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2239778 Ano: 2015
Disciplina: Serviço Social
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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De acordo com os Parâmetros para a atuação de Assistentes Sociais na Política de Assistência Social, propostos pelo Conselho Federal de Serviço Social, as competências específicas dos/das assistentes sociais abrangem diversas dimensões interventivas, complementares e indissociáveis. No que se refere à dimensão que engloba as abordagens individuais, familiares ou grupais na perspectiva de atendimento às necessidades básicas e acesso aos direitos, bens e equipamentos públicos, pode-se considerar que essa dimensão:

 

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2239777 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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O DESMATAMENTO DA FLORESTA AMAZÔNICA

O desmatamento na Amazônia brasileira tem ocupado a agenda ambiental do país. No entanto, a problemática não se restringe apenas à Amazônia – todos os demais ecossistemas brasileiros sofrem com esse problema, em maior ou menor magnitude.

Há evidências de que a degradação florestal na Amazônia tem se ampliado nos últimos anos. Em setembro, foram registrados 587 quilômetros quadrados de novas áreas desmatadas, de acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Os dados mostram que uma área comparada a 60 mil campos de futebol está sendo desmatada, mensalmente, na Amazônia. Tais valores não somente preocupam, mas também representam uma perda econômica e ambiental imensa para a sociedade brasileira.

O processo de ocupação da Amazônia desencadeou uma série de fatores indutores do desmatamento, dos quais se pode citar a expansão da pecuária e da fronteira agrícola, a indústria madeireira, os projetos de colonização, a abertura de novas estradas e outras infraestruturas, o sistema de concessão de direito de posse, o aumento populacional, a especulação por terras e o crescimento econômico regional, entre outros.

Os madeireiros são apontados por muitos como os principais indutores do desmatamento, mas a eles só interessam as espécies de maior valor comercial da floresta. Na verdade, deve recair sobre outras atividades o ônus maior, pois elas mudam o uso do solo, trocando a área com floresta por agricultura, pastagem, infraestrutura, hidroelétricas etc.

A pergunta que não encontra resposta é: por que o desmatamento não cessa?

As razões são inúmeras, mas a principal é o baixo valor que a sociedade, como um todo, atribui à floresta. Esse baixo valor associado a uma série de políticas equivocadas leva ao crescente desmatamento.

Mas o desmatamento tem solução? Sim. A primeira medida seria inverter essa lógica perversa e atribuir maior valor à floresta. Para isso, incentivos fiscais e creditícios poderiam ser repassados aos proprietários que praticam a conservação e a preservação da área. As ações que promovam o uso sustentável da floresta, como manejo florestal, ecoturismo e outras, devem ser estimuladas financeiramente com capital a custo e prazos compatíveis.

A certificação também poderia ser uma forma de valorizar os produtos da Amazônia, pois atesta aos consumidores que os mesmos estão sendo produzidos de forma sustentável e em áreas que não foram desmatadas. Além disso, políticas tributárias deveriam ser implementadas para desestimular o avanço crescente das fronteiras agrícolas sobre a floresta – estas alcançam uma eficácia superior às práticas de fiscalização e controle atualmente adotadas pelos governos estaduais e federal.

Outro ponto: a atual legislação que atribui aos proprietários de áreas na região da Amazônia legal a responsabilidade de manter 80% como reserva legal deve ser revista. Como a floresta é um bem público e de interesse de todos, a responsabilidade de preservá-la não pode recair apenas sobre o proprietário. Para assegurar a preservação, o governo deveria retomar as áreas devolutas e, com isso, ampliar as unidades de conservação de uso direto e indireto na região, atingindo assim cifras de áreas protegidas superiores às atuais.

Por fim, mas não menos relevante, o desmatamento no Brasil tem sido tratado de forma empírica e sem fundamentação científica. A teoria do “achismo” predomina. Já passou do momento de o governo, por meio de suas agências de fomento à pesquisa (CNPq, Capes, Finep etc.), lançar editais conclamando a comunidade científica a participar e a encontrar soluções para este problema de enorme prejuízo ambiental, econômico e social à nação.

HUMBERTO ANGELO Jornal do Brasil, 06/11/2008

A seguinte medida poderia assegurar a preservação da Amazônia, de acordo com o texto:

 

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2239776 Ano: 2015
Disciplina: Psicologia
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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Segundo Visca, a matriz de pensamento diagnóstico é constituída do trinômio: diagnóstico propriamente dito, prognóstico e indicações. Do diagnóstico propriamente dito fazem parte as explicações históricas e a- históricas. Esse autor considera que as explicações a-históricas são:

 

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2239775 Ano: 2015
Disciplina: Serviços Gerais
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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O alongamento miofascial para integração estrutural, sistema de massagem que combina a pressão profunda aos pontos deflagradores em músculos, é chamado de:

 

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2239774 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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O DESMATAMENTO DA FLORESTA AMAZÔNICA

O desmatamento na Amazônia brasileira tem ocupado a agenda ambiental do país. No entanto, a problemática não se restringe apenas à Amazônia – todos os demais ecossistemas brasileiros sofrem com esse problema, em maior ou menor magnitude.

Há evidências de que a degradação florestal na Amazônia tem se ampliado nos últimos anos. Em setembro, foram registrados 587 quilômetros quadrados de novas áreas desmatadas, de acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Os dados mostram que uma área comparada a 60 mil campos de futebol está sendo desmatada, mensalmente, na Amazônia. Tais valores não somente preocupam, mas também representam uma perda econômica e ambiental imensa para a sociedade brasileira.

O processo de ocupação da Amazônia desencadeou uma série de fatores indutores do desmatamento, dos quais se pode citar a expansão da pecuária e da fronteira agrícola, a indústria madeireira, os projetos de colonização, a abertura de novas estradas e outras infraestruturas, o sistema de concessão de direito de posse, o aumento populacional, a especulação por terras e o crescimento econômico regional, entre outros.

Os madeireiros são apontados por muitos como os principais indutores do desmatamento, mas a eles só interessam as espécies de maior valor comercial da floresta. Na verdade, deve recair sobre outras atividades o ônus maior, pois elas mudam o uso do solo, trocando a área com floresta por agricultura, pastagem, infraestrutura, hidroelétricas etc.

A pergunta que não encontra resposta é: por que o desmatamento não cessa?

As razões são inúmeras, mas a principal é o baixo valor que a sociedade, como um todo, atribui à floresta. Esse baixo valor associado a uma série de políticas equivocadas leva ao crescente desmatamento.

Mas o desmatamento tem solução? Sim. A primeira medida seria inverter essa lógica perversa e atribuir maior valor à floresta. Para isso, incentivos fiscais e creditícios poderiam ser repassados aos proprietários que praticam a conservação e a preservação da área. As ações que promovam o uso sustentável da floresta, como manejo florestal, ecoturismo e outras, devem ser estimuladas financeiramente com capital a custo e prazos compatíveis.

A certificação também poderia ser uma forma de valorizar os produtos da Amazônia, pois atesta aos consumidores que os mesmos estão sendo produzidos de forma sustentável e em áreas que não foram desmatadas. Além disso, políticas tributárias deveriam ser implementadas para desestimular o avanço crescente das fronteiras agrícolas sobre a floresta – estas alcançam uma eficácia superior às práticas de fiscalização e controle atualmente adotadas pelos governos estaduais e federal.

Outro ponto: a atual legislação que atribui aos proprietários de áreas na região da Amazônia legal a responsabilidade de manter 80% como reserva legal deve ser revista. Como a floresta é um bem público e de interesse de todos, a responsabilidade de preservá-la não pode recair apenas sobre o proprietário. Para assegurar a preservação, o governo deveria retomar as áreas devolutas e, com isso, ampliar as unidades de conservação de uso direto e indireto na região, atingindo assim cifras de áreas protegidas superiores às atuais.

Por fim, mas não menos relevante, o desmatamento no Brasil tem sido tratado de forma empírica e sem fundamentação científica. A teoria do “achismo” predomina. Já passou do momento de o governo, por meio de suas agências de fomento à pesquisa (CNPq, Capes, Finep etc.), lançar editais conclamando a comunidade científica a participar e a encontrar soluções para este problema de enorme prejuízo ambiental, econômico e social à nação.

HUMBERTO ANGELO Jornal do Brasil, 06/11/2008

No segundo parágrafo do texto, os dados apresentados estabelecem com a primeira frase a relação de:

 

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2239773 Ano: 2015
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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O movimento de terra em uma obra prevê a necessidade de escavação de 2.000m3 do terreno existente, com um volume de aterro subsequente (já compactado) de 500 m3. Sabendo-se que o empolamento do solo do terreno é de 40% e que o aterro pode ser realizado utilizando-se o mesmo material escavado, o volume de terra que deve ser transportado por caminhões para fora da obra, após a realização de todo o movimento de terra, será de:

 

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2239772 Ano: 2015
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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Question are based on the text below. Read the text and mark the correct alternative for each question.

ROBO-TEACHER IS COMING BUT DON’T EXPECT TO BE INSPIRED

INCREASING USE OF MACHINES IN THE CLASSROOM MEANS TEACHERS

WILL BE LESS IMPORTANT, OXFORD ACADEMIC WARNS

Robots could replace teachers as the primary source of information in classrooms around the world, according to a leading academic.

