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“Luiza Helena Trajano, que comanda uma das maiores redes de lojas de varejo do país, a ‘Magazine Luiza’, é um exemplo de pessoa com elevada extroversão. Simpática e sociável, a executiva procura manter uma boa relação com todas as pessoas ao seu redor, principalmente com os seus subordinados na organização. Além disso, é carismática e consegue influenciar fortemente os membros de sua equipe.” São considerados fatores das variações mais significativas na personalidade humana, EXCETO:
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- Demonstrações ContábeisBP: Balanço PatrimonialAtivoAtivo CirculanteDisponibilidades: Caixa e seus Equivalentes
Uma empresa apresenta a seguinte informação:
• Recebimentos = $ 200.000;
• Pagamentos = $ 120.000;
• Caixa inicial = $ 20.000; e,
• Caixa mínimo = $ 10.000.
Pode-se inferir que o excesso/falta de caixa para determinado mês se trata de:
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A principal meta da orientação de marketing é auxiliar organizações a atingir os seus objetivos. No caso de empresas privadas, o objetivo maior é o lucro; no caso de organizações sem fins lucrativos e órgãos públicos, é sobreviver e atrair recursos suficientes para desempenhar um trabalho útil. Uma empresa ganha dinheiro ao satisfazer as necessidades dos clientes melhor do que a concorrência o faz. A maioria das empresas não adota a orientação de marketing até ser levada a fazê-lo pelas circunstâncias. São considerados motivos para adotar a orientação de marketing, EXCETO:
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As empresas estão percebendo a importância de parceiros estratégicos, para se tornarem efetivas; por isso, deve ter criatividade para alcançar parceiros que possam complementar suas forças e compensar as suas fraquezas. Diversas alianças estratégicas, que se tornam alianças de marketing, são apresentadas nas categorias seguintes de, EXCETO:
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Certa empresa apresenta um ativo circulante de $ 1.000.000 e um passivo circulante de $ 500.000. Considerando o índice de liquidez, é correto afirmar que a empresa:
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Um grande número de pesquisas indica que os tomadores de decisões também permitem que erros e vieses sistemáticos atrapalhem seus julgamentos. As distorções mais comuns são, EXCETO:
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A cadeia de valor é um modelo que a empresa utiliza para entender a sua posição em custos e identificar os diversos meios que poderão ser empregados para facilitar a implementação de sua estratégia comercial. A cadeia de valor de uma empresa segmenta-se em atividades primárias e de apoio. São consideradas atividades primárias, EXCETO:
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“Quando o iPhone começou a ser vendido nas lojas da empresa da Apple, os funcionários cumprimentaram e aplaudiram com muito entusiasmo os primeiros compradores que esperavam na fila para entrar na loja. Dar uma recepção calorosa com rostos sorridentes e cumprimentos é uma espécie de , em que a organização exige que os funcionários assim procedam, sendo considerada apropriada a determinado trabalho.” Assinale a alternativa que completa corretamente a afirmativa anterior.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Consulplan
Orgão: SEED-PR
Como caíram tantas águas,
nublou-se o horizonte,
nublou-se a floresta,
nublou-se o vale.
Cecília Meireles
in Mar Absoluto
A repetição das palavras no início de cada verso da estrofe destacada é um recurso estilístico que:
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A diversidade valorizada
Valorizar a realidade do outro é o movimento mais
revolucionário dos nossos tempos.
A humanidade, como um todo, às vezes parece um ébrio que avança cambaleante, que titubeia à esquerda, deambula à direta, retrocede meio passo e, aos poucos, avança imprecisamente. Talvez se assemelhe melhor a um infante, quiçá a um bebê, que, inseguro, busca firmar seus passos e a quem a queda se apresenta não como mandatária, mas como experiência.
Todos nós, relutantes e amedrontados, transformamos a nossa realidade num lar, onde nos aconchegamos, repousamos e alardeamos ser este o nosso espaço possível, o único seguro. Fora deste “nosso lar” nada existe – e, se existir, é perigoso, é uma ameaça que precisa ser eliminada.
Mas será que para trombetear que nosso lar é acolhedor precisamos exorcizar os lares alheios? Quando guturalmente explicitamos que nosso espaço é possível, estamos negando que outros existam? Cada pessoa se depara com algo que gostaria de negar, precisa ver o que não gostaria de reconhecer e é colocada próxima daquilo de que gostaria de manter distância: o outro, a outra.
