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Foram encontradas 387 questões.

1558553 Ano: 2019
Disciplina: Saúde Pública
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Solânea-PB
Na classificação da epidemia de acordo com a sua progressão no tempo, o conceito de Exposição maciça de curta duração pode ser aplicado quando:
 

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1556002 Ano: 2019
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Solânea-PB
A Vigilância em Saúde do Trabalhador (Visat) é um componente do Sistema Nacional de Vigilância em Saúde que visa à promoção da saúde e à redução da morbimortalidade da população trabalhadora. Os problemas de saúde e até óbitos decorrentes da produção e circulação de bens e da prestação de serviços são ainda bastantes comuns.
É CORRETO afirmar que ocorreu um Acidente de Trabalho com Óbito quando o óbito se dá
I- no ambiente de trabalho.
II- no percurso de ida ou volta ao trabalho.
III- durante o exercício do trabalho, mesmo que fora do ambiente de trabalho (quando o trabalhador estiver realizando atividades relacionadas à sua função, ou a serviço do empregador ou representando os interesses do mesmo).
IV- em casa, se estiver de sobreaviso.
A alternativa que responde CORRETAMENTE é:
II e IV .
I, II, e III.
II, III e IV .
I e IV .
 

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1555962 Ano: 2019
Disciplina: Saúde Pública
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Solânea-PB
A jornada de trabalho de quarenta horas semanais exigida para garantia do piso salarial previsto na Lei Nº 13.595, de 5 de janeiro de 2018 deverá ser integralmente dedicada a ações e serviços de promoção da saúde, de vigilância epidemiológica e ambiental e de combate a endemias, em prol das famílias e comunidades assistidas, dentro dos respectivos territórios de atuação, e será assim distribuída:
 

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1555781 Ano: 2019
Disciplina: História
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Solânea-PB
A modernização social tem transformado a vida humana desde o advento da revolução industrial gerando uma sociedade individualista e consumista. Após ler o texto, analise as proposições a seguir:
I- O desenvolvimento sem um projeto voltado para a sustentabilidade ampliada e progressiva aumenta a degradação do meio ambiente, a pobreza e as desigualdades.
II- A produção de bens de consumo e serviços provocou expressivas e rápidas transformações nos centros urbanos.
III- A principal característica de uma sociedade de consumo é a preservação do meio ambiente aliado a um desenvolvimento sustentável.
É CORRETO o que se afirma em:
I, II e III
I e II
II
III
 

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1554185 Ano: 2019
Disciplina: Saúde Pública
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Solânea-PB
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Julgue as assertivas abaixo acerca das Diretrizes do SUS.
I. Universidade, Equidade e Integridade.
II. Regionalização. Hierarquização e Descentralização.
III. Participação Social e Complementariedade do setor privado.
Está correto o que se afirma apenas em:
II.
II e III.
I.
 

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O Café do Próximo
(MEDEIROS, Martha. Doidas e Santas. Porto Alegre, RS: L&PM, 2008.)
Foi em Praga, na República Tcheca, que surgiu o hábito do “café pendente”. Tudo começou com o personagem de um livro. Ele entra num bar, toma um café e, quando vem a conta, ele paga dois, explicando pra garçonete: “Pago o meu e deixo um pendente”. Inaugurou-se assim o costume de se deixar pago dois, para o caso de surgir alguém sem trocado para um cafezinho.
A Livraria Argumento, do Rio, que tem em suas dependências o charmoso Café Severino, adotou esse esquema, rebatizando-o de “café do próximo”. Colocou um quadro-negro na entrada e ali vai anotando todos os cafés pendentes do dia, aqueles que já foram pagos. Às vezes tem dois, às vezes três, às vezes nenhum. Quem chega sem grana e vê ali no quadro que há um café pendente, pode pedi-lo sem constrangimento. Quando voltar outro dia, com dinheiro, poderá, se quiser, pagar dois e retribuir a gentileza para o próximo desprevenido. E assim mantém-se a corrente, e ninguém fica sem café.
Num país como o nosso, com tanta gente passando dificuldades e com governantes tão desinteressados no bem estar social, essa história me pareceu quase uma parábola. Num cantinho do Rio de Janeiro, uns pagam os cafés dos outros, colocando em prática o tal “fazer o bem sem olhar a quem”. Claro que é apenas um charme que a livraria oferece, sem pretensão de mudar o mundo, mas eu fico pensando que esse tipo de mentalidade poderia ser mais propagado entre nós. Imagine se a moda pega em açougues, mercados, cinemas. Você compra seis salsichões e paga sete, deixando um pendente. Você faz as compras no mercado e deixa dois quilos de arroz pendentes. Vai ao cinema e, em vez de comprar uma entrada, compra duas.
Em todos os estabelecimentos comerciais do país, haveria um quadro-negro avisando as pendências destinadas ao próximo. Não soluciona nada, mas é simpático. Tá bom, eu sei, posso até ver a confusão. Uns não iriam topar deixar pago nem um copo d'água para estes “vagabundos que não trabalham”. Alguns comerciantes rejeitariam a proposta sob o argumento de que seu estabelecimento vai ficar cheio de “mendigos". Realmente, talvez não seja uma boa ideia para ganhar as ruas, ao menos não num país onde a carência é tanta, a falta de segurança é tanta, a desordem é tanta e a malandragem, nem se fala.
Melhor deixar o “café do próximo” como um charme a mais dentro de uma livraria carioca. Mas de uma coisa não tenho dúvida: esse exemplo pequeníssimo de boa vontade terá que um dia ser ampliado por todos nós. Vai ter uma hora em que a gente vai ter que parar de blábláblá e fazer alguma coisa de fato. Ou a gente estende a mão pro tal do próximo, ou o próximo vai continuar exigindo o dele com uma faca apontada pra nossa garganta. Esperar alguma atitude vinda de Brasília? Aqueles não são os próximos, aqueles são os cada vez mais distantes. Deles não esperemos nada. Ou a sociedade se mexe e estabelece novas formas de convívio social, com ideias simples, mas operacionais, ou o café do próximo vai nos custar cada vez mais caro.
No trecho “ Realmente , talvez não seja uma boa ideia para ganhar as ruas, ao menos não num onde a carência é tanta, a falta de Realmente boa ganhar país segurança é tanta, a desordem é tanta e malandragem a , nem se fala”, identifique o nome das classes das palavras destacadas, nestes malandragem contextos, e em seguida responda ao que se pede.
A sequência CORRETA de classificação gramatical das palavras sublinhadas no texto é:
 

