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Segundo Weineck (1999), crianças e jovens apresentam, sob o ponto de vista metabólico e cardiopulmonar, grande capacidade de responder a estímulos de resistência com mobilização aeróbia de energia. Em contrapartida, a capacidade anaeróbia de crianças apresenta uma melhora em função da idade e do crescimento. Segundo o autor, a idade ideal para esse treinamento ocorre a partir dos 7 anos. Deve-se dar especial atenção, na infância e na adolescência, ao desenvolvimento da capacidade de resistência básica geral, pois essa capacidade, se suficientemente desenvolvida, representa um fundamento importante para a estimulação e para a estabilização da saúde geral, bem como para maior resistência contra infecções comuns.
FUNDAÇÃO VALE / UNESCO. Crescimento, desenvolvimento e maturação (Cadernos de referência de esporte; 3). Ed. Fundação Vale, UNESCO, Brasília, DF, 2013, (p. 32).
Num programa de treinamento as capacidades físicas desenvolvidas, especificamente nas fases sensíveis, são:
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A antropometria estuda as medidas de tamanho e proporções do corpo humano. As medidas antropométricas tais como peso, altura, circunferência de cintura e circunferência de quadril são utilizadas para o diagnóstico do estado nutricional (desnutrição, excesso de peso e obesidade) e avaliação dos riscos para algumas doenças (diabetes mellitus, doenças do coração e hipertensão) em crianças, adultos, gestantes e idosos.
BRASIL, Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, Diretoria de Pesquisas Coordenação de Trabalho e Rendimento, Pesquisa Nacional de Saúde. Manual de Antropometria. Ministério do Planejamento, Brasília, DF, 2013, (p. 3).
Segundo o Manual de Antropometria (2013), a aferição da circunferência da cintura é realizada utilizando as marcações
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As Recomendações para o Desenvolvimento de Práticas Exitosas de Atividade Física na Atenção Primária à Saúde (APS) do Sistema Único de Saúde (SUS) têm como objetivo auxiliar os profissionais de saúde a planejarem e avaliarem suas práticas de atividade física, para torná-las replicáveis e sustentáveis no SUS, bem como propiciar maior participação e autonomia dos usuários. Essas recomendações são resultado da pesquisa “Saúde a partir de Atividades Físicas ExitosasSAFE”, que foi desenvolvida pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), com apoio e financiamento do Ministério da Saúde e Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).
BRASIL, Ministério da Saúde. Recomendações para o Desenvolvimento de Práticas Exitosas de Atividade Física na Atenção Primária à Saúde do Sistema Único de Saúde /Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção Primária à Saúde. Ministério da Saúde, Brasília, DF, 2021. (p. 5).
De acordo com o documento acima citado, para uma prática de Atividade Física ser considerada exitosa, deve atender aos atributos de
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Atividade física é um comportamento que envolve os movimentos voluntários do corpo, com gasto de energia acima do nível de repouso, promovendo interações sociais e com o ambiente, podendo acontecer no tempo livre, no deslocamento, no trabalho ou estudo e nas tarefas domésticas. São exemplos de atividade física: caminhar, correr, pedalar, brincar, subir escadas, carregar objetos, dançar, limpar a casa, passear com animais de estimação, cultivar a terra, cuidar do quintal, praticar esportes, lutas, ginásticas, yoga, entre outros. A atividade física faz parte do dia a dia e traz diversos benefícios, como o controle do peso e a melhora da qualidade de vida, do humor, da disposição, da interação com as outras pessoas e com o ambiente.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção Primária à Saúde. Guia de Atividade Física para a População Brasileira. Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção Primária à Saúde, Departamento de Promoção da Saúde, Brasília, DF, 2021, (p. 8).
Segundo o documento “Guia de Atividade Física para a População Brasileira” (2021), os quatro domínios da vida em que pode ocorrer a realização de atividade física são
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A prática do alongamento como exercício preventivo de lesões osteomioarticulares é amplamente aceita e difundida entre educadores físicos e fisioterapeutas. Além disso, é comum observarmos praticantes de atividade física dispensarem parte do seu tempo pré-exercício em atividades de alongamento, ainda que, muitas vezes, sem os critérios técnicos necessários. (...) O alongamento muscular estático é frequentemente utilizado em rotinas preparatórias de exercício com o intuito de promover o aumento de flexibilidade. Teoricamente, atletas com maior flexibilidade teriam uma maior facilidade em executar os gestos esportivos em maiores amplitudes e, portanto, apresentariam menores riscos de lesões.
