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Foram encontradas 50 questões.

2273556 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: SEJUSP-MG

Texto

Cidadão
(Zé Ramalho)
Compositor: Lúcio Barbosa

Tá vendo aquele edifício moço
Ajudei a levantar
Foi um tempo de aflição, era quatro condução
Duas pra ir, duas pra voltar

Hoje depois dele pronto
Olho pra cima e fico tonto
Mas me vem um cidadão
E me diz desconfiado
"Tu tá aí admirado?

Ou tá querendo roubar?"

Meu domingo tá perdido

Vou pra casa entristecido
Dá vontade de beber
E pra aumentar meu tédio
Eu nem posso olhar pro prédio

Que eu ajudei a fazer

Tá vendo aquele colégio moço?
Eu também trabalhei lá
Lá eu quase me arrebento
Fiz a massa, pus cimento

Ajudei a rebocar

Minha filha inocente

Vem pra mim toda contente
"Pai vou me matricular"
Mas me diz um cidadão:
"Criança de pé no chão

Aqui não pode estudar"

Essa dor doeu mais forte
Porque que é que eu deixei o norte?
Eu me pus a me dizer
Lá a seca castigava

Mas o pouco que eu plantava
Tinha direito a comer

Tá vendo aquela igreja moço?

Onde o padre diz amém
Pus o sino e o badalo

Enchi minha mão de calo
Lá eu trabalhei também

Lá foi que valeu a pena

Tem quermesse, tem novena
E o padre me deixa entrar
Foi lá que Cristo me disse
"Rapaz deixe de tolice

Não se deixe amedrontar
Fui eu quem criou a terra
Enchi o rio, fiz a serra

Não deixei nada faltar
Hoje o homem criou asas

E na maioria das casas
Eu também não posso entrar

Fui eu quem criou a terra
Enchi o rio, fiz a serra

Não deixei nada faltar
Hoje o homem criou asas

E na maioria das casas
Eu também não posso entrar"

No verso “Essa dor doeu mais forte”, pode-se perceber a presença de uma figura de linguagem denominada:

 

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2273279 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: SEJUSP-MG

Texto

Cidadão
(Zé Ramalho)
Compositor: Lúcio Barbosa

Tá vendo aquele edifício moço
Ajudei a levantar
Foi um tempo de aflição, era quatro condução
Duas pra ir, duas pra voltar

Hoje depois dele pronto
Olho pra cima e fico tonto
Mas me vem um cidadão
E me diz desconfiado
"Tu tá aí admirado?

Ou tá querendo roubar?"

Meu domingo tá perdido

Vou pra casa entristecido
Dá vontade de beber
E pra aumentar meu tédio
Eu nem posso olhar pro prédio

Que eu ajudei a fazer

Tá vendo aquele colégio moço?
Eu também trabalhei lá
Lá eu quase me arrebento
Fiz a massa, pus cimento

Ajudei a rebocar

Minha filha inocente

Vem pra mim toda contente
"Pai vou me matricular"
Mas me diz um cidadão:
"Criança de pé no chão

Aqui não pode estudar"

Essa dor doeu mais forte
Porque que é que eu deixei o norte?
Eu me pus a me dizer
Lá a seca castigava

Mas o pouco que eu plantava
Tinha direito a comer

Tá vendo aquela igreja moço?

Onde o padre diz amém
Pus o sino e o badalo

Enchi minha mão de calo
Lá eu trabalhei também

Lá foi que valeu a pena

Tem quermesse, tem novena
E o padre me deixa entrar
Foi lá que Cristo me disse
"Rapaz deixe de tolice

Não se deixe amedrontar
Fui eu quem criou a terra
Enchi o rio, fiz a serra

Não deixei nada faltar
Hoje o homem criou asas

E na maioria das casas
Eu também não posso entrar

Fui eu quem criou a terra
Enchi o rio, fiz a serra

Não deixei nada faltar
Hoje o homem criou asas

E na maioria das casas
Eu também não posso entrar"

O desvio de concordância, presente na primeira estrofe do texto, revela:

 

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2273071 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: SEJUSP-MG

Texto

Cidadão
(Zé Ramalho)
Compositor: Lúcio Barbosa

Tá vendo aquele edifício moço
Ajudei a levantar
Foi um tempo de aflição, era quatro condução
Duas pra ir, duas pra voltar

Hoje depois dele pronto
Olho pra cima e fico tonto
Mas me vem um cidadão
E me diz desconfiado
"Tu tá aí admirado?

Ou tá querendo roubar?"

