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Foram encontradas 449 questões.

2145761 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: UECE
Orgão: Pref. Tauá-CE
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Drogas, Opção de Perdedor
Na estrada da vida, temos que tentar evitar os atalhos fáceis e atraentes. Eles costumam terminar no abismo.
Crescer é um processo difícil, fascinante, sem fim. Todos queremos crescer, virar adultos, vencer na vida, ser independentes.
Para o adolescente, é especialmente difícil. É preciso se definir em relação à família, à turma de amigos, assumir posições, criar a própria identidade. A sexualidade irrompe com toda a força. A namorada ou o namorado é o próximo e o distante, o conhecido e o desconhecido, ao mesmo tempo. Amam-se pessoas diferentes e não se consegue agradar a todas.
Amar e ser amado! Eis a questão. Em que dose? A quem? Por quem? De que modo? Como nos orientar? O caminho das drogas é uma opção ou é coisa de perdedor?
(Flávio Gikovate. Drogas, Opção de Perdedor)
A expressão “com toda a força”, corresponde ao sentido de
 

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2145760 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: UECE
Orgão: Pref. Tauá-CE
Um Reino Cheio de Mistério
No dia 21 de setembro comemorou-se o Dia da Árvore, o que deve ter dado trabalho a muito menino do primário, do qual certamente exigiram uma redação sobre o tema: com a alma bocejando, os meninos devem ter dito que a árvore dá sombra, frutos etc.
Mas, ao que eu saiba, não se comemora o dia da planta, ou melhor, da plantação. E esse dia é importante para a experiência humana das crianças e dos adultos. Plantar é criar na Natureza. Criação insubstituível por outro tipo qualquer de criação.
Lembro-me de quando eu era menina e fui passar o dia numa granja. Foi um dia glorioso: lá plantei um pé de milho com muito amor e excitação. Depois, de quando em quando, eu pedia notícias do que havia criado.
Mais tarde, na Suíça, plantei um pé de tomates numa lata grande, bonita. Quando começaram a aparecer os ainda pequenos tomates verdes e duros achei inacreditável que eu mesma lhes tivesse provocado o nascimento: eu entrara no mistério da Natureza. Cada manhã, ao acordar, a primeira coisa que fazia era ir examinar minuciosamente a planta: é como se a planta usasse a escuridão da noite para crescer. Esperar que algo amadureça é uma experiência sem-par: como na criação artística em que se conta com o vagaroso trabalho do inconsciente. Só que as plantas são a própria inconsciência.
Nesse reino, que não é nosso, a planta nasce, cresce, amadurece e morre. Sem nenhum objetivo de satisfazer algum instinto. Ou estarei enganada, e há instintos os mais primários no reino vegetal? Meu tomateiro parecia ter tomates vermelhos porque assim queria, sem nenhuma outra finalidade que não a de ser vermelho, sem a menor intenção de ser útil. A utilização do tomate para se comer é problema dos humanos.
Um dos gestos mais belos e largos e generosos do homem, andando vagarosamente pelo campo lavrado, é o de lançar na terra as sementes.
E quando os tomates ficaram redondos, grandes e vermelhos? Chegara a hora da colheita. Não foi sem alguma emoção que vi num prato da mesa os tomates que eram mais meus que um livro meu. Só que não tive coragem de comê-los. Como se comê-los fosse um sacrilégio, uma desobediência à lei natural. Pois um tomateiro é arte pela arte. Sem nenhum proveito senão o de dar tomate.
O ritmo das plantas é vagaroso: é com paciência e amor que elas crescem.
Entrar no Jardim Botânico é como se fôssemos trasladados para um novo reino. Aquele amontoado de seres livres. O ar que se respira é verde. E úmido. É a seiva que nos embriaga de leve: milhares de plantas cheias da vital seiva. Ao vento as vozes translúcidas das folhas de plantas nos envolvem num suavíssimo emaranhadode sons irreconhecíveis. Sentada ali num banco, a gente não faz nada: fica apenas sentada deixando o mundo ser. O reino vegetal não tem inteligência e só tem um instinto, o de viver. Talvez essa falta de inteligência e de instintos seja o que nos deixa ficar tanto tempo sentada dentro do reino vegetal.
Lembro-me de que no curso primário a professora mandava cada aluno fazer uma redação sobre um naufrágio, um incêndio, o Dia da Árvore. Eu escrevia com a maior má vontade e com dificuldade: já então não sabia seguir senão a inspiração. Mas que seja esta a redação que em pequena me obrigavam a fazer.
(Clarice Lispector. A Descoberta do Mundo)
A expressão “do qual”, se refere ao termo:
 

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2145759 Ano: 2008
Disciplina: Matemática
Banca: UECE
Orgão: Pref. Tauá-CE
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A imagem da função real, de variável real, definida por f (x) = 2 − 3cos x , é o intervalo
 

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2145758 Ano: 2008
Disciplina: Veterinária
Banca: UECE
Orgão: Pref. Tauá-CE
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Assinale a alternativa que contém o agente etiológico da linfadenite caseosa de caprinos e ovinos.
 

