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No Banquete (203b-204a), Platão nos remete à concepção
de Amor (Eros) proposta pela filósofa Diotima de Mantineia, que
ensinou Sócrates sobre tal assunto: “porque filho do Diligente
(Póros) e da Pobreza (Pênia), tocaram-lhe os seguintes
predicados: tendo herdado a natureza da mãe, é companheiro
eterno da indigência. Por outro lado, como filho de tal pai,
vive a cogitar ardis para apanhar tudo o que é belo e bom; é
bravo, audaz, expedito, excelente caçador de homens, fértil em artifícios, amigo da sabedoria, sagaz, mágico e sofista. Por
natureza, nem é mortal nem imortal, porém num só dia floresce
e vive, ou morre para renascer logo depois. O que adquire hoje,
perde amanhã, de forma que Amor nunca é rico nem pobre e se
encontra sempre a meio caminho da sabedoria e da ignorância”.
PLATÃO. O banquete. Trad. Carlos Alberto Nunes. Belém: Ed.UFPA, 2018., p. 145ss. (Adaptado).
Sobre a perspectiva de Diotima, segundo Platão, é correto afirmar que o amor é
PLATÃO. O banquete. Trad. Carlos Alberto Nunes. Belém: Ed.UFPA, 2018., p. 145ss. (Adaptado).
Sobre a perspectiva de Diotima, segundo Platão, é correto afirmar que o amor é
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Judá Abravanel (1460-1530), também conhecido como
Leão Hebreu, foi um judeu sefardita nascido em Lisboa e
reconhecido por seu Diálogo sobre o Amor, onde afirma que “o
mundo é produzido à maneira de um filho, a partir da beleza
suprema do pai e da sabedoria suprema da mãe, que gera o belo
universo. E este é o significado do enamoramento de que fala
Salomão no Cântico dos Cânticos: a sabedoria ama o belo, pois é
produzida e inferior ao pai, portanto você verá que ela sempre o
chama de ‘meu amado’ como inferior, e ele nunca a chama de
‘amada’, mas ‘minha companheira, minha pomba, minha
perfeita, minha irmã’, como superior. Mas com seu amor ela se
torna plena; e remove a esterilidade ao engravidar, e dá à luz a
perfeição do universo: mas o amor nele não é para adquirir a
perfeição, porque ele não pode alcançá-la, mas para adquiri-la
para o universo, gerando-o como filho de ambos”.
ABRAVANEL, Judá. Dialoghi d'amore. Roma: Gius. Laterza & Figli, 2008., p. 342. (Adaptado).
Abravanel reconstrói a concepção platônica de amor, juntando isso com o Ketuvim (Escritos) do Tanah (Bíblia Judaica). Isso posto, é correto dizer que
ABRAVANEL, Judá. Dialoghi d'amore. Roma: Gius. Laterza & Figli, 2008., p. 342. (Adaptado).
Abravanel reconstrói a concepção platônica de amor, juntando isso com o Ketuvim (Escritos) do Tanah (Bíblia Judaica). Isso posto, é correto dizer que
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“O conhecimento de causa e efeito que surge da empiria
não é, em nenhum caso, alcançado por meio de raciocínios
analíticos a priori (necessários), mas provém inteiramente da
experiência, sendo sintéticos a posteriori (contingentes).”
HUME, David. Investigações sobre o entendimento humano e sobre os princípios morais. Trad. José Oscar de Almeida Marques. São Paulo: Ed.UNESP, 2004., p. 55. (Adaptado).
Marcondes Falcão Maia, cantor, compositor e humorista cearense, conhecido nacionalmente como Falcão, costuma usar redundâncias e tautologias (A=A) em suas músicas, com fins cômicos. Os exemplos (i) “homem é homem, menino é menino” e (ii) “a minha mãe é a mulher do meu pai” são, respectivamente, juízos afirmativos dos tipos
HUME, David. Investigações sobre o entendimento humano e sobre os princípios morais. Trad. José Oscar de Almeida Marques. São Paulo: Ed.UNESP, 2004., p. 55. (Adaptado).
Marcondes Falcão Maia, cantor, compositor e humorista cearense, conhecido nacionalmente como Falcão, costuma usar redundâncias e tautologias (A=A) em suas músicas, com fins cômicos. Os exemplos (i) “homem é homem, menino é menino” e (ii) “a minha mãe é a mulher do meu pai” são, respectivamente, juízos afirmativos dos tipos
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“234. De acordo com a Convenção sobre Genocídio, um
Estado-Parte é obrigado a prevenir o genocídio, a não cometer
ou incitar a prática de genocídio e a punir. Um Estado é
responsável por um ato ou omissão de um órgão cuja conduta
lhe seja imputável, por sua falha em prevenir o genocídio, pela
prática ou incitação ao genocídio, ou por sua falha em punir a
prática de genocídio. (...) 240. A Comissão conclui, portanto, que
o Estado de Israel é responsável pela prática de genocídio contra
os palestinos em Gaza como um grupo, nomeadamente pelos
atos enumerados nos artigos II(a)-(d) da Convenção sobre
Genocídio: (a) matar membros do grupo; (b) causar danos físicos
ou mentais graves aos membros do grupo; (c) impor
deliberadamente ao grupo condições de vida calculadas para
provocar sua destruição física, no todo ou em parte; e (d) impor
medidas destinadas a impedir nascimentos dentro do grupo”.