O “outro” impõe sua existência, está às vistas, circula na proximidade. Como vamos lidar com isso? Ou, ainda, como estamos percebendo este outro, esta outra? A realidade do outro e da outra não é mono, mas polissêmica; não é rotina, mas festejo; não é única, mas diversa. Assim, a diversidade se introduz como hóspede inoportuna, com galhardia imprópria. Desfila a si mesma, desarticulando nossa insegura e medrosa rotina.
O momento exige que o infante ébrio firme seus passos, encare o percurso, sorria desafiante e acalente um sonho. Deve -se festejar a diversidade, não apenas suportar sua presença; torná-la laudável, não um infortúnio imposto; anunciá-la abertamente, não a tratando como hóspede indesejada. Para isso, uma transformação se impõe e é preciso pôr em prática um vasto e generoso escambo, ir para a vida disposto a trocar o resultado pela paz interior, o falo pelo afeto, o linear pelo cíclico, a lógica pelo fenômeno, a colheita pelo plantio, a certeza pela dúvida, a razão pela vivência.
A diversidade elogiada se revela sorrateira e cativante nas suas múltiplas dobras, num convite claro para que a humanidade visualize a si mesma, encare-se como totalidade e não exclua de si a sua essência: o diverso. Negar a diversidade é impossível, por isso é que pessoas e povos com projetos de dominação forjam teorias – com alcunha de ciência ou nome de algum deus – que fazem classificações de “superiores” e “inferiores”. Desta forma, o modo de lidar com a diversidade se torna sutil e perverso. Seria, por acaso, tão difícil perceber que dizer que o “outro” é inferior carrega a lógica da dominação?
O relato sobre a diversidade laudável se torna extenso, mas também pode ser sucintamente apresentado, desde que sejam abandonados esquemas mentais de negação do(a) outro(a). Se esse passo for dado, a diversidade surge resplandecente, como joia desejada, que contabiliza para o tesouro da humanidade.
Invertendo esse sonho, a pobreza se torna nosso legado, pois, quando uma cultura desaparece, junto some uma maneira de interpretar a realidade; quando um idioma para de ser falado, cessa junto um jeito de expressar a palavra “mundo”; quando uma religião finda, empobrecem as sendas da humanidade na busca pelo sagrado; quando uma etnia é ocultada, é o olhar de todos que fica embaçado; quando uma expressão de gênero é perseguida, a humanidade revela sua própria infelicidade. Por fim, quando um humano é discriminado por aqueles que detêm o poder, todos correm riscos, pois o poder muda de mãos, mas a sua lógica, nunca.
Passamos de uma pauta pessoal para uma pauta política e coletiva, porque, quando se acalenta que um simples fragmento de diversidade possa ser excluído, dá-se a dica e a permissão para nossa própria exclusão. Sim, negar a diversidade é a mais sutil e astuta agenda dos ditadores de plantão. Os regimes autoritários não podem permitir que o diverso exista, já que cultuam a si mesmos. Eles precisam suplantar o outro, para fazer reluzir a própria egolatria. Preferem o espelho à janela e, mesmo com olhos abertos, só enxergam a própria face.
Valorizar a diversidade é o movimento mais revolucionário dos nossos tempos, o mais democrático dos impulsos, a empreitada mais transformadora. Valorizar a diversidade é raciocinar a partir da premissa de que todos contam. O pão acumulado em uma mesa e que falta na mesa do outro é injusto; o religioso que se apresenta como o único representante do sagrado é mentiroso; o modelo de família trazido como o único verdadeiro é falso; o líder que se apregoa como a única opção é um usurpador; a etnia que se infla de superior é insegura; o padrão de afeto que precisa se impor é decepcionante. Que a diversidade ecoe em nossos ouvidos como a música predileta. Que ela ocupe nossos pensamentos como nossos melhores sonhos. E que, vigilantes, possamos escrutinar nosso cotidiano, para que nunca, nem no menor aceno, possamos afastá-la. Em última instância, a diversidade é o reflexo da vida, que misteriosamente desliza à nossa frente em muitas formas, desvelando seu mistério.
(SANCHES, Mário Antonio. A diversidade valorizada. O Estado de São Paulo. Em: 18/09/2021. Disponível em: https://opiniao.estadao.com.br/ noticias/espaco-aberto,a-diversidade-valorizada,70003842411.)
De acordo com o texto, a negação da diversidade ou a negação do “outro” favorece a existência de:
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