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Foram encontradas 328 questões.

2457148 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Sete Lagoas-MG
O resultado da operação 0,09x1,2 é igual a
 

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2456969 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Sete Lagoas-MG
Texto 2
Brasil, um país emergente
Eduardo de Freitas
O Brasil é um país subdesenvolvido industrializado. Isso significa que o país possui um sistema políticoeconômico vinculado ao capitalismo. Esse processo promove a apresentação, no país, da maioria das empresas da iniciativa privada que têm como principal finalidade a busca incessante de lucros. Dessa forma, o conjunto de atividades econômicas influencia diretamente na configuração da economia nacional.
A sociedade brasileira, como a maioria dos outros países capitalistas, é dividida em dois grupos distintos. De um lado, a burguesia, conjunto de pessoas que detêm os meios de produção (indústrias, empresas, fazendas, bancos etc.) e que acumulam capitais a partir dos lucros arrecadados em suas propriedades produtivas. Do outro lado fica a classe trabalhadora ou proletária, pessoas que vendem sua força de trabalho em troca de salário.
O Brasil, apesar de ser um país industrializado e capitalista, não se apresenta no centro do capitalismo mundial, pois se enquadra como uma economia dependente e periférica. No entanto, o país pode ser classificado como semiperiferia.
Essas características são provenientes do alto grau de dependência tecnológica e econômica, da fragilidade comercial em relação às grandes potências, da dívida externa, da grande quantidade de empresas multinacionais, da restrita elaboração de novas tecnologias e da grande reprodução de técnicas e tecnologias criadas em países centrais e de uma enorme disparidade social.
O Brasil apresenta economia dependente, apesar disso possui um alto índice de industrialização, com economia diversificada. Isso significa que a produção não se limita à produção agropecuária e à extração de minérios, existe também um complexo e completo parque industrial que produz aviões, automóveis, softwares e muito outros equipamentos modernos.
O Brasil não faz parte do grupo de países com pequenas economias e industrialização modesta, no qual se integram Uganda, Costa do Marfim, Paquistão, Bangladesh, Etiópia, Niger, Mali, Zaire, Bolívia, Haiti, entre outros. Já países como Argentina, México, África do Sul, Tigres asiáticos, Coreia do Sul, Taiwam, Malásia, Hong Kong, Indonésia, Índia e especialmente a China são prováveis potências mundiais.
Disponível em: <http://www.mundoeducacao.com/geografia/brasil-um-pais-emergente.htm>. Acesso em: 14 set. 2013
Segundo o texto, o Brasil se classifica como periférico porque
 

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2456898 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia de Alimentos
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Sete Lagoas-MG
O técnico em nutrição é responsável pela supervisão das atividades realizadas pelas merendeiras nas unidades escolares, nos núcleos e entidades filantrópicas. Nas visitas diárias, ele avalia a higiene local, pessoal e utensílios. Assinale alternativa que NÃO está de acordo com o Regulamento Técnico de Boas Práticas para Serviços de Alimentação.
 

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De acordo com o Estatuto da Criança e Adolescente 8069/90, a criança e o adolescente têm direito à educação, visando ao pleno desenvolvimento de sua pessoa, ao preparo para o exercício da cidadania e à qualificação para o trabalho.
Em relação aos direitos das crianças e adolescentes na escola, NÃO é correto afirmar que têm direito
 

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2456855 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Sete Lagoas-MG
INSTRUÇÃO: Carlos foi fazer uma viagem internacional. No avião, ele descobriu que os passageiros eram de quatro nacionalidades: argentina, brasileira, colombiana e dominicana, nas seguintes proporções: 20% de argentinos, 85% de não colombianos e 70% de não dominicanos. Observe o diagrama e responda à questão.
Enunciado 2823149-1
Qual a porcentagem de passageiros colombianos?
 

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2456719 Ano: 2013
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Sete Lagoas-MG
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O Estatuto da Criança e do Adolescente, no Art. 53, determina que a criança e o adolescente têm direito à educação, visando ao pleno desenvolvimento de sua pessoa, preparo para o exercício da cidadania e qualificação para o trabalho, assegurando-se -lhes todos os direitos, EXCETO
 

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2456682 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Sete Lagoas-MG
Considere um indivíduo cuja massa é 63 kg. Considerando o padrão de massa norte-americano, a libra, que equivale a aproximadamente 0,45kg, é CORRETO afirmar que esse indivíduo possui
 