UN, HUMAN RIGHTS COUNCIL. Legal analysis of the conduct of Israel in Gaza pursuant to the Convention on the Prevention and Punishment of the Crime of Genocide. In: Conference room paper of the Independent International Commission of Inquiry on the Occupied Palestinian Territory, including East Jerusalem, and Israel. 16 September 2025., §234, §240. (Adaptado).
“Se o Direito internacional e o Direito nacional formam um sistema unitário, então a relação entre eles tem de ajustar-se a uma das duas formas expostas. O Direito internacional tem de ser concebido, ou como uma ordem jurídica delegada pela ordem jurídica estatal e, por conseguinte, como incorporada nesta, ou como uma ordem jurídica total que delega nas ordens jurídicas estatais, supraordenada a estas e abrangendo-as a todas como ordens jurídicas parciais. Ambas estas interpretações da relação que intercede entre o Direito internacional e o Direito nacional representam uma construção monista. A primeira significa o primado da ordem jurídica de cada Estado, a segunda traduz o primado da ordem jurídica internacional”.
KELSEN, Hans. Teoria Pura do Direito. Trad. João Baptista Machado. São Paulo: Martins Fontes, 2003., p. 369s. (Adaptado).
Acima, o primeiro texto estabelece as linhas de um caso particular em que o Estado e a Lei internacional se encontram em conflito. O segundo texto traz duas interpretações segundo as quais os Direitos internacional e nacional constituem uma unidade normativa. Com base nos textos, é correto dizer, sobre a eficácia do Direito internacional (Declaração dos Direitos Humanos, Convenção sobre o Genocídio etc.) e os Estados particulares, que
UN, HUMAN RIGHTS COUNCIL. Legal analysis of the conduct of Israel in Gaza pursuant to the Convention on the Prevention and Punishment of the Crime of Genocide. In: Conference room paper of the Independent International Commission of Inquiry on the Occupied Palestinian Territory, including East Jerusalem, and Israel. 16 September 2025., §234, §240. (Adaptado).
“Se o Direito internacional e o Direito nacional formam um sistema unitário, então a relação entre eles tem de ajustar-se a uma das duas formas expostas. O Direito internacional tem de ser concebido, ou como uma ordem jurídica delegada pela ordem jurídica estatal e, por conseguinte, como incorporada nesta, ou como uma ordem jurídica total que delega nas ordens jurídicas estatais, supraordenada a estas e abrangendo-as a todas como ordens jurídicas parciais. Ambas estas interpretações da relação que intercede entre o Direito internacional e o Direito nacional representam uma construção monista. A primeira significa o primado da ordem jurídica de cada Estado, a segunda traduz o primado da ordem jurídica internacional”.
KELSEN, Hans. Teoria Pura do Direito. Trad. João Baptista Machado. São Paulo: Martins Fontes, 2003., p. 369s. (Adaptado).
Acima, o primeiro texto estabelece as linhas de um caso particular em que o Estado e a Lei internacional se encontram em conflito. O segundo texto traz duas interpretações segundo as quais os Direitos internacional e nacional constituem uma unidade normativa. Com base nos textos, é correto dizer, sobre a eficácia do Direito internacional (Declaração dos Direitos Humanos, Convenção sobre o Genocídio etc.) e os Estados particulares, que
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Sobre a Guerra Civil que levou à decapitação do Rei Charles
(o primeiro do seu nome) e o início da República da Inglaterra,
Thomas Hobbes (1588-1679) afirma: “se aqueles soldados e
todos os súditos tivessem agido sob o comando de Sua
Majestade, a paz e a felicidade deixadas pelo Rei James teriam
permanecido. Mas o povo estava corrompido, e os
desobedientes eram considerados os melhores patriotas. Mas
como o povo se corrompeu tanto? E que tipo de pessoas eram
aquelas que os seduziram assim? Os sedutores eram de diversos
tipos. Uns eram ministros de Cristo, como se autodenominavam;
e, às vezes, em seus sermões ao povo, embaixadores de Deus;
fingindo ter o direito, concedido por Deus, de governar cada um
a sua paróquia, a sua assembleia e a nação inteira”.
HOBBES, Thomas. Behemoth. In: Thomas Hobbes. The english work of Thomas Hobbes. Vol. VI. London: John Bohn, 1840., p. 166s. (Adaptado).
