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As atividades das unidades de vigilância de zoonoses possuem normas técnicas relativas às ações e serviços públicos de saúde. de relevância para a saúde pública no Brasil. Sobre este assunto. é correto afirmar que:
I- o recolhimento de animais pela Unidade de Vigilância de Zoonoses (UVZ) deve ser efetuado de maneira seletiva;
II-A UVZ só deve receber animais em situações especificas de risco de transmissão de zoonose de relevância para a saúde pública, de importância no contexto epidemiológico do município;
III- quando houver ocorrência de animais silvestres de relevância para a saúde pública em área urbana e periurbana. a área de vigilância de zoonoses deve avaliar a necessidade e a possibilidade de remoça0 destes. articulando-se com o(s) órgão(s) de Meio Ambiente competente(s) para tal atividade;
IV - ·a manutenção de animais recolhidos nos alojamentos da UVZ deve ocorrerem condições adequadas de higiene, espaço fisico, abrigo. arejamento/ventilação, iluminação, alimentação e hidratação.
Marque a alternativa correta,
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Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Tailândia-PA
São objetivos do Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos:
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Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Tailândia-PA
A acidez do solo afeta o crescimento das plantas de varias formas. Silo beneficios da calagem:
I- fomecimento de Ca e Mg;
II- reduz o pH;
IlI-reduzoAl3+, Mn2+, Fe3+ em excesso;
IV- aumenta a disponibilidade de N, P. K. Mg, S, Mo.
Assinale a alternativa que contempla todas as assertivas corretas.
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O texto a seguir deverá ser utilizado para responder a questão. “A prosperidade de alguns homens públicos no Brasil é uma prova evidente de que eles vêm lutando pelo progresso do nosso subdesenvolvimento.” ( Stanislaw Ponte Preta)
Em: “evidente”, não se pode substituir o termo destacado sem mudar o sentido por:
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Leio o texto e responda o que se pede no comando da questão:
ÁGUA PARA O ALÉM
A devoção às vitimas do incêndio que destruiu o edifício Joelma
Visitantes do Cemitério São Pedro costumam regar túmulos na esperança de "refrescar" os mortos.
Índio arrancou uma pitanga do pé, revirou a fruta na boca, cuspiu o caroço e indicou com o nariz uma fileira de sepulturas. “Aquelas almas ali estão vivas”, afirmou sem nenhuma hesitação. “Elas são muito legais.” O moreno atarracado referia-se às “Treze Almas do Joelma”. Assim ficaram conhecidos os ocupantes de treze túmulos que se perfilam num dos maiores cemitérios paulistanos, o São Pedro. Bombeiros descobriram os corpos dentro de um elevador no edifício Joelma, em 1º de fevereiro de 1974. Na manhã daquele dia, um incêndio varreu o prédio comercial de 25 andares, matou 191 pessoas e horrorizou o país. À época, não se identificaram dezenas de cadáveres, incluindo os do elevador, tamanha a desfiguração imposta pelas labaredas. “Somente Deus conhece seus nomes. Descansem em paz”, enuncia uma placa de bronze afixada perto dos jazigos. Logo, porém, os mortos ganharam celebridade no anonimato. A crendice popular lhes associou os atributos de benditos, iluminados, sabidos, milagreiros. Legais, enfim.
Naquele 2 de novembro, Dia de Finados, o movimento em torno dos sepulcros se mostrava intenso. O calor, idem. Mas os copos, garrafas e galões cheios que circulavam por lá não se destinavam à hidratação dos vivos. “Dá uma vontade de jogar água em cima, sabe?”, explicou Francisca Confessor de Lima, após regar túmulo por túmulo. “Refrescar as almas” que arderam no edifício é gesto habitual entre os que as cultuam. Enquanto molhava as lápides, a sexagenária – que se proclamava católica – rogava pelo “de sempre”: emprego e saúde para a família. “As Treze Almas nunca me faltaram”, garantiu, fervorosa.
Nas imediações das velas, o umbandista Raphael Vinicius de Almeida – um rapaz de 16 anos – vestia-se completamente de branco e usava dois acessórios comuns às religiões afro-brasileiras: o filá, espécie de gorro, e o alaká, pano que se pendura num dos ombros e cruza o tronco. O adolescente havia colocado um filão de pão francês em cada tumba, junto de copos plásticos com água até a borda.
Em tamanho natural, um Cristo de gesso protege a saída da área onde se encontram as treze sepulturas. Vândalos investiram contra a estátua em várias ocasiões. Na última, arrancaram-lhe as mãos, depois recolocadas. A Nossa Senhora presente no altar da igrejinha tampouco escapou da selvageria. É a sexta ou sétima imagem desde a inauguração da capela (os funcionários já perderam as contas dos ataques). Não raro, por receio de assalto, há quem prefira nem entrar na parte reservada aos túmulos quando vai orar pelos mortos. “Paro diante das grades e rezo dentro do carro mesmo, olhando para todos os lados”, contou Patrícia Carla dos Santos, numa segunda-feira. “Venho de tarde e procuro ir embora antes das cinco e meia, porque depois fica muito perigoso.”
