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Texto II

Extraído de folheto publicitário de uma empresa de telefonia.
Indique a opção em que o pronome está empregado corretamente.
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Texto II

Extraído de folheto publicitário de uma empresa de telefonia.
A regência está de acordo com a norma padrão da língua em
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Texto II

Extraído de folheto publicitário de uma empresa de telefonia.
Em qual das frases abaixo a concordância entre o sujeito e o verbo NÃO está de acordo com a norma padrão?
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Texto II

Extraído de folheto publicitário de uma empresa de telefonia.
Indique as afirmativas que são verdadeiras (V) ou falsas (F) em relação à articulação da informação sobre o bônus (“Bônus de R$ 300,00 para você comprar o que quiser, até aparelho.”) com a do lado (São R$30,00 durante 10 meses).
( ) Além dos R$300,00, ganha-se mais R$30,00 por mês.
( ) Os R$ 300,00 são o resultado de R$30,00 por 10 meses.
( ) Se ganhar os R$300,00, não se ganham os R$30,00 por mês.
A seqüência correta é
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Texto II

Extraído de folheto publicitário de uma empresa de telefonia.
Da frase “Bônus de R$ 300,00 para você comprar o que quiser, até aparelho”, pode-se concluir que
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Texto II

Extraído de folheto publicitário de uma empresa de telefonia.
O objetivo do Texto II é
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Texto I
E SE ... FÔSSEMOS VEGETARIANOS?
Se nossos ancestrais não tivessem um dia preferido o bife à alface, você não estaria lendo esta revista. Aliás, a revista nem existiria, porque ainda seríamos macacos. Foi o aumento no consumo de gordura e proteína animal, ocorrido há 2 milhões de anos, que possibilitou o crescimento do nosso cérebro poderoso até chegar ao tamanho atual, segundo Rui Murrieta, professor de antropologia biológica da Universidade de São Paulo. O cérebro humano consome um quinto da energia que ingerimos diariamente. Sem carne, que é uma fonte rica e instantânea de calorias, não conseguiríamos alimentar esse órgão gastador. Detalhe: isso era verdade naqueles tempos. Hoje em dia conhecemos vegetais que substituem a carne.
Mas não é só isso. Se não fosse pelo filé, o pessoal que hoje defende o direito dos animais e prega o fim do consumo de carne nem saberia como se mobilizar para reivindicar algo. Nem eles nem ninguém. É que a caça foi um dos maiores incentivos para que o homem aprendesse a se organizar socialmente. Afinal, para caçar um búfalo era preciso reunir o pessoal, dividir tarefas e estabelecer hierarquias.
Na verdade, devemos até a agricultura ao consumo de carne. O homem começou a plantar há cerca de 10 mil anos, o que o fixou em um local e acabou com a vida nômade. Mas o pastoreio foi o primeiro passo para manter as pessoas em um mesmo lugar. Já que não precisavam sair toda manhã para ir atrás da caça, que estava no quintal, nossos ancestrais tinham mais tempo para cuidar da terra.
Mas e se decidíssemos abandonar o consumo de carne depois de evoluídos e assentados em cidades? [...]
O corpo humano sofreria alterações? Difícil dizer. É fato que somos onívoros por natureza, ou seja, nosso corpo digere vegetais e carne. Mas não dá para saber, com certeza, se a dieta vegetariana limita ou expande o crescimento, a saúde e a longevidade. Vegetarianos e defensores do bife têm as próprias verdades e é difícil achar pontos consensuais. “O vegetarianismo restringe o acesso a um grupo de nutrientes importantes que estão concentrados na carne. O homem foi feito para comer carne”, afirma o nutrólogo Mauro Fisberg. Mas, para os vegetarianos, o ferro e a proteína da carne podem ser substituídas por vegetais. “Uma dieta vegetariana reduziria o risco de doenças”, diz o nutricionista vegetariano George Guimarães.
[...]
AQUINO, Manuela. In: Superinteressante, out. 2003. (com adaptações).
Para abandonar o consumo de carne,
A opção que NÃO completa corretamente a oração acima é
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Texto I
E SE ... FÔSSEMOS VEGETARIANOS?
Se nossos ancestraisA) não tivessem um dia preferido o bife à alface, você não estaria lendo esta revista. Aliás, a revista nem existiria, porque ainda seríamos macacos. Foi o aumento no consumo de gordura e proteína animal, ocorrido há 2 milhões de anos, que possibilitou o crescimento do nosso cérebro poderoso até chegar ao tamanho atual, segundo Rui Murrieta, professor de antropologia biológica da Universidade de São Paulo. O cérebro humano consome um quinto da energia que ingerimos diariamente. Sem carne, que é uma fonte rica e instantânea de calorias, não conseguiríamos alimentar esse órgão gastador. Detalhe: isso era verdade naqueles tempos. Hoje em dia conhecemos vegetais que substituem a carne.
Mas não é só isso. Se não fosse pelo filé,B) o pessoal que hoje defende o direito dos animais e prega o fim do consumo de carne nem saberia como se mobilizar para reivindicar algo. Nem eles nem ninguém. É que a caça foi um dos maiores incentivos para que o homem aprendesse a se organizar socialmente.C) Afinal, para caçar um búfalo era preciso reunir o pessoal, dividir tarefas e estabelecer hierarquias.
Na verdade, devemos até a agricultura ao consumo de carne. O homem começou a plantar há cerca de 10 mil anos, o que o fixou em um local e acabou com a vida nômade. Mas o pastoreio foi o primeiro passo para manter as pessoas em um mesmo lugar. Já que não precisavam sair toda manhã para ir atrás da caça, que estava no quintal, nossos ancestrais tinham mais tempo para cuidar da terra.
Mas e se decidíssemos abandonarD) o consumo de carne depois de evoluídos e assentados em cidades? [...]
O corpo humano sofreria alterações? Difícil dizer. É fato que somos onívoros por natureza, ou seja, nosso corpo digere vegetais e carne. Mas não dá para saber, com certeza, se a dieta vegetarianaE) limita ou expande o crescimento, a saúde e a longevidade. Vegetarianos e defensores do bife têm as próprias verdades e é difícil achar pontos consensuais. “O vegetarianismo restringe o acesso a um grupo de nutrientes importantes que estão concentrados na carne. O homem foi feito para comer carne”, afirma o nutrólogo Mauro Fisberg. Mas, para os vegetarianos, o ferro e a proteína da carne podem ser substituídas por vegetais. “Uma dieta vegetariana reduziria o risco de doenças”, diz o nutricionista vegetariano George Guimarães.
[...]
AQUINO, Manuela. In: Superinteressante, out. 2003. (com adaptações).
Assinale a opção em que a palavra Se é um pronome.
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Texto I
E SE ... FÔSSEMOS VEGETARIANOS?
Se nossos ancestrais não tivessem um dia preferido o bife à alface, você não estaria lendo esta revista. Aliás, a revista nem existiria, porque ainda seríamos macacos. Foi o aumento no consumo de gordura e proteína animal, ocorrido há 2 milhões de anos, que possibilitou o crescimento do nosso cérebro poderoso até chegar ao tamanho atual, segundo Rui Murrieta, professor de antropologia biológica da Universidade de São Paulo. O cérebro humano consome um quinto da energia que ingerimos diariamente. Sem carne, que é uma fonte rica e instantânea de calorias, não conseguiríamos alimentar esse órgão gastador. Detalhe: isso era verdade naqueles tempos. Hoje em dia conhecemos vegetais que substituem a carne.
Mas não é só isso. Se não fosse pelo filé, o pessoal que hoje defende o direito dos animais e prega o fim do consumo de carne nem saberia como se mobilizar para reivindicar algo. Nem eles nem ninguém. É que a caça foi um dos maiores incentivos para que o homem aprendesse a se organizar socialmente. Afinal, para caçar um búfalo era preciso reunir o pessoal, dividir tarefas e estabelecer hierarquias.
