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A figura abaixo apresenta o diagrama vertical da instalação de água fria de uma edificação.

Sobre essa instalação, responda à questão
A tubulação indicada pelo número 1 é conhecida como:
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QUEM RI DO QUÊ?
Uma das grandes contribuições da ciência linguística foi provar a existência de traços universais, presentes em todas as línguas humanas. E poderia ser diferente? Afinal, todos os humanos, apesar de diferenças externas, superficiais (cor da pele, formato dos olhos, textura do cabelo), são biologicamente uma única espécie, dotada das mesmas potencialidades cognitivas, já que o cérebro é o mesmo. Por isso, o grande Lévi-Strauss pôde elaborar uma antropologia que identificava o que há de comum, de similar e de universal nas culturas humanas, apesar das aparentes diferenças.
Com isso, aprendemos que as línguas passam pelas mesmas etapas em suas transformações. A mudança linguística é um processo sociocognitivo, isto é, ela se deve a fatores sociais (variação dialetal, contatos entre falantes de línguas diferentes etc.) e a processamentos mentais (analogia, reanálise, metáfora, metonímia, abdução etc.) e ocorre ininterruptamente. Só que ocorre, em cada língua, com ritmos diferentes.
Para o senso comum, porém, herdeiro de uma visão arcaica e pré- científica de linguagem, surgida no mundo grego no século III a.C., a mudança linguística representa a “corrupção” e a “degradação” da língua, sempre identificada exclusivamente com a língua escrita dos grandes escritores, como se não existisse a língua falada e como se a escrita não se manifestasse também em outros tipos e gêneros textuais.
Essa ideologia preconceituosa impede que as pessoas (inclusive profissionais da linguagem, professores de línguas e, algumas vezes, até linguistas!) percebam fenômenos interessantíssimos que servem (ou deveriam servir) de base para muitas deduções importantes sobre o funcionamento das línguas. A cegueira (e a surdez) linguística se enraizou profundamente na cultura ocidental e os cento e poucos anos de vida de uma verdadeira ciência da linguagem ainda não foram suficientes para abrir as mentes, os ouvidos e os olhos da maioria das pessoas sobre o assunto.
Os brasileiros vão estudar inglês e aprendem que nessa língua a morfologia verbal é simplíssima. No presente, a única forma diferente das outras é a da 3a pessoa do singular, que ganha um -s (he lives), enquanto as outras permanecem idênticas (I, you, we, they live). No passado, tudo fica exatamente igual (I, you, he, she, it, we, you they lived). Ninguém se assusta com isso, ninguém ri disso, e muitos até acham bom que seja assim, porque é mais fácil de aprender do que nas línguas (como o português, o alemão etc.) que têm uma morfologia verbal bem mais diversificada.
Qual é a reação, porém, desses mesmos brasileiros quando topam com algo do tipo eu morava, tu morava, ele morava, nós morava, vocês morava, eles morava? O riso, o deboche ou, no melhor dos casos, a compaixão pelos “infelizes caipiras” que “não sabem falar direito”, como se fossem menos inteligentes ou até menos humanos que os demais falantes. Ora, do ponto de vista exclusivamente estrutural, não há nada de melhor em I / you/ he / she / it/ we / you / they lived nem nada de pior em eu / tu / você / ele / ela / nós / a gente / vocês / eles / elas morava… O fenômeno linguístico é o mesmo, a recepção sociocultural do fenômeno — e só ela — é que é diferente. E é aí que a porca torce o rabo!
Marcos Bagno (Revista Caros Amigos)
Nos dois últimos parágrafos um mesmo fenômeno terá, segundo o autor, duas recepções distintas. Essa distinção na recepção do mesmo fenômeno se deve a:
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No encerramento do exercício, o balancete de verificação de uma empresa comercial apresentava as seguintes contas com seus respectivos saldos (valores em R$):
| Caixa | 7.000 | Fornecedores | 17.500 |
| Capital social | 13.000 | Receitas de vendas | 52.500 |
| Despesas de salários | 10.400 | Mercadorias | 10.000 |
| Móveis e utensílios | 7.000 | Clientes | 18.100 |
| Despesas gerais | 10.500 | Custos das mercadorias vendidas | 14.000 |
| Duplicatas descontadas | 10.000 | Veículos | 16.000 |
No referido demonstrativo, o valor total dos saldos das contas de naturezas devedoras era igual a:
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OS DIREITOS HUMANOS NAS ESCOLAS
Publicada pela Assembleia das Nações Unidas em 1948, na tentativa de cicatrizar as feridas abertas da Segunda Guerra Mundial, a Declaração Universal dos Direitos Humanos é, ao mesmo tempo, base sobre a qual se constroem as leis dos países e anseio distante para a realidade de boa parte do mundo. Nas escolas, ocorre algo similar: os direitos humanos fazem parte do currículo transversal obrigatório, mas são pouco lembrados no dia a dia.