Consagrada pelo catolicismo às almas do purgatório, a segunda-feira é o dia em que o cemitério mais recebe visitas – excetuando-se, claro, o feriado de Finados. Uma média de 350 pessoas passa por ali semanalmente, de acordo com a prefeitura. A segunda-feira é também o único dia útil em que Francisco Edmilson da Silva, o “Sem- Terra”, deixa a capela aberta. O jardineiro, que ganhou o apelido após morar com a mulher numa ocupação em Mato Grosso, encarrega-se de manter em ordem as lápides das Treze Almas. Retira os copos d’água deixados sobre os jazigos (“para evitar focos de dengue”) e joga fora as embalagens de leite longa vida (“para não juntar rato nem barata”).
Muitos dos que morreram durante o incêndio trabalhavam no banco Crefisul, hoje extinto, que alugara boa parte do Joelma. Foi no 12º andar que uma faísca no ar-condicionado deflagrou o fogo. Entre nove e quase onze da manhã, homens e mulheres em trajes de escritório se amontoaram no topo do prédio à espera de socorro. Alguns, não suportando o calor e a fumaça, se atiraram antes de a ajuda chegar. Captado ao vivo pela tevê, o desespero de tantos profissionais diplomados acabou contribuindo para disseminar a crença de que as Treze Almas são sabidas e auxiliam os estudiosos. Aprovados no exame da Ordem dos Advogados do Brasil, por exemplo, ainda mantêm a tradição de colocar placas de agradecimento ao redor dos túmulos. Segundo os frequentadores do cemitério, já houve muitas mais. Se antes os agraciados encomendavam uma trezena de placas para não ficar em dívida com nenhum dos espíritos, agora se restringem a uma só. A crise econômica não poupou nem mesmo as promessas.
Pendurado nas grades, um paninho branco exibia uma frase bordada que também expressava devoção: “Ana agradece as 13 almas bendita por graça recebida.” Surpreendentemente, a autora da mensagem – Ana Guedes, de 71 anos – materializou-se em meio às campas. Ela foi rezar pela nora, que amargava dificuldades financeiras. “Acredita que, num teste de emprego, pediram para a coitada vender um palito de fósforo usado?”, indignava-se. Em 2012, Guedes amarrou a toalhinha no gradil com o intuito de celebrar uma dádiva concedida à mesma nora. “Você está inteiro, hein?”, falou para o pano um tanto encardido. Depois, alisando-o, reiterou: “É das almas. Aqui deixei, aqui vai ficar.”
Piaui, fevereiro, 137, Namir, Mônica
O título "Água para o além" deve-se:
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Leia o texto a seguir e responda a questão.
O Povo Bantu e a Aldeia de Deus
Conta a tradição dos antepassados baniu da Africa que, em tempos remotos, Deus habitava em uma aldeia em Rusnela e tinha um pacto com o povo: jamais alguém tentaria vê-lo. Enquanto todos honravam com o combinado, trabalharam felizes e conseguiram aumentos abundantes para todos, dançaram e cantaram nas horas livres e viveram seguros, tendo Deus por vizinho.
Um dia. porém, uma pessoa curiosa deixou uma cabeça de água fresca na porta da cabana, na hora do sol mais quente e, escondeu-se para vigiar. De repente seu mais quente e, escondeu-se para vigiar. De repente seu mais quente e, escondeu-se para v;giar. De repente seu da tarde, quando o sol sumiu atrás do lago, todos sentiram uma estranha saudade. Correram para a cabana de Deus, mas a encontraram vazia.
Houve escassez de caça, pesca e frutas, então, a sobrevivência tomou-se difícil e cansativa. Uma solidão enorme pousou sobre a aldeia e sobre o coração de cada um, e até hoje todos vivem oom saudade de Deus.
Mas nem tudo foi perdido. O Povo bantu de Ruanda crê que as pessoas, após a morte, passam para o outro lado do lago, lá onde o sol desce todas as tardes. É a aldeia de Deus, onde os antepassados vivem com Ele em uma perene festa.
A religião no mundo. O povo bantu e e aldeia de Deus. pp. 60 e 61.
Leia o texto com atenção e marque a alternativa incorreta.
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É considerado resíduo florestal:
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No Brasil, a assistência está centrada em quatro áreas prioritárias: segurança alimentar, incluindo o direito a aumentos saudáveis para todos; cooperação Sul~Sul incluindo uma plataforma de cooperação multlfacetada para segurança alimentar, agricultura, silvicultura e pesca, bem como agricultura familiar. superar a pobreza extrema com foco na agricultura e aquicultura familiares; gestão sustentável dos recursos naturais, mudanças climáticas e desertificação. O texto se refere a qual fórum Internacional?
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Rudolf Arnhelm (1986) afirma que, para ocorrer á visão, antes necessitamos que a luz seja emitida ou mesmo refletida dos objetivos existentes no ambiente. Não podemos obter avisa0 sem a luz. A luz também pode nos auxiliar na representação dos objetos que queremos apresentar em uma imagem. Quanto a luz, é correto afirmar que:
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Em relação à trajetória e as tendências da historiografia da classe operária no Brasil, assinale a alternativa Incorreta.
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