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Entonces suena un petardo. Es la señal, la fiesta va a empezar. Los camiones de tomates van a llegar de un momento a otro. Hace mucho calor. La multitud está tensa, sudorosa, nerviosa y excitada. Muchos se suben a las rejas de las ventanas, otros a los balcones y los más miedosos prefieren protegerse tras los cristales de las ventanas. La gente desde los balcones tira cubos de agua a a multitud para ayudarle a soportar el calor. Las puertas de as casas, de los bares, de las tiendas, están cerradas.
Unos minutos después, por una de las calles laterales se acerca despacio un camión cargado de tomates maduros. Los tomates vienen de los pueblos de alrededor y no se han cultivado para cocinar, sino para servir de proyectiles. Sobre el camión, varios hombres empiezan a lanzar las hortalizas contra la gente sin piedad.
- Los primeros tomatazos son los peores - me advierte un vecino. - iVamos agáchate! - Todo el mundo anda agachado porque si levantas la cabeza, puedes recibir un tomatazo en plena cara. Así es que meto la cámara dentro de la camiseta y me agacho, como los demás.
Tomato del libro De fiesta en verano, de Clara Villanueva y Josefina Fernández,
Según el texto, los tomates:
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Maria José Sancho era un mujer de unos cuarenta y pico años. Alta, con el pelo gris, y mucha personalidad. Entoces la reconocí.
Entró en mi oficina, con una expresión preocupada, y me dijo.
- Mira, voy a ir directa al grano.
- Adelante.
« Me gusta la gente que va directa al grano », pensé yo, y empezó a explicármelo todo.
- Colaboro con la Asociación de Vecinos de Peñalbina. Es un barrio obrero,
sabes ?, cerca del parque de San Isidro. En la Asociación tenemos una sección de ayuda a los trabajadores extrajeros. Ahora hay muchos inmigrantes: africanos, sudamericanos, polacos... Tienen muchos problemas, como puedes imaginar: problemas de vivienda, de trabajo... Algunos voluntarios dan clases de español, los ayudamos con la burocracia, y todo eso. Uno de los chicos extranjeros, ahora...
sabes ?, cerca del parque de San Isidro. En la Asociación tenemos una sección de ayuda a los trabajadores extrajeros. Ahora hay muchos inmigrantes: africanos, sudamericanos, polacos... Tienen muchos problemas, como puedes imaginar: problemas de vivienda, de trabajo... Algunos voluntarios dan clases de español, los ayudamos con la burocracia, y todo eso. Uno de los chicos extranjeros, ahora...
Bueno, resumiendo, lo busca la Policía y nosotros queremos ayudarlo. Estamos completamente seguros de que no ha hecho nada. Por eso necesitamos un detective privado.
Tomado del libro Lejos de casa, de Loures Miquel y Neus Sans
La frase del texto que no tiene perífrasis es:
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Read the Mother Teresa’s “Anyway Poem” and answerthe question:
People are often unreasonable, illogical and self centered;
Forgive them anyway.
If you are kind, people may accuse you of selfish, ulterior motives;
Be kind anyway.
Ifyou are successful, you will win some false friends and some true enemies;
Succeed anyway.
Ifyou are honest and frank, people may cheat you;
Be honest and frank anyway.
Whatyou spend years building, someone could destroy overnight;
Build anyway.
Ifyou find serenity and happiness, they may be jealous;
Be happy anyway.
The goodyou do today people will often forget tomorrow;
Do good anyway.
Give the world the best you have, and it may never be enough;
Give the world the best you’ve got anyway. You see, in the final analysis, it is between you and your God; It was never between you and them anyway.
[Reportedly inscribed on the wall of Mother Teresa’s children’s home in Calcutta, and attributed to her. However, an article in the New York Times has since reported (March 8, 2002)]
Choose the alternative that contains a word that replaces correctly the verb “forgive” in “Foraive them all”:
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Texto
Ler devia ser proibido
A pensar fundo na questão, eu diria que ler devia ser proibido.
Afinal de contas, ler faz muito mal às pessoas: acorda os homens para realidades impossíveis, tornando-os incapazes de suportar o mundo insosso e ordinário em que vivem. A leitura induz à loucura, desloca o homem do humilde lugar que lhe fora destinado no corpo social. Não me deixam mentir os exemplos de Don Quixote e Madame Bovary. O primeiro, coitado, de tanto ler aventuras de cavalheiros que jamais existiram meteu-se pelo mundo afora, a crer-se capaz de reformar o mundo, quilha de ossos que mal sustinha a si e ao pobre Rocinante. Quanto à pobre Emma Bovary, tornou-se esposa inútil para fofocas e bordados, perdendo-se em delírios sobre bailes e amores cortesãos.
Ler realmente não faz bem. A criança que lê pode se tornar um adulto perigoso, inconformado com os problemas do mundo, induzido a crer que tudo pode ser de outra forma. Afinal de contas, a leitura desenvolve um poder incontrolável. Liberta o homem excessivamente. Sem a leitura, ele morreria feliz, ignorante dos grilhões que o encerram. Sem a leitura, ainda, estaria mais afeito à realidade quotidiana, se dedicaria ao trabalho com afinco, sem procurar enriquecê-la com cabriolas da imaginação.
Sem ler, o homem jamais saberia a extensão do prazer. Não experimentaria nunca o sumo Bem de Aristóteles: O conhecer. Mas para que conhecer se, na maior parte dos casos, o que necessita é apenas executar ordens? Se o que deve, enfim, é fazer o que dele esperam e nada mais?
Ler pode provocar o inesperado. Pode fazer com que o homem crie atalhos para caminhos que devem, necessariamente, ser longos. Ler pode gerara invenção. Pode estimular a imaginação de forma a levar o ser humano além do que lhe é devido.
Além disso, os livros estimulam o sonho, a imaginação, a fantasia. Nos transportam a paraísos misteriosos, nos fazem enxergar unicórnios azuis e palácios de cristal. Nos fazem acreditar que a vida é mais do que um punhado de pó em movimento. Que há algo a descobrir. Há horizontes para além das montanhas, há, estrelas por trás das nuvens. Estrelas jamais percebidas. É preciso desconfiar desse pendor para o absurdo que nos impede de aceitar nossas realidades cruas.
Não, não deem mais livros às escolas. Pais, não leiam para os seus filhos, pode levá-los a desenvolver esse gosto pela aventura e pela descoberta que fez do homem um animal diferente. Antes estivesse ainda a passear de quatro patas, sem noção de progresso e civilização, mas tampouco sem conhecer guerras, destruição, violência. Professores, não contem histórias, pode estimular uma curiosidade indesejável em seres que a vida destinou para a repetição e para o trabalho duro.
Ler pode ser um problema, pode gerar seres humanos conscientes demais dos seus direitos políticos em um mundo administrado, onde ser livre não passa de uma ficção sem nenhuma verossimilhança. Seria impossível controlar e organizar a sociedade se todos os seres humanos soubessem o que desejam. Se todos se pusessem a articular bem suas demandas, a fincar sua posição no mundo, a fazer dos discursos os instrumentos de conquista de sua liberdade.
O mundo já vai por um bom caminho. Cada vez mais as pessoas leem por razões utilitárias: para compreender formulários, contratos, bulas de remédio, projetos, manuais etc. Observem as filas, um dos pequenos cancros da civilização contemporânea. Bastaria um livro para que todos se vissem magicamente transportados para outras dimensões, menos incômodas. É esse o tapete mágico, o pó de pirlimpimpim, a máquina do tempo. Para o homem que lê, não há fronteiras, não há cortes, prisões tampouco. O que é mais subversivo do que a leitura?
É preciso compreender que ler para se enriquecer culturalmente ou para se divertir deve ser um privilégio concedido apenas a alguns, jamais àqueles que desenvolvem trabalhos práticos ou manuais. Seja em filas, em metrôs, ou no silêncio da alcova... Ler deve ser coisa rara, não para qualquer um.
Afinal de contas, a leitura é um poder, e o poder é para poucos.
Para obedecer não é preciso enxergar, o silêncio é a linguagem da submissão. Para executar ordens, a palavra é inútil.
Além disso, a leitura promove a comunicação de dores, alegrias, tantos outros sentimentos... A leitura é obscena. Expõe o íntimo, torna coletivo o individual e público, o secreto, o próprio. A leitura ameaça os indivíduos, porque os faz identificar sua história a outras histórias. Torna-os capazes de compreender e aceitar o mundo do outro. Sim, a leitura devia ser proibida.
Ler pode tornar o homem perigosamente humano.
(Guiomarde Grammon)
Tendo em vista o sentido global do texto, assinale a alternativa cuja frase sintetize a tese do texto:
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De acordo com o Artigo 3º do Estatuto do Idoso de 2003, é obrigação da família, da comunidade, da sociedade e do Poder Público assegurar ao idoso, com absoluta prioridade, a efetivação do direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, à cultura, ao esporte, ao lazer, ao trabalho, à cidadania, à liberdade, à dignidade, ao respeito e à convivência familiar e comunitária. A garantia de prioridade compreende:
I. Atendimento preferencial imediato e individualizado junto aos órgãos públicos e privados prestadores de serviço à população.
II. Viabilização de formas alternativas de participação, ocupação e convívio do idoso com as demais gerações.
III. Priorização do atendimento do idoso por sua família, em detrimento do atendimento asilar, exceto dos que não a possuam ou careçam de condições de manutenção da própria sobrevivência.
IV. Prioridade no pagamento do Imposto de Renda e outros tributos.
V. Garantia de acesso à rede de serviços de saúde e e assistência social locais.
VI. Capacitação e reciclagem dos recursos humanos nas áreas de geriatria e gerontologia e na prestação de serviços aos idosos.
Estão corretos apenas os itens:
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Un búho aterroriza Middlesbrough
Un enorme búho está aterrorizando a los compradores y paseantes del centro de Middlesbrough.
El ave, capaz de transportar zorros y pequeños ciervos, se lanza desde los altos tejados hacia la gente que pasa confiada por la zona, informa la publicación The Sun.
El búho-águila, cuyas alas alcanzan una evergadura de un metro y medio, se instaló en el tejado de la estación de tren en septiembre, pero se convirtió en un problema en Navidad.
Craig Smith cuenta cómo el avese abalanzó sobre él desde atrás en el momento en que él empezó a correr por el aparcamiento e la estación para coger el tren: "Yo oí un sonido muy alto similar al que producen los búhos y miré atrás. Entonces vi esa criatura de alas plateadas y garras extendidas", recuerda.
Otra víctima, Mark Freyett, de años y padre de cuatro hijos, declaró: "Yo salía del trabajo cuando oí una especie de grito y vi esa gran cara blanca viniendo hacia mí. Levanté mi brazo y golpeé su ala, entonces cayó al suelo, pero se levantó y echó a volar. (...) Estaba aterrado. Fue como una escena de Harry Potter. iPensé que iba a cogerme! Fui a casa y llamé a la policía, pero pensaron que estaba borracho."
Rachel Stewart, del Kirkleatham Owl Centre en Redcar, North Yorkshire (Inglaterra), dijo: "Creemos que debe de haber escapado de algún espectáculo ambulante. Algunos voluntarios han intentado cazarlo un par de veces. No es peligroso para la gente, pero cazará para sobrevivir. Podría matar fácilmente un gato o un perro pequeño.
Texto traducido y adatpado de www.ananova.com
En la frase "iPensé que iba a cogerme!" el verbo iba está en el tiempo:
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Hesíodo quer nos mostrar que entre os animais impera a lei do mais forte, desconhecendo eles a noção de justiça. Os seres humanos, por sua vez, conhecem um princípios de "equalização" (embora ele não utilize esse termo) que permite a coexistência pacífica e uma vida em conjunto que seja próspera.
Assinale a alternativa correta.
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A lei, em sua essência mais pura, não é um imperativo alheio à vontade dos cidadãos, mas deve expressar o que nessa vontade é comum, ela deve expressas o que Jean-Jacques Rosseau chamou de:
Assinale a alternativa correta.
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Fobias
Não sei como se chamaria o medo de não ter o que ler. Existem as conhecidas claustrofobia (medo de lugares fechados), agorafobia (medo de espaços abertos), acrofobia (medo de altura) e as menos conhecidas ailurofobia (medo de gatos), iatrofobia (medo de médicos) e até a treikaidesafobia (medo do número 13), mas o pânico de estar, por exemplo, num quarto de hotel, com insônia, sem nada para ler não sei que nome tem. É uma das minhas neuroses. O vício que lhe dá origem é a gutembergomania, uma dependência patológica na palava impressa. Na falta dela, qualquer palavra, qualquer palavra serve. Já saí de cama de hotel no meio da noite e entrei no banheiro para ver se as torneiras tinham "Frio" e "Quente" escritos por extenso, para saciar minha sede de letras. Já ajeitei o travesseiro, ajustei a luz e abri uma lista telefônica, tentando me convencer que, pelo menos no número de personagens, seria um razoável substituto para um romance russo. Já revirei cobertores e lençóis, à procura de uma etiqueta, qualquer coisa.
[...] Uma vez liguei para a telefonista de madrugada e pedi uma Amiga.
- Desculpe, cavalheiro, mas o hotel não fornece companhia feminina...
- Você não entendeu! Eu quero uma revista Amiga, Capricho, Vida Rotariana, qualquer coisa.
- Infelizmente, não tenho nenhum revista.
- Não é possível! O que você faz durante a noite?
- Tricô.
Uma esperança!
- Com manual?
- Não.
Danação.
- Você não tem nada para ler? Na bolsa, sei lá.
- Bem... tem uma carta da mamãe.
- Manda!
(VERISSIMO, Luiz Fernardo. Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2003. p. 97-98)
Ao longo o texto, o autor utiliza o humor como ferramente de construção de sentidos. Todos os elementos abaixo foram por ele empregados para provocar tal efeito, exceto:
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- UniãoExecutivoDecreto 1.171/1994: Código de Ética do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal
Dê valores de Verdadeiro (V) ou Falso (F) para as afirmativas a seguir que tratam das Regras Deontológicas previstas no Código e Ética Profissional do Servido Público Civil/94.
( ) A moralidade da Administração Pública não se limita entre o bem e o mal, devendo ser acrescida da ideia de que o fim é sempre o bem comum.
( ) O trabalho desenvolvido pelo servidor público, perante a comunidade, deve ser entendido como acréscimo ao seu próprio bem-estar.
( ) Toda ausência justificada do servidor de seu local de trabalho é fator de desmoralização do servidor público, o que quase sempre conduz à desordem nas relações humanas.
( ) O servidor deve prestar toda atenção às ordens de seus superiores, velando atentamente por seu cumprimento, e, assim, evitando a conduta negligente.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo:
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