Foram encontradas 60 questões.
Suponha que uma professora tenha constatado que, de seus vinte
alunos, treze já haviam visitado o museu da cidade e quinze já
haviam visitado o planetário. Nesse caso, o menor número
possível de alunos que já visitaram tanto o museu quanto o
planetário é
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Uma professora pediu a cada estudante que levasse régua,
fita métrica e uma grande cartolina branca para a sala de aula na
aula seguinte, para a realização de uma atividade. No dia
marcado, ela deu as seguintes orientações, a que os estudantes
deveriam atender.
1) Desenhe um segmento de reta com mais de 1 metro de comprimento.
2) Marque, no segmento de reta, a lápis, um ponto indicado com o número 0 e outro ponto, indicado com o número 1, a exatamente 1 metro de distância do primeiro.
3) Utilizando sempre a escala métrica, marque, no segmento de reta, entre os números 0 e 1, todos os números decimais exatos com exatamente uma casa decimal.
4) Depois, marque todos os números decimais exatos com exatamente duas casas decimais.
Em seguida, em um experimento mental, a professora pediu aos estudantes que fechassem seus olhos e se imaginassem marcando, sucessivamente, todos os números decimais exatos com exatamente 3 casas decimais, depois exatamente 4, e assim por diante, indefinidamente.
Considerando um estudante que tenha executado com perfeição todos os comandos dados e desconsiderando eventuais dificuldades práticas quanto à espessura da ponta do lápis, assinale a opção correta acerca da atividade desenvolvida pela professora.
1) Desenhe um segmento de reta com mais de 1 metro de comprimento.
2) Marque, no segmento de reta, a lápis, um ponto indicado com o número 0 e outro ponto, indicado com o número 1, a exatamente 1 metro de distância do primeiro.
3) Utilizando sempre a escala métrica, marque, no segmento de reta, entre os números 0 e 1, todos os números decimais exatos com exatamente uma casa decimal.
4) Depois, marque todos os números decimais exatos com exatamente duas casas decimais.
Em seguida, em um experimento mental, a professora pediu aos estudantes que fechassem seus olhos e se imaginassem marcando, sucessivamente, todos os números decimais exatos com exatamente 3 casas decimais, depois exatamente 4, e assim por diante, indefinidamente.
Considerando um estudante que tenha executado com perfeição todos os comandos dados e desconsiderando eventuais dificuldades práticas quanto à espessura da ponta do lápis, assinale a opção correta acerca da atividade desenvolvida pela professora.
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Assinale a opção que corresponde ao número 1,1111823823... em
sua forma fracionária.
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Se uma professora sortear 4 de seus 20 alunos para uma visita a
um museu, a quantidade de maneiras que a seleção poderá ser
feita sem que os alunos A e B participem juntos do passeio será
igual a
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Uma empresa que vende apenas um tipo de produto
decidiu, em certo mês, aumentar o preço de venda desse produto
em 10%. No entanto, os funcionários da empresa perceberam que
a quantidade vendida diminuiu 10% em relação ao mês anterior
ao aumento.
Com base nessa situação hipotética, é correto afirmar que o faturamento dessa empresa depois da alteração do preço, comparado com o faturamento antes da alteração,
Com base nessa situação hipotética, é correto afirmar que o faturamento dessa empresa depois da alteração do preço, comparado com o faturamento antes da alteração,
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Texto CB1A1
As afirmações “Meus alunos não sabem português” ou
“Eu não sei português” são comuns no dia a dia de brasileiros e
brasileiras. Basta perguntar a qualquer falante do português se ele
“sabe” português e veremos que, na maioria dos casos, a resposta
será: “Não sei” ou “Não sei direito”.
Há diversos motivos que levam os falantes de uma língua
a proferirem afirmações como essas. Há razões históricas e
sociais que podem explicar esse sentimento dos brasileiros.
Uma delas é que, como o senso comum nos leva a pensar
que saber gramática está, diretamente, ligado ao domínio de
conceitos apresentados nos compêndios gramaticais, acabamos
acreditando que, se alguém não sabe as regras apresentadas
nesses compêndios, não sabe português.
É, no mínimo, lamentável imaginar que milhões de
brasileiros, que se comunicam em português diariamente, durante
toda sua vida, têm uma autoestima linguística tão baixa. Por
acreditarem que não dominam certos aspectos de uma variedade
da língua, chegam à conclusão de que não sabem sua própria
língua materna.
