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Foram encontradas 80 questões.

3047482 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São Paulo-SP

Leia o poema de Álvares de Azevedo para responder às questões de números 07 e 08.

Dinheiro

Sem ele não há cova! quem enterra

Assim grátis, a Deo? O batizado

Também custa dinheiro. Quem namora

Sem pagar as pratinhas ao Mercúrio?

Demais, as Danáes também o adoram...

Quem imprime seus versos, quem passeia,

Quem sobe a deputado, até ministro,

Quem é mesmo eleitor, embora sábio,

Embora gênio, talentosa fronte,

Alma romana, se não tem dinheiro?

Fora a canalha de vazios bolsos!

(Álvares de Azevedo, Lira dos Vinte Anos)

As palavras destacadas nos versos do poema que pertencem à mesma classe gramatical são:

 

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3047481 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São Paulo-SP

Leia o poema de Álvares de Azevedo para responder às questões de números 07 e 08.

Dinheiro

Sem ele não há cova! quem enterra

Assim grátis, a Deo? O batizado

Também custa dinheiro. Quem namora

Sem pagar as pratinhas ao Mercúrio?

Demais, as Danáes também o adoram...

Quem imprime seus versos, quem passeia,

Quem sobe a deputado, até ministro,

Quem é mesmo eleitor, embora sábio,

Embora gênio, talentosa fronte,

Alma romana, se não tem dinheiro?

Fora a canalha de vazios bolsos!

(Álvares de Azevedo, Lira dos Vinte Anos)

No poema, a intenção do eu lírico é

 

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3047480 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São Paulo-SP

Leia o texto para responder às questões de números 02 a 06.

O incômodo lembrete do Tesouro

O governo terá de arrecadar R$ 162,4 bilhões a mais para cumprir a ambiciosa meta de zerar o déficit primário no ano que vem. A projeção não é de especialistas, mas da própria Secretaria do Tesouro Nacional, que divulgou a versão mais recente do Relatório de Projeções Fiscais. O cenário apresentado pelos técnicos resume o tamanho do desafio que o governo terá se quiser realmente cumprir os objetivos definidos por seu próprio arcabouço fiscal, o que requer rever gastos e não contar com receitas que caiam do céu.

A divulgação do relatório traz um pouco de realidade para o cenário macroeconômico, marcado por boas notícias nas últimas semanas. Depois de meses de inflação elevada, o País finalmente registrou uma deflação de 0,08% no mês de junho. Ainda que pontual, o resultado animou economistas e já há quem preveja o IPCA bem mais próximo do teto da meta no fim deste ano. Puxado, sobretudo, pelo agronegócio, o Produto Interno Bruto cresceu 1,9% no primeiro trimestre, elevando as estimativas de crescimento da economia do mercado para 2,19%, segundo o mais recente Boletim Focus, e 2%, segundo o Banco Central.

A aprovação da reforma tributária pela Câmara, por sua vez, trouxe otimismo em relação ao futuro. Embora não tenha efeitos diretos ou imediatos e ainda precise passar pelo crivo do Senado, a perspectiva de simplificação do sistema tributário delineou um cenário de otimismo, em que se antevê um ambiente mais favorável aos negócios, à produção e aos investimentos.

Nesse sentido, o relatório do Tesouro Nacional traz um importante lembrete ao governo: ainda há muito a ser feito na área fiscal, e desde já. O arcabouço já havia sido criticado por uma certa frouxidão e por depender majoritariamente da recuperação de receitas. Mas, ainda que todas as medidas anunciadas pelo Ministério da Fazenda alcancem os resultados almejados, será necessário um esforço ainda maior – e permanente – por parte do governo para atingir as metas fiscais nos próximos anos.

Não há escolha fácil. O contingenciamento de despesas discricionárias foi limitado pelo Congresso, e há muitos gastos já contratados para os próximos anos, como o passivo de precatórios, o avanço das emendas parlamentares, a política de valorização do salário mínimo e a retomada dos mínimos constitucionais para as áreas de saúde e educação, de 15% da receita corrente líquida e de 18% da receita líquida de impostos, respectivamente.

(Opinião. https://www.estadao.com.br/opiniao, 14.07.2023. Adaptado)

Considere as passagens:

• O governo terá de arrecadar R$ 162,4 bilhões a mais para cumprir a ambiciosa meta de zerar o déficit primário no ano que vem. (1º parágrafo)

Embora não tenha efeitos diretos ou imediatos e ainda precise passar pelo crivo do Senado... (3º parágrafo)

• O arcabouço já havia sido criticado por uma certa frouxidão... (4º parágrafo)

Sem prejuízo de sentido ao texto original e em conformidade com a norma-padrão, as expressões destacadas podem ser substituídas, respectivamente, por:

 

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3047479 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São Paulo-SP

Leia o texto para responder às questões de números 02 a 06.