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TEXTO 3
“Um dos fatos mais lamentáveis da nossa história pós-redemocratização”
O professor de direito constitucional da PUC, Marcelo Figueiredo, disse neste sábado à rádio Jovem Pan que a censura imposta à Crusoé O Antagonista e a fere a democracia.
“O episódio é um precedente perigoso para a liberdade de imprensa porque se cada ministro se sentir agravado com uma reportagem e mandar cassar o veículo de comunicação, nós voltamos a um Estado ditatorial, antidemocrático”, afirmou. “A censura ao site Antagonista e à revista Crusoé entrará como um dos fatos mais lamentáveis da nossa história pós-redemocratização. Por outro lado, tem que se celebrar. A mobilização da sociedade e o posicionamento certeiro de ministros do Supremo que discordam do conjunto de absurdos que têm sido praticados.”
(Fonte: https://www.oantagonista.com/brasil/um-dos-fatos-mais-lamentaveis-da-nossa-historia-pos-redemocratizacao/)
Acerca da notícia acima, analise as proposições abaixo e coloque (V) para as verdadeiras e (F) para as falsas.
( ) A presença das aspas na manchete da notícia e nos seus dois últimos parágrafos é um recurso utilizado pelo jornalista para separar a sua voz da voz do professor de Direito.
( ) Ao se observar a manchete da notícia e o primeiro parágrafo do texto, compreendemos que a coesão textual se constrói a partir da relação catafórica entre “Um dos fatos mais lamentáveis” e “[...] “a censura imposta à Crusoé e a O Antagonista [...]”.
( ) Observando apenas o título da notícia, ainda que o leitor não possua um conhecimento prévio sobre o que são “Crusoé” e “O Antagonista”, compreende-se que são meios de difusão da informação, a partir da relação anafórica entre esses termos e os termos “liberdade de imprensa”, “reportagem” e “veículo de comunicação”, que ajudam a construir o enunciado do segundo parágrafo.
Marque a alternativa que contém a sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses:
 

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Um prefeito deseja construir uma praça, em forma de um triângulo ABC, cuja maquete é apresentada na figura abaixo.
Enunciado 1551684-1
Sabendo que as medidas dos ângulos Enunciado 1551684-2 (OAC) = 120° e que Enunciado 1551684-3 (CBD) = 130°, podemos AFIRMAR que Enunciado 1551684-4 (ACB) é igual a:
 

