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In the sentence “It was late, so I didn’t call you.”, so is used to convey
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Desde que versem, no todo ou em parte, sobre tributos e relações jurídicas a eles pertinentes, a expressão “legislação tributária” compreende
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Assinale a alternativa que contém o princípio que afirma a necessidade da diferenciação de um Patrimônio particular, no universo dos patrimônios existentes, independentemente de pertencer a uma pessoa, a um conjunto de pessoas, a uma sociedade ou instituição de qualquer natureza ou finalidade, com, ou sem fins lucrativos.
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Classifique as fontes de energia, a seguir, como renováveis ou não renováveis.
( ) Petróleo, carvão mineral e urânio.
( ) Urânio e tório.
( ) Biomassa, hidráulica, solar.
Assinale a alternativa que contém a seqüência correta, de cima para baixo.
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Têm o poder de revogar ou modificar a legislação tributária do país, sendo observados, no caso de uma nova legislação que a substitua. Estamos falando de
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A presença do indígena na História do Ceará é sempre muito repudiada por conta de termos uma versão muito européia dos fatos e eles serem considerados seres “inferiores”, mas sempre soubemos que eles foram os verdadeiros donos da terra. Sobre o tema, marque a alternativa que apresenta corretamente a localização de certos grupos indígenas no Ceará.
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Na estrutura geológica brasileira, os tipos de terrenos em que se podem encontrar jazidas de minério de ferro e de manganês são
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Um Reino Cheio de Mistério
No dia 21 de setembro comemorou-se o Dia da Árvore, o que deve ter dado trabalho a muito menino do primário, do qual certamente exigiram uma redação sobre o tema: com a alma bocejando, os meninos devem ter dito que a árvore dá sombra, frutos etc.
Mas, ao que eu saiba, não se comemora o dia da planta, ou melhor, da plantação. E esse dia é importante para a experiência humana das crianças e dos adultos. Plantar é criar na Natureza. Criação insubstituível por outro tipo qualquer de criação.
Lembro-me de quando eu era menina e fui passar o dia numa granja. Foi um dia glorioso: lá plantei um pé de milho com muito amor e excitação. Depois, de quando em quando, eu pedia notícias do que havia criado.
Mais tarde, na Suíça, plantei um pé de tomates numa lata grande, bonita. Quando começaram a aparecer os ainda pequenos tomates verdes e duros achei inacreditável que eu mesma lhes tivesse provocado o nascimento: eu entrara no mistério da Natureza. Cada manhã, ao acordar, a primeira coisa que fazia era ir examinar minuciosamente a planta: é como se a planta usasse a escuridão da noite para crescer. Esperar que algo amadureça é uma experiência sem-par: como na criação artística em que se conta com o vagaroso trabalho do inconsciente. Só que as plantas são a própria inconsciência.
Nesse reino, que não é nosso, a planta nasce, cresce, amadurece e morre. Sem nenhum objetivo de satisfazer algum instinto. Ou estarei enganada, e há instintos os mais primários no reino vegetal? Meu tomateiro parecia ter tomates vermelhos porque assim queria, sem nenhuma outra finalidade que não a de ser vermelho, sem a menor intenção de ser útil. A utilização do tomate para se comer é problema dos humanos.
Um dos gestos mais belos e largos e generosos do homem, andando vagarosamente pelo campo lavrado, é o de lançar na terra as sementes.
E quando os tomates ficaram redondos, grandes e vermelhos? Chegara a hora da colheita. Não foi sem alguma emoção que vi num prato da mesa os tomates que eram mais meus que um livro meu. Só que não tive coragem de comê-los. Como se comê-los fosse um sacrilégio, uma desobediência à lei natural. Pois um tomateiro é arte pela arte. Sem nenhum proveito senão o de dar tomate.
O ritmo das plantas é vagaroso: é com paciência e amor que elas crescem.
Entrar no Jardim Botânico é como se fôssemos trasladados para um novo reino. Aquele amontoado de seres livres. O ar que se respira é verde. E úmido. É a seiva que nos embriaga de leve: milhares de plantas cheias da vital seiva. Ao vento as vozes translúcidas das folhas de plantas nos envolvem num suavíssimo emaranhado de sons irreconhecíveis. Sentada ali num banco, a gente não faz nada: fica apenas sentada deixando o mundo ser. O reino vegetal não tem inteligência e só tem um instinto, o de viver. Talvez essa falta de inteligência e de instintos seja o que nos deixa ficar tanto tempo sentada dentro do reino vegetal.