Na verdade, todas as pessoas que são expostas à língua
portuguesa desde o nascimento ou desde a infância sabem
português. Portanto, todos os brasileiros nessa situação sabem
português.
Desde o nascimento, nossa mente nos guia em nosso
aprendizado linguístico. Crianças de 2 e 3 anos de idade já usam
a língua portuguesa com desenvoltura, criam sentenças que nunca
escutaram antes e aprendem mais a cada dia, apesar de ainda não
terem ido à escola. Se nosso conhecimento sobre o
funcionamento da língua portuguesa dependesse exclusivamente
do que aprendemos na escola, só aprenderíamos a falar depois de
ir à escola. Sabemos, entretanto, que isso não é necessário.
Quando entendemos que o conceito de gramática
corresponde a um construto mental que cada membro da espécie
humana desenvolve, desde que exposto a dados da língua em
questão, vemos como é, no mínimo, impróprio afirmarmos que
“não sabemos português”.
A escola, de fato, ensinará as crianças a escreverem — a
se expressarem usando a modalidade escrita —, mas os
conhecimentos gramaticais ensinados na sala de aula ficam muito
aquém do conhecimento pleno de uma língua e daquilo que as
crianças já adquiriram quando começaram a falar.
O professor, em sala de aula, poderá promover o
conhecimento linguístico explícito de certos fenômenos
linguísticos, tais como os de concordância, regência ou ordem, ou
mostrar como tais fenômenos ocorrem nas diferentes variedades
da língua portuguesa. No entanto, ele deve estar consciente de
que, antes de a criança ir para a escola, ela já domina,
tacitamente, esses conceitos.
Eloisa Pilati. Linguística, gramática e aprendizagem ativa.
Campinas, SP: Pontes, 2017, p. 23-30 (com adaptações).
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Texto CB1A1
As afirmações “Meus alunos não sabem português” ou
“Eu não sei português” são comuns no dia a dia de brasileiros e
brasileiras. Basta perguntar a qualquer falante do português se ele
“sabe” português e veremos que, na maioria dos casos, a resposta
será: “Não sei” ou “Não sei direito”.
Há diversos motivos que levam os falantes de uma língua
a proferirem afirmações como essas. Há razões históricas e
sociais que podem explicar esse sentimento dos brasileiros.
Uma delas é que, como o senso comum nos leva a pensar
que saber gramática está, diretamente, ligado ao domínio de
conceitos apresentados nos compêndios gramaticais, acabamos
acreditando que, se alguém não sabe as regras apresentadas
nesses compêndios, não sabe português.
É, no mínimo, lamentável imaginar que milhões de
brasileiros, que se comunicam em português diariamente, durante
toda sua vida, têm uma autoestima linguística tão baixa. Por
acreditarem que não dominam certos aspectos de uma variedade
da língua, chegam à conclusão de que não sabem sua própria
língua materna.
Na verdade, todas as pessoas que são expostas à língua
portuguesa desde o nascimento ou desde a infância sabem
português. Portanto, todos os brasileiros nessa situação sabem
português.
Desde o nascimento, nossa mente nos guia em nosso
aprendizado linguístico. Crianças de 2 e 3 anos de idade já usam
a língua portuguesa com desenvoltura, criam sentenças que nunca
escutaram antes e aprendem mais a cada dia, apesar de ainda não
terem ido à escola. Se nosso conhecimento sobre o
funcionamento da língua portuguesa dependesse exclusivamente
do que aprendemos na escola, só aprenderíamos a falar depois de
ir à escola. Sabemos, entretanto, que isso não é necessário.
Quando entendemos que o conceito de gramática
corresponde a um construto mental que cada membro da espécie
humana desenvolve, desde que exposto a dados da língua em
questão, vemos como é, no mínimo, impróprio afirmarmos que
“não sabemos português”.
A escola, de fato, ensinará as crianças a escreverem — a
se expressarem usando a modalidade escrita —, mas os
conhecimentos gramaticais ensinados na sala de aula ficam muito
aquém do conhecimento pleno de uma língua e daquilo que as
crianças já adquiriram quando começaram a falar.
O professor, em sala de aula, poderá promover o
conhecimento linguístico explícito de certos fenômenos
linguísticos, tais como os de concordância, regência ou ordem, ou
mostrar como tais fenômenos ocorrem nas diferentes variedades
da língua portuguesa. No entanto, ele deve estar consciente de
que, antes de a criança ir para a escola, ela já domina,
tacitamente, esses conceitos.
