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Texto VI, para responder às questões 28 e 32.
Poema brasileiro
1 No Piauí de cada 100 crianças que nascem
78 morrem antes de completar 8 anos de idade
No Piauí
4 de cada 100 crianças que nascem
78 morrem antes de completar 8 anos de idade
No Piauí
7 de cada 100 crianças
que nascem
78 morrem
10 antes
de completar
8 anos de idade
13 Antes de completar 8 anos de idade
Antes de completar 8 anos de idade
Antes de completar 8 anos de idade
16 Antes de completar 8 anos de idade
Ferreira Gullar. Melhores poemas de
Ferreira Gullar. Global, 2004, p. 70.
Texto VII, para responder às questões 29 e 32.
As cousas do mundo
1 Neste mundo é mais rico o que mais rapa:
Quem mais limpo se faz, tem mais carepa;
Com sua língua, ao nobre o vil decepa.
4 O velhaco maior sempre tem capa.
Mostra o patife da nobreza o mapa:
Quem tem mão de agarrar, ligeiro trepa;
7 Quem menos falar pode, mais increpa:
Quem dinheiro tiver, pode ser Papa.
A flor baixa se inculca por tulipa;
10 Bengala hoje na mão, ontem garlopa:
Mais isento se mostra o que mais chupa.
Para a tropa do trapo vazo a tripa,
13 E mais não digo, porque a Musa topa
Em apa, epa, ipa, opa, upa.
Gregório de Matos. Seleção: poemas escolhidos.
José Miguel Wisnik. São Paulo: Cultrix, 1975.
Texto VIII, para responder às questões de 30 a 32.
1 A crítica literária, quando analisa uma obra, muitas
vezes é levada a estabelecer confrontos com outras obras de
outros autores, para elucidar e fundamentar juízos de valor.
4 Compara, então, não apenas com o objetivo de concluir
sobre a natureza dos elementos confrontados, mas,
principalmente, para saber se são iguais ou diferentes. É
7 bem verdade que, na crítica literária, usa-se a comparação
de forma ocasional, pois nela comparar não é substantivo.
No entanto, quando a comparação é empregada como
10 recurso preferencial no estudo crítico, convertendo-se na
operação fundamental da análise, ela passa a tomar ares de
método — e começamos a pensar que tal investigação é um
13 "estudo comparado". Pode-se dizer, então, que a literatura
comparada compara não pelo procedimento em si, mas
porque, como recurso analítico e interpretativo, a
16 comparação possibilita a esse tipo de estudo literário uma
exploração adequada de seus campos de trabalho e o
alcance dos objetivos a que se propõe. Em síntese, a
19 comparação, mesmo nos estudos comparados, é um meio,
não um fim.
Tania Franco Carvalhal. Literatura comparada. São Paulo:
Ática, 1986, p. 5-7 (com adaptações).
A partir da reflexão teórica proposta por Tânia Carvalhal no texto VIII e considerando a leitura dos textos VI e VII, assinale a alternativa correta.
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Texto VIII, para responder às questões de 30 a 32.
1 A crítica literária, quando analisa uma obra, muitas
vezes é levada a estabelecer confrontos com outras obras de
outros autores, para elucidar e fundamentar juízos de valor.
4 Compara, então, não apenas com o objetivo de concluir
sobre a natureza dos elementos confrontados, mas,
principalmente, para saber se são iguais ou diferentes. É
7 bem verdade que, na crítica literária, usa-se a comparação
de forma ocasional, pois nela comparar não é substantivo.
No entanto, quando a comparação é empregada como
10 recurso preferencial no estudo crítico, convertendo-se na
operação fundamental da análise, ela passa a tomar ares de
método — e começamos a pensar que tal investigação é um
13 "estudo comparado". Pode-se dizer, então, que a literatura
comparada compara não pelo procedimento em si, mas
porque, como recurso analítico e interpretativo, a
16 comparação possibilita a esse tipo de estudo literário uma
exploração adequada de seus campos de trabalho e o
alcance dos objetivos a que se propõe. Em síntese, a
19 comparação, mesmo nos estudos comparados, é um meio,
não um fim.
Tania Franco Carvalhal. Literatura comparada. São Paulo:
Ática, 1986, p. 5-7 (com adaptações).
Com relação ao texto VIII, assinale a alternativa correta.
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Texto VIII, para responder às questões de 30 a 32.
1 A crítica literária, quando analisa uma obra, muitas
vezes é levada a estabelecer confrontos com outras obras de
outros autores, para elucidar e fundamentar juízos de valor.
4 Compara, então, não apenas com o objetivo de concluir
sobre a natureza dos elementos confrontados, mas,
principalmente, para saber se são iguais ou diferentes. É
7 bem verdade que, na crítica literária, usa-se a comparação
de forma ocasional, pois nela comparar não é substantivo.
