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Foram encontradas 535 questões.

2533922 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Soledade-PB
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Texto 02
A questão dos livros: Passado, presente e futuro
Robert Darnton, tradução de Daniel Pellizzari, Editora companhia das Letras, 2010.
O historiador norte-americano Robert Darnton decidiu reunir em um único volume seus artigos abordando a questão do livro, depois de verificar que, na última década, ele havia sido convidado a um grande número de conferências sobre a suposta 'morte do livro', levando-o a suspeitar que estes, ao contrário, deviam estar muito vivos. Abordando questões como: “Estaria a era do livro em papel encadernado chegando perto do fim, em face dos avanços trazidos pelas tecnologias digitais?”, Darnton discute alguns temores que esta paisagem suscita. Por exemplo, será que a iniciativa do Google de digitalizar livros de grandes bibliotecas públicas americanas sinaliza uma tendência monopolista visando apenas ao lucro? E como ficarão os interesses de editores e autores em processo que pode assumir características predatórias, como ocorreu com a indústria fonográfica?
Comentário In: ARCOVERDE, Rossana D. de Lima. Fundamentos e Práticas de leitura e escrita. Campina Grande: EDUEPB 2014, p. 87.
No enunciado [...] “sinaliza uma tendência monopolista visando apenas ao lucro?”, pode-se afirmar que:
I - Existe um caso de regência verbal, ocasionada pela exigência do verbo “visar”.
II - Há um caso de regência nominal exigida pelo substantivo “lucro”.
III - Há um equívoco na elaboração linguística do enunciado, pois o adequado seria [...] “visando apenas os lucros”.
Analise as proposições e escolha a alternativa adequada. Está(ão) CORRETA(S), apenas:
 

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2533921 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Soledade-PB
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Texto 02
A questão dos livros: Passado, presente e futuro
Robert Darnton, tradução de Daniel Pellizzari, Editora companhia das Letras, 2010.
O historiador norte-americano Robert Darnton decidiu reunir em um único volume seus artigos abordando a questão do livro, depois de verificar que, na última década, ele havia sido convidado a um grande número de conferências sobre a suposta 'morte do livro', levando-o a suspeitar que estes, ao contrário, deviam estar muito vivos. Abordando questões como: “Estaria a era do livro em papel encadernado chegando perto do fim, em face dos avanços trazidos pelas tecnologias digitais?”, Darnton discute alguns temores que esta paisagem suscita. Por exemplo, será que a iniciativa do Google de digitalizar livros de grandes bibliotecas públicas americanas sinaliza uma tendência monopolista visando apenas ao lucro? E como ficarão os interesses de editores e autores em processo que pode assumir características predatórias, como ocorreu com a indústria fonográfica?
Comentário In: ARCOVERDE, Rossana D. de Lima. Fundamentos e Práticas de leitura e escrita. Campina Grande: EDUEPB 2014, p. 87.
No enunciado, Abordando questões como: “Estaria a era do livro em papel encadernado chegando perto do fim, em face dos avanços trazidos pelas tecnologias digitais?”, pode-se afirmar que:
( ) As aspas, depois dos dois pontos, reproduzem de forma direta a fala de Robert Darnton.
( ) Os dois pontos foram usados para anunciar uma oração apositiva.
( ) As aspas foram usadas pelo autor da resenha para marcar um discurso citado.
Analise as proposições e coloque (V) para o que for verdadeiro e (F) para o que for falso. Assinale a alternativa que contém a sequência
CORRETA.
 

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2533920 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Soledade-PB
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Texto 02
A questão dos livros: Passado, presente e futuro
Robert Darnton, tradução de Daniel Pellizzari, Editora companhia das Letras, 2010.
O historiador norte-americano Robert Darnton decidiu reunir em um único volume seus artigos abordando a questão do livro, depois de verificar que, na última década, ele havia sido convidado a um grande número de conferências sobre a suposta 'morte do livro', levando-o a suspeitar que estes, ao contrário, deviam estar muito vivos. Abordando questões como: “Estaria a era do livro em papel encadernado chegando perto do fim, em face dos avanços trazidos pelas tecnologias digitais?”, Darnton discute alguns temores que esta paisagem suscita. Por exemplo, será que a iniciativa do Google de digitalizar livros de grandes bibliotecas públicas americanas sinaliza uma tendência monopolista visando apenas ao lucro? E como ficarão os interesses de editores e autores em processo que pode assumir características predatórias, como ocorreu com a indústria fonográfica?
Comentário In: ARCOVERDE, Rossana D. de Lima. Fundamentos e Práticas de leitura e escrita. Campina Grande: EDUEPB 2014, p. 87.
O gênero textual do Texto 02 apresenta uma visão sobre a atividade linguística, denominada, predominantemente, de:
 

