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Como escreveu M. Finger (1989), urge encontrar uma saída que só pode ser coletiva e exige uma aprendizagem social. A educação, entendida como um processo permanente e difuso em toda a vida social, tem um papel central a desempenhar na pesquisa e construção dessa saída coletiva, na definição de valores de solidariedade como suporte da nossa vida coletiva, na recriação de novas formas de articular o aprender, o viver e o trabalhar. Só assim poderemos passar de uma educação ainda centrada no aprender a ter, para a concretização da divisa educativa, tão cara aos fundadores da educação permanente, de aprender a ser.
Idem, ibidem.
Considerando o texto acima, julgue o item a seguir.
A educação permanente pouco tem a contribuir para o processo de aprendizagem coletiva, essencial ao desenvolvimento de uma sociedade produtiva.
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Como escreveu M. Finger (1989), urge encontrar uma saída que só pode ser coletiva e exige uma aprendizagem social. A educação, entendida como um processo permanente e difuso em toda a vida social, tem um papel central a desempenhar na pesquisa e construção dessa saída coletiva, na definição de valores de solidariedade como suporte da nossa vida coletiva, na recriação de novas formas de articular o aprender, o viver e o trabalhar. Só assim poderemos passar de uma educação ainda centrada no aprender a ter, para a concretização da divisa educativa, tão cara aos fundadores da educação permanente, de aprender a ser.
Idem, ibidem.
Considerando o texto acima, julgue o item a seguir.
A educação, para atender aos seus principais propósitos, deve extrapolar o nível dos indivíduos, devendo seus efeitos repercutir no nível coletivo.
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Pensar o papel e a contribuição da educação para a melhoria global e qualitativa das condições de vida apela a um questionamento crítico de algumas idéias recebidas e que continuam a dominar os discursos e as políticas oficiais. A perspectiva desenvolvimentista, dominante desde os anos 50 do século XX, apresentou a educação como uma condição necessária do crescimento econômico, sendo este a condição necessária da felicidade das nações e dos povos. Mas essa perspectiva está longe de ser tão óbvia e incontestável como nos querem fazer crer. Meio século de progressos de escolarização de massas, de aumento da produtividade e de competição econômica generalizada não conduziram a uma situação brilhante em termos de fome, guerra, destruição ambiental, desemprego, violência urbana, exclusão social. A situação é, neste final de século, bem mais preocupante que há trinta anos. A questão do desenvolvimento não é hoje um problema de eficácia econômica, antes nos confronta com um problema civilizacional que recoloca no centro do debate as questões da distribuição das riquezas, a redução e transformação do trabalho, o desenvolvimento de valores e de práticas sociais que não sejam baseados na competição nem na procura do lucro.
Rui Canário. Educação e perspectivas de desenvolvimento do interior. Internet:
<http://www.presidenciarepublica.pt>. Acesso em 2/3/2004 (com adaptações).
Considerando o texto acima, julgue o item a seguir.
A distribuição das riquezas, a redução e transformação do trabalho, bem como o desenvolvimento de valores e de práticas sociais que não se baseiem na competição nem na procura do lucro, ao longo de quase meio século, vêm interferindo negativamente no cumprimento do papel da educação e do desenvolvimento nas sociedades.
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Pensar o papel e a contribuição da educação para a melhoria global e qualitativa das condições de vida apela a um questionamento crítico de algumas idéias recebidas e que continuam a dominar os discursos e as políticas oficiais. A perspectiva desenvolvimentista, dominante desde os anos 50 do século XX, apresentou a educação como uma condição necessária do crescimento econômico, sendo este a condição necessária da felicidade das nações e dos povos. Mas essa perspectiva está longe de ser tão óbvia e incontestável como nos querem fazer crer. Meio século de progressos de escolarização de massas, de aumento da produtividade e de competição econômica generalizada não conduziram a uma situação brilhante em termos de fome, guerra, destruição ambiental, desemprego, violência urbana, exclusão social. A situação é, neste final de século, bem mais preocupante que há trinta anos. A questão do desenvolvimento não é hoje um problema de eficácia econômica, antes nos confronta com um problema civilizacional que recoloca no centro do debate as questões da distribuição das riquezas, a redução e transformação do trabalho, o desenvolvimento de valores e de práticas sociais que não sejam baseados na competição nem na procura do lucro.