Lembro-me de que no curso primário a professora mandava cada aluno fazer uma redação sobre um naufrágio, um incêndio, o Dia da Árvore. Eu escrevia com a maior má vontade e com dificuldade: já então não sabia seguir senão a inspiração. Mas que seja esta a redação que em pequena me obrigavam a fazer.
(Clarice Lispector. A Descoberta do Mundo)
Como “minuciosamente”, está escrita corretamente:
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A las ocho vino José María con la noticia. Casi sin rodeos me dijo que Celina acababa de morir. Me acuerdo que reparé instantáneamente en la frase: Celina acababa de morir, un poco como si ella misma hubiera decidido el momento en que eso debía ocurrir. Era casi de noche, y a José María, harto nervioso, le temblaban los labios al decírmelo.
- Mauro, su esposo, está apenado. Lo dejé como loco. Es mejor que vayamos a su casa para brindar nuestro apoyo y solidaridad.
Yo tendría que ir a mi taller para tomar unos apuntes, aparte de que le había prometido a una amiga llevarla a comer. Ni modo. Pegué un par de telefoneadas y salí con José María a buscar un taxi. Mauro y Celina vivían por Santa Fe, de manera que le pusimos diez minutos desde casa. Ya al acercarse vimos gente que se paraba en el zaguán con un aire culpable y cortado; en el camino supe que Celina había empezado a vomitar sangre a las seis, que Mauro trajo al médico y que su madre estaba con ellos. Parece que el médico empezaba a escribir una larga receta cuando Celina abrió los ojos y se acabó de morir con una especie de tos, más bien un silbido.
- Yo lo sujeté a Mauro, el doctor tuvo que salir porque Mauro se le quería tirar encima. Usted sabe cómo es él cuando se cabrea.
Yo pensaba en Celina, en la última cara de Celina que nos esperaba en la casa. Casi no escuché los gritos de las viejas y el revuelo en el patio; sin embargo, me acuerdo que el taxi costaba dos sesenta y que el chofer tenía una gorra de lustrina.
- Pobrecita la finadita – dijo Misia Martita. Parece como dormida.
- Hacía rato que estaba mirando a Celina. Me dejé ir a ella para una vez más ver el pelo negro naciendo de una frente baja que brillaba. Me di cuenta de que no tenía nada que hacer allí, que aquella pieza era ahora de las mujeres, de las plañideras, llegando en la noche. Ni siquiera Mauro podría entrar en paz y sentarse al lado de Celina.
Ibidem, pp. 117-118.
El texto deja claro sobre Celina que:
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A las ocho vino José María con la noticia. Casi sin rodeos me dijo que Celina acababa de morir. Me acuerdo que reparé instantáneamente en la frase: Celina acababa de morir, un poco como si ella misma hubiera decidido el momento en que eso debía ocurrir. Era casi de noche, y a José María, harto nervioso, le temblaban los labios al decírmelo.
- Mauro, su esposo, está apenado. Lo dejé como loco. Es mejor que vayamos a su casa para brindar nuestro apoyo y solidaridad.
Yo tendría que ir a mi taller para tomar unos apuntes, aparte de que le había prometido a una amiga llevarla a comer. Ni modo. Pegué un par de telefoneadas y salí con José María a buscar un taxi. Mauro y Celina vivían por Santa Fe, de manera que le pusimos diez minutos desde casa. Ya al acercarse vimos gente que se paraba en el zaguán con un aire culpable y cortado; en el camino supe que Celina había empezado a vomitar sangre a las seis, que Mauro trajo al médico y que su madre estaba con ellos. Parece que el médico empezaba a escribir una larga receta cuando Celina abrió los ojos y se acabó de morir con una especie de tos, más bien un silbido.
- Yo lo sujeté a Mauro, el doctor tuvo que salir porque Mauro se le quería tirar encima. Usted sabe cómo es él cuando se cabrea.
Yo pensaba en Celina, en la última cara de Celina que nos esperaba en la casa. Casi no escuché los gritos de las viejas y el revuelo en el patio; sin embargo, me acuerdo que el taxi costaba dos sesenta y que el chofer tenía una gorra de lustrina.
- Pobrecita la finadita – dijo Misia Martita. Parece como dormida.
- Hacía rato que estaba mirando a Celina. Me dejé ir a ella para una vez más ver el pelo negro naciendo de una frente baja que brillaba. Me di cuenta de que no tenía nada que hacer allí, que aquella pieza era ahora de las mujeres, de las plañideras, llegando en la noche. Ni siquiera Mauro podría entrar en paz y sentarse al lado de Celina.
Ibidem, pp. 117-118.
Es cierto afirmar acerca de la palabra taller:
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