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2533919 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Soledade-PB
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Leia o fragmento do texto, a seguir:
José Stênio de Lucena Lopes nasceu em 05 de julho de 1916, em Pernambuquinho, distrito de Guaramiranga, Ceará, e faleceu em 02 de julho de 2010, em Campina Grande, Paraíba. Diplomou-se em Letras Neo-Latinas pela Faculdade de Filosofia da Universidade Federal do Ceará e realizou estudos complementares de Língua e Literatura Francesa na Sorbonne, em Paris. Na França, cursou também, com bolsa de estudos, a “École Nationale D'Apprentissage Industrielle”, nos anos de 1949 e 1950 [...].
LOPES, Stênio. Campina Grande: e seu Destino: uma cidade de muitas conquistas. Campina Grande: EDUEPB, 2014, p. 127
Pode-se afirmar sobre o fragmento do texto exposto que se trata da introdução de um(a):
 

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2533918 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Soledade-PB
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Texto 01
Eu e a serra
Olho o espinhaço da serra, encaroçado de gigantescas pedras parecendo contas de um rosário a se debulharem no oratório das nuvens. A serra sempre me desafiou. Muitas vezes, tenho planejado subi-la, mas me esmaece a vontade, na perspectiva de vê-la desaparecer, depois da posse. Assim, tenho preferido encantar-me de longe, mais uma miragem de céu e terra, do que o confronto com as pedras a desfazer o milagre.
Já uma vez, tentei escalá-la. Nem fui ao meio do caminho. À medida que subia o encantamento se desmanchava em tropeços e escorregões, como se eu fosse, pouco a pouco, acordando de um sonho bom, para a aspereza da vida. De longe, é melhor, pois solto a imaginação a ver gigantes encapuzados de nuvens, mistérios de locas escuras e úmidas, algumas flores pendentes das pedras como candelabros macios da festa de Deus.
Parece mesmo que, na distância, eu e a serra comungamos maior pureza, um sem desnudar-se ao outro, no êxtase de uma secreta paixão, para o orgasmo dos olhos deslumbrados. A distância e o perto têm dissonâncias. O intocável tem algo de místico, de transcendente, até o absurdo que é a fertilidade da imaginação. De perto, tudo esmorece, esmaece, apaga-se, a luz não é a mesma, a possibilidade do estreito contato perde o encanto do inatingível. [...]
MARACAJÁ, Robério. Cerca de Varas. Campina Grande, Latus, 2014. p.165
Do enunciado “De perto, tudo esmorece, esmaece, apaga-se”, pode-se afirmar que há uma figura de linguagem, denominada:
 

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2533917 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Soledade-PB
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Texto 01
Eu e a serra
Olho o espinhaço da serra, encaroçado de gigantescas pedras parecendo contas de um rosário a se debulharem no oratório das nuvens. A serra sempre me desafiou. Muitas vezes, tenho planejado subi-la, mas me esmaece a vontade, na perspectiva de vê-la desaparecer, depois da posse. Assim, tenho preferido encantar-me de longe, mais uma miragem de céu e terra, do que o confronto com as pedras a desfazer o milagre.
Já uma vez, tentei escalá-la. Nem fui ao meio do caminho. À medida que subia o encantamento se desmanchava em tropeços e escorregões, como se eu fosse, pouco a pouco, acordando de um sonho bom, para a aspereza da vida. De longe, é melhor, pois solto a imaginação a ver gigantes encapuzados de nuvens, mistérios de locas escuras e úmidas, algumas flores pendentes das pedras como candelabros macios da festa de Deus.
Parece mesmo que, na distância, eu e a serra comungamos maior pureza, um sem desnudar-se ao outro, no êxtase de uma secreta paixão, para o orgasmo dos olhos deslumbrados. A distância e o perto têm dissonâncias. O intocável tem algo de místico, de transcendente, até o absurdo que é a fertilidade da imaginação. De perto, tudo esmorece, esmaece, apaga-se, a luz não é a mesma, a possibilidade do estreito contato perde o encanto do inatingível. [...]
MARACAJÁ, Robério. Cerca de Varas. Campina Grande, Latus, 2014. p.165
Do enunciado “Muitas vezes, tenho planejado subi-la, mas me esmaece a vontade, na perspectiva de vê-la desaparecer, depois da posse”, pode-se afirmar:
I - Os termos “la” (em subi-la e vê-la) exercem a mesma função morfossintática e fazem referência à “serra”.
II - O termo “mas” é uma conjunção adversativa e encabeça uma oração coordenada, que indica uma ideia contrária.
III - O termo “Muitas vezes” não exerce nenhuma função coesiva no texto.
Analise as proposições e marque a alternativa adequada. Está(ão) CORRETA(S) apenas.
 

