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Foram encontradas 50 questões.

2277962 Ano: 2013
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IBFC
Orgão: SEJUSP-MG
A negação lógica da frase “Maurício comprou um notebook ou Paula não foi à escola” é dada por:
 

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2277961 Ano: 2013
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IBFC
Orgão: SEJUSP-MG
Os números da sequencia 1,2,3,4,4,3,2,1,1,2,3,4,..., estão escritos numa sequencia lógica. Desse modo, o 86º termo dessa sequencia é:
 

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2277960 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: IBFC
Orgão: SEJUSP-MG
Numa sala há 30 homens, o que corresponde a 60% do total de pessoas da sala, entre homens e mulheres. O número que representa 30% das mulheres dessa sala é igual a:
 

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2276943 Ano: 2013
Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: IBFC
Orgão: SEJUSP-MG

As decisões proferidas no processo administrativo instaurado contra servidor público do Estado de Minas Gerais serão publicadas dentro do prazo de:

 

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2276668 Ano: 2013
Disciplina: Direito Penal
Banca: IBFC
Orgão: SEJUSP-MG
Antônia, servidora pública federal, exigiu para si, em razão da função, vantagem indevida. Pode-se afirmar que a servidora cometeu o crime de:
 

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2276512 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: SEJUSP-MG

Texto

Cidadão
(Zé Ramalho)
Compositor: Lúcio Barbosa

Tá vendo aquele edifício moço
Ajudei a levantar
Foi um tempo de aflição, era quatro condução
Duas pra ir, duas pra voltar

Hoje depois dele pronto
Olho pra cima e fico tonto
Mas me vem um cidadão
E me diz desconfiado
"Tu tá aí admirado?

Ou tá querendo roubar?"

Meu domingo tá perdido

Vou pra casa entristecido
Dá vontade de beber
E pra aumentar meu tédio
Eu nem posso olhar pro prédio

Que eu ajudei a fazer

Tá vendo aquele colégio moço?
Eu também trabalhei lá
Lá eu quase me arrebento
Fiz a massa, pus cimento

Ajudei a rebocar

Minha filha inocente

Vem pra mim toda contente
"Pai vou me matricular"
Mas me diz um cidadão:
"Criança de pé no chão

Aqui não pode estudar"

Essa dor doeu mais forte
Porque que é que eu deixei o norte?
Eu me pus a me dizer
Lá a seca castigava

Mas o pouco que eu plantava
Tinha direito a comer

Tá vendo aquela igreja moço?

Onde o padre diz amém
Pus o sino e o badalo

Enchi minha mão de calo
Lá eu trabalhei também

Lá foi que valeu a pena

Tem quermesse, tem novena
E o padre me deixa entrar
Foi lá que Cristo me disse
"Rapaz deixe de tolice

Não se deixe amedrontar
Fui eu quem criou a terra
Enchi o rio, fiz a serra

Não deixei nada faltar
Hoje o homem criou asas

E na maioria das casas
Eu também não posso entrar

Fui eu quem criou a terra
Enchi o rio, fiz a serra

Não deixei nada faltar
Hoje o homem criou asas

E na maioria das casas
Eu também não posso entrar"

O vocábulo “entristecido”, presente na terceira estrofe, é um exemplo de:

 

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2274134 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: SEJUSP-MG

Texto

Cidadão
(Zé Ramalho)
Compositor: Lúcio Barbosa

Tá vendo aquele edifício moço
Ajudei a levantar
Foi um tempo de aflição, era quatro condução
Duas pra ir, duas pra voltar

Hoje depois dele pronto
Olho pra cima e fico tonto
Mas me vem um cidadão
E me diz desconfiado
"Tu tá aí admirado?

Ou tá querendo roubar?"

Meu domingo tá perdido

Vou pra casa entristecido
Dá vontade de beber
E pra aumentar meu tédio
Eu nem posso olhar pro prédio

Que eu ajudei a fazer

Tá vendo aquele colégio moço?
Eu também trabalhei lá
Lá eu quase me arrebento
Fiz a massa, pus cimento

Ajudei a rebocar

Minha filha inocente

Vem pra mim toda contente
"Pai vou me matricular"
Mas me diz um cidadão:
"Criança de pé no chão

Aqui não pode estudar"

Essa dor doeu mais forte
Porque que é que eu deixei o norte?
Eu me pus a me dizer
Lá a seca castigava

Mas o pouco que eu plantava
Tinha direito a comer

Tá vendo aquela igreja moço?