Eloisa Pilati. Linguística, gramática e aprendizagem ativa.
Campinas, SP: Pontes, 2017, p. 23-30 (com adaptações).
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Texto CB1A1
As afirmações “Meus alunos não sabem português” ou
“Eu não sei português” são comuns no dia a dia de brasileiros e
brasileiras. Basta perguntar a qualquer falante do português se ele
“sabe” português e veremos que, na maioria dos casos, a resposta
será: “Não sei” ou “Não sei direito”.
Há diversos motivos que levam os falantes de uma língua
a proferirem afirmações como essas. Há razões históricas e
sociais que podem explicar esse sentimento dos brasileiros.
Uma delas é que, como o senso comum nos leva a pensar
que saber gramática está, diretamente, ligado ao domínio de
conceitos apresentados nos compêndios gramaticais, acabamos
acreditando que, se alguém não sabe as regras apresentadas
nesses compêndios, não sabe português.
É, no mínimo, lamentável imaginar que milhões de
brasileiros, que se comunicam em português diariamente, durante
toda sua vida, têm uma autoestima linguística tão baixa. Por
acreditarem que não dominam certos aspectos de uma variedade
da língua, chegam à conclusão de que não sabem sua própria
língua materna.
Na verdade, todas as pessoas que são expostas à língua
portuguesa desde o nascimento ou desde a infância sabem
português. Portanto, todos os brasileiros nessa situação sabem
português.
Desde o nascimento, nossa mente nos guia em nosso
aprendizado linguístico. Crianças de 2 e 3 anos de idade já usam
a língua portuguesa com desenvoltura, criam sentenças que nunca
escutaram antes e aprendem mais a cada dia, apesar de ainda não
terem ido à escola. Se nosso conhecimento sobre o
funcionamento da língua portuguesa dependesse exclusivamente
do que aprendemos na escola, só aprenderíamos a falar depois de
ir à escola. Sabemos, entretanto, que isso não é necessário.
Quando entendemos que o conceito de gramática
corresponde a um construto mental que cada membro da espécie
humana desenvolve, desde que exposto a dados da língua em
questão, vemos como é, no mínimo, impróprio afirmarmos que
“não sabemos português”.
A escola, de fato, ensinará as crianças a escreverem — a
se expressarem usando a modalidade escrita —, mas os
conhecimentos gramaticais ensinados na sala de aula ficam muito
aquém do conhecimento pleno de uma língua e daquilo que as
crianças já adquiriram quando começaram a falar.
O professor, em sala de aula, poderá promover o
conhecimento linguístico explícito de certos fenômenos
linguísticos, tais como os de concordância, regência ou ordem, ou
mostrar como tais fenômenos ocorrem nas diferentes variedades
da língua portuguesa. No entanto, ele deve estar consciente de
que, antes de a criança ir para a escola, ela já domina,
tacitamente, esses conceitos.
Eloisa Pilati. Linguística, gramática e aprendizagem ativa.
Campinas, SP: Pontes, 2017, p. 23-30 (com adaptações).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Texto CB1A1
As afirmações “Meus alunos não sabem português” ou
“Eu não sei português” são comuns no dia a dia de brasileiros e
brasileiras. Basta perguntar a qualquer falante do português se ele
“sabe” português e veremos que, na maioria dos casos, a resposta
será: “Não sei” ou “Não sei direito”.
Há diversos motivos que levam os falantes de uma língua
a proferirem afirmações como essas. Há razões históricas e
sociais que podem explicar esse sentimento dos brasileiros.
Uma delas é que, como o senso comum nos leva a pensar
que saber gramática está, diretamente, ligado ao domínio de
conceitos apresentados nos compêndios gramaticais, acabamos
acreditando que, se alguém não sabe as regras apresentadas
nesses compêndios, não sabe português.
É, no mínimo, lamentável imaginar que milhões de
brasileiros, que se comunicam em português diariamente, durante
toda sua vida, têm uma autoestima linguística tão baixa. Por
acreditarem que não dominam certos aspectos de uma variedade
da língua, chegam à conclusão de que não sabem sua própria
língua materna.
Na verdade, todas as pessoas que são expostas à língua
portuguesa desde o nascimento ou desde a infância sabem
português. Portanto, todos os brasileiros nessa situação sabem
português.