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2145757 Ano: 2008
Disciplina: Direito Processual Civil
Banca: UECE
Orgão: Pref. Tauá-CE
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Considere as afirmativas abaixo.
I. Dos despachos não cabe recurso.
II. O juiz não receberá o recurso de apelação quando a sentença estiver em conformidade com súmula do Superior Tribunal de Justiça ou do Supremo Tribunal Federal.
III. Das decisões interlocutórias proferidas na audiência de instrução e julgamento caberá agravo de instrumento.
IV. O Supremo Tribunal Federal, em decisão irrecorrível, não conhecerá do recurso extraordinário, quando a questão constitucional nele versada não oferecer repercussão geral.
Assinale o correto.
 

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2145756 Ano: 2008
Disciplina: História
Banca: UECE
Orgão: Pref. Tauá-CE
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A Primeira Guerra Mundial caracterizou-se sobretudo por uma luta entre nações imperialistas que objetivavam fazer avançar suas fronteira e consolidar seus projetos expansionistas. Essa Guerra destacou-se pela formação de alianças, considerada como um dos pressupostos do conflito, surgindo
 

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2145755 Ano: 2008
Disciplina: Matemática
Banca: UECE
Orgão: Pref. Tauá-CE
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Se o sistema !$ \begin{cases} x \, cos \, a + ysena = 0 \\ xsena + y \, cos \, a = 0 \end{cases} !$ possui infinitas soluções, pode-se afirmar, corretamente, que
 

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2145754 Ano: 2008
Disciplina: História
Banca: UECE
Orgão: Pref. Tauá-CE
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No período entre a Primeira e a Segunda Guerras Mundiais, consolidou-se, na Europa, notadamente na Alemanha e na Itália, os chamados regimes totalitários, denominados, respectivamente, Nazismo e Fascismo. Nos regimes totalitários podemos observar que
 

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2145753 Ano: 2008
Disciplina: Direito Penal
Banca: UECE
Orgão: Pref. Tauá-CE
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Assinale o INCORRETO.
 

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2145752 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: UECE
Orgão: Pref. Tauá-CE
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Entrevista
Entrevista realizada por e-mail no mês de setembro de 2005, com a aluna Jéssica Lima Magalhães, que cursava o 3º ano do Ensino Médio em um colégio na cidade de Porto Velho, Rondônia.
1. As aulas destinadas ao ensino da literatura contribuem para construir o seu gosto pela leitura de livros literários? Sim ou não? Diga por quê.
Não. Meu gosto por livros literários veio da minha família. Na escola, só recebia livrinhos sem graça e nunca era motivada a ir atrás de outros livros que fossem bons, como clássicos, lançamentos ou até mesmo um livro de que a professora gostasse.
2. Nas discussões em sala de aula, seus professores comentam bem os livros de literatura que recomendam?
Eles sempre montam debates feitos pelos alunos sobre os livros que recebíamos na escola ou, então, teatro; ou seja, não comentavam nem bem nem mal, não exprimiam a opinião deles, apenas faziam os resumos dos livros.
3. Quais os livros que você leu por causa das aulas de Língua Portuguesa? De quais mais gostou?
Livros de que gostei de 5ª a 8ª: A Hora da Verdade, de Pedro Bandeira, O Príncipe e o Mendigo e O Mistério do Apartamento Sorriso. Os que menos gostei não me lembro.
4. Quais livros estão entre os seus preferidos? Você soube deles nas aulas destinadas ao ensino de literatura?
Livro preferidos: Ensaio sobre a Cegueira, de José Saramago, Crime e Castigo, de Fiódor Dostoievski, e a trilogia Fronteira do Universo, de Philip Puliman. Não soube de nenhum deles pela escola. Todos quem indicou foi minha tia, ou a Rose, livreira que tinha aqui na cidade.
5. Dá para ler clássicos na 8ª série?
Depende de como foi antes a educação do aluno. Se sempre foi motivado a ler livros bons, com certeza vai querer ler um clássico na 8ª série; mas, se é colocado, de repente, um grande livro na sua frente, não vai ter vontade de lê-lo. Tem gente que, no último ano da escola, não agüenta ler um livro de cem páginas, por mais que seja um livro importante, um clássico.
Ensino de Língua Portuguesa
À semelhança de “por quê”, está correta a frase da alternativa
 

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