O incômodo lembrete do Tesouro

O governo terá de arrecadar R$ 162,4 bilhões a mais para cumprir a ambiciosa meta de zerar o déficit primário no ano que vem. A projeção não é de especialistas, mas da própria Secretaria do Tesouro Nacional, que divulgou a versão mais recente do Relatório de Projeções Fiscais. O cenário apresentado pelos técnicos resume o tamanho do desafio que o governo terá se quiser realmente cumprir os objetivos definidos por seu próprio arcabouço fiscal, o que requer rever gastos e não contar com receitas que caiam do céu.

A divulgação do relatório traz um pouco de realidade para o cenário macroeconômico, marcado por boas notícias nas últimas semanas. Depois de meses de inflação elevada, o País finalmente registrou uma deflação de 0,08% no mês de junho. Ainda que pontual, o resultado animou economistas e já há quem preveja o IPCA bem mais próximo do teto da meta no fim deste ano. Puxado, sobretudo, pelo agronegócio, o Produto Interno Bruto cresceu 1,9% no primeiro trimestre, elevando as estimativas de crescimento da economia do mercado para 2,19%, segundo o mais recente Boletim Focus, e 2%, segundo o Banco Central.

A aprovação da reforma tributária pela Câmara, por sua vez, trouxe otimismo em relação ao futuro. Embora não tenha efeitos diretos ou imediatos e ainda precise passar pelo crivo do Senado, a perspectiva de simplificação do sistema tributário delineou um cenário de otimismo, em que se antevê um ambiente mais favorável aos negócios, à produção e aos investimentos.

Nesse sentido, o relatório do Tesouro Nacional traz um importante lembrete ao governo: ainda há muito a ser feito na área fiscal, e desde já. O arcabouço já havia sido criticado por uma certa frouxidão e por depender majoritariamente da recuperação de receitas. Mas, ainda que todas as medidas anunciadas pelo Ministério da Fazenda alcancem os resultados almejados, será necessário um esforço ainda maior – e permanente – por parte do governo para atingir as metas fiscais nos próximos anos.

Não há escolha fácil. O contingenciamento de despesas discricionárias foi limitado pelo Congresso, e há muitos gastos já contratados para os próximos anos, como o passivo de precatórios, o avanço das emendas parlamentares, a política de valorização do salário mínimo e a retomada dos mínimos constitucionais para as áreas de saúde e educação, de 15% da receita corrente líquida e de 18% da receita líquida de impostos, respectivamente.

(Opinião. https://www.estadao.com.br/opiniao, 14.07.2023. Adaptado)

O mercado um cenário menos animador para a economia do país. Agora, com a deflação, já há economistas que o IPCA bem mais próximo do teto da meta no fim deste ano. Graças agronegócio, eles estimam o crescimento da economia de mercado chegará 2,19%.

De acordo com a norma-padrão, as lacunas do enunciado devem ser preenchidas, respectivamente, com:

 

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3047478 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São Paulo-SP

Leia o texto para responder às questões de números 02 a 06.

O incômodo lembrete do Tesouro

O governo terá de arrecadar R$ 162,4 bilhões a mais para cumprir a ambiciosa meta de zerar o déficit primário no ano que vem. A projeção não é de especialistas, mas da própria Secretaria do Tesouro Nacional, que divulgou a versão mais recente do Relatório de Projeções Fiscais. O cenário apresentado pelos técnicos resume o tamanho do desafio que o governo terá se quiser realmente cumprir os objetivos definidos por seu próprio arcabouço fiscal, o que requer rever gastos e não contar com receitas que caiam do céu.

A divulgação do relatório traz um pouco de realidade para o cenário macroeconômico, marcado por boas notícias nas últimas semanas. Depois de meses de inflação elevada, o País finalmente registrou uma deflação de 0,08% no mês de junho. Ainda que pontual, o resultado animou economistas e já há quem preveja o IPCA bem mais próximo do teto da meta no fim deste ano. Puxado, sobretudo, pelo agronegócio, o Produto Interno Bruto cresceu 1,9% no primeiro trimestre, elevando as estimativas de crescimento da economia do mercado para 2,19%, segundo o mais recente Boletim Focus, e 2%, segundo o Banco Central.

A aprovação da reforma tributária pela Câmara, por sua vez, trouxe otimismo em relação ao futuro. Embora não tenha efeitos diretos ou imediatos e ainda precise passar pelo crivo do Senado, a perspectiva de simplificação do sistema tributário delineou um cenário de otimismo, em que se antevê um ambiente mais favorável aos negócios, à produção e aos investimentos.