Rui Canário. Educação e perspectivas de desenvolvimento do interior. Internet:
<http://www.presidenciarepublica.pt>. Acesso em 2/3/2004 (com adaptações).
Considerando o texto acima, julgue o item a seguir.
Desenvolvimento e educação não mais podem ser considerados como os únicos indicadores de eficácia econômica.
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Pensar o papel e a contribuição da educação para a melhoria global e qualitativa das condições de vida apela a um questionamento crítico de algumas idéias recebidas e que continuam a dominar os discursos e as políticas oficiais. A perspectiva desenvolvimentista, dominante desde os anos 50 do século XX, apresentou a educação como uma condição necessária do crescimento econômico, sendo este a condição necessária da felicidade das nações e dos povos. Mas essa perspectiva está longe de ser tão óbvia e incontestável como nos querem fazer crer. Meio século de progressos de escolarização de massas, de aumento da produtividade e de competição econômica generalizada não conduziram a uma situação brilhante em termos de fome, guerra, destruição ambiental, desemprego, violência urbana, exclusão social. A situação é, neste final de século, bem mais preocupante que há trinta anos. A questão do desenvolvimento não é hoje um problema de eficácia econômica, antes nos confronta com um problema civilizacional que recoloca no centro do debate as questões da distribuição das riquezas, a redução e transformação do trabalho, o desenvolvimento de valores e de práticas sociais que não sejam baseados na competição nem na procura do lucro.
Rui Canário. Educação e perspectivas de desenvolvimento do interior. Internet:
<http://www.presidenciarepublica.pt>. Acesso em 2/3/2004 (com adaptações).
Considerando o texto acima, julgue o item a seguir.
A preocupação sociopolítica com a questão da educação de massas há quase meio século parece ter amenizado grandes problemas, como a fome, a guerra, a destruição ambiental, o desemprego, a violência urbana e a exclusão social, entre outros.
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Pensar o papel e a contribuição da educação para a melhoria global e qualitativa das condições de vida apela a um questionamento crítico de algumas idéias recebidas e que continuam a dominar os discursos e as políticas oficiais. A perspectiva desenvolvimentista, dominante desde os anos 50 do século XX, apresentou a educação como uma condição necessária do crescimento econômico, sendo este a condição necessária da felicidade das nações e dos povos. Mas essa perspectiva está longe de ser tão óbvia e incontestável como nos querem fazer crer. Meio século de progressos de escolarização de massas, de aumento da produtividade e de competição econômica generalizada não conduziram a uma situação brilhante em termos de fome, guerra, destruição ambiental, desemprego, violência urbana, exclusão social. A situação é, neste final de século, bem mais preocupante que há trinta anos. A questão do desenvolvimento não é hoje um problema de eficácia econômica, antes nos confronta com um problema civilizacional que recoloca no centro do debate as questões da distribuição das riquezas, a redução e transformação do trabalho, o desenvolvimento de valores e de práticas sociais que não sejam baseados na competição nem na procura do lucro.
Rui Canário. Educação e perspectivas de desenvolvimento do interior. Internet:
<http://www.presidenciarepublica.pt>. Acesso em 2/3/2004 (com adaptações).
Considerando o texto acima, julgue o item a seguir.
Como colocado pela perspectiva desenvolvimentista há quase meio século, a atual condição econômica decorre fundamentalmente de progressos de escolarização de massas.
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Pensar o papel e a contribuição da educação para a melhoria global e qualitativa das condições de vida apela a um questionamento crítico de algumas idéias recebidas e que continuam a dominar os discursos e as políticas oficiais. A perspectiva desenvolvimentista, dominante desde os anos 50 do século XX, apresentou a educação como uma condição necessária do crescimento econômico, sendo este a condição necessária da felicidade das nações e dos povos. Mas essa perspectiva está longe de ser tão óbvia e incontestável como nos querem fazer crer. Meio século de progressos de escolarização de massas, de aumento da produtividade e de competição econômica generalizada não conduziram a uma situação brilhante em termos de fome, guerra, destruição ambiental, desemprego, violência urbana, exclusão social. A situação é, neste final de século, bem mais preocupante que há trinta anos. A questão do desenvolvimento não é hoje um problema de eficácia econômica, antes nos confronta com um problema civilizacional que recoloca no centro do debate as questões da distribuição das riquezas, a redução e transformação do trabalho, o desenvolvimento de valores e de práticas sociais que não sejam baseados na competição nem na procura do lucro.
