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Fortaleza e Tauá, em um mapa de escala 1: 500.000 podem ser ligadas por um segmento de reta de 65 cm. A distância real, aproximada, entre as duas cidades é de
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No desenvolvimento de !$ (2x + 3)^4 !$, com os expoentes de x em ordem decrescente, o quarto termo é
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2145793
Ano: 2008
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UECE
Orgão: Pref. Tauá-CE
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UECE
Orgão: Pref. Tauá-CE
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Assinale a alternativa que contém um instrumento que NÃO é recomendado para coleta de amostras de solo.
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2145792
Ano: 2008
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UECE
Orgão: Pref. Tauá-CE
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UECE
Orgão: Pref. Tauá-CE
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A legislação que disciplina a importação de produtos de origem vegetal estabelece
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Entrevista
Entrevista realizada por e-mail no mês de setembro de 2005, com a aluna Jéssica Lima Magalhães, que cursava o 3º ano do Ensino Médio em um colégio na cidade de Porto Velho, Rondônia.
1. As aulas destinadas ao ensino da literatura contribuem para construir o seu gosto pela leitura de livros literários? Sim ou não? Diga por quê.
Não. Meu gosto por livros literários veio da minha família. Na escola, só recebia livrinhos sem graça e nunca era motivada a ir atrás de outros livros que fossem bons, como clássicos, lançamentos ou até mesmo um livro de que a professora gostasse.
2. Nas discussões em sala de aula, seus professores comentam bem os livros de literatura que recomendam?
Eles sempre montam debates feitos pelos alunos sobre os livros que recebíamos na escola ou, então, teatro; ou seja, não comentavam nem bem nem mal, não exprimiam a opinião deles, apenas faziam os resumos dos livros.
3. Quais os livros que você leu por causa das aulas de Língua Portuguesa? De quais mais gostou?
Livros de que gostei de 5ª a 8ª: A Hora da Verdade, de Pedro Bandeira, O Príncipe e o Mendigo e O Mistério do Apartamento Sorriso. Os que menos gostei não me lembro.
4. Quais livros estão entre os seus preferidos? Você soube deles nas aulas destinadas ao ensino de literatura?
Livro preferidos: Ensaio sobre a Cegueira, de José Saramago, Crime e Castigo, de Fiódor Dostoievski, e a trilogia Fronteira do Universo, de Philip Puliman. Não soube de nenhum deles pela escola. Todos quem indicou foi minha tia, ou a Rose, livreira que tinha aqui na cidade.
5. Dá para ler clássicos na 8ª série?
Depende de como foi antes a educação do aluno. Se sempre foi motivado a ler livros bons, com certeza vai querer ler um clássico na 8ª série; mas, se é colocado, de repente, um grande livro na sua frente, não vai ter vontade de lê-lo. Tem gente que, no último ano da escola, não agüenta ler um livro de cem páginas, por mais que seja um livro importante, um clássico.
Ensino de Língua Portuguesa
Se o termo sublinhado da frase “ Você soube deles nas aulas destinadas ao ensino de literatura?”, for permutado, haverá crase em
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Um Reino Cheio de Mistério
No dia 21 de setembro comemorou-se o Dia da Árvore, o que deve ter dado trabalho a muito menino do primário, do qual certamente exigiram uma redação sobre o tema: com a alma bocejando, os meninos devem ter dito que a árvore dá sombra, frutos etc.
Mas, ao que eu saiba, não se comemora o dia da planta, ou melhor, da plantação. E esse dia é importante para a experiência humana das crianças e dos adultos. Plantar é criar na Natureza. Criação insubstituível por outro tipo qualquer de criação.
Lembro-me de quando eu era menina e fui passar o dia numa granja. Foi um dia glorioso: lá plantei um pé de milho com muito amor e excitação. Depois, de quando em quando, eu pedia notícias do que havia criado.
Mais tarde, na Suíça, plantei um pé de tomates numa lata grande, bonita. Quando começaram a aparecer os ainda pequenos tomates verdes e duros achei inacreditável que eu mesma lhes tivesse provocado o nascimento: eu entrara no mistério da Natureza. Cada manhã, ao acordar, a primeira coisa que fazia era ir examinar minuciosamente a planta: é como se a planta usasse a escuridão da noite para crescer. Esperar que algo amadureça é uma experiência sem-par: como na criação artística em que se conta com o vagaroso trabalho do inconsciente. Só que as plantas são a própria inconsciência.