Desde o nascimento, nossa mente nos guia em nosso
aprendizado linguístico. Crianças de 2 e 3 anos de idade já usam
a língua portuguesa com desenvoltura, criam sentenças que nunca
escutaram antes e aprendem mais a cada dia, apesar de ainda não
terem ido à escola. Se nosso conhecimento sobre o
funcionamento da língua portuguesa dependesse exclusivamente
do que aprendemos na escola, só aprenderíamos a falar depois de
ir à escola. Sabemos, entretanto, que isso não é necessário.
Quando entendemos que o conceito de gramática
corresponde a um construto mental que cada membro da espécie
humana desenvolve, desde que exposto a dados da língua em
questão, vemos como é, no mínimo, impróprio afirmarmos que
“não sabemos português”.
A escola, de fato, ensinará as crianças a escreverem — a
se expressarem usando a modalidade escrita —, mas os
conhecimentos gramaticais ensinados na sala de aula ficam muito
aquém do conhecimento pleno de uma língua e daquilo que as
crianças já adquiriram quando começaram a falar.
O professor, em sala de aula, poderá promover o
conhecimento linguístico explícito de certos fenômenos
linguísticos, tais como os de concordância, regência ou ordem, ou
mostrar como tais fenômenos ocorrem nas diferentes variedades
da língua portuguesa. No entanto, ele deve estar consciente de
que, antes de a criança ir para a escola, ela já domina,
tacitamente, esses conceitos.
Eloisa Pilati. Linguística, gramática e aprendizagem ativa.
Campinas, SP: Pontes, 2017, p. 23-30 (com adaptações).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Texto CB1A1
As afirmações “Meus alunos não sabem português” ou
“Eu não sei português” são comuns no dia a dia de brasileiros e
brasileiras. Basta perguntar a qualquer falante do português se ele
“sabe” português e veremos que, na maioria dos casos, a resposta
será: “Não sei” ou “Não sei direito”.
Há diversos motivos que levam os falantes de uma língua
a proferirem afirmações como essas. Há razões históricas e
sociais que podem explicar esse sentimento dos brasileiros.
Uma delas é que, como o senso comum nos leva a pensar
que saber gramática está, diretamente, ligado ao domínio de
conceitos apresentados nos compêndios gramaticais, acabamos
acreditando que, se alguém não sabe as regras apresentadas
nesses compêndios, não sabe português.
É, no mínimo, lamentável imaginar que milhões de
brasileiros, que se comunicam em português diariamente, durante
toda sua vida, têm uma autoestima linguística tão baixa. Por
acreditarem que não dominam certos aspectos de uma variedade
da língua, chegam à conclusão de que não sabem sua própria
língua materna.
Na verdade, todas as pessoas que são expostas à língua
portuguesa desde o nascimento ou desde a infância sabem
português. Portanto, todos os brasileiros nessa situação sabem
português.
Desde o nascimento, nossa mente nos guia em nosso
aprendizado linguístico. Crianças de 2 e 3 anos de idade já usam
a língua portuguesa com desenvoltura, criam sentenças que nunca
escutaram antes e aprendem mais a cada dia, apesar de ainda não
terem ido à escola. Se nosso conhecimento sobre o
funcionamento da língua portuguesa dependesse exclusivamente
do que aprendemos na escola, só aprenderíamos a falar depois de
ir à escola. Sabemos, entretanto, que isso não é necessário.
Quando entendemos que o conceito de gramática
corresponde a um construto mental que cada membro da espécie
humana desenvolve, desde que exposto a dados da língua em
questão, vemos como é, no mínimo, impróprio afirmarmos que
“não sabemos português”.
A escola, de fato, ensinará as crianças a escreverem — a
se expressarem usando a modalidade escrita —, mas os
conhecimentos gramaticais ensinados na sala de aula ficam muito
aquém do conhecimento pleno de uma língua e daquilo que as
crianças já adquiriram quando começaram a falar.
O professor, em sala de aula, poderá promover o
conhecimento linguístico explícito de certos fenômenos
linguísticos, tais como os de concordância, regência ou ordem, ou
mostrar como tais fenômenos ocorrem nas diferentes variedades
da língua portuguesa. No entanto, ele deve estar consciente de
que, antes de a criança ir para a escola, ela já domina,
tacitamente, esses conceitos.
Eloisa Pilati. Linguística, gramática e aprendizagem ativa.
Campinas, SP: Pontes, 2017, p. 23-30 (com adaptações).
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