) devem preferencialmente atuar na fase larvária.
III- As pupas não se alimentam. É nesta fase que ocorre a metamorfose do estágio larval para o adulto. Quando inativas, mantêm-se na superfície da água, flutuando, o que facilita a emergência do inseto adulto. O estado pupal dura geralmente de dois a três dias.
IV- O adulto de Aedes aegypti representa a fase reprodutora do inseto. Como ocorre com grande parte dos insetos alados, o adulto representa importante fase de dispersão. Entretanto, com o Aedes aegypti, é provável que haja mais transporte ativo de ovos e larvas em recipientes do que dispersão passiva pelo inseto adulto.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
I- A fecundação se dá durante a postura e o desenvolvimento do embrião se completa em 48 horas, em condições favoráveis de umidade e temperatura. Uma vez completado o desenvolvimento embrionário, os ovos são capazes de resistir a longos períodos de dessecação, que podem prolongar-se por mais de um ano. Já foi observada a eclosão de ovos com até 450 dias, quando colocados em contato com a água.
II- Na pesquisa das larvas, é preciso que se destampe com cuidado o depósito e, ao incidir o jato de luz, percorrer rapidamente o nível de água junto à parede do depósito. Com a luz, as larvas se deslocam para o fundo. Tendo em vista a maior vulnerabilidade nesta fase, as ações do Plano de Erradicação do Aedes aegypti (PEAa) devem preferencialmente atuar na fase larvária.
III- As pupas não se alimentam. É nesta fase que ocorre a metamorfose do estágio larval para o adulto. Quando inativas, mantêm-se na superfície da água, flutuando, o que facilita a emergência do inseto adulto. O estado pupal dura geralmente de dois a três dias.
IV- O adulto de Aedes aegypti representa a fase reprodutora do inseto. Como ocorre com grande parte dos insetos alados, o adulto representa importante fase de dispersão. Entretanto, com o Aedes aegypti, é provável que haja mais transporte ativo de ovos e larvas em recipientes do que dispersão passiva pelo inseto adulto.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
No que se refere às recomendações quanto ao manuseio de larvicidas/inseticidas e uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI),
analise as afirmativas a seguir:
I- Em relação ao uso de temephós, é recomendado que seja evitado o contato prolongado direto do larvicida/inseticida com a pele, devendo ser transportado sempre em sacos plásticos, até o momento da aplicação.
II- Tendo em vista que os larvicidas/inseticidas são considerados seguros e incapazes de ultrapassar a barreira transplacentária, mesmo as mulheres gestantes podem trabalhar com a sua aplicação, desde que usem os EPI necessários.
III- Quando utilizar inseticidas ultrabaixo-volume, não se pode fumar ou comer (qualquer alimento) durante a aplicação.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
I- Em relação ao uso de temephós, é recomendado que seja evitado o contato prolongado direto do larvicida/inseticida com a pele, devendo ser transportado sempre em sacos plásticos, até o momento da aplicação.
II- Tendo em vista que os larvicidas/inseticidas são considerados seguros e incapazes de ultrapassar a barreira transplacentária, mesmo as mulheres gestantes podem trabalhar com a sua aplicação, desde que usem os EPI necessários.
III- Quando utilizar inseticidas ultrabaixo-volume, não se pode fumar ou comer (qualquer alimento) durante a aplicação.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Utilizando método simples para cálculo do volume de depósitos, conforme preconiza o Ministério da Saúde, para que o tratamento
focal com larvicida tenha eficácia assegurada, é necessário que o pessoal de operação saiba determinar com precisão a quantidade de
inseticida a ser aplicada em relação ao volume de água, a fim de se obter a concentração correta. No caso do temephós, a concentração é
de uma parte por milhão, equivalente a um grama de ingrediente ativo em um milhão de mililitros de água (1.000 litros).
Com base nas orientações supramencionadas, calcule o volume de um depósito retangular, com as seguintes medições (Comprimento: 250 cm; Largura: 100 cm; Altura: 80 cm) que precisa receber o larvicida em questão, e, em seguida, marque a resposta CORRETA sobre a dosagem de ingrediente ativo que deve ser utilizada.
Com base nas orientações supramencionadas, calcule o volume de um depósito retangular, com as seguintes medições (Comprimento: 250 cm; Largura: 100 cm; Altura: 80 cm) que precisa receber o larvicida em questão, e, em seguida, marque a resposta CORRETA sobre a dosagem de ingrediente ativo que deve ser utilizada.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O combate ao Aedes aegypti pode ser feito também pela aplicação de produtos químicos ou biológicos. Sobre este tipo de tratamento,
analise as alternativas a seguir:
I- O Tratamento Focal consiste na aplicação de um produto larvicida nos depósitos positivos para formas imaturas de mosquitos, que não possam ser eliminados mecanicamente.
II- Durante o tratamento a Ultrabaixo Volume – UBV, são exigidos cuidados no sentido de que o operador esteja protegido e o inseticida não seja posto em contato com pessoas, pássaros, outros animais domésticos e alimentos. Não deve ser aplicado na parte interna de depósitos cuja finalidade é armazenar água destinada ao consumo humano.
III- O uso do tratamento perifocal deve ser restrito a epidemias, como forma complementar para promover a rápida interrupção da transmissão de dengue ou de febre amarela, de preferência associado a mutirão de limpeza e eliminação de depósitos.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
I- O Tratamento Focal consiste na aplicação de um produto larvicida nos depósitos positivos para formas imaturas de mosquitos, que não possam ser eliminados mecanicamente.
II- Durante o tratamento a Ultrabaixo Volume – UBV, são exigidos cuidados no sentido de que o operador esteja protegido e o inseticida não seja posto em contato com pessoas, pássaros, outros animais domésticos e alimentos. Não deve ser aplicado na parte interna de depósitos cuja finalidade é armazenar água destinada ao consumo humano.
III- O uso do tratamento perifocal deve ser restrito a epidemias, como forma complementar para promover a rápida interrupção da transmissão de dengue ou de febre amarela, de preferência associado a mutirão de limpeza e eliminação de depósitos.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container