No entanto, quando a comparação é empregada como
10 recurso preferencial no estudo crítico, convertendo-se na
operação fundamental da análise, ela passa a tomar ares de
método — e começamos a pensar que tal investigação é um
13 "estudo comparado". Pode-se dizer, então, que a literatura
comparada compara não pelo procedimento em si, mas
porque, como recurso analítico e interpretativo, a
16 comparação possibilita a esse tipo de estudo literário uma
exploração adequada de seus campos de trabalho e o
alcance dos objetivos a que se propõe. Em síntese, a
19 comparação, mesmo nos estudos comparados, é um meio,
não um fim.
Tania Franco Carvalhal. Literatura comparada. São Paulo:
Ática, 1986, p. 5-7 (com adaptações).
Com base no texto VIII, assinale a alternativa correta.
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Texto VII, para responder às questões 29 e 32.
As cousas do mundo
1 Neste mundo é mais rico o que mais rapa:
Quem mais limpo se faz, tem mais carepa;
Com sua língua, ao nobre o vil decepa.
4 O velhaco maior sempre tem capa.
Mostra o patife da nobreza o mapa:
Quem tem mão de agarrar, ligeiro trepa;
7 Quem menos falar pode, mais increpa:
Quem dinheiro tiver, pode ser Papa.
A flor baixa se inculca por tulipa;
10 Bengala hoje na mão, ontem garlopa:
Mais isento se mostra o que mais chupa.
Para a tropa do trapo vazo a tripa,
13 E mais não digo, porque a Musa topa
Em apa, epa, ipa, opa, upa.
Gregório de Matos. Seleção: poemas escolhidos.
José Miguel Wisnik. São Paulo: Cultrix, 1975.
Gregório de Matos, um dos primeiros grandes poetas do Brasil, atinge grande repercussão, principalmente quando aborda questões locais por meio de sátiras afiadas que lhe renderam o apelido de Boca do Inferno. No poema As cousas do mundo, percebe-se
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Texto VI, para responder às questões 28 e 32.
Poema brasileiro
1 No Piauí de cada 100 crianças que nascem
78 morrem antes de completar 8 anos de idade
No Piauí
4 de cada 100 crianças que nascem
78 morrem antes de completar 8 anos de idade
No Piauí
7 de cada 100 crianças
que nascem
78 morrem
10 antes
de completar
8 anos de idade
13 Antes de completar 8 anos de idade
Antes de completar 8 anos de idade
Antes de completar 8 anos de idade
16 Antes de completar 8 anos de idade
Ferreira Gullar. Melhores poemas de
Ferreira Gullar. Global, 2004, p. 70.
A produção poética de Ferreira Gullar apresenta, ao longo de sua trajetória, comprometimento explícito com os problemas sociais brasileiros. A articulação entre as questões sociais e as estéticas pode ser analisada em uma confluência entre forma, conteúdo e contexto. A partir da leitura do texto VI, é correto afirmar que
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Texto V, para responder às questões 26 e 27.
Com licença poética
1 Quando nasci um anjo esbelto,
desses que tocam trombeta, anunciou:
vai carregar bandeira.
4 Cargo muito pesado pra mulher,
esta espécie ainda envergonhada.
Aceito os subterfúgios que me cabem,
7 sem precisar mentir.
Não sou feia que não possa casar,
acho o Rio de Janeiro uma beleza e
10 ora sim, ora não, creio em parto sem dor.
Mas o que sinto escrevo. Cumpro a sina.
Inauguro linhagens, fundo reinos
13 — dor não é amargura.
Minha tristeza não tem pedigree,
já a minha vontade de alegria,
16 sua raiz vai ao meu mil avô.
Vai ser coxo na vida é maldição pra homem.
Mulher é desdobrável. Eu sou.
Adélia Prado. Poesia reunida. 3.ª ed.
São Paulo: Siciliano, 1991.
Com base no texto V, assinale a alternativa correta.
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Texto V, para responder às questões 26 e 27.
Com licença poética
1 Quando nasci um anjo esbelto,
desses que tocam trombeta, anunciou:
vai carregar bandeira.
4 Cargo muito pesado pra mulher,
esta espécie ainda envergonhada.
Aceito os subterfúgios que me cabem,
7 sem precisar mentir.
Não sou feia que não possa casar,
acho o Rio de Janeiro uma beleza e
10 ora sim, ora não, creio em parto sem dor.
Mas o que sinto escrevo. Cumpro a sina.
Inauguro linhagens, fundo reinos
13 — dor não é amargura.
Minha tristeza não tem pedigree,
já a minha vontade de alegria,
16 sua raiz vai ao meu mil avô.
Vai ser coxo na vida é maldição pra homem.
Mulher é desdobrável. Eu sou.
Adélia Prado. Poesia reunida. 3.ª ed.
São Paulo: Siciliano, 1991.
A partir da leitura do poema de Adélia Prado, escritora brasileira contemporânea, é possível perceber várias características que fazem desse poema uma obra literária rica em abordagem temática e exploração de recursos expressivos. Assinale a alternativa que não apresenta uma dessas características.
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Em relação à maloclusão dentária e ao seu tratamento, assinale a alternativa correta.
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Assinale a alternativa correta acerca da técnica e dos materiais para proteção do complexo dentina-polpa.
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Com relação aos fundamentos do preparo cavitário para restauração em amálgama, assinale a alternativa correta.
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