Meu domingo tá perdido

Vou pra casa entristecido
Dá vontade de beber
E pra aumentar meu tédio
Eu nem posso olhar pro prédio

Que eu ajudei a fazer

Tá vendo aquele colégio moço?
Eu também trabalhei lá
Lá eu quase me arrebento
Fiz a massa, pus cimento

Ajudei a rebocar

Minha filha inocente

Vem pra mim toda contente
"Pai vou me matricular"
Mas me diz um cidadão:
"Criança de pé no chão

Aqui não pode estudar"

Essa dor doeu mais forte
Porque que é que eu deixei o norte?
Eu me pus a me dizer
Lá a seca castigava

Mas o pouco que eu plantava
Tinha direito a comer

Tá vendo aquela igreja moço?

Onde o padre diz amém
Pus o sino e o badalo

Enchi minha mão de calo
Lá eu trabalhei também

Lá foi que valeu a pena

Tem quermesse, tem novena
E o padre me deixa entrar
Foi lá que Cristo me disse
"Rapaz deixe de tolice

Não se deixe amedrontar
Fui eu quem criou a terra
Enchi o rio, fiz a serra

Não deixei nada faltar
Hoje o homem criou asas

E na maioria das casas
Eu também não posso entrar

Fui eu quem criou a terra
Enchi o rio, fiz a serra

Não deixei nada faltar
Hoje o homem criou asas

E na maioria das casas
Eu também não posso entrar"

Na última parte do texto, estabelece-se uma importante comparação entre:

 

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2272826 Ano: 2013
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IBFC
Orgão: SEJUSP-MG
Considerando o valor lógico da proposição p: 3 + 2 = 7 e o valor lógico de q: !$ \dfrac {2} {3} !$ de 15 = 10, é correto afirmar que:
 

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2272570 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: SEJUSP-MG

Texto

Cidadão
(Zé Ramalho)
Compositor: Lúcio Barbosa

Tá vendo aquele edifício moço
Ajudei a levantar
Foi um tempo de aflição, era quatro condução
Duas pra ir, duas pra voltar

Hoje depois dele pronto
Olho pra cima e fico tonto
Mas me vem um cidadão
E me diz desconfiado
"Tu tá aí admirado?

Ou tá querendo roubar?"

Meu domingo tá perdido

Vou pra casa entristecido
Dá vontade de beber
E pra aumentar meu tédio
Eu nem posso olhar pro prédio

Que eu ajudei a fazer

Tá vendo aquele colégio moço?
Eu também trabalhei lá
Lá eu quase me arrebento
Fiz a massa, pus cimento

Ajudei a rebocar

Minha filha inocente

Vem pra mim toda contente
"Pai vou me matricular"
Mas me diz um cidadão:
"Criança de pé no chão

Aqui não pode estudar"

Essa dor doeu mais forte
Porque que é que eu deixei o norte?
Eu me pus a me dizer
Lá a seca castigava

Mas o pouco que eu plantava
Tinha direito a comer

Tá vendo aquela igreja moço?

Onde o padre diz amém
Pus o sino e o badalo

Enchi minha mão de calo
Lá eu trabalhei também

Lá foi que valeu a pena

Tem quermesse, tem novena
E o padre me deixa entrar
Foi lá que Cristo me disse
"Rapaz deixe de tolice

Não se deixe amedrontar
Fui eu quem criou a terra
Enchi o rio, fiz a serra

Não deixei nada faltar
Hoje o homem criou asas

E na maioria das casas
Eu também não posso entrar

Fui eu quem criou a terra
Enchi o rio, fiz a serra

Não deixei nada faltar
Hoje o homem criou asas

E na maioria das casas
Eu também não posso entrar"

As aspas, na segunda estrofe, foram utilizadas para:

 

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2271720 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: SEJUSP-MG

Texto

Cidadão
(Zé Ramalho)
Compositor: Lúcio Barbosa

Tá vendo aquele edifício moço
Ajudei a levantar
Foi um tempo de aflição, era quatro condução
Duas pra ir, duas pra voltar

Hoje depois dele pronto
Olho pra cima e fico tonto
Mas me vem um cidadão
E me diz desconfiado
"Tu tá aí admirado?

Ou tá querendo roubar?"

Meu domingo tá perdido

Vou pra casa entristecido
Dá vontade de beber
E pra aumentar meu tédio
Eu nem posso olhar pro prédio

Que eu ajudei a fazer

Tá vendo aquele colégio moço?
Eu também trabalhei lá
Lá eu quase me arrebento
Fiz a massa, pus cimento

Ajudei a rebocar

Minha filha inocente

Vem pra mim toda contente
"Pai vou me matricular"
Mas me diz um cidadão:
"Criança de pé no chão

Aqui não pode estudar"

Essa dor doeu mais forte
Porque que é que eu deixei o norte?
Eu me pus a me dizer
Lá a seca castigava

Mas o pouco que eu plantava
Tinha direito a comer

Tá vendo aquela igreja moço?