Sobre a relação da vontade pública e a retórica do patriotismo e do uso de Deus no discurso político, é correto afirmar que
HOBBES, Thomas. Behemoth. In: Thomas Hobbes. The english work of Thomas Hobbes. Vol. VI. London: John Bohn, 1840., p. 166s. (Adaptado).
Sobre a relação da vontade pública e a retórica do patriotismo e do uso de Deus no discurso político, é correto afirmar que
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Sobre as visões alegóricas de Hildegard von Bingen (1098-
1179), filósofa e mística medieval, pode-se dizer que “animais e
monstros aparecem como sinais da natureza e de Deus que a
razão precisa compreender. Animais desfilam como formas
significativas, unindo os mundos inferior e superior. Símbolos
animais que apresentam seus elementos para produzir monstros
na arte combinatória da alegoria, imagens da mais radical
dissimilaridade, adequadas para representar tanto o diabo
quanto Deus”.
CIRLOT, Victoria. Hildegard von Bingen y la tradición visionaria de Occidente. Barcelona: Herder Editorial, S.L., 2005., p. 94. (Adaptado).
Santa Hildegard se insere na grande tradição da filosofia alegórica. Sobre o trecho acima, é correto dizer que
CIRLOT, Victoria. Hildegard von Bingen y la tradición visionaria de Occidente. Barcelona: Herder Editorial, S.L., 2005., p. 94. (Adaptado).
Santa Hildegard se insere na grande tradição da filosofia alegórica. Sobre o trecho acima, é correto dizer que
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- Teorias Sociológicas e AutoresSociologia BrasileiraDesigualdade social no Brasil
- Estratificação e desigualdade social
“O abolicionismo não se contenta em ser o advogado ex
officio da porção da raça negra ainda escravizada; não reduz a
sua missão a promover e conseguir – no mais breve prazo
possível resgate dos escravos e dos ingênuos. Essa obra – de
reparação, vergonha ou arrependimento, como a queiram
chamar – da emancipação dos atuais escravos e seus filhos é
apenas a tarefa imediata do abolicionismo. Além dessa, há outra
maior, a do futuro: a de apagar todos os efeitos de um regime
que, há três séculos, é uma escola de desmoralização e inércia,
de servilismo e irresponsabilidade para a casta dos senhores, e
que fez do Brasil a pátria da escravidão.”
NABUCO, Joaquim. Que é o abolicionismo? São Paulo: Companhia das Letras, 2011., p. 12. (Adaptado).
Sobre o trecho de Joaquim Nabuco (1849-1910), um clássico pensador liberal brasileiro, é correto afirmar que
NABUCO, Joaquim. Que é o abolicionismo? São Paulo: Companhia das Letras, 2011., p. 12. (Adaptado).
Sobre o trecho de Joaquim Nabuco (1849-1910), um clássico pensador liberal brasileiro, é correto afirmar que
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“O tempo é um conceito-chave para o entendimento do
ritmo de vida, do pensamento e das ações existentes no terreiro
de Candomblé e na sociedade global. Com o advento da
sociedade industrial surge uma nova concepção de trabalho e de
tempo incompatíveis com as sociedades norteadas por outras
relações de produção, onde o trabalho constituía parte essencial
da vida cotidiana e o tempo era marcado segundo o ritmo das
tarefas diárias necessárias e das estações do ano.”
GONÇALVES, Maria Alice Rezende. A vida lúdica de uma comunidade de Candomblé no Cubango: um estudo sobre a categoria "brincadeira". Cadernos CERU, v. 10, 1999., p. 48s. (Adaptado).
Com base no texto, sobre as diferentes formas de lidar com o tempo, é correto afirmar que
GONÇALVES, Maria Alice Rezende. A vida lúdica de uma comunidade de Candomblé no Cubango: um estudo sobre a categoria "brincadeira". Cadernos CERU, v. 10, 1999., p. 48s. (Adaptado).
Com base no texto, sobre as diferentes formas de lidar com o tempo, é correto afirmar que
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“Como os laços tradicionais dos nativos constituem a
muralha mais forte de sua organização social e a base de suas
condições materiais de existência, o método inicial do capital é a
destruição e o aniquilamento sistemáticos das estruturas sociais
não capitalistas, com que tropeça em sua expansão. Cada nova
expansão colonial é acompanhada, naturalmente, dessa luta
encarniçada do capital contra a situação social e econômica dos
nativos. O capital só conhece, como solução para esse problema,
o uso da violência, que constitui um método permanente da
acumulação de capital no processo histórico, desde sua origem
até os nossos dias. Mas, para as sociedades arcaicas, trata-se de
uma questão de vida ou morte, e como não há outra saída,
resiste e luta até o seu total esgotamento ou extinção.”
LUXEMBURGO, