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Sabe-se que, com 2 kg de farinha, 12 ovos e 400 g de manteiga, 50 pães são produzidos. Qual é o número máximo de pães que podem ser produzidos, dispondo-se de 20 kg de farinha, 24 ovos e 3 kg de manteiga?
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O ensino- aprendizagem em matemática deve utilizar, em etapas definidas, materiais concretos e simbólicos. Na lista abaixo, todos são materiais concretos, EXCETO:
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Dados os números 1, 3, 5, 1, 1, 1, 2, 3, 2, 6, 6, 7, 0, 0, 4, a moda e a mediana são, respectivamente,
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Analise as seguintes afirmativas sobre as teclas de atalho utilizadas para formatação de um documento no Microsoft Word, versão português do Office XP:
I. CTRL+N formata as letras com negrito.
II. CTRL+I formata as letras com itálico.
III. CTRL+S formata as letras com sublinhado.
II. CTRL+I formata as letras com itálico.
III. CTRL+S formata as letras com sublinhado.
Estão CORRETAS as afirmativas:
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2456125
Ano: 2013
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Sete Lagoas-MG
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Sete Lagoas-MG
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Diretório padrão do sistema operacional Linux que contém os arquivos dos usuários:
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Texto 1
Nome sujo atrapalha no mercado de trabalho?
Breno Borges
Manchete nos principais jornais do país destacou uma decisão inédita do Superior Tribunal de Justiça (STJ) na terça-feira 06/08. Decisão do STJ facilita a inclusão de inadimplentes na Serasa. Dentre as diversas mudanças, o entendimento do STJ também exime a Serasa de notificar o devedor da inclusão do nome na lista por meio de carta registrada com aviso de recebimento – agora, pode ser por meio de carta comum.
E para o mercado de trabalho, restrições atrapalham na hora de conseguir o emprego?
Muitos já estão imaginando a justificativa mais ideal para o texto, que é: “Se eu estou desempregado, como posso pagar meus débitos?” Sem dúvida, esta seria a resposta ideal, mas não genérica a todas as situações, pois há dois tipos de inadimplentes, visto pela ótica do mercado de trabalho.
Tipo 01
É o inadimplente que, por diversos motivos particulares, sendo um deles o próprio desemprego, se complicou com seus compromissos financeiros, mas que assume seus débitos e busca de todos os meios uma negociação, para que em um determinado tempo possa honrar seus compromissos.
É o inadimplente que, por diversos motivos particulares, sendo um deles o próprio desemprego, se complicou com seus compromissos financeiros, mas que assume seus débitos e busca de todos os meios uma negociação, para que em um determinado tempo possa honrar seus compromissos.
Tipo 02
É o verdadeiro irresponsável financeiro, que tem conhecimento dos seus débitos, mas não dá a mínima para as negociações e cobranças, muitas das vezes transparece que tem consciência de que vai comprar e propositalmente não pagar.
É o verdadeiro irresponsável financeiro, que tem conhecimento dos seus débitos, mas não dá a mínima para as negociações e cobranças, muitas das vezes transparece que tem consciência de que vai comprar e propositalmente não pagar.
O que o tipo 02 às vezes não sabe é que, com o decorrer do tempo e o agravamento de seu histórico de inadimplências, ficará transparente para o mercado de trabalho a sua conduta de má-fé com os compromissos financeiros na sociedade, gerando assim uma barreira nos processos seletivos pertinentes a alguns setores e cargos no mercado de trabalho.
Quem mais pode sofrer essas consequências são os candidatos aos cargos e setores gerenciais, administrativos e financeiros, até porque é óbvio o motivo da recusa pelas empresas, se você tem uma conduta irresponsável não administrando sua própria vida financeira, imagina atuando como profissional!
É preciso deixar claro que nenhuma empresa pode discriminar um candidato que possui inadimplência, pois, com certeza, sofrerá as consequências da lei pertinente ao assunto, mas toda empresa pode escolher o perfil ideal dos candidatos que ocuparão seus cargos. Nesse perfil poderão estar inclusas suas responsabilidades como cidadão que honra com seus compromissos financeiros, sendo assim, uma análise e pesquisa responsável sobre a conduta dos seus futuros profissionais é comum.
Se você é do tipo 01, fique tranquilo, o mercado de trabalho também sabe; mas se você é do tipo 02 e pretende evoluir profissionalmente, trate de mudar seus hábitos e busque uma negociação para seus débitos, pois, se ainda não aconteceu, mais cedo ou mais tarde seu histórico de inadimplência que indique irresponsabilidades revelará quem você é para o mercado de trabalho, minguando oportunidades profissionais que você planejou por longos anos.
Para finalizar, a dica de hoje é: Cuide com intensidade das suas responsabilidades financeiras, assim como você cuida do seu aprimoramento profissional, sendo assim terá certeza de suas conquistas nas melhores oportunidades do mercado de trabalho. Lembre-se, o profissional é um conjunto que envolve toda uma preparação técnica e profissional, sem deixar de lado as melhores características do bom cidadão, o diálogo. A negociação ainda é o melhor caminho para lidar com a situação de modo geral.
