Foram encontradas 50 questões.
Um dos eventos que contribuiu fortemente para o crescimento populacional e desenvolvimento da região de Rondônia foi a:
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O primeiro núcleo colonial português na região da Amazônia se estabeleceu no século:
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Com relação à ocupação da região amazônica, é correto afirmar que a década e o principal motivo das preocupações do governo brasileiro terem se agravado foram, respectivamente:
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TEXTO
INFÂNCIA
Meu pai montava a cavalo, ia para o campo.
Minha mãe ficava sentada cosendo.
Meu irmão pequeno dormia.
Eu sozinho menino entre mangueiras
Lia a história de Robinson Crusoé.
Comprida história que não acabava mais.
No meio-dia branco de luz uma voz que aprendeu
A ninar nos longes da senzala – e nunca se esqueceu –
chamava para o café.
Café preto que nem a preta velha
Café gostoso
Café bom.
Minha mãe ficava sentada cosendo
Olhando para mim:
– Psiu... Não acorde o menino.
Para o berço onde pousou um mosquito.
E dava um suspiro... que fundo!
Lá longe meu pai campeava
No mato sem fim da fazenda.
E eu não sabia que minha história
Era mais bonita que a de Robinson Crusoé.
(ANDRADE, Carlos Drummond
de. Poesia completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2002, p. 6.)
A maioria dos verbos do poema está no pretérito imperfeito do indicativo, e alguns poucos, no pretérito perfeito do indicativo que são formas verbais muito empregadas em textos de base narrativa. A diferença entre esses dois tempos verbais está expressa na alternativa
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Assinale o item correto:
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Quem foi o presidente da república que sancionou a lei que criou legalmente o Estado de Rondônia?
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Ação é um direito subjetivo público de pretender do Estado uma prestação jurisdicional. A ação penal possui condições. Assinale o item correto:
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Com relação à Organização dos Poderes e as atribuições do Congresso Nacional previstas na Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, cabe ao Congresso Nacional, com a sanção do Presidente da República, dispor sobre todas as matérias de competência da União, especialmente sobre:
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TEXTO II
Campo Grande, MS. 21 de julho de 1995.
Prezada amiga.
Minha infância é marcada por gestos de peixes, por entes que alçam tipo borboletas e bem-te-vis, por entes que rastejam tipo lesma, lagarto. Meu olho é marcado por árvores, por rios e mais cinco pessoas: meu pai, minha mãe, meu irmão e três vaqueiros. Aprendi até sete anos só coisas que analfabetam. Vi cartilha com oito. Aprendi a soletrar somar e dividir com nove. Nunca li livros com histórias infantis. Tive de fazer eu mesmo as artices da infância. Até hoje as histórias e estórias não me atraem. O que alimenta meu espírito não é ler. É inventar. Fui criado no mato isolado. Acho que isso me obrigava a ampliar o meu mundo com o imaginário. Inventei meus brinquedos e meu vocabulário. Quando eu não achava a palavra para nomear a coisa eu modelava ela com as mãos. Meu pai entendia. Minha mãe entendia. Depois fomos desenvolvendo. Em 1931, com 14 anos, um padre no Colégio São José, me deu um livro de Antônio Vieira pra ler. Só daí em diante eu gostei de ler. Mas não pelas histórias ou pregações do Vieira, mas pelas frases dele. Depois comecei a ler todos os poetas daqui e de outros lugares. Minha curiosidade intelectual nunca foi por histórias nem por indague sobre a vida e a morte ― essas metafísicas. Eu gostava das frases, de preferência as insólitas. Este depoimento acho que não vai prestar pra sua tese. Mas eu tive boa vontade. Eu queria explicar que o menino isolado criou sozinho seu alimento espiritual. Assim que é: o olho vê, a lembrança revê, e a imaginação transvê. Como está na sua pergunta, o que era lido por mim não era livro, era a natureza, eram gestos de peixes, etc. Até hoje tenho esse armazenamento de infância que uso para transfazer a natureza. Deus deu a forma e a gente desforma. Acho que não respondi nenhuma pergunta sua. Falei sobre elas no fundo, no que me pareceu essencial. Se não lhe servirem essas palavras, cara amiga, perdoa. Ando em uma fase muito ruim de saúde. Quem sabe de outra vez. Um abraço fraterno do Manoel de Barros.
(Carta de Manoel de Barros para Sheila Moura
Hue. In: SANTIAGO, Silviano (seleção, prefácio e notas). A república das letras; de Gonçalves Dias a Ana Cristina César. Cartas de escritores brasileiros, 1865 – 1995. Rio de Janeiro: XI Bienal Internacional do Livro, 2003. p. 218-219.)
O poeta Manoel de Barros explica o universo que povoa sua criação literária: a natureza com a sua fauna e flora. A frase que expressa o convívio dele com o meio ambiente é
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Sobre o inquérito policial (arts. 4 a 23 – CPP), assinale a alternativa correta:
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