Onde o padre diz amém
Pus o sino e o badalo

Enchi minha mão de calo
Lá eu trabalhei também

Lá foi que valeu a pena

Tem quermesse, tem novena
E o padre me deixa entrar
Foi lá que Cristo me disse
"Rapaz deixe de tolice

Não se deixe amedrontar
Fui eu quem criou a terra
Enchi o rio, fiz a serra

Não deixei nada faltar
Hoje o homem criou asas

E na maioria das casas
Eu também não posso entrar

Fui eu quem criou a terra
Enchi o rio, fiz a serra

Não deixei nada faltar
Hoje o homem criou asas

E na maioria das casas
Eu também não posso entrar"

Em “ eu trabalhei também”, o termo em destaque pode ser classificado, sintaticamente, como:

 

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2271706 Ano: 2013
Disciplina: Serviço Social
Banca: IBFC
Orgão: SEJUSP-MG
Analise as seguintes afirmativas, relacionadas à mediação e gestão de conflitos:
I. A Justiça Restaurativa surgiu nos anos 1960 e tem por propósito restabelecer a cidadania da vítima ou das vítimas do sistema, sendo um mecanismo que possibilita a discussão do evento danoso entre o delinquente, a vítima e a comunidade, permitindo, assim, que as vítimas também se apropriem devidamente do conflito.
II. A Justiça Restaurativa se apresenta como uma abordagem próxima à da justiça penal, eis que se concentra na resposta punitiva aos transgressores.
III. A Justiça Restaurativa, definida pelas Nações Unidas em 2002, refere-se a um processo em que todas as partes envolvidas em um ato que causou ofensa unem-se para decidir coletivamente como lidar com as circunstâncias decorrentes desse ato e suas implicações para o futuro.
Está CORRETO o que se afirma em:
 

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Questão presente nas seguintes provas
2277983 Ano: 2013
Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: IBFC
Orgão: SEJUSP-MG
“Intervir em situações de no centro, através de concentração e , quando necessário, utilizando-se de , depois de controlada a situação.”
Preencha as lacunas, com a alternativa correta, de acordo com as atribuições específicas do cargo de Agente de Segurança Socioeducativo:
Questão Anulada e Desatualizada

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Questão presente nas seguintes provas
2277977 Ano: 2013
Disciplina: Direito Penal
Banca: IBFC
Orgão: SEJUSP-MG
Indique a alternativa que apresenta a forma qualificada do crime de tortura, prevista na Lei Federal nº 9.455/1997:
Questão Anulada e Desatualizada

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Questão presente nas seguintes provas
2273307 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: SEJUSP-MG

Texto

Cidadão
(Zé Ramalho)
Compositor: Lúcio Barbosa

Tá vendo aquele edifício moço
Ajudei a levantar
Foi um tempo de aflição, era quatro condução
Duas pra ir, duas pra voltar

Hoje depois dele pronto
Olho pra cima e fico tonto
Mas me vem um cidadão
E me diz desconfiado
"Tu tá aí admirado?

Ou tá querendo roubar?"

Meu domingo tá perdido

Vou pra casa entristecido
Dá vontade de beber
E pra aumentar meu tédio
Eu nem posso olhar pro prédio

Que eu ajudei a fazer

Tá vendo aquele colégio moço?
Eu também trabalhei lá
Lá eu quase me arrebento
Fiz a massa, pus cimento

Ajudei a rebocar

Minha filha inocente

Vem pra mim toda contente
"Pai vou me matricular"
Mas me diz um cidadão:
"Criança de pé no chão

Aqui não pode estudar"

Essa dor doeu mais forte
Porque que é que eu deixei o norte?
Eu me pus a me dizer
Lá a seca castigava

Mas o pouco que eu plantava
Tinha direito a comer

Tá vendo aquela igreja moço?

Onde o padre diz amém
Pus o sino e o badalo

Enchi minha mão de calo
Lá eu trabalhei também

Lá foi que valeu a pena

Tem quermesse, tem novena
E o padre me deixa entrar
Foi lá que Cristo me disse
"Rapaz deixe de tolice

Não se deixe amedrontar
Fui eu quem criou a terra
Enchi o rio, fiz a serra

Não deixei nada faltar
Hoje o homem criou asas

E na maioria das casas
Eu também não posso entrar

Fui eu quem criou a terra
Enchi o rio, fiz a serra

Não deixei nada faltar
Hoje o homem criou asas

E na maioria das casas
Eu também não posso entrar"

De acordo com o texto, a grande frustração do sujeito poético do texto é:

Questão Anulada e Desatualizada

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