Nesse reino, que não é nosso, a planta nasce, cresce, amadurece e morre. Sem nenhum objetivo de satisfazer algum instinto. Ou estarei enganada, e há instintos os mais primários no reino vegetal? Meu tomateiro parecia ter tomates vermelhos porque assim queria, sem nenhuma outra finalidade que não a de ser vermelho, sem a menor intenção de ser útil. A utilização do tomate para se comer é problema dos humanos.
Um dos gestos mais belos e largos e generosos do homem, andando vagarosamente pelo campo lavrado, é o de lançar na terra as sementes.
E quando os tomates ficaram redondos, grandes e vermelhos? Chegara a hora da colheita. Não foi sem alguma emoção que vi num prato da mesa os tomates que eram mais meus que um livro meu. Só que não tive coragem de comê-los. Como se comê-los fosse um sacrilégio, uma desobediência à lei natural. Pois um tomateiro é arte pela arte. Sem nenhum proveito senão o de dar tomate.
O ritmo das plantas é vagaroso: é com paciência e amor que elas crescem.
Entrar no Jardim Botânico é como se fôssemos trasladados para um novo reino. Aquele amontoado de seres livres. O ar que se respira é verde. E úmido. É a seiva que nos embriaga de leve: milhares de plantas cheias da vital seiva. Ao vento as vozes translúcidas das folhas de plantas nos envolvem num suavíssimo emaranhadode sons irreconhecíveis. Sentada ali num banco, a gente não faz nada: fica apenas sentada deixando o mundo ser. O reino vegetal não tem inteligência e só tem um instinto, o de viver. Talvez essa falta de inteligência e de instintos seja o que nos deixa ficar tanto tempo sentada dentro do reino vegetal.
Lembro-me de que no curso primário a professora mandava cada aluno fazer uma redação sobre um naufrágio, um incêndio, o Dia da Árvore. Eu escrevia com a maior má vontade e com dificuldade: já então não sabia seguir senão a inspiração. Mas que seja esta a redação que em pequena me obrigavam a fazer.
(Clarice Lispector. A Descoberta do Mundo)
A passagem “comemorou-se o Dia da Árvore”, está reescrita com o mesmo sentido em
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Assinale a alternativa em que só existem patologias comuns à espécie bovina.
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A las ocho vino José María con la noticia. Casi sin rodeos me dijo que Celina acababa de morir. Me acuerdo que reparé instantáneamente en la frase: Celina acababa de morir, un poco como si ella misma hubiera decidido el momento en que eso debía ocurrir. Era casi de noche, y a José María, harto nervioso, le temblaban los labios al decírmelo.
- Mauro, su esposo, está apenado. Lo dejé como loco. Es mejor que vayamos a su casa para brindar nuestro apoyo y solidaridad.
Yo tendría que ir a mi taller para tomar unos apuntes, aparte de que le había prometido a una amiga llevarla a comer. Ni modo. Pegué un par de telefoneadas y salí con José María a buscar un taxi. Mauro y Celina vivían por Santa Fe, de manera que le pusimos diez minutos desde casa. Ya al acercarse vimos gente que se paraba en el zaguán con un aire culpable y cortado; en el camino supe que Celina había empezado a vomitar sangre a las seis, que Mauro trajo al médico y que su madre estaba con ellos. Parece que el médico empezaba a escribir una larga receta cuando Celina abrió los ojos y se acabó de morir con una especie de tos, más bien un silbido.
- Yo lo sujeté a Mauro, el doctor tuvo que salir porque Mauro se le quería tirar encima. Usted sabe cómo es él cuando se cabrea.
Yo pensaba en Celina, en la última cara de Celina que nos esperaba en la casa. Casi no escuché los gritos de las viejas y el revuelo en el patio; sin embargo, me acuerdo que el taxi costaba dos sesenta y que el chofer tenía una gorra de lustrina.
- Pobrecita la finadita – dijo Misia Martita. Parece como dormida.
- Hacía rato que estaba mirando a Celina. Me dejé ir a ella para una vez más ver el pelo negro naciendo de una frente baja que brillaba. Me di cuenta de que no tenía nada que hacer allí, que aquella pieza era ahora de las mujeres, de las plañideras, llegando en la noche. Ni siquiera Mauro podría entrar en paz y sentarse al lado de Celina.
Ibidem, pp. 117-118.
El verbo tener “Yo tendría que ir a mi taller para tomar unos apuntes…” está conjugado en el:
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O Período Regencial do Brasil compreende da
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Sobre a distribuição climática, na superfície terrestre, é correto afirmar que
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