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2533916 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Soledade-PB
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Texto 01
Eu e a serra
Olho o espinhaço da serra, encaroçado de gigantescas pedras parecendo contas de um rosário a se debulharem no oratório das nuvens. A serra sempre me desafiou. Muitas vezes, tenho planejado subi-la, mas me esmaece a vontade, na perspectiva de vê-la desaparecer, depois da posse. Assim, tenho preferido encantar-me de longe, mais uma miragem de céu e terra, do que o confronto com as pedras a desfazer o milagre.
Já uma vez, tentei escalá-la. Nem fui ao meio do caminho. À medida que subia o encantamento se desmanchava em tropeços e escorregões, como se eu fosse, pouco a pouco, acordando de um sonho bom, para a aspereza da vida. De longe, é melhor, pois solto a imaginação a ver gigantes encapuzados de nuvens, mistérios de locas escuras e úmidas, algumas flores pendentes das pedras como candelabros macios da festa de Deus.
Parece mesmo que, na distância, eu e a serra comungamos maior pureza, um sem desnudar-se ao outro, no êxtase de uma secreta paixão, para o orgasmo dos olhos deslumbrados. A distância e o perto têm dissonâncias. O intocável tem algo de místico, de transcendente, até o absurdo que é a fertilidade da imaginação. De perto, tudo esmorece, esmaece, apaga-se, a luz não é a mesma, a possibilidade do estreito contato perde o encanto do inatingível. [...]
MARACAJÁ, Robério. Cerca de Varas. Campina Grande, Latus, 2014. p.165
No enunciado “À medida que subia o encantamento se desmanchava em tropeços e escorregões”. Os verbos em destaque mantêm o paralelismo gramatical, porque:
 

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2533915 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Soledade-PB
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Texto 01
Eu e a serra
Olho o espinhaço da serra, encaroçado de gigantescas pedras parecendo contas de um rosário a se debulharem no oratório das nuvens. A serra sempre me desafiou. Muitas vezes, tenho planejado subi-la, mas me esmaece a vontade, na perspectiva de vê-la desaparecer, depois da posse. Assim, tenho preferido encantar-me de longe, mais uma miragem de céu e terra, do que o confronto com as pedras a desfazer o milagre.
Já uma vez, tentei escalá-la. Nem fui ao meio do caminho. À medida que subia o encantamento se desmanchava em tropeços e escorregões, como se eu fosse, pouco a pouco, acordando de um sonho bom, para a aspereza da vida. De longe, é melhor, pois solto a imaginação a ver gigantes encapuzados de nuvens, mistérios de locas escuras e úmidas, algumas flores pendentes das pedras como candelabros macios da festa de Deus.
Parece mesmo que, na distância, eu e a serra comungamos maior pureza, um sem desnudar-se ao outro, no êxtase de uma secreta paixão, para o orgasmo dos olhos deslumbrados. A distância e o perto têm dissonâncias. O intocável tem algo de místico, de transcendente, até o absurdo que é a fertilidade da imaginação. De perto, tudo esmorece, esmaece, apaga-se, a luz não é a mesma, a possibilidade do estreito contato perde o encanto do inatingível. [...]
MARACAJÁ, Robério. Cerca de Varas. Campina Grande, Latus, 2014. p.165
Marque a alternativa em que o enunciado NÃO apresenta termo com sentido temporal.
 

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2533914 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Soledade-PB
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Texto 01
Eu e a serra
Olho o espinhaço da serra, encaroçado de gigantescas pedras parecendo contas de um rosário a se debulharem no oratório das nuvens. A serra sempre me desafiou. Muitas vezes, tenho planejado subi-la, mas me esmaece a vontade, na perspectiva de vê-la desaparecer, depois da posse. Assim, tenho preferido encantar-me de longe, mais uma miragem de céu e terra, do que o confronto com as pedras a desfazer o milagre.
Já uma vez, tentei escalá-la. Nem fui ao meio do caminho. À medida que subia o encantamento se desmanchava em tropeços e escorregões, como se eu fosse, pouco a pouco, acordando de um sonho bom, para a aspereza da vida. De longe, é melhor, pois solto a imaginação a ver gigantes encapuzados de nuvens, mistérios de locas escuras e úmidas, algumas flores pendentes das pedras como candelabros macios da festa de Deus.
Parece mesmo que, na distância, eu e a serra comungamos maior pureza, um sem desnudar-se ao outro, no êxtase de uma secreta paixão, para o orgasmo dos olhos deslumbrados. A distância e o perto têm dissonâncias. O intocável tem algo de místico, de transcendente, até o absurdo que é a fertilidade da imaginação. De perto, tudo esmorece, esmaece, apaga-se, a luz não é a mesma, a possibilidade do estreito contato perde o encanto do inatingível. [...]
MARACAJÁ, Robério. Cerca de Varas. Campina Grande, Latus, 2014. p.165
Em relação ao enunciado “Olho o espinhaço da serra, encaroçado de gigantescas pedras parecendo contas de um rosário a se debulharem no oratório das nuvens”, pode-se afirmar que:
( ) Foi elaborado com sentido figurado, cujo processo é predominantemente, metafórico.
( ) Apresenta expressões construídas objetivamente, aproximando-se do real.
( ) Revela a maneira particular que o autor, com sua sensibilidade, recria e interpreta a realidade.
Analise as proposições e coloque (V) para o que for verdadeiro e (F) para o que for falso. Marque a alternativa adequada.
 

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2533913 Ano: 2016
Disciplina: Pedagogia
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Soledade-PB
Provas:
Com relação ao supervisor e a prática pedagógica nos Anos Iniciais assinale a alternativa que NÃO corresponde à ação supervisora nos primeiros anos do Ensino Fundamental:
 

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