Foram encontradas 70 questões.

Sobre a charge acima foram feitas várias afirmativas.
I. A charge critica vários setores da sociedade, inclusive o cidadão comum.
II. As vestimentas dos personagens da charge colaboram essencialmente para a sua identificação.
III. Como a leitura da charge se processa da esquerda para a direita, a última fala ganha mais importância que as demais.
Assinale:
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Analise a tabela a seguir e responda à questão.
| RECEITAS | Previsão | Lançamento | Arrecadação | Recolhimento |
| Tributos | 10 | 8 | 7 | 7 |
| Dividendos | 5 | 4 | 4 | |
| Alienação de bens | 5 | 3 | 3 | |
| DESPESAS | Fixação | Empenho | Liquidação | Pagamento |
| Pessoal ativo | 7 | 6 | 6 | 6 |
| Serviços contratados | 5 | 5 | 4 | 3 |
| Aquisição de bens | 8 | 7 | 6 | 5 |
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- Elementos OrçamentáriosReceita OrçamentáriaClassificação da Receita OrçamentáriaClassificação por Natureza da Receita
Analise a tabela a seguir e responda à questão.
| RECEITAS | Previsão | Lançamento | Arrecadação | Recolhimento |
| Tributos | 10 | 8 | 7 | 7 |
| Dividendos | 5 | 4 | 4 | |
| Alienação de bens | 5 | 3 | 3 | |
| DESPESAS | Fixação | Empenho | Liquidação | Pagamento |
| Pessoal ativo | 7 | 6 | 6 | 6 |
| Serviços contratados | 5 | 5 | 4 | 3 |
| Aquisição de bens | 8 | 7 | 6 | 5 |
O valor da receita corrente pela Lei n. 4.320/64 é
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Observe a tabela a seguir:
| S | ||||||||||
| U | U | |||||||||
| D | D | D | ||||||||
| E | E | E | E | |||||||
| N | N | N | N | N | ||||||
| E | E | E | E | E | E |
Começando pela letra S na primeira linha e caminhando consecutivamente sempre para a linha de baixo em diagonal para a coluna imediatamente à esquerda ou para a coluna imediatamente à direita até chegar na última linha, forma-se sempre a sigla SUDENE.
A quantidade de caminhos possíveis é
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Alternativa
Envelhecer é chato, mas consolemo-nos: a alternativa é pior. Ninguém que eu conheça morreu e voltou para contar como é estar morto, mas o consenso geral é que existir é muito melhor do que não existir. Há dúvidas, claro. Muitos acreditam que com a morte se vai desta vida para outra melhor, inclusive mais barata, além de eterna. Só descobriremos quando chegarmos lá. Enquanto isso vamos envelhecendo com a dignidade possível, sem nenhuma vontade de experimentar a alternativa.
Mas há casos em que a alternativa para as coisas como estão é conhecida. Já passamos pela alternativa e sabemos muito bem como ela é. Por exemplo: a alternativa de um país sem políticos, ou com políticos cerceados por um poder mais alto e armado. Tivemos vinte anos desta alternativa e quem tem saudade dela precisa ser constantemente lembrado de como foi. Não havia corrupção? Havia, sim, não havia era investigação pra valer. Havia prepotência, havia censura à imprensa, havia a Presidência passando de general para general sem consulta popular, repressão criminosa à divergência, uma política econômica subserviente a um “milagre” econômico enganador. Quem viveu naquele tempo lembra que as ordens do dia nos quartéis eram lidas e divulgadas como éditos papais para orientar os fiéis sobre o “pensamento militar”, que decidia nossas vidas.
Ao contrário da morte, de uma ditadura se volta, preferencialmente com uma lição aprendida. E, para garantir-se que a alternativa não se repita, é preciso cuidar para não desmoralizar demais a política e os políticos, que seja. Melhor uma democracia imperfeita do que uma ordem falsa, mas incontestável. Da próxima vez que desesperar dos nossos políticos, portanto, e que alguma notícia de Brasília lhe enojar, ou você concluir que o país estaria melhor sem esses dirigentes e representantes que só representam seus interesses, e seus bolsos, respire fundo e pense na alternativa.
Sequer pensar que a alternativa seria preferível – como tem gente pensando – equivale a um suicídio cívico. Para mudar isso aí, prefira a vida – e o voto.
(Adaptado. Veríssimo, O Globo, 30/6/2013)
Após a leitura do texto devemos classificá-lo como predominantemente:
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Analise a figura a seguir.

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Alternativa
Envelhecer é chato, mas consolemo-nos: a alternativa é pior. Ninguém que eu conheça morreu e voltou para contar como é estar morto, mas o consenso geral é que existir é muito melhor do que não existir. Há dúvidas, claro. Muitos acreditam que com a morte se vai desta vida para outra melhor, inclusive mais barata, além de eterna. Só descobriremos quando chegarmos lá. Enquanto isso vamos envelhecendo com a dignidade possível, sem nenhuma vontade de experimentar a alternativa.
Mas há casos em que a alternativa para as coisas como estão é conhecida. Já passamos pela alternativa e sabemos muito bem como ela é. Por exemplo: a alternativa de um país sem políticos, ou com políticos cerceados por um poder mais alto e armado. Tivemos vinte anos desta alternativa e quem tem saudade dela precisa ser constantemente lembrado de como foi. Não havia corrupção? Havia, sim, não havia era investigação pra valer. Havia prepotência, havia censura à imprensa, havia a Presidência passando de general para general sem consulta popular, repressão criminosa à divergência, uma política econômica subserviente a um “milagre” econômico enganador. Quem viveu naquele tempo lembra que as ordens do dia nos quartéis eram lidas e divulgadas como éditos papais para orientar os fiéis sobre o “pensamento militar”, que decidia nossas vidas.
Ao contrário da morte, de uma ditadura se volta, preferencialmente com uma lição aprendida. E, para garantir-se que a alternativa não se repita, é preciso cuidar para não desmoralizar demais a política e os políticos, que seja. Melhor uma democracia imperfeita do que uma ordem falsa, mas incontestável. Da próxima vez que desesperar dos nossos políticos, portanto, e que alguma notícia de Brasília lhe enojar, ou você concluir que o país estaria melhor sem esses dirigentes e representantes que só representam seus interesses, e seus bolsos, respire fundo e pense na alternativa.
Sequer pensar que a alternativa seria preferível – como tem gente pensando – equivale a um suicídio cívico. Para mudar isso aí, prefira a vida – e o voto.
(Adaptado. Veríssimo, O Globo, 30/6/2013)
Assinale a alternativa que indica a palavra que não apresenta qualquer prefixo ou sufixo.
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- UniãoExecutivoDecreto 1.171/1994: Código de Ética do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal
I. E dever fundamental do servidor público desempenhar a tempo, as atribuições do cargo, função ou emprego publico de que seja titular.
II. E dever fundamental do servidor público tratar cuidadosamente os usuários dos serviços aperfeiçoando o processo de comunicação e contato com o público.
III. E dever fundamental do servidor público dificultar a fiscalização de todos os atos ou serviços por quem de direito.
Assinale:
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