Onde o padre diz amém
Pus o sino e o badalo

Enchi minha mão de calo
Lá eu trabalhei também

Lá foi que valeu a pena

Tem quermesse, tem novena
E o padre me deixa entrar
Foi lá que Cristo me disse
"Rapaz deixe de tolice

Não se deixe amedrontar
Fui eu quem criou a terra
Enchi o rio, fiz a serra

Não deixei nada faltar
Hoje o homem criou asas

E na maioria das casas
Eu também não posso entrar

Fui eu quem criou a terra
Enchi o rio, fiz a serra

Não deixei nada faltar
Hoje o homem criou asas

E na maioria das casas
Eu também não posso entrar"

O texto propõe uma reflexão e, em sua análise global, evidencia-se uma crítica em relação:

 

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2274112 Ano: 2013
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: IBFC
Orgão: SEJUSP-MG
As funções executiva e de gestão do Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (Sinase) competem:
 

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2274001 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: SEJUSP-MG

Texto

Cidadão
(Zé Ramalho)
Compositor: Lúcio Barbosa

Tá vendo aquele edifício moço
Ajudei a levantar
Foi um tempo de aflição, era quatro condução
Duas pra ir, duas pra voltar

Hoje depois dele pronto
Olho pra cima e fico tonto
Mas me vem um cidadão
E me diz desconfiado
"Tu tá aí admirado?

Ou tá querendo roubar?"

Meu domingo tá perdido

Vou pra casa entristecido
Dá vontade de beber
E pra aumentar meu tédio
Eu nem posso olhar pro prédio

Que eu ajudei a fazer

Tá vendo aquele colégio moço?
Eu também trabalhei lá
Lá eu quase me arrebento
Fiz a massa, pus cimento

Ajudei a rebocar

Minha filha inocente

Vem pra mim toda contente
"Pai vou me matricular"
Mas me diz um cidadão:
"Criança de pé no chão

Aqui não pode estudar"

Essa dor doeu mais forte
Porque que é que eu deixei o norte?
Eu me pus a me dizer
Lá a seca castigava

Mas o pouco que eu plantava
Tinha direito a comer

Tá vendo aquela igreja moço?

Onde o padre diz amém
Pus o sino e o badalo

Enchi minha mão de calo
Lá eu trabalhei também

Lá foi que valeu a pena

Tem quermesse, tem novena
E o padre me deixa entrar
Foi lá que Cristo me disse
"Rapaz deixe de tolice

Não se deixe amedrontar
Fui eu quem criou a terra
Enchi o rio, fiz a serra

Não deixei nada faltar
Hoje o homem criou asas

E na maioria das casas
Eu também não posso entrar

Fui eu quem criou a terra
Enchi o rio, fiz a serra

Não deixei nada faltar
Hoje o homem criou asas

E na maioria das casas
Eu também não posso entrar"

Ao observar a concordância verbal em “Fui eu quem criou a terra”, conclui-se que:

 

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2273737 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: SEJUSP-MG

Texto

Cidadão
(Zé Ramalho)
Compositor: Lúcio Barbosa

Tá vendo aquele edifício moço
Ajudei a levantar
Foi um tempo de aflição, era quatro condução
Duas pra ir, duas pra voltar

Hoje depois dele pronto
Olho pra cima e fico tonto
Mas me vem um cidadão
E me diz desconfiado
"Tu tá aí admirado?

Ou tá querendo roubar?"

Meu domingo tá perdido

Vou pra casa entristecido
Dá vontade de beber
E pra aumentar meu tédio
Eu nem posso olhar pro prédio

Que eu ajudei a fazer

Tá vendo aquele colégio moço?
Eu também trabalhei lá
Lá eu quase me arrebento
Fiz a massa, pus cimento

Ajudei a rebocar

Minha filha inocente

Vem pra mim toda contente
"Pai vou me matricular"
Mas me diz um cidadão:
"Criança de pé no chão

Aqui não pode estudar"

Essa dor doeu mais forte
Porque que é que eu deixei o norte?
Eu me pus a me dizer
Lá a seca castigava

Mas o pouco que eu plantava
Tinha direito a comer

Tá vendo aquela igreja moço?

Onde o padre diz amém
Pus o sino e o badalo

Enchi minha mão de calo
Lá eu trabalhei também

Lá foi que valeu a pena

Tem quermesse, tem novena
E o padre me deixa entrar
Foi lá que Cristo me disse
"Rapaz deixe de tolice

Não se deixe amedrontar
Fui eu quem criou a terra
Enchi o rio, fiz a serra

Não deixei nada faltar
Hoje o homem criou asas

E na maioria das casas
Eu também não posso entrar

Fui eu quem criou a terra
Enchi o rio, fiz a serra

Não deixei nada faltar
Hoje o homem criou asas

E na maioria das casas
Eu também não posso entrar"

Os versos “Lá a seca castigava/ Mas o pouco que eu plantava” são relacionados por um conectivo que apresenta sentido de:

 

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