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Foram encontradas 1.836 questões.

No Estado do Rio de Janeiro, não integra a mesma região de governo do município de Saquarema o município de:

 

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2239808 Ano: 2015
Disciplina: Educação Física
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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Nos pacientes coronariopatas em fase avançada, as adaptações induzidas pelo treinamento físico são negligenciáveis no volume de ejeção máximo e no débito cardíaco. Entretanto, ainda são possíveis algumas melhoras na tolerância ao exercício e na capacidade aeróbia, devido a uma melhor capacidade no músculo esquelético para receber e utilizar o oxigênio. Essa resposta é denominada:

 

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2239807 Ano: 2015
Disciplina: Arquitetura
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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A tabela seguinte apresenta a composição de custo unitário do serviço de “Execução de alvenaria de bloco de concreto”

Insumo

Unidade Índice Custo Unitário (R$)

Custo Total (R$)

Pedreiro

H 0,90 13,00 11,70

Servente

H 1,15 7,00 8,05

Bloco

un 35 3,20 112,00

Areia

m3 0,015 98,00 1,47

Cimento

Kg 3,2 1,56

4,99

Total

138,21

Com base nesses dados, é correto afirmar:

 

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2239806 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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OS DIREITOS HUMANOS NAS ESCOLAS

Publicada pela Assembleia das Nações Unidas em 1948, na tentativa de cicatrizar as feridas abertas da Segunda Guerra Mundial, a Declaração Universal dos Direitos Humanos é, ao mesmo tempo, base sobre a qual se constroem as leis dos países e anseio distante para a realidade de boa parte do mundo. Nas escolas, ocorre algo similar: os direitos humanos fazem parte do currículo transversal obrigatório, mas são pouco lembrados no dia a dia.

“O perigo que se corre ao não praticar os direitos é que esses se transformem em letra morta”, afirma Flávia Schilling, livre-docente da USP. Para ela, as iniciativas sobre o assunto nas escolas são recentes, porque o Brasil só começou a se aproximar dos objetivos há poucos anos. “O direito à educação universal, por exemplo, só passou a ser efetivamente buscado no fim dos anos 1990”, comenta.

Contrária ao enquadramento do tema como disciplina ou conteúdo formal, Flávia sugere que a questão seja trabalhada em projetos, aulas interdisciplinares e aplicada ao cotidiano. Situações não faltam no contexto escolar. Em parceria com o Instituto Vladimir Herzog, a Prefeitura de São Paulo publicou no início do ano cinco livros que debatem temas como bullying, homofobia, autoritarismo e solidariedade.

Flávia, da USP, propõe também a consulta da Declaração Universal diante dos assuntos polêmicos. “Todas as lutas contemporâneas estão presentes aí”, diz. O artigo 16º, por exemplo, refere-se ao casamento: “Os homens e mulheres de maior idade, sem qualquer restrição de raça, nacionalidade ou religião, têm o direito de contrair matrimônio e fundar uma família. Gozam de iguais direitos em relação ao casamento, sua duração e sua dissolução. O casamento não será válido senão com o livre e pleno consentimento dos nubentes”. Para a especialista, o texto pode ser usado tanto para falar de feminismo, costumes e religiosidade em diferentes países, quanto de casais homossexuais. “Há uma necessária relação entre o discurso dos direitos e sua vivência”, afirma a pesquisadora. À escola, fica reservado o duplo papel de apresentar a teoria e buscá-la na prática.

Cinthia Rodrigues (Extraído de: cartafundamental)

No terceiro parágrafo, sugere-se que o bullying é:

 

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2239805 Ano: 2015
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ

Nos termos da Lei Orgânica Municipal, a contratação de servidores temporários será admitida quando:

 

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2239804 Ano: 2015
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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Question are based on the text below. Read the text and mark the correct alternative for each question.

ROBO-TEACHER IS COMING BUT DON’T EXPECT TO BE INSPIRED

INCREASING USE OF MACHINES IN THE CLASSROOM MEANS TEACHERS

WILL BE LESS IMPORTANT, OXFORD ACADEMIC WARNS

Robots could replace teachers as the primary source of information in classrooms around the world, according to a leading academic.

Michael Osborne, associate professor of machine learning at the University of Oxford, warned that the increasing use of machines in the classroom will mean that teachers will be less important when transmitting knowledge.

“Technology allows superior delivery of information,” said Prof Osborne.

“It seems pointless to have a teacher or lecturer standing in front of a classroom statically delivering content that might be better absorbed through online videos, thereby leaving the teacher time to engage with students in a more interactive fashion.”