Na verdade, devemos até a agricultura ao consumo de carne. O homem começou a plantar há cerca de 10 mil anos, o que o fixou em um local e acabou com a vida nômade. Mas o pastoreio foi o primeiro passo para manter as pessoas em um mesmo lugar. Já que não precisavam sair toda manhã para ir atrás da caça, que estava no quintal, nossos ancestrais tinham mais tempo para cuidar da terra.
Mas e se decidíssemos abandonar o consumo de carne depois de evoluídos e assentados em cidades? [...]
O corpo humano sofreria alterações? Difícil dizer. É fato que somos onívoros por natureza, ou seja, nosso corpo digere vegetais e carne. Mas não dá para saber, com certeza, se a dieta vegetariana limita ou expande o crescimento, a saúde e a longevidade. Vegetarianos e defensores do bife têm as próprias verdades e é difícil achar pontos consensuais. “O vegetarianismo restringe o acesso a um grupo de nutrientes importantes que estão concentrados na carne. O homem foi feito para comer carne”, afirma o nutrólogo Mauro Fisberg. Mas, para os vegetarianos, o ferro e a proteína da carne podem ser substituídas por vegetais. “Uma dieta vegetariana reduziria o risco de doenças”, diz o nutricionista vegetariano George Guimarães.
[...]
AQUINO, Manuela. In: Superinteressante, out. 2003. (com adaptações).
A palavra que é acentuada pela mesma regra de “cérebro” é
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Texto I
E SE ... FÔSSEMOS VEGETARIANOS?
Se nossos ancestrais não tivessem um dia preferido o bife à alface, você não estaria lendo esta revista. Aliás, a revista nem existiria, porque ainda seríamos macacos. Foi o aumento no consumo de gordura e proteína animal, ocorrido há 2 milhões de anos, que possibilitou o crescimento do nosso cérebro poderoso até chegar ao tamanho atual, segundo Rui Murrieta, professor de antropologia biológica da Universidade de São Paulo. O cérebro humano consome um quinto da energia que ingerimos diariamente. Sem carne, que é uma fonte rica e instantânea de calorias, não conseguiríamos alimentar esse órgão gastador. Detalhe: isso era verdade naqueles tempos. Hoje em dia conhecemos vegetais que substituem a carne.
Mas não é só isso. Se não fosse pelo filé, o pessoal que hoje defende o direito dos animais e prega o fim do consumo de carne nem saberia como se mobilizar para reivindicar algo. Nem eles nem ninguém. É que a caça foi um dos maiores incentivos para que o homem aprendesse a se organizar socialmente. Afinal, para caçar um búfalo era preciso reunir o pessoal, dividir tarefas e estabelecer hierarquias.
Na verdade, devemos até a agricultura ao consumo de carne. O homem começou a plantar há cerca de 10 mil anos, o que o fixou em um local e acabou com a vida nômade. Mas o pastoreio foi o primeiro passo para manter as pessoas em um mesmo lugar. Já que não precisavam sair toda manhã para ir atrás da caça, que estava no quintal, nossos ancestrais tinham mais tempo para cuidar da terra.
Mas e se decidíssemos abandonar o consumo de carne depois de evoluídos e assentados em cidades? [...]
O corpo humano sofreria alterações? Difícil dizer. É fato que somos onívoros por natureza, ou seja, nosso corpo digere vegetais e carne. Mas não dá para saber, com certeza, se a dieta vegetariana limita ou expande o crescimento, a saúde e a longevidade. Vegetarianos e defensores do bife têm as próprias verdades e é difícil achar pontos consensuais. “O vegetarianismo restringe o acesso a um grupo de nutrientes importantes que estão concentrados na carne. O homem foi feito para comer carne”, afirma o nutrólogo Mauro Fisberg. Mas, para os vegetarianos, o ferro e a proteína da carne podem ser substituídas por vegetais. “Uma dieta vegetariana reduziria o risco de doenças”, diz o nutricionista vegetariano George Guimarães.
[...]
AQUINO, Manuela. In: Superinteressante, out. 2003. (com adaptações).
“ Já que não precisavam sair toda manhã para ir atrás da caça,” pode ser adequadamente substituída, sem alteração do sentido, pela oração
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