Rui Canário. Educação e perspectivas de desenvolvimento do interior. Internet:
<http://www.presidenciarepublica.pt>. Acesso em 2/3/2004 (com adaptações).
Considerando o texto acima, julgue o item a seguir.
Até os dias de hoje, a perspectiva desenvolvimentista se mantém dominante nos principais discursos e políticas oficiais.
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As mudanças ocorridas no mundo do trabalho exigem novas formas de mediação entre o homem e o conhecimento, o que passa necessariamente pela escolarização, inicial e continuada, a partir da construção de um novo projeto educativo que articule as finalidades de educação para a cidadania e para o trabalho a partir de uma concepção de formação humana que tome por princípio a construção da autonomia intelectual e ética por meio do acesso ao conhecimento científico, tecnológico e sócio-histórico e ao método que permita o desenvolvimento das capacidades necessárias à aquisição e produção do conhecimento de forma continuada. É preciso outro tipo de pedagogia, de modo a atender às demandas da revolução na base técnica de produção. O objetivo é a capacidade para lidar com a incerteza, substituindo-se a rigidez pela flexibilidade, de modo a atender a demandas dinâmicas, que se diversificam em qualidade e quantidade, não para ajustar-se, mas para participar como sujeito na construção de uma sociedade em que o resultado da produção material e cultural esteja disponível para todos.
Tendo o texto acima como referência, julgue o item a seguir.
Cabe ao trabalhador, por meio da escolarização inicial e continuada, assumir uma postura participativa na produção material e cultural de uma sociedade.
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As mudanças ocorridas no mundo do trabalho exigem novas formas de mediação entre o homem e o conhecimento, o que passa necessariamente pela escolarização, inicial e continuada, a partir da construção de um novo projeto educativo que articule as finalidades de educação para a cidadania e para o trabalho a partir de uma concepção de formação humana que tome por princípio a construção da autonomia intelectual e ética por meio do acesso ao conhecimento científico, tecnológico e sócio-histórico e ao método que permita o desenvolvimento das capacidades necessárias à aquisição e produção do conhecimento de forma continuada. É preciso outro tipo de pedagogia, de modo a atender às demandas da revolução na base técnica de produção. O objetivo é a capacidade para lidar com a incerteza, substituindo-se a rigidez pela flexibilidade, de modo a atender a demandas dinâmicas, que se diversificam em qualidade e quantidade, não para ajustar-se, mas para participar como sujeito na construção de uma sociedade em que o resultado da produção material e cultural esteja disponível para todos.
Tendo o texto acima como referência, julgue o item a seguir.
Torna-se necessária a proposição de uma pedagogia rigidamente definida e planejada com vistas ao permanente ajuste dos trabalhadores às constantes inovações do mundo do trabalho.
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As mudanças ocorridas no mundo do trabalho exigem novas formas de mediação entre o homem e o conhecimento, o que passa necessariamente pela escolarização, inicial e continuada, a partir da construção de um novo projeto educativo que articule as finalidades de educação para a cidadania e para o trabalho a partir de uma concepção de formação humana que tome por princípio a construção da autonomia intelectual e ética por meio do acesso ao conhecimento científico, tecnológico e sócio-histórico e ao método que permita o desenvolvimento das capacidades necessárias à aquisição e produção do conhecimento de forma continuada. É preciso outro tipo de pedagogia, de modo a atender às demandas da revolução na base técnica de produção. O objetivo é a capacidade para lidar com a incerteza, substituindo-se a rigidez pela flexibilidade, de modo a atender a demandas dinâmicas, que se diversificam em qualidade e quantidade, não para ajustar-se, mas para participar como sujeito na construção de uma sociedade em que o resultado da produção material e cultural esteja disponível para todos.
Tendo o texto acima como referência, julgue o item a seguir.
O novo projeto educativo exigido deve facilitar a aquisição de capacidades que permitam ao trabalhador reagir e ajustar-se continuamente às principais transformações do mundo do trabalho.
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