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Em uma estrutura de oligopólio, quando cada empresa maximiza seus lucros de acordo com as expectativas que tem sobre a decisão de produção da outra empresa, ocorre:
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O Psicodiagnóstico Interventivo de orientação psicanalítica difere do Psicodiagnóstico Tradicional, entre outros aspectos, por não haver nele o estabelecimento sistemático de passos a serem seguidos e, consequentemente, por não definir com precisão o número de sessões após a primeira entrevista. O Psicodiagnóstico Interventivo não se organiza a partir de passos a serem seguidos, mas sim de eixos estruturantes, que são compartilhados pelo Psicodiagnóstico Compreensivo. Fazem parte desses eixos:
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Alves defende a inserção dos indivíduos com necessidades educacionais especiais na convivência social para o exercício da sua cidadania e acredita que se tem por obrigação lutar contra:
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A capacitação do professor é indispensável no processo de inclusão de deficientes no ensino regular. Alves (2009) relata que, para uma educação inclusiva mais efetiva:
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É um exemplo de zoonose causada por vírus:
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- Lei de Responsabilidade FiscalDespesa Pública (arts. 15 ao 24)Despesas com Pessoal e Seguridade Social (arts. 18 ao 24)
Conforme preconizado na legislação vigente, será considerado nulo de pleno direito o aumento dos salários dos servidores de um determinado município, concedido pelo prefeito, quando este ato for expedido, dentro do seguinte prazo, anterior ao final do seu mandato:
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A NBR 13532/95, no item 3.3 Etapas do projeto de arquitetura, indica que as etapas de execução da atividade técnica do projeto de arquitetura são as seguintes, na sequência indicada e respectivas siglas:
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TECNOLOGIA E INFÂNCIA COMBINAM?
Há tempos a relação entre crianças e tecnologia divide opiniões e concepções educativas de famílias e escolas. Mas se antes a questão resumia-se a deixar os pequenos assistirem ou não a tevê ou a horas despendidas diante do computador, hoje – em tempos de novas tecnologias e dispositivos móveis – o debate ganha maior complexidade e escala.
Um estudo americano, de 2013, revela que 38% das crianças com menos de 2 anos utilizavam gadgets1, ante 10%, em 2011. Na faixa etária de 2 a 4 anos, o índice subiu de 39% para 80% nesse mesmo intervalo de tempo e, de 5 a 8 anos, de 52% para 83%.
Dados como esses têm suscitado a seguinte questão: o uso prematuro de tecnologia benefi cia ou prejudica o desenvolvimento da criança? “Tudo depende do uso que pais e educadores fazem deles”, responde Andréa Jotta, psicóloga da PUC-SP. “Óbvio que se você oferecer aplicativos que estão de acordo com a faixa etária da criança isso vai despertar o interesse dela e até aí tudo bem. Mas começa a ser ruim quando algo da rotina dela passa a ser vinculado ao uso da tecnologia. Por exemplo, a criança só almoça ou só dorme depois que vê uma historinha no tablet”, explica.
Neurologista no Hospital Pequeno Príncipe, Antonio Carlos de Farias manifesta opinião semelhante. Para ele, não se trata de malefícios intrínsecos aos dispositivos eletrônicos, mas da quantidade de tempo que é despendido em seu uso. “É aquela história da diferença entre o remédio e o veneno. Tem de saber dosar, estabelecer um tempo adequado para cada faixa etária”, diz.
Para Luciano Meira, consultor em educação e multimídia do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (CESAR), longe de proibir o uso, o mais adequado é que pais e educadores possam apoiá-lo, orientá-lo. “É a mesma coisa com a tevê. Mas, pelo menos, no caso do tablet e outros aparelhos parecidos, há responsividade, uma arquitetura de engajamento, uma imersão em um ambiente mais dinâmico”, pondera. Segundo Meira, não se trata de dar um tablet na mão da criança e estabelecer um tempo de uso. “É preciso ter bom senso e não se apropriar da tecnologia de maneira aleatória, mas por meio de uma apropriação dialogada, que visa uma aprendizagem”, alerta.
Na escola, a preocupação deve ser a mesma. “A tecnologia é parte da rotina delas e isso é irreversível, não adianta nadar contra a maré. Eu não posso fazer uma dicotomia entre o que a criança vivencia lá fora e o que a escola apresenta. Essa dicotomia faz com que a criança se desmotive”, defende Quézia Bombonatto, psicopedagoga e diretora da Associação Brasileira de Psicopedagogia. Para ela, o ponto-chave da questão é o equilíbrio. “Quando eu coloco o tablet, por exemplo, como a única ferramenta a orientar o processo de alfabetização, isso não é legal. É bom que ela tenha a oportunidade de manusear essa ferramenta, mas uma criança de 3 anos precisa de outros estímulos psicomotores. É preciso prepará-la para a escrita, para segurar um lápis, fazer um recorte e explorar o espaço do papel.”
Essa preocupação é endossada por Rodrigo Nejm, diretor da SaferNet. “Temos acompanhado esse movimento de incorporação dos tablets na Educação Infantil e vemos que têm algumas escolas que fazem isso por uma questão de marketing, para apresentar isso como um diferencial”, conta. Apesar desses casos, Nejm apoia a tendência.
Entre as recomendações dos especialistas, está evitar o uso por mais de uma hora contínua. “Ficar três, quatro horas conectado direto é péssimo. No máximo, uma hora. Pode até ficar mais se fizer o uso em mais de um turno”, aconselha Farias. Outro aspecto que precisa ser considerado é o horário em que o dispositivo tecnológico é utilizado. Por exemplo, ficar no tablet antes de dormir causa estímulo visual excessivo, o que prejudica o sono. “Mas o mais importante é passar para as famílias e educadores que o tablet ou qualquer outro recurso tecnológico não são babá eletrônica. Ou seja, não pode cair naquela coisa de dar o aparelho quando precisam de silêncio”, aponta o neurologista.
Vocabulário: 1 gadgets: dispositivo com função específica e útil no cotidiano, a exemplo de celulares entre outros aparelhos.
Thais Paiva (cartafundamental.com.br)
No quinto parágrafo, a expressão “pelo menos” introduz a seguinte ideia:
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Na escola, um dos papeis do orientador educacional é zelar pela formação dos alunos como cidadãos. É, certamente, um profissional estratégico que precisa ver o aluno de forma integral. Morin afirma que o ser humano, assim como a sociedade, é multidimensional, sendo ao mesmo tempo:
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Apoiada na análise das interações sociais, Marinho- Araujo realizou um estudo etnográfico com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento de estratégias de atuação do psicólogo, no âmbito da escola, na condução das dificuldades surgidas durante o ato pedagógico de ensinar e aprender. Segundo a autora, a ênfase deve ser colocada nas relações interpessoais que ocorrem entre o professor e o aluno. Dessa forma, ao invés de falar de dificuldades de aprendizagem ou dificuldades de ensino, se deveria falar de dificuldades do processo de ensinar- aprender. Esse foco de análise privilegia:
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