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Foram encontradas 60 questões.

598049 Ano: 2014
Disciplina: Teologia
Banca: IBFC
Orgão: SEE-MG
Desde o início do século XX, o Ensino Religioso (ER) vem sendo alvo de inúmeras polêmicas no meio educacional do país. Passando por diferentes etapas de discussão, recebeu um tratamento que lhe imprimiu profundas marcas provenientes. Sobre a história do ensino religioso no Brasil a partir de 1550, analise as afirmativas a seguir e de valores de verdadeiro (V) e falso (F):
( ) A partir de 1550, os jesuítas fundaram as primeiras escolas para os gentios (aqueles que professavam outras religiões consideradas pagãs, os índios), as quais se multiplicaram pelo território brasileiro, contribuindo significativamente para o estabelecimento de uma identidade nacional, através da língua portuguesa e da fé católica como elementos que articulariam uma nação, em termos simbólicos.
( ) A educação jesuítica tinha como pressuposto a atualização das potencialidades da pessoa humana, de maneira a capacitá-la para receber a luz da fé e salvar sua alma; daí inferindo-se que a finalidade da educação era conjuntamente natural e sobrenatural.
( ) O Governo interveio como primeiro interessado e propôs uma filosofia educacional.
( ) O ensino da Religião fazia parte dos acordos estabelecidos entre a Igreja Católica e o Rei de Portugal, que colocavam em primeiro lugar a evangelização dos gentios.
( ) Para atingir seus objetivos, a educação jesuítica servia-se das ciências, das artes e da natureza, e se subdividia em três fases: primária, média e superior.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo:
 

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593201 Ano: 2014
Disciplina: Filosofia
Banca: IBFC
Orgão: SEE-MG
As duas palavras costumam ser usadas indiferentemente. Mas em geral têm um sentido bastante distinto. _____________ se relaciona às ações, isto é, à conduta real. ___________ são os princípios ou juízos que originam essas ações.
Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas.
 

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588992 Ano: 2014
Disciplina: Teologia
Banca: IBFC
Orgão: SEE-MG
Os parâmetros apresentados pelo FONAPER (Fórum Nacional Permanente do Ensino Religioso) são uma proposta curricular para a disciplina Ensino Religioso. Baseando-se nos parâmetros, assinale a alternativa incorreta:
 

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X e Y são números naturais, então a soma de todos os valores de X que satisfazem a equação X + Y = 9 é:
 

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568429 Ano: 2014
Disciplina: Teologia
Banca: IBFC
Orgão: SEE-MG
A proposta de Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso de graduação em Ciências da Religião – Licenciatura em Ensino Religioso, elaborada a partir dos debates realizados no X Seminário Nacional de Formação de Professores para o Ensino Religioso pelo FONAPER e, encaminhado à presidente do Conselho Nacional de Educação (CNE), demonstra alguns aspectos fundamentais à formação do docente. Sobre esse tema, assinale a alternativa incorreta.
 

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O triângulo ABC é reflexão pelo eixo das abscissas do triângulo DEF de vértices D(-3,-5), E(2,-7) e F(5,4). Desse modo, os vértices do triângulo ABC podem ser:
 

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Um jogo consiste em marcar num cartão, composto por 7 números diferentes, 5 desses números. São sorteados 5 números e ganha quem acertar exatamente os 5 números marcados. A probabilidade de uma pessoa ganhar nesse jogo, sabendo que ela marcou os 5 números e fez um único jogo é de:

 