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Precisamos falar sobre o direito à cidade
por Mariana de Freitas e Souza para o Portal Geledés - 22/04/2019
Sob a ótica constitucional, o conceito de direito à cidade está relacionado a construção de direitos relativos à moradia e ao meio ambiente sustentável, assim, discutir esse tema é de fundamental importância para a classe trabalhadora e deve ser responsabilidade de todos os lados: gestores, urbanistas, sujeitos jurídicos, incorporadores, mercado, sociedade. O acesso à moradia, mesmo sendo um direito reconhecido no ordenamento jurídico não é uma realidade para todos. Segundo pesquisa da Fundação João Pinheiro, o Brasil possui mais de 6,9 milhões de famílias sem habitação e nesse cenário há cerca de 6,05 milhões de imóveis desocupados. Essa situação evidencia que o poder público muitas vezes está alheio às dinâmicas sociais, a preocupação com os direitos humanos no discurso dos gestores, fica apenas nisso: no discurso. Quando analisadas as desigualdades sob a perspectiva de gênero e raça, podemos notar vários desafios para a autonomia e o exercício de direitos!$ ^{(III} !$. De acordo com Censo de 2010, estima-se que 11,4 milhões de brasileiros vivam em favelas (aproximadamente 6% da população) e esses moradores também são maioria pretos ou pardos (68%).
Os movimentos sociais se constituem como um importante espaço no processo de luta pela constituição desse direito. A narrativa dada pela grande imprensa, como forma de acionar demandas repressivas, não é novidade. Ao contrário do que é apresentado, tais movimentos são formados pela resistência de trabalhadores(as) que estão no espaço periférico e que conhecem no dia a dia a ausência do Estado no que diz respeito à provisão de infraestrutura e serviços públicos básicos, enquanto as áreas centrais ou nobres da cidade recebem investimentos privados como públicos, em um processo contínuo de reprodução do capital. Como afirma Harvey:
O direito à cidade significa o direito de todos nós a criarmos cidades que satisfaçam as necessidades humanas, as nossas necessidades!$ ^{(IV} !$ (…) O direito à cidade não é simplesmente o direito ao que já existe na cidade, mas o direito de transformar a cidade em algo radicalmente diferente!$ ^{(II} !$, quando eu olho para a história, vejo que as cidades foram regidas pelo capital, mais que pelas pessoas. Assim, nessa luta pelo direito à cidade haverá também uma luta contra o capital!$ ^{(I} !$. (HARVEY, 2011, p. 1).
Neste processo de produção espacial, evidencia-se a associação entre o capital imobiliário e o Estado com o intuito de viabilizar interesses privados e não por iniciativa voltada à melhoria dos serviços públicos e infraestrutura urbana para a população, o que gera variadas consequências sociais e tende a se acentuar no governo vigente.
Por fim, nos cabe buscar apreender as características da nossa formação sócio-histórica sob o modo de produção capitalista que materializa hierarquizações bem como nesse contexto entender a atuação dos movimentos sociais, enquanto espaço de resistência política no que se refere à luta pela garantia de direitos e exercício da cidadania em termos de políticas públicas, pela efetivação da mobilidade urbana, à proteção ambiental e demais usos de utilidade pública e interesse social do espaço, afinal “o direito à cidade não é um presente”.
(HARVEY, 2013, p. 43).
Releia o texto e analise as proposições seguintes:
I- A oração: “Assim, nessa luta pelo direito à cidade haverá também uma luta contra o capital.”, é conclusiva em relação às anteriores, visto que arremata o ponto de vista defendido pelo autor.
II- No período: “O direito à cidade não é simplesmente o direito ao que já existe na cidade, mas o direito de transformar a cidade em algo radicalmente diferente”, a segunda oração apresenta uma relação sintática de consequência em relação à primeira.
III- Quando analisadas as desigualdades sob a perspectiva de gênero e raça Em “ , podemos notar vários desafios para a autonomia e o exercício de direitos.”, a oração destacada introduz uma relação sintática de temporalidade.
IV- que satisfaçam as necessidades humanas No período: “O direito à cidade significa o direito de todos nós a criarmos cidades , as nossas necessidades (...)”, a oração destacada em negrito é explicativa em relação à oração anterior.
Quanto às relações sintáticas entre as orações do referido trecho, é CORRETO o que se afirma em:
I e III.
I.
I e II.
I, II, III e IV
 

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Leia com atenção o texto que segue para responder a questão.
Enunciado 1547691-1
Comprar bonde
1 Bras. Gír. Ser enganado em negócio; cair no conto do vigário.
Pegar o bonde andando
1 Bras. Pop. Entrar em conversa sem saber o que se falou antes, chegar em algum evento depois de este ter começado.
Tocar o bonde
1 Bras. Pop. Seguir com o trabalho, programa, projeto, atividade etc.
Tomar o bonde errado
1 Bras. Gír. Enganar-se (por ter mal avaliado) ao entrar em negócio, atividade etc., e com isso ter mau resultado.
(Disponível em <http://www.aulete.com.br/bonde> Data da consulta 21/01/19)
Com relação ao emprego das expressões em destaques acima, é CORRETO afirmar que
I- as expressões “comprar bonde”, “pegar o bonde andando”, “tocar o bonde” e “tomar o bonde errado” são expressões resultantes de variação linguística, empregadas pelos falantes em situações do dia a dia, marcadas por uma época e pelo grupo social de que fazem parte.
II- as expressões em destaque são gírias que devem ser evitadas em qualquer situação comunicativa.
III- as expressões em destaque marcam a língua coloquial, ou seja, trata-se de uma variante formal, utilizada nas relações cotidianas entre os falantes.
IV- o emprego de gírias só é aceitável entre falantes sem escolarização.
A proposição que completa o enunciado está indicada na alternativa:
IV.
I.
I e IV.
II.
 

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