Foram encontradas 1.836 questões.
A doença hemolítica em adultos é uma patologia que acarreta níveis séricos elevados de hemoglobina, que é liberada das hemácias. Seu diagnóstico pode ser realizado por meio da análise bioquímica sanguínea da concentração de:
Provas
Disciplina: Engenharia Cartográfica
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
O tipo de levantamento topográfico cujo objetivo é obter tanto a posição dos pontos no plano como a sua cota é denominado:
Provas
As primeiras manifestações cênicas no Brasil, obra dos jesuítas, caracterizavam-se como instrumento de catequese. A forma teatral que melhor se ajustava aos objetivos dessas manifestações era o Auto, inspirada na seguinte herança histórica do teatro europeu:
Provas
A admissão de toda Itália à cidadania romana só foi obtida parcialmente e, mesmo assim, depois de uma guerra cruel. Este foi o único ponto implementado do vasto programa de determinada facção política romana. Na história do Estado Romano da Antiguidade, durante a época dos Gracos e após a morte deles, tal admissão, dentre outros itens de um programa de mudanças definido, fazia parte da plataforma política dos seguintes atores públicos:
Provas
A orientação da palma da mão é, por definição, a direção para a qual a palma da mão aponta na produção do sinal. Desse modo, a Libras apresenta:
Provas
Segundo Luckesi, a atividade de planejar deve ser resultado da contribuição de todos aqueles que compõem o corpo profissional da escola. Nessa concepção, a “atividade de planejar” é vista como um modo de dimensionar:
Provas
Os PCN – Arte definem critérios de avaliação para o ensino do Teatro
1- Compreender e estar habilitado para se expressar na linguagem dramática
2- Compreender o teatro como ação coletiva
3- Compreender e apreciar as diversas formas de teatro produzidas nas culturas Relacione cada um desses critérios às capacidades correspondentes:
( ) capacidade de observar e apreciar as diversas formas de teatro em espaços cênicos distintos
( ) identifica as informações recebidas, assimilando-as como fonte de conhecimento e cultura
( ) capacidade de atenção, concentração, observação e se enfrenta as situações que emergem nos jogos dramatizados.
( ) empenha-se na construção grupal do espaço cênico em todos os seus aspectos
A sequência correta é:
Provas
Quando se pede ao paciente para colocar um objeto na mão e através do toque este o reconhece, esse tipo de teste é chamado de:
Provas
Os nervos periféricos conduzem axônios dos corpos celulares do Sistema Nervoso Central para as placas motoras e sensoriais dos órgãos receptores. Após uma lesão de nervo periférico, podem ocorrer alterações motoras e sensitivas, de acordo com a distribuição anatômica do nervo acometido e do grau da lesão. Dessa forma, uma lesão no nervo radial é caracterizada pela:
Provas
O DESMATAMENTO DA FLORESTA AMAZÔNICA
O desmatamento na Amazônia brasileira tem ocupado a agenda ambiental do país. No entanto, a problemática não se restringe apenas à Amazônia – todos os demais ecossistemas brasileiros sofrem com esse problema, em maior ou menor magnitude.
Há evidências de que a degradação florestal na Amazônia tem se ampliado nos últimos anos. Em setembro, foram registrados 587 quilômetros quadrados de novas áreas desmatadas, de acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Os dados mostram que uma área comparada a 60 mil campos de futebol está sendo desmatada, mensalmente, na Amazônia. Tais valores não somente preocupam, mas também representam uma perda econômica e ambiental imensa para a sociedade brasileira.
O processo de ocupação da Amazônia desencadeou uma série de fatores indutores do desmatamento, dos quais se pode citar a expansão da pecuária e da fronteira agrícola, a indústria madeireira, os projetos de colonização, a abertura de novas estradas e outras infraestruturas, o sistema de concessão de direito de posse, o aumento populacional, a especulação por terras e o crescimento econômico regional, entre outros.
Os madeireiros são apontados por muitos como os principais indutores do desmatamento, mas a eles só interessam as espécies de maior valor comercial da floresta. Na verdade, deve recair sobre outras atividades o ônus maior, pois elas mudam o uso do solo, trocando a área com floresta por agricultura, pastagem, infraestrutura, hidroelétricas etc.
A pergunta que não encontra resposta é: por que o desmatamento não cessa?
As razões são inúmeras, mas a principal é o baixo valor que a sociedade, como um todo, atribui à floresta. Esse baixo valor associado a uma série de políticas equivocadas leva ao crescente desmatamento.
Mas o desmatamento tem solução? Sim. A primeira medida seria inverter essa lógica perversa e atribuir maior valor à floresta. Para isso, incentivos fiscais e creditícios poderiam ser repassados aos proprietários que praticam a conservação e a preservação da área. As ações que promovam o uso sustentável da floresta, como manejo florestal, ecoturismo e outras, devem ser estimuladas financeiramente com capital a custo e prazos compatíveis.
A certificação também poderia ser uma forma de valorizar os produtos da Amazônia, pois atesta aos consumidores que os mesmos estão sendo produzidos de forma sustentável e em áreas que não foram desmatadas. Além disso, políticas tributárias deveriam ser implementadas para desestimular o avanço crescente das fronteiras agrícolas sobre a floresta – estas alcançam uma eficácia superior às práticas de fiscalização e controle atualmente adotadas pelos governos estaduais e federal.
Outro ponto: a atual legislação que atribui aos proprietários de áreas na região da Amazônia legal a responsabilidade de manter 80% como reserva legal deve ser revista. Como a floresta é um bem público e de interesse de todos, a responsabilidade de preservá-la não pode recair apenas sobre o proprietário. Para assegurar a preservação, o governo deveria retomar as áreas devolutas e, com isso, ampliar as unidades de conservação de uso direto e indireto na região, atingindo assim cifras de áreas protegidas superiores às atuais.
Por fim, mas não menos relevante, o desmatamento no Brasil tem sido tratado de forma empírica e sem fundamentação científica. A teoria do “achismo” predomina. Já passou do momento de o governo, por meio de suas agências de fomento à pesquisa (CNPq, Capes, Finep etc.), lançar editais conclamando a comunidade científica a participar e a encontrar soluções para este problema de enorme prejuízo ambiental, econômico e social à nação.
HUMBERTO ANGELO Jornal do Brasil, 06/11/2008
O sufixo em “achismo” reforça a seguinte crítica a respeito do estudo do desmatamento:
Provas
Caderno Container