BORGES, Breno. Nome sujo atrapalha no mercado de trabalho?
Disponível em: <http://www.setelagoas.com.br/setelagoas/ colunistas/breno-borges>. Acesso em: 14 set. 2013 (adaptado).
De acordo com o texto, a decisão do Superior Tribunal de Justiça foi considerada inédita porque
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2455949
Ano: 2013
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Sete Lagoas-MG
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Sete Lagoas-MG
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De acordo com o estabelecido na Lei 11.274 de 2006, a duração do Ensino Fundamental e a idade de ingresso da criança nesse ensino são, respectivamente,
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A Declaração de Salamanca faz saber, no decorrer de seu texto, EXCETO
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INSTRUÇÃO: A leitura do texto a seguir serve de base para a questão.
Texto 2
Línguas peculiares
Raquel Cozer
Inspirados textos do linguista francês Claude Hagège, professor do Collège de France que fala mais de 20 idiomas, integram o “Dicionário Amoroso das Línguas”. A Estação Liberdade prevê o livro para março, com tradução de Ana Alencar.
O autor escreve verbetes como “Amo (Eu te.)”, fazendo graça com a ideia pouco entusiasmada que passa a expressão romântica italiana “ti voglio bene” (“eu te quero bem”), e “Obrigadinho”, sobre o jeito peculiar de certos brasileiros agradecerem.
“É o paradoxo dos diminutivos: o sufixo português –inho dá, comumente, à palavra que ele marca, o sentido de alguma coisa bem pequena, mas pode se tratar também de alguma coisa maior, como nesse obrigadinho”.
Disponível em: http://abibliotecaderaquel.blogfolha.uol.com.br/
A palavra ideia não se acentua pelos mesmos princípios gramaticais que justificam a ausência do acento gráfico em:
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TEXTO 1 (Parte 3)
Na minha visão, só existem, assim, dois cenários em que é objetivamente melhor ser ético do que não. O primeiro é se você é uma pessoa religiosa e acredita que os pecados deste mundo serão punidos no próximo. Não é o meu caso. O segundo é se você vive em uma sociedade ética em que os desvios de comportamento são punidos pela coletividade, quer na forma de sanções penais, quer na forma do ostracismo social. O que não é o caso do Brasil. Não se sabe se De Gaulle disse ou não a frase, mas ela é verdadeira: o Brasil não é um país sério.
Assim é que, criando filhos brasileiros morando no Brasil, estou às voltas com um deprimente dilema. Acredito que o papel de um pai é preparar o seu filho para a vida. Essa é a nossa responsabilidade: dar a nossos filhos os instrumentos para que naveguem, com segurança e destreza, pelas dificuldades do mundo real. E acredito que a ética e a honestidade são valores axiomáticos, inquestionáveis. Eis aí o dilema: será que o melhor que poderia fazer para preparar meus filhos para viver no Brasil seria não aprisioná-los na cela da consciência, do diálogo consigo mesmos, da preocupação com a integridade? Tenho certeza de que nunca chegaria a ponto de incentivá-los a serem escroques, mas poderia, como pai, simplesmente ser mais omisso quanto a essas questões. Tolerar algumas mentiras, não me importar com atrasos, não insistir para que não colem na escola, não instruir para que devolvam o troco recebido a mais...
Tenho pensado bastante sobre isso ultimamente. Simplesmente o fato de pensar a respeito, e de viver em um país em que existe um dilema entre o ensino da ética e o bom exercício da paternidade, já é causa para tristeza. Em última análise, decidi dar a meus filhos a mesma educação que recebi de meu pai. Não porque ache que eles serão mais felizes assim - pelo contrário -, nem porque acredite que, no fim, o bem compensa. Mas sim porque, em primeiro lugar, não conseguiria conviver comigo mesmo, e com a memória de meu pai, se criasse meus filhos para serem pessoas do tipo que ele me ensinou a desprezar. E, segundo, tentando um esboço de resposta mais lógica, porque sociedades e culturas mudam. Muitos dos países hoje desenvolvidos e honestos eram antros de corrupção e sordidez 100 anos atrás. Um dia o Brasil há de seguir o mesmo caminho, e aí a retidão que espero inculcar em meus filhos (e meus filhos em seus filhos) há de ser uma vantagem, e não um fardo. Oxalá.
Disponível em: http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/gustavo-ioschpe-devo-educar-meus-filhos-para-serem-eticos Acesso em: 17 set. 2013 (Adaptado)
No primeiro parágrafo dessa terceira parte do texto, o locutor afirma que só existem dois cenários em que é objetivamente melhor ser ético do que não: se a pessoa é religiosa ou se vive em uma sociedade ética. Diante disso, o dilema em que o locutor se encontra se deve ao fato de
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