TRAJANO, G. S. O Papel do Alongamento na Prevenção de Lesões: uma análise crítica. Revista Arquivos em Movimento, v.10, nº 2, p. 128-132, 2014, (p. 128).
Segundo o estudo realizado por TRAJANO (2014), baseandose na literatura científica, o autor conclui que o alongamento pré-atividade
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A Lei nº 11.438/2006, dispõe sobre incentivos e benefícios para fomentar as atividades de caráter desportivo e dá outras providências. O seu artigo 2º (nos incisos I, II e III) prevê financiamento para projetos esportivos e paradesportivos para as manifestações de desporto
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A imagem corporal é um construto multidimensional que engloba autopercepções e atitudes em relação à aparência física de uma pessoa, sendo importante para a compreensão de questões fundamentais de identidade. Ela não está necessariamente correlacionada à aparência física exata, mas, para seu entendimento, são fundamentais as atitudes e avaliações que o indivíduo faz de seu corpo. (...) Uma percepção distorcida, seja para mais ou menos peso, favorece o surgimento de inúmeros problemas, podendo afetar a saúde e influenciar a autoestima, o humor, a competência, o funcionamento social e ocupacional.
NOVAES, E. M. D. F.; AQUINO, E. M. L. GABRIELLI, L.; MATOS, S. M. A. de.; GRIEP, R. H.; FONSECA, M. de J. M da; ALMEIDA, M. da C. C de.; PATRÃO, A.L. Percepção de imagem corporal, características socioeconômicas e estilo de vida em mulheres participantes do ELSA-Brasil na Bahia. (In.) Cadernos de Saúde Pública, FIOCRUZ, v. 40, nº 2, 2024, (p. 2).
No estudo supracitado, descobre-se que o público feminino demanda atenção especial no trabalho com o corpo, pois
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O Decreto nº 3.298/1999 estabelece em seu artigo 7º, no segundo e no terceiro incisos, respectivamente, que são objetivos da Política Nacional para Integração da Pessoa Portadora de Deficiência
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A situação de visibilidade e exposição negativa a que estão sujeitas as populações indígenas em nosso país, exigem que todos os segmentos sociais sejam esclarecidos a respeito da promoção e proteção dos direitos dessas sociedades. (...) Considero, por isso mesmo, de extrema importância a existência dos Cursos de Formação de Professores Indígenas da CPI-AC e de outros que possam ser implantados, para que os professores índios estejam permanentemente recolhendo e elaborando novas informações e conhecimentos, no sentido de refletir sobre o campo de conhecimentos da Educação Física, buscando seu papel de pesquisadores da cultura corporal de seu grupo étnico, de outros grupos indígenas e da sociedade não-indígena.
ALBUQUERQUE, M. S. C. de. A Educação Física na Escola Indígena: limites e possibilidades. Dissertação de Mestrado. Centro de Filosofia e Ciências Humanas Faculdade de Educação Programa de Pós-Graduação em Educação Escolar, UFRJ, 1999, (p.206).
De acordo com ALBUQUERQUE (1999), o trabalho da Educação Física junto às populações indígenas pode contribuir ao
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As doenças e agravos não transmissíveis (Dant) são responsáveis por mais da metade do total de mortes no Brasil. Em 2019, 54,7% dos óbitos registrados no Brasil foram causados por doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) e 11,5% por agravos. As DCNT, principalmente as doenças cardiovasculares, cânceres, diabetes e doenças respiratórias crônicas, são causadas por vários fatores ligados às condições de vida dos sujeitos. Estes são determinados pelo acesso a: bens e serviços públicos, garantia de direitos, informação, emprego e renda e possibilidades de fazer escolhas favoráveis à saúde. Os principais fatores de risco comportamentais para o adoecimento por DCNT são: tabagismo, consumo de álcool, alimentação não saudável e inatividade física.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das Doenças Crônicas e Agravos não Transmissíveis no Brasil 2021-2030. Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Análise em Saúde e Vigilância de Doenças Não Transmissíveis, Ministério da Saúde, Brasília, DF, 2021 (p.5)
Para enfrentar a questão da inatividade física e o desenvolvimento das doenças crônicas não transmissíveis, o referido documento estabelece como uma das ações estratégicas para promoção da saúde
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