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Foram encontradas 25 questões.

2480267 Ano: 2014
Disciplina: Pedagogia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Unaí-MG
César Coll, em seu texto Aprendizagem escolar e construção de conhecimento, afirma que “A aprendizagem escolar não pode ser entendida nem explicada unicamente como o resultado de uma série de ‘encontros’ felizes entre o aluno e o conteúdo da aprendizagem; é necessário, além disso, levar em conta as atuações do professor que, encarregado de planejar sistematicamente esses ‘encontros’, aparece como um verdadeiro mediador e determina, com suas intervenções, que as tarefas de aprendizagem ofereçam uma maior ou menos margem para a atividade autoestruturante do aluno.”
Nessa perspectiva, é CORRETO afirmar:
 

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2479715 Ano: 2014
Disciplina: Pedagogia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Unaí-MG
Conforme Vygotsky “O ensino deve orientar-se não ao ontem, mas sim ao amanhã do desenvolvimento infantil. Somente então poderá a instrução provocar os processos de desenvolvimento que se acham agora na zona de desenvolvimento próximo.” Nesse entendimento, é INCORRETO afirmar:
 

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A questão abaixo se refere à Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei 9.394/96, incluindo a redação dada pela Lei 12.796, de 2013.
Nos termos da LDBEN, o dever do Estado com a educação escolar pública será efetivado mediante a garantia de alguns critérios, entre os quais NÃO se encontra:
 

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2477593 Ano: 2014
Disciplina: Pedagogia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Unaí-MG
Jussara Hoffmann, em seu texto “Avaliar para promover: as setas do caminho apresentando aspectos da avaliação nos regimes não seriados”, afirma que o trabalho do aluno, bem como sua aprendizagem, não é comparado com o dos outros colegas, mas com ele próprio observando, de diversas formas, sua evolução ao longo do processo. Assim, torna-se possível reconhecer suas possibilidades e respeitá las. A avaliação contínua adquire o significado de avaliação mediadora do processo de desenvolvimento e da aprendizagem de cada aluno, de acordo com suas próprias possibilidades. Nesse sentido, é INCORRETO afirmar:
 

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E agora, Joaquim?
“Há terríveis mentiras circulando o mundo, e o pior é que metade delas é verdade.”(Winston Churchill)
Em conversas reservadas, o novo ministro da Fazenda disse a interlocutores que encontrou as contas públicas em situação pior do que esperava. Como no poema de Carlos Drummond de Andrade, no qual ele faz tantas indagações a José, mostrando sua visão pessimista do cotidiano, chegou a hora de perguntarmos àquele que vai tomar as rédeas de nossa economia: e agora, Joaquim? O que fazer com a fraqueza da economia mundial atrelada à deterioração de nossa situação fiscal, conjugada com o pífio crescimento e com a inflação bastante pressionada? Será que a presidente, que tanto zombou dos eleitores no processo eleitoral, está consciente de que a festa acabou? O nosso déficit nominal em relação ao PIB já ultrapassou 5% nos últimos 12 meses, e a crise russa pode vir a representar uma ameaça de contágio, caso gere pânico no mercado. Com a recuperação da economia norte-americana, a tendência, nesse caso, seria estimular os investidores a buscarem a solidez do dólar, em detrimento de outras moedas, principalmente do real. Se isso acontecer em larga escala, três consequências serão sentidas de imediato: o câmbio foge do controle, os juros se elevam, e o endividamento interno e externo vira uma bola de neve. Como diria Carlos Drummond de Andrade, não veio a utopia, e tudo acabou, e tudo fugiu, e tudo mofou. E agora, Joaquim? É óbvio que o pior da crise ainda não passou. Talvez não tenha, sequer, chegado.
Haverá pressão de custos a exemplo da energia elétrica – que já subiu, e vai subir muito mais –, sem falar em outros preços administrados, como tarifas de ônibus, derivados do petróleo e, agora, até da água, provocando reação em cadeia. Corrigir os rumos que a ausência de lógica, praticada por Guido Mantega e sua equipe, impôs – como fruto de sua subserviência nata e hereditária – ao nosso ordenamento econômico, não vai ser tarefa fácil. Aliás, a postura adequada para se enfrentar o que vem por aí requer independência dos formuladores do planejamento estratégico, para desasnar distorções de toda ordem, provocadas pelo amadorismo e pela letargia da equipe que se despediu.
Joaquim Levy, ao contrário, tem credibilidade, competência, coragem e independência para enfrentar os desafios e assumir responsabilidades. É inadmissível pensar que ele possa, a exemplo de seu antecessor, ser monitorado e/ou cooptado para amaciar a base de sustentação do governo, cuja capacidade de barganha foi dimensionada no famigerado toma lá, dá cá, de final de ano, quando a contabilidade criativa atingiu o paroxismo, para que as contas do governo pudessem ser fechadas. É bem provável que ele reintroduza um conceito velho, mas atual, de forma bem perceptível ao povo brasileiro: o do trade-off, que se caracteriza por uma ação econômica que visa à resolução de problema, mas acarreta outro, obrigando o decisor a um dilema bem ao estilo da Escolha de Sofia. Ocorre quando se abre mão de algum bem ou serviço distinto para se obter outro bem ou serviço, igualmente distinto.
E é inegável que esse trade-off deva sempre ser bem explicado. Por exemplo: a inflação dificilmente ficará no centro da meta nos dois próximos anos. O Brasil depende de importações, e o dólar valorizado acentuará a inflação, ainda que possa atuar como incentivo aos exportadores. Como nenhum compromisso assumido na campanha tem mais valor, que tal acelerar o projeto que atualiza a CLT, já que o modelo sindical brasileiro é arcaico e inconveniente, pois não permite que os sindicatos negociem diretamente por empresa, mas por categoria? Outra grande tarefa do ministro será convencer os brasileiros de que é necessária uma política fiscal à longo prazo, austera o suficiente para aumentar a poupança pública. Não vejo como o Brasil possa crescer a taxa próxima de 5% ao ano, sem que a poupança interna esteja em torno de 23% do PIB, e a externa girando ao redor de 2%. E agora, Joaquim? Com a chave na mão quer abrir a porta, não existe porta; Joaquim, e agora?
(GOMES, Wagner. E agora, Joaquim? Revista Viver. p. 46. 6 de fevereiro de 2015.)
Considere as palavras negritadas no trecho: “Aliás, a postura adequada para se enfrentar o que vem por aí requer independência dos formuladores do planejamento estratégico, para desasnar distorções de toda ordem, provocadas pelo amadorismo e pela letargia da equipe que se despediu.”
Em relação à acentuação gráfica dessas palavras, é correto afirmar, EXCETO
Questão Anulada

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