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2456658 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Sete Lagoas-MG
Leia, atentamente, o texto para responder à questão.
SEM ESFORÇO E SEM EXEMPLO
Lya Luft
Não creio que a gente ande tão ruim de português por causa das redes sociais, dos torpedos no celular. Essa reclamação tem cheiro de mofo.
O interessante é que, embora digam que se lê pouco, as editoras vendem mais que nunca, bienais e feiras ficam lotadas, e mesmo assim não conseguimos nos expressar direito, nem oralmente nem por escrito. Se lemos mais, por que escrevemos e falamos mal?
Penso que, coisas verificadas há trinta anos em meus tempos de professora universitária, andamos com problema de raciocínio. Não aprendemos a pensar, observar, argumentar (qualquer esforço maior foi banido de muitas escolas), portanto não sabemos organizar nosso pensamento, muito menos expressá-lo por escrito ou mesmo falando. "Eu sei, mas não sei dizer", "Eu sei, mas não consigo escrever isso"" são frases ouvidas há muito tempo, tempo demais.
A exigência aos alunos baixou de nível assustadoramente, e com isso o ensino entrou em queda vertiginosa. Tudo deve parecer brincadeira. Na infância, ensinam a chamar as professoras de tias, coisa com que, pouco simpática, sempre impliquei: tias são parentes. Professoras, ou o carinhoso profes, ou pros, são pessoas que estão ali para cuidar, sim, mas também para educar já os bem pequenos. Modos à mesa, civilidade, dividir brinquedos, não morder nem bater, socializar-se enfim da maneira menos selvagem possível.
Depois, sim, devem educar e ensinar. Sala de aula é para trabalhar: pátio é para brincar. Não precisa ser sacrifício, mas dar uma sensação de coisa séria, produtiva e boa.
Por alguma razão, lá pela década de 60 inventamos — melhor: importamos — a ideia de que ensinar é antipático e aprender, ou estudar, é crueldade infligida pelos adultos. Tabuada, nem pensar. Ortografia, longe de nós. Notas, abolidas: agora só os vagos conceitos. Reprovação seria o anátema [a condenação]. É preciso esforçar-se, e caprichar, para ser reprovado.
Resultado: alunos saindo do ensino médio para a faculdade sem saber redigir uma página ou parágrafo coerente e em boa ortografia em seu próprio idioma!
O acesso à universidade, devido a esse baixo nível do ensino médio, reduziu-se a um facilitarismo assustador. Hordas de jovens entram na universidade sem o menor preparo. São os futuros bacharéis que não vão passar no exame da Ordem. Na medicina e na engenharia, o resultado pode ser catastrófico: ali se lida com vidas e construções. Em lugar de querer melhorar o nível desse ensino, cogita-se abolir o exame da Ordem. Outras providências desse tipo virão depois. Em vez de elevarmos o nível do ensino básico, vamos adotar o método da não reprovação. Em lugar de exigirmos mais no ensino médio, vamos deixar todos à vontade, pois com tantas cotas e outros recursos vão ingressar na universidade de qualquer jeito. Além do ensino e do aprendizado, facilitamos incrivelmente as coisas no nível da educação, isto é, comportamento, compostura, postura, respeito, civilidade.
Alunos comem, jogam no celular, conversam, riem na sala de aula — na presença do professor que tenta exercer sua dura profissão — como se estivessem no bar. Tente o professor impor autoridade, e possivelmente ele, não o aluno malcriado, será chamado pela direção e admoestado. Caso tenha sido mais severo, quem sabe será processado pelos pais.
Não estou inventando: nesta coluna não escreve a ficcionista, mas a observadora da realidade.
A continuar esse processo antieducação, e nos altos escalões o desfile de péssimos exemplos, impunidades, negociatas e deboches — além do desastroso resultado do julgamento do mensalão, apesar de firulas jurídicas —, teremos problemas bem interessantes nos próximos anos em matéria de dignidade e honradez. Pois tudo isso contamina o sentimento do povo que somos todos nós, e pior: desanima os jovens que precisam de liderança positiva.
Resta buscar ânimo em outras pastagens, para não desistir de ser um cidadão produtivo e decente.
Revista Veja, 06 de outubro de 2013.
São vocábulos monossílabos tônicos, EXCETO:
 