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A questão baseia no texto apresentado abaixo.
Registro de encantamento e atestado de importância
[...]
Acontece bem assim: a gente abre um livro.
E o livro abre a vida da gente.
E quanto mais livro, mais livre, a modo e tempo que essa livraria toda nos livra da desumanidade.
Já se sabe coisa-ou-outra. Mas dentro de uma livraria, bota reparo, a gente sempre entende que não entende quase nada. Eu, hem. Talvez fosse melhor a gente nunca mais pôr os pés nessa ingresia de lugar.
Não seria providencioso deixar as coisas do maljeito que estão?
Até parece! A gente quer é saber mais, inventar outros modos de olhar, remexer num assunto complicado, gritar uma pergunta que bem podia ficar quietinha pra sempre num canto da memória de toda a humanidade [...]
Ara mas tá. Cada livro é uma pergunta terrível, misteriosa, angustiante.
Ou uma pergunta engraçada, festosa, sacudida-sai-cedo.
Uma coisa de fantasia de verdade mentirosa verdadeira. Porque uma livraria é um estúdio pra gente revelar um estudo da alma humana. Quer esfriar a cabeça? Quer esquentar a imaginação?
Entre numa livraria ou numa biblioteca.
E trate de ser pessoa, rosa, bandeira, prado, ramos, machado.
Mas antes, tem Lobato. Tem Cecília. Tem Clarice.
Ninguém nasceu para uma vidinha insossa.
Se não faltar o livro, vai sempre ter um jeito de a gente não deixar que faltem outras coisas.
Está doente? Meio desacorçoado?
Consulte uma livraria ou uma biblioteca. Garanto que vai receber um alívio por meio de chuva de beiral do alpendre. Por meio de cheirinho de arroz-doce com canela. De gente chegando de um passeio no jardim da coragem.
Uma livraria nos livraria da vida sem sentido.
A modo e hora que cada livro na estante é uma porta fechada. Então a gente abre a porta como quem inventa o livro no momento em que porta alguma jamais se abrirá por completo neste livro que é cada um de nós.
Vontade era que cada um de nós tivesse a fortuna de ler todos os livros da infância, todos os livros da juventude, todos os livros da maturidade.
Essa livraria toda nos livraria da injustiça, do desafio, do azedume, do destempero da desumanidade.
A modo e manhã de assuntar: cada livro que se lê na infância é uma coragem de cantar bem alto para espantar assombração. Cada livro que se lê na juventude é uma coragem de cantar bem baixinho pra fingir que não acredita em assombração. Cada livro que se lê na maturidade é uma coragem de cantar bem devagarinho pra compreender que é uma assombração.
Quanto mais a gente lê, mais assombração aparece.
Mas é assombração que encanta, sabe?
Que nos livra da mesmice, porque desacomoda por todos os séculos e séculos amém, eta bondade, benza Deus.
Recomendo assombrar com uma certa frequência. Observar cada estante, cada gravura, cada capa, cada folha de rosto, cada rosto, cada olhar,cada respiração, cada começo de voz.
[...]
No entanto, mire e rume: um livro é um mundo onde a condição humana tem vez e voz, registro de encantamento e atestado de importância. Quem lê pode respirar poesia. Pode viver de prosa.
Quem lê, tem uma chave, uma maneira mais radiante de abrir o coração, uma passagem, uma possibilidade, um lugar de ave que se aventura, que deseja se livrar de morrer de desânimo.
[...]
Tem vez, você finge que não quer. E apenas se põe a contemplar cada um. Finge que não precisa; que pode passar sem eles, bobagem esse negócio de mexida de livro, pura paranoia, livros e mais livros pra quê; a vida sem eles nem é tão chata assim.
Mas acaba que com eles a vida é mais profunda, mais apaixonada, mais genial.
[...]
(Stela Maris Rezende)
Considerando o contexto, no fragmento “a gente nunca mais pôr os pés nessa ingresia de lugar.” (4º§), pode ser feito o seguinte comentário sobre o sentido da palavra em destaque:
 

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A questão baseia no texto apresentado abaixo.
Registro de encantamento e atestado de importância
[...]
Acontece bem assim: a gente abre um livro.
E o livro abre a vida da gente.
E quanto mais livro, mais livre, a modo e tempo que essa livraria toda nos livra da desumanidade.
Já se sabe coisa-ou-outra. Mas dentro de uma livraria, bota reparo, a gente sempre entende que não entende quase nada. Eu, hem. Talvez fosse melhor a gente nunca mais pôr os pés nessa ingresia de lugar.
Não seria providencioso deixar as coisas do maljeito que estão?
Até parece! A gente quer é saber mais, inventar outros modos de olhar, remexer num assunto complicado, gritar uma pergunta que bem podia ficar quietinha pra sempre num canto da memória de toda a humanidade [...]
Ara mas tá. Cada livro é uma pergunta terrível, misteriosa, angustiante.
Ou uma pergunta engraçada, festosa, sacudida-sai-cedo.
Uma coisa de fantasia de verdade mentirosa verdadeira. Porque uma livraria é um estúdio pra gente revelar um estudo da alma humana. Quer esfriar a cabeça? Quer esquentar a imaginação?
Entre numa livraria ou numa biblioteca.
E trate de ser pessoa, rosa, bandeira, prado, ramos, machado.
Mas antes, tem Lobato. Tem Cecília. Tem Clarice.
Ninguém nasceu para uma vidinha insossa.
Se não faltar o livro, vai sempre ter um jeito de a gente não deixar que faltem outras coisas.
Está doente? Meio desacorçoado?
Consulte uma livraria ou uma biblioteca. Garanto que vai receber um alívio por meio de chuva de beiral do alpendre. Por meio de cheirinho de arroz-doce com canela. De gente chegando de um passeio no jardim da coragem.
Uma livraria nos livraria da vida sem sentido.
A modo e hora que cada livro na estante é uma porta fechada. Então a gente abre a porta como quem inventa o livro no momento em que porta alguma jamais se abrirá por completo neste livro que é cada um de nós.
Vontade era que cada um de nós tivesse a fortuna de ler todos os livros da infância, todos os livros da juventude, todos os livros da maturidade.
Essa livraria toda nos livraria da injustiça, do desafio, do azedume, do destempero da desumanidade.
A modo e manhã de assuntar: cada livro que se lê na infância é uma coragem de cantar bem alto para espantar assombração. Cada livro que se lê na juventude é uma coragem de cantar bem baixinho pra fingir que não acredita em assombração. Cada livro que se lê na maturidade é uma coragem de cantar bem devagarinho pra compreender que é uma assombração.
Quanto mais a gente lê, mais assombração aparece.
Mas é assombração que encanta, sabe?
Que nos livra da mesmice, porque desacomoda por todos os séculos e séculos amém, eta bondade, benza Deus.
Recomendo assombrar com uma certa frequência. Observar cada estante, cada gravura, cada capa, cada folha de rosto, cada rosto, cada olhar,cada respiração, cada começo de voz.
[...]
No entanto, mire e rume: um livro é um mundo onde a condição humana tem vez e voz, registro de encantamento e atestado de importância. Quem lê pode respirar poesia. Pode viver de prosa.
Quem lê, tem uma chave, uma maneira mais radiante de abrir o coração, uma passagem, uma possibilidade, um lugar de ave que se aventura, que deseja se livrar de morrer de desânimo.
[...]
Tem vez, você finge que não quer. E apenas se põe a contemplar cada um. Finge que não precisa; que pode passar sem eles, bobagem esse negócio de mexida de livro, pura paranoia, livros e mais livros pra quê; a vida sem eles nem é tão chata assim.
Mas acaba que com eles a vida é mais profunda, mais apaixonada, mais genial.
[...]
(Stela Maris Rezende)
Releia, atentamente, o seguinte fragmento para responder à questões.
“cada livro que se lê na infância é uma coragem de cantar bem alto para espantar assombração. Cada livro que se lê na juventude é uma coragem de cantar bem baixinho pra fingir que não acredita em assombração. Cada livro que se lê na maturidade é uma coragem de cantar bem devagarinho pra compreender que é uma assombração. Quanto mais a gente lê, mais assombração aparece.” (23º§- 24º§)
Dentre as opções abaixo, assinale aquela em que se faz um comentário incorreto sobre o trecho em análise.
 

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547391 Ano: 2014
Disciplina: Filosofia
Banca: IBFC
Orgão: SEE-MG
Sobre os elementos constitutivos da religião, assinale a alternativa que correlaciona corretamente o Quadro 1 com o Quadro 2:
Quadro 1
A. DOUTRINA (crença, dogma)
B. RITO (cerimônia):
C. ÉTICA (leis):
D. COMUNIDADE
Quadro 2
I. Une os homens de uma determinada comunidade religiosa.
II. Mostra que a fé não se trata de um sentimento individualista.
III. Fala sobre a origem de tudo: sentido da vida, da dor, da matéria, do além. Para as religiões primitivas (animismo, fetichismo, politeísmo, etc) a fonte da tradição repousa nos antepassados. Para as religiões sapienciais (hinduísmo, budismo, jainismo, etc) e para as atitudes filosóficas (yoga, seicho-no-iê, teosofia, etc), a fonte é a palavra de sábios iluminados (hinduísmo, budismo, xintoísmo, confucionismo, taoismo). Para as religiões proféticas (judaísmo, cristianismo, islamismo), a fonte é a palavra de Deus revelada pelos profetas.
IV. Cada religião traz consigo as consequências de sua doutrina, ensinando o que é certo e o que é errado, dentro de sua cosmovisão. Os preceitos mais importantes são: lei da natureza, lei do amor e a lei do bom senso.
Assinale a alternativa que apresenta a correlação correta:
 

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