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Sobre o tratamento do melanoma, assinale a alternativa correta.
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Paciente masculino, 32 anos, inicia com adenopatia em região cervical, que tem aumentado progressivamente. O paciente nega febre, calafrios e perda de peso. Ao exame físico, apresenta linfonodomegalia de 3cm em região cervical anterior. Em biópsia excisional, é diagnosticado com linfoma de Hodgkin. No PET CT, são evidenciados linfonodomegalias em mediastino, linfonodos periaórticos abdominais e cadeia ilíaca externa. Após o início do tratamento com ABVD, o paciente passa a ter náuseas, vômitos, letargia e palpitações. Ao exame físico, mostra-se normotenso e afebril, mas evolui com crise convulsiva. Quais são a hipótese diagnóstica mais provável e a conduta mais adequada?
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Paciente feminina, 36 anos, previamente hígida, inicia com sangramento vaginal persistente. Em consulta com ginecologista, é diagnosticada com carcinoma epidermoide de colo de útero. Nos exames de estadiamento, foram evidenciadas metástases pulmonares. Paciente se encontra em ECOG 0. Com relação a esse caso, assinale a alternativa INCORRETA.
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Com relação ao adenocarcinoma de pulmão com mutação EGFR, assinale a alternativa INCORRETA.
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Paciente feminina, 62 anos, previamente hígida, tabagista, apresenta piora da tosse e da dispneia, associada com episódios de tosse com raias de sangue, emagrecimento de 10kg nos últimos três meses por anorexia, sem náuseas ou vômitos. Durante a investigação, a paciente apresenta leve anemia, cálcio sérico no limite superior e demais exames de laboratório sem alterações. As tomografias evidenciam lesão pulmonar sugestiva de tumor primário, assim como metástases hepáticas e ósseas. A paciente foi submetida a biópsia que revelou lesão hepática com evidência de carcinoma de pulmão não pequenas células, sem mutações driver. Qual é a conduta mais adequada?
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Paciente masculino, 68 anos, previamente hipertenso e diabético, foi diagnosticado com adenocarcinoma de próstata Gleason 8 (4+4), PSA 52ng/mL e submetido a bloqueio hormonal e radioterapia. No segundo ano de bloqueio hormonal, o paciente evoluiu com metástases ósseas exclusivas. O tratamento de bloqueio hormonal evidenciou aumento de sobrevida global em estudos de fase III nesse cenário, EXCETO quando associado a
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Paciente masculino, 65 anos, previamente hipertenso e diabético, está passando por exames de revisão que evidenciam PSA 8,2ng/mL. É submetido a biópsia com evidência de adenocarcinoma de próstata Gleason 7 (3+4) em três fragmentos, com < 50% de tumor em cada fragmento. Em ressonância nuclear magnética, há evidência de nódulo em lobo direito da próstata apenas, sem invasão de estruturas adjacentes, sem metástases em linfonodos. Qual é a estratificação de risco e a conduta mais adequada?
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Paciente feminina, 42 anos, inicia com sintomas dispépticos que não melhoram com o omeprazol. É submetida a endoscopia digestiva alta, que demonstra lesão de 3cm em estômago com eritema adjacente. A biópsia revela linfoma MALT e infecção por Helicobacter pylori. Exames de laboratório são normais, com sorologia para HIV, hepatite B e hepatite C negativas. Estadiamento sistêmico é negativo para metástases. Qual é o tratamento mais adequado para essa paciente?
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Paciente masculino, 50 anos, apresenta uma proteína monoclonal de 3,5g/dL, subtipo IgA kappa, para investigar fadiga. A imunofixação evidencia que a proteína é IgA lambda. Os achados dos exames de sangue evidenciam Hb 12g/dL, Creatinina 0,9mg/dL, Cálcio 10mg/dL. O PET CT não evidencia lesão osteolítica. O valor da relação kappa/lambda é 80. A biópsia de medula óssea revela infiltração de 40% por células plasmáticas lambda na medula óssea. Qual é o diagnóstico do paciente?
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Paciente feminina, 39 anos, previamente hígida, se apresenta ao diagnóstico com fala arrastada e crise convulsiva focal. Ao exame de imagem, foi identificada lesão em lobo frontal direito de 3cm, tendo sido submetida a ressecção cirúrgica total. O diagnóstico patológico veio como astrocitoma grau IV, com MGMT metilado. A paciente foi submetida a radioterapia concomitante com temozolamida por 6 semanas, tratamento que foi bem tolerado. Após um mês do término desse tratamento, ela retorna sem novos sintomas neurológicos, com uma ressonância de crânio que evidencia aumento de edema ao redor da cavidade cirúrgica. Qual é o próximo passo?
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