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2456604 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Sete Lagoas-MG
Texto 1
Nome sujo atrapalha no mercado de trabalho?
Breno Borges
Manchete nos principais jornais do país destacou uma decisão inédita do Superior Tribunal de Justiça (STJ) na terça-feira 06/08. Decisão do STJ facilita a inclusão de inadimplentes na Serasa. Dentre as diversas mudanças, o entendimento do STJ também exime a Serasa de notificar o devedor da inclusão do nome na lista por meio de carta registrada com aviso de recebimento – agora, pode ser por meio de carta comum.
E para o mercado de trabalho, restrições atrapalham na hora de conseguir o emprego?
Muitos já estão imaginando a justificativa mais ideal para o texto, que é: “Se eu estou desempregado, como posso pagar meus débitos?” Sem dúvida, esta seria a resposta ideal, mas não genérica a todas as situações, pois há dois tipos de inadimplentes, visto pela ótica do mercado de trabalho.
Tipo 01
É o inadimplente que, por diversos motivos particulares, sendo um deles o próprio desemprego, se complicou com seus compromissos financeiros, mas que assume seus débitos e busca de todos os meios uma negociação, para que em um determinado tempo possa honrar seus compromissos.
Tipo 02
É o verdadeiro irresponsável financeiro, que tem conhecimento dos seus débitos, mas não dá a mínima para as negociações e cobranças, muitas das vezes transparece que tem consciência de que vai comprar e propositalmente não pagar.
O que o tipo 02 às vezes não sabe é que, com o decorrer do tempo e o agravamento de seu histórico de inadimplências, ficará transparente para o mercado de trabalho a sua conduta de má-fé com os compromissos financeiros na sociedade, gerando assim uma barreira nos processos seletivos pertinentes a alguns setores e cargos no mercado de trabalho.
Quem mais pode sofrer essas consequências são os candidatos aos cargos e setores gerenciais, administrativos e financeiros, até porque é óbvio o motivo da recusa pelas empresas, se você tem uma conduta irresponsável não administrando sua própria vida financeira, imagina atuando como profissional!
É preciso deixar claro que nenhuma empresa pode discriminar um candidato que possui inadimplência, pois, com certeza, sofrerá as consequências da lei pertinente ao assunto, mas toda empresa pode escolher o perfil ideal dos candidatos que ocuparão seus cargos. Nesse perfil poderão estar inclusas suas responsabilidades como cidadão que honra com seus compromissos financeiros, sendo assim, uma análise e pesquisa responsável sobre a conduta dos seus futuros profissionais é comum.
Se você é do tipo 01, fique tranquilo, o mercado de trabalho também sabe; mas se você é do tipo 02 e pretende evoluir profissionalmente, trate de mudar seus hábitos e busque uma negociação para seus débitos, pois, se ainda não aconteceu, mais cedo ou mais tarde seu histórico de inadimplência que indique irresponsabilidades revelará quem você é para o mercado de trabalho, minguando oportunidades profissionais que você planejou por longos anos.
Para finalizar, a dica de hoje é: Cuide com intensidade das suas responsabilidades financeiras, assim como você cuida do seu aprimoramento profissional, sendo assim terá certeza de suas conquistas nas melhores oportunidades do mercado de trabalho. Lembre-se, o profissional é um conjunto que envolve toda uma preparação técnica e profissional, sem deixar de lado as melhores características do bom cidadão, o diálogo. A negociação ainda é o melhor caminho para lidar com a situação de modo geral.
BORGES, Breno. Nome sujo atrapalha no mercado de trabalho?
Disponível em: <http://www.setelagoas.com.br/setelagoas/ colunistas/breno-borges>. Acesso em: 14 set. 2013 (adaptado).
As palavras sublinhadas nas frases estão corretamente identificadas, pela ordem, EXCETO em:
 

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2456597 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Sete Lagoas-MG
TEXTO 1 (Parte 2)
Sócrates, via Platão (A República, Livro IX), defende que o homem que pratica o mal é o mais infeliz e escravizado de todos, pois está em conflito interno, em desarmonia consigo mesmo, perenemente acossado e paralisado por medos, remorsos e apetites incontroláveis, tendo uma existência desprezível, para sempre amarrado a alguém (sua própria consciência!) onisciente que o condena. Com o devido respeito ao filósofo de Atenas, nesse caso acredito que ele foi excessivamente otimista.
Hannah Arendt me parece ter chegado mais perto da compreensão da perversidade humana ao notar que esse desconforto interior do “pecador” pressupõe um diálogo interno, de cada pessoa com a sua consciência, que na verdade não ocorre com a frequência desejada por Sócrates. Escreve ela: “Tenho certeza de que os maiores males que conhecemos não se devem àquele que tem de confrontar-se consigo mesmo de novo, e cuja maldição é não poder esquecer. Os maiores malfeitores são aqueles que não se lembram porque nunca pensaram na questão”. E, para aqueles que cometem o mal em uma escala menor e o confrontam, Arendt relembra Kant, que sabia que “o desprezo por si próprio, ou melhor, o medo de ter de desprezar a si próprio, muitas vezes não funcionava, e a sua explicação era que o homem pode mentir para si mesmo”. Todo corrupto ou sonegador tem uma explicação, uma lógica para os seus atos, algo que justifique o porquê de uma determinada lei dever se aplicar a todos, sempre, mas não a ele(a.), ou pelo menos não naquele momento em que está cometendo o seu delito.
Cai por terra, assim, um dos poucos consolos das pessoas honestas: “Ah, mas pelo menos eu durmo tranquilo”. Os escroques também! Se eles tivessem dramas de consciência, se travassem um diálogo verdadeiro consigo e seu travesseiro, ou não teriam optado por sua “carreira” ou já teriam se suicidado. Esse diálogo consigo mesmo é fruto do que Freud chamou de superego: seguimos um comportamento moral porque ele nos foi inculcado por nossos pais, e renegá-lo seria correr o risco da perda do amor paterno.
Segundo o locutor do texto, Hannah Arendt parece ter chegado mais perto da perversidade humana porque notou, EXCETO que
 

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