Michael Osborne, associate professor of machine learning at the University of Oxford, warned that the increasing use of machines in the classroom will mean that teachers will be less important when transmitting knowledge.

“Technology allows superior delivery of information,” said Prof Osborne.

“It seems pointless to have a teacher or lecturer standing in front of a classroom statically delivering content that might be better absorbed through online videos, thereby leaving the teacher time to engage with students in a more interactive fashion.”

He said, however, that teaching remained a long way from being fully automated because scientists were yet to develop artifi cial intelligence that could provide the emotional or pastoral guidance offered in most schools.

“Simply put, teachers render themselves safe from automation in engaging deeply with students, rather than teaching like a machine,” said Prof Osborne. “Machines still don’t have the same deep understanding of human society that teachers must rely on.

“In particular, the social intelligence required to monitor a classroom, or to inspire students struggling with a concept, is likely [to remain] beyond the scope of algorithms for at least 20 years.”

Apart from teachers having less prominence in the classroom, students would also have to take more control of their learning, he said.

Prof Osborne added: “Each student will have a device at their desk which will be delivering their content tailored to their interest and expertise, rather than everyone receiving the same material from the teacher in front of the class.”

Prof Osborne’s warning follows earlier research that he conducted with fellow Oxford academic Carl Benedikt Frey that concluded that those in highly creative jobs were less likely to be replaced in the next two decades.

The research, carried out for Nesta, the innovation charity, showed that 24 per cent of jobs in the UK were in creative industries – a higher percentage than in the US – and that nearly 90 per cent of workers in these industries were at little or no risk of being made redundant by technologies.

(Source: The Telegraph. June 1, 2015. Available

at: http://www.telegraph.co.uk/ education/educationnews/11642622/Ro

The word ‘their’ in “Each student will have a device at their desk…” is used in this case as a/an:

 

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2239771 Ano: 2015
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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Question are based on the text below. Read the text and mark the correct alternative for each question.

ROBO-TEACHER IS COMING BUT DON’T EXPECT TO BE INSPIRED

INCREASING USE OF MACHINES IN THE CLASSROOM MEANS TEACHERS

WILL BE LESS IMPORTANT, OXFORD ACADEMIC WARNS

Robots could replace teachers(d) as the primary source(b) of information in classrooms around the world, according to a leading academic.

Michael Osborne, associate professor of machine learning at the University of Oxford, warned that the increasing use of machines in the classroom will mean that teachers will be less important when transmitting knowledge.

“Technology allows superior delivery of information,” said Prof Osborne.

“It seems pointless to have a teacher or lecturer standing in front of a classroom statically delivering(d) content that might be better absorbed through online videos, thereby leaving the teacher time to engage with students in a more interactive fashion.”

He said, however, that teaching remained a long way from being fully automated because scientists were yet to develop artifi cial intelligence that could provide the emotional or pastoral guidance offered in most schools.

“Simply put, teachers render themselves safe from automation in engaging deeply with students, rather than teaching like a machine,” said Prof Osborne. “Machines still don’t have the same deep understanding of human society that teachers must rely on.

“In particular, the social intelligence required to monitor a classroom, or to inspire students struggling with a concept, is likely [to remain] beyond the scope of algorithms for at least 20 years.”(a)

Apart from teachers having less prominence in the classroom, students would also have to take more control of their learning, he said.

Prof Osborne added: “Each student will have a device at their desk which will be delivering their content tailored to their interest and expertise, rather than everyone receiving the same material from the teacher in front of the class.”

Prof Osborne’s warning follows earlier research that he conducted with fellow Oxford academic(c) Carl Benedikt Frey that concluded that those in highly creative jobs were less likely to be replaced in the next two decades.

The research, carried out for Nesta, the innovation charity, showed that 24 per cent of jobs in the UK were in creative industries – a higher percentage than in the US – and that nearly 90 per cent of workers in these industries were at little or no risk of being made redundant by technologies.

(Source: The Telegraph. June 1, 2015. Available

at: http://www.telegraph.co.uk/ education/educationnews/11642622/Ro

According to the “Longman Grammar of Spoken and Written English” (1999, p. 988), “collocations are associations between lexical words, so that the words co-occur more frequently than expected by chance”. One example of collocation from the text is:

 

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2239770 Ano: 2015
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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A figura abaixo apresenta um elemento (sem tampa) utilizado em instalações prediais de esgoto sanitário.

Enunciado 2622044-1

Esse elemento tem como função principal:

 

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2239769 Ano: 2015
Disciplina: Informática
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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Na internet é comum baixar arquivos de atualização dos softwares instalados, como no caso do Adobe Reader, necessário para a leitura de arquivos em formato PDF. A expressão “baixar arquivos” está relacionada diretamente ao seguinte termo:

 

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