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É um agente de doença associada à ingestão de peixe cru ou mal cozido contaminado:
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Assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, uma vantagem e uma desvantagem do mapeamento geológico pelo método de seções (traversing):
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Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
Na LDB, Lei nº 9.394/96, a Educação Especial deve ser oferecida preferencialmente na rede regular de ensino para educandos portadores de necessidades especiais. Em relação a esse tema, é correto afirmar que:
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A sociedade contemporânea vive a era do lazer, em que as viagens são uma forma de atividades mais apreciadas. O desejo de viajar foi incentivado, no século XIX, não somente pelo progresso dos meios de comunicação, fruto da Revolução Industrial, como também pela influência de homens ilustres da época, como Saint-Simon, Augusto Comte, Karl Marx, Stuart Mill, que pregavam a necessidade de os homens efetuarem não só trocas econômicas, mas também:
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“Alguém cantando ao longe,
longe Alguém cantando muito
Alguém cantando bem
Alguém cantando é bom de se ouvir...”
(Caetano Veloso)
Existem diferentes tipos de vozes masculinas e femininas que podem ser combinadas formando coros; os mais comuns são grupos mistos, formados pelas vozes:
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Disciplina: Engenharia Cartográfica
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
Um topógrafo realizou a medida de uma distância utilizando uma trena. Este tipo de medição pode ser classificado como sendo do tipo:
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Um aumento da demanda em um mercado competitivo:
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A ERA DAS GRANDES TRANSFORMAÇÕES
Vivemos na era das Grandes Transformações. Entre tantas, destaco apenas duas: a primeira no campo da economia e a segunda no campo da consciência.
A primeira na economia: começou partir de 1834 quando se consolidou a revolução industrial na Inglaterra. Consiste na passagem de uma economia de mercado para uma sociedade de mercado. Mercado sempre existiu na história da humanidade, mas nunca uma sociedade só de mercado. Quer dizer, a economia é o que conta, o resto deve servir a ela.
Diz-se que mercado deve ser livre e o Estado é visto como seu grande empecilho. Missão deste, na verdade, é ordenar com leis e normas a sociedade, também o campo econômico e coordenar a busca comum do bem comum. A Grande Transformação postula um Estado mínimo, limitado praticamente às questões ligadas à infraestrutura da sociedade, ao fisco e à segurança. Tudo o mais pertence e é regulado pelo mercado.
Tudo pode ser levado ao mercado como água potável, sementes, alimentos e até órgãos humanos. Esta mercantilização penetrou em todos os setores da sociedade: a saúde, a educação, o esporte, o mundo das artes e do entretenimento e até nos grupos importantes das religiões e das igrejas com seus programas de TV e de rádio.
Essa forma de organizar a sociedade unicamente ao redor dos interesses econômicos do mercado cindiu a humanidade de cima a baixo: um fosso enorme se criou entre os poucos ricos e os muitos pobres.
Essa voracidade encontrou o limite da própria Terra. Ela não possui todos os bens e serviços suficientes e renováveis. Não é um baú sem fundo. Tal fato dificulta senão impede a reprodução do sistema produtivista/capitalista. É sua crise.
Essa Transformação, por sua lógica interna, está se tornando biocida, ecocida e geocida. A vida corre risco e a Terra poderá não nos querer mais sobre ela, porque somos demasiadamente destruitivos.
A segunda Grande Transformação está se dando no campo da consciência. Na medida em que crescem os danos à natureza que afetam a qualidade de vida, cresce simultaneamente a consciência de que, na ordem de 90%, tais danos se devem à atividade irresponsável e irracional dos seres humanos, mais especificamente, daquelas elites de poder econômico, político, cultural e mediático que se constituem em grandes corporações multilaterais e que assumiram os rumos do mundo.
Temos, com urgência, que fazer alguma coisa que interrompa o percurso para o precipício. O primeiro estudo global foi feito em 1972. Revelou-se que ela está doente. A causa principal é o tipo de desenvolvimento que as sociedades assumiram. Ele acaba ultrapassando os limites de suportabilidade da natureza e da Terra. Temos que produzir, sim, para alimentar a humanidade. Mas de outro jeito, respeitando os ritmos da natureza e seus limites, permitindo que ela descanse e se refaça.
A reflexão ecológica se complexificou. Não se pode reduzi-la apenas à preservação do meio ambiente. A totalidade do sistema mundo está em jogo. Assim surgiu uma ecologia ambiental que tem como meta a qualidade de vida; uma ecologia social que visa um modo sustentável de vida (produção, distribuição, consumo e tratamento dos dejetos); uma ecologia mental que se propõe criticar preconceitos e visões de mundo hostis à vida e formular um novo design civilizatório, à base de princípios e de valores para uma nova forma de habitar a Casa Comum; e por fim uma ecologia integral que se dá conta de que a Terra é parte de um universo em evolução e que devemos viver em harmonia com o Todo, uno, complexo e carregado de propósito. Daí resulta a paz.
Se triunfar a consciência do cuidado e da nossa responsabilidade coletiva pela Terra e por nossa civilização, seguramente teremos ainda futuro.
Leonardo Boff (http://cartamaior.com.br/?/Coluna/A-era-das-grandes-transformacoes/33427)
O autor cria as palavras “biocida, ecocida e geocida”. Apresentadas nessa sequência, elas ressaltam a seguinte ideia:
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Em uma instalação de esgoto sanitário predial, o prolongamento do tubo de queda acima do ramal mais alto a ele ligado, e com extremidade superior situada acima da cobertura do prédio, aberta à atmosfera, é denominado:
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Diferentes lesões podem acometer os ossos da face, porém aquela que ocorre exclusivamente na mandíbula é:
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