Nesse sentido, o relatório do Tesouro Nacional traz um importante lembrete ao governo: ainda há muito a ser feito na área fiscal, e desde já. O arcabouço já havia sido criticado por uma certa frouxidão e por depender majoritariamente da recuperação de receitas. Mas, ainda que todas as medidas anunciadas pelo Ministério da Fazenda alcancem os resultados almejados, será necessário um esforço ainda maior – e permanente – por parte do governo para atingir as metas fiscais nos próximos anos.

Não há escolha fácil. O contingenciamento de despesas discricionárias foi limitado pelo Congresso, e há muitos gastos já contratados para os próximos anos, como o passivo de precatórios, o avanço das emendas parlamentares, a política de valorização do salário mínimo e a retomada dos mínimos constitucionais para as áreas de saúde e educação, de 15% da receita corrente líquida e de 18% da receita líquida de impostos, respectivamente.

(Opinião. https://www.estadao.com.br/opiniao, 14.07.2023. Adaptado)

Considere as passagens:

• Embora não tenha efeitos diretos ou imediatos e ainda precise passar pelo crivo do Senado... (3º parágrafo)

• ... e por depender majoritariamente da recuperação de receitas. (4º parágrafo)

• O contingenciamento de despesas discricionárias foi limitado pelo Congresso... (5º parágrafo)

Os termos destacados significam, correta e respectivamente:

 

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3047477 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São Paulo-SP

Leia o texto para responder às questões de números 02 a 06.

O incômodo lembrete do Tesouro

O governo terá de arrecadar R$ 162,4 bilhões a mais para cumprir a ambiciosa meta de zerar o déficit primário no ano que vem. A projeção não é de especialistas, mas da própria Secretaria do Tesouro Nacional, que divulgou a versão mais recente do Relatório de Projeções Fiscais. O cenário apresentado pelos técnicos resume o tamanho do desafio que o governo terá se quiser realmente cumprir os objetivos definidos por seu próprio arcabouço fiscal, o que requer rever gastos e não contar com receitas que caiam do céu.

A divulgação do relatório traz um pouco de realidade para o cenário macroeconômico, marcado por boas notícias nas últimas semanas. Depois de meses de inflação elevada, o País finalmente registrou uma deflação de 0,08% no mês de junho. Ainda que pontual, o resultado animou economistas e já há quem preveja o IPCA bem mais próximo do teto da meta no fim deste ano. Puxado, sobretudo, pelo agronegócio, o Produto Interno Bruto cresceu 1,9% no primeiro trimestre, elevando as estimativas de crescimento da economia do mercado para 2,19%, segundo o mais recente Boletim Focus, e 2%, segundo o Banco Central.

A aprovação da reforma tributária pela Câmara, por sua vez, trouxe otimismo em relação ao futuro. Embora não tenha efeitos diretos ou imediatos e ainda precise passar pelo crivo do Senado, a perspectiva de simplificação do sistema tributário delineou um cenário de otimismo, em que se antevê um ambiente mais favorável aos negócios, à produção e aos investimentos.

Nesse sentido, o relatório do Tesouro Nacional traz um importante lembrete ao governo: ainda há muito a ser feito na área fiscal, e desde já. O arcabouço já havia sido criticado por uma certa frouxidão e por depender majoritariamente da recuperação de receitas. Mas, ainda que todas as medidas anunciadas pelo Ministério da Fazenda alcancem os resultados almejados, será necessário um esforço ainda maior – e permanente – por parte do governo para atingir as metas fiscais nos próximos anos.

Não há escolha fácil. O contingenciamento de despesas discricionárias foi limitado pelo Congresso, e há muitos gastos já contratados para os próximos anos, como o passivo de precatórios, o avanço das emendas parlamentares, a política de valorização do salário mínimo e a retomada dos mínimos constitucionais para as áreas de saúde e educação, de 15% da receita corrente líquida e de 18% da receita líquida de impostos, respectivamente.

(Opinião. https://www.estadao.com.br/opiniao, 14.07.2023. Adaptado)

O título do texto permite afirmar que

 

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Um projeto de investimento com vida útil de dois anos prevê investimento de R$ 1.200 na data inicial, um fluxo de caixa de R$ 840 após o primeiro ano e R$ 720 após o segundo ano. Não há valor residual. A taxa interna de retorno (TIR) do projeto é:

 

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Um empréstimo de R$ 1.200 deve ser pago em 5 prestações pelo SAC (sistema de amortização constante), a uma taxa de juros de 5% a.m. A diferença entre a primeira e a última prestação será de

 

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Por um título que iria vencer em 120 dias, uma empresa conseguiu, em uma operação de desconto comercial, o valor de R$ 600. Sabendo-se que a taxa de desconto utilizada na operação foi 120% a.a., o valor de face do título, é:

 

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Se, em um certo país, a inflação em 2021 foi 100%, enquanto em 2022 foi 200%, a inflação acumulada nesse país no biênio 2021-2022 foi:

 

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