“O perigo que se corre ao não praticar os direitos é que esses se transformem em letra morta”, afirma Flávia Schilling, livre-docente da USP. Para ela, as iniciativas sobre o assunto nas escolas são recentes, porque o Brasil só começou a se aproximar dos objetivos há poucos anos. “O direito à educação universal, por exemplo, só passou a ser efetivamente buscado no fim dos anos 1990”, comenta.
Contrária ao enquadramento do tema como disciplina ou conteúdo formal, Flávia sugere que a questão seja trabalhada em projetos, aulas interdisciplinares e aplicada ao cotidiano. Situações não faltam no contexto escolar. Em parceria com o Instituto Vladimir Herzog, a Prefeitura de São Paulo publicou no início do ano cinco livros que debatem temas como bullying, homofobia, autoritarismo e solidariedade.
Flávia, da USP, propõe também a consulta da Declaração Universal diante dos assuntos polêmicos. “Todas as lutas contemporâneas estão presentes aí”, diz. O artigo 16º, por exemplo, refere-se ao casamento: “Os homens e mulheres de maior idade, sem qualquer restrição de raça, nacionalidade ou religião, têm o direito de contrair matrimônio e fundar uma família. Gozam de iguais direitos em relação ao casamento, sua duração e sua dissolução. O casamento não será válido senão com o livre e pleno consentimento dos nubentes”. Para a especialista, o texto pode ser usado tanto para falar de feminismo, costumes e religiosidade em diferentes países, quanto de casais homossexuais. “Há uma necessária relação entre o discurso dos direitos e sua vivência”, afirma a pesquisadora. À escola, fica reservado o duplo papel de apresentar a teoria e buscá-la na prática.
Cinthia Rodrigues (Extraído de: cartafundamental)
“Para ela, as iniciativas sobre o assunto nas escolas são recentes”. No fragmento, “para” possui valor semântico de:
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A figura abaixo apresenta parte da planta de formas do pavimento-tipo de uma estrutura de concreto armado.

Quanto a essa estrutura, responda às questão.
A menor espessura admissível para as lajes maciças dessa estrutura, de acordo com a NBR 6118, vale:
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Os parâmetros da Sociedade Americana de Anestesiologia reproduzidos por Hockenberry & Wilson (2011) defi nem que, para se reduzir o risco de broncoaspiração pulmonar em crianças que serão submetidas à cirurgia com anestesia geral, o período mínimo de jejum para ingestão de refeições leves deve ser de:
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A postura ética do psicoterapeuta é fundamental no processo psicoterapêutico. Lourau fala do lugar em que o psicólogo se coloca, imprimindo um compromisso ético- político na sua prática cotidiana. Entretanto, são inúmeras as representações e os processos contra profissionais psicólogos, referindo-se a desvios éticos no relacionamento com o cliente. Segundo Ayres e Botelho, o psicoterapeuta deve ter, a priori, uma postura ética que demonstra:
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Robson é aluno surdo de uma escola pública no 7º ano do ensino fundamental. A professora de Ciências pede ao intérprete que permaneça próximo ao aluno enquanto ele realiza os exercícios sobre biodiversidade. Nesse caso, o intérprete deve adotar os seguintes procedimentos:
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A precisão das coordenadas obtidas por receptores GPS portáteis, em campo, na ordem de 10 a 15 metros, pode ser aumentada para aproximadamente 10 cm se forem utilizados:
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De acordo com Souza e Paiva (in Monteiro e Cupollilo, 2011), a avaliação está inserida num contexto sócio- histórico e, na área educacional, pode ser vista como uma permanente construção humana, efetivando-se a partir do desenvolvimento das atividades propostas, das relações entre a equipe pedagógica, os docentes e a comunidade envolvida. O estudo destacou que no processo de avaliação do ensino- aprendizagem na formação de professores de Educação Física alguns aspectos precisam ser repensados; entre eles destacam-se:
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