He said, however, that teaching remained a long way from being fully automated because scientists were yet to develop artifi cial intelligence that could provide the emotional or pastoral guidance offered in most schools.

“Simply put, teachers render themselves safe from automation in engaging deeply with students, rather than teaching like a machine,” said Prof Osborne. “Machines still don’t have the same deep understanding of human society that teachers must rely on.

“In particular, the social intelligence required to monitor a classroom, or to inspire students struggling with a concept, is likely [to remain] beyond the scope of algorithms for at least 20 years.”

Apart from teachers having less prominence in the classroom, students would also have to take more control of their learning, he said.

Prof Osborne added: “Each student will have a device at their desk which will be delivering their content tailored to their interest and expertise, rather than everyone receiving the same material from the teacher in front of the class.”

Prof Osborne’s warning follows earlier research that he conducted with fellow Oxford academic Carl Benedikt Frey that concluded that those in highly creative jobs were less likely to be replaced in the next two decades.

The research, carried out for Nesta, the innovation charity, showed that 24 per cent of jobs in the UK were in creative industries – a higher percentage than in the US – and that nearly 90 per cent of workers in these industries were at little or no risk of being made redundant by technologies.

(Source: The Telegraph. June 1, 2015. Available

at: http://www.telegraph.co.uk/ education/educationnews/11642622/Ro

The extract “scientists were yet to develop artifi cial intelligence” corresponds in meaning to scientists:

 

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2239803 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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O DESMATAMENTO DA FLORESTA AMAZÔNICA

O desmatamento na Amazônia brasileira tem ocupado a agenda ambiental do país. No entanto, a problemática não se restringe apenas à Amazônia – todos os demais ecossistemas brasileiros sofrem com esse problema, em maior ou menor magnitude.

Há evidências de que a degradação florestal na Amazônia tem se ampliado nos últimos anos. Em setembro, foram registrados 587 quilômetros quadrados de novas áreas desmatadas, de acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Os dados mostram que uma área comparada a 60 mil campos de futebol está sendo desmatada, mensalmente, na Amazônia. Tais valores não somente preocupam, mas também representam uma perda econômica e ambiental imensa para a sociedade brasileira.

O processo de ocupação da Amazônia desencadeou uma série de fatores indutores do desmatamento, dos quais se pode citar a expansão da pecuária e da fronteira agrícola, a indústria madeireira, os projetos de colonização, a abertura de novas estradas e outras infraestruturas, o sistema de concessão de direito de posse, o aumento populacional, a especulação por terras e o crescimento econômico regional, entre outros.

Os madeireiros são apontados por muitos como os principais indutores do desmatamento, mas a eles só interessam as espécies de maior valor comercial da floresta. Na verdade, deve recair sobre outras atividades o ônus maior, pois elas mudam o uso do solo, trocando a área com floresta por agricultura, pastagem, infraestrutura, hidroelétricas etc.

A pergunta que não encontra resposta é: por que o desmatamento não cessa?

As razões são inúmeras, mas a principal é o baixo valor que a sociedade, como um todo, atribui à floresta. Esse baixo valor associado a uma série de políticas equivocadas leva ao crescente desmatamento.

Mas o desmatamento tem solução? Sim. A primeira medida seria inverter essa lógica perversa e atribuir maior valor à floresta. Para isso, incentivos fiscais e creditícios poderiam ser repassados aos proprietários que praticam a conservação e a preservação da área. As ações que promovam o uso sustentável da floresta, como manejo florestal, ecoturismo e outras, devem ser estimuladas financeiramente com capital a custo e prazos compatíveis.

A certificação também poderia ser uma forma de valorizar os produtos da Amazônia, pois atesta aos consumidores que os mesmos estão sendo produzidos de forma sustentável e em áreas que não foram desmatadas. Além disso, políticas tributárias deveriam ser implementadas para desestimular o avanço crescente das fronteiras agrícolas sobre a floresta – estas alcançam uma eficácia superior às práticas de fiscalização e controle atualmente adotadas pelos governos estaduais e federal.

Outro ponto: a atual legislação que atribui aos proprietários de áreas na região da Amazônia legal a responsabilidade de manter 80% como reserva legal deve ser revista. Como a floresta é um bem público e de interesse de todos, a responsabilidade de preservá-la não pode recair apenas sobre o proprietário. Para assegurar a preservação, o governo deveria retomar as áreas devolutas e, com isso, ampliar as unidades de conservação de uso direto e indireto na região, atingindo assim cifras de áreas protegidas superiores às atuais.

Por fim, mas não menos relevante, o desmatamento no Brasil tem sido tratado de forma empírica e sem fundamentação científica. A teoria do “achismo” predomina. Já passou do momento de o governo, por meio de suas agências de fomento à pesquisa (CNPq, Capes, Finep etc.), lançar editais conclamando a comunidade científica a participar e a encontrar soluções para este problema de enorme prejuízo ambiental, econômico e social à nação.

HUMBERTO ANGELO Jornal do Brasil, 06/11/2008

A palavra formada pela composição de dois radicais é:

 

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2239802 Ano: 2015
Disciplina: Legislação Tributária Municipal
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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Para os efeitos do imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana (IPTU), entende-se como zona urbana toda área em que existam melhoramentos indicados em pelo menos 2 (dois) dos critérios estabelecidos no Código Tributário Municipal, construídos ou mantidos pelo Poder Público, dentre os quais destaca-se:

 

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2239801 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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O DESMATAMENTO DA FLORESTA AMAZÔNICA

O desmatamento na Amazônia brasileira tem ocupado a agenda ambiental do país. No entanto, a problemática não se restringe apenas à Amazônia – todos os demais ecossistemas brasileiros sofrem com esse problema, em maior ou menor magnitude.

Há evidências de que a degradação florestal na Amazônia tem se ampliado nos últimos anos. Em setembro, foram registrados 587 quilômetros quadrados de novas áreas desmatadas, de acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Os dados mostram que uma área comparada a 60 mil campos de futebol está sendo desmatada, mensalmente, na Amazônia. Tais valores não somente preocupam, mas também representam uma perda econômica e ambiental imensa para a sociedade brasileira.

O processo de ocupação da Amazônia desencadeou uma série de fatores indutores do desmatamento, dos quais se pode citar a expansão da pecuária e da fronteira agrícola, a indústria madeireira, os projetos de colonização, a abertura de novas estradas e outras infraestruturas, o sistema de concessão de direito de posse, o aumento populacional, a especulação por terras e o crescimento econômico regional, entre outros.

Os madeireiros são apontados por muitos como os principais indutores do desmatamento, mas a eles só interessam as espécies de maior valor comercial da floresta. Na verdade, deve recair sobre outras atividades o ônus maior, pois elas mudam o uso do solo, trocando a área com floresta por agricultura, pastagem, infraestrutura, hidroelétricas etc.

A pergunta que não encontra resposta é: por que o desmatamento não cessa?

As razões são inúmeras, mas a principal é o baixo valor que a sociedade, como um todo, atribui à floresta. Esse baixo valor associado a uma série de políticas equivocadas leva ao crescente desmatamento.

Mas o desmatamento tem solução? Sim. A primeira medida seria inverter essa lógica perversa e atribuir maior valor à floresta. Para isso, incentivos fiscais e creditícios poderiam ser repassados aos proprietários que praticam a conservação e a preservação da área. As ações que promovam o uso sustentável da floresta, como manejo florestal, ecoturismo e outras, devem ser estimuladas financeiramente com capital a custo e prazos compatíveis.

A certificação também poderia ser uma forma de valorizar os produtos da Amazônia, pois atesta aos consumidores que os mesmos estão sendo produzidos de forma sustentável e em áreas que não foram desmatadas. Além disso, políticas tributárias deveriam ser implementadas para desestimular o avanço crescente das fronteiras agrícolas sobre a floresta – estas alcançam uma eficácia superior às práticas de fiscalização e controle atualmente adotadas pelos governos estaduais e federal.

Outro ponto: a atual legislação que atribui aos proprietários de áreas na região da Amazônia legal a responsabilidade de manter 80% como reserva legal deve ser revista. Como a floresta é um bem público e de interesse de todos, a responsabilidade de preservá-la não pode recair apenas sobre o proprietário. Para assegurar a preservação, o governo deveria retomar as áreas devolutas e, com isso, ampliar as unidades de conservação de uso direto e indireto na região, atingindo assim cifras de áreas protegidas superiores às atuais.

Por fim, mas não menos relevante, o desmatamento no Brasil tem sido tratado de forma empírica e sem fundamentação científica. A teoria do “achismo” predomina. Já passou do momento de o governo, por meio de suas agências de fomento à pesquisa (CNPq, Capes, Finep etc.), lançar editais conclamando a comunidade científica a participar e a encontrar soluções para este problema de enorme prejuízo ambiental, econômico e social à nação.

HUMBERTO ANGELO Jornal do Brasil, 06/11/2008

Dentre os fatores apontados no texto como indutores do desmatamento, pode-se citar:

 

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2239800 Ano: 2015
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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O ruído de frequência relativamente alta que é produzido por vibrações transitórias ou altamente instáveis, resulta de condições laríngeas que reduzem a vibração das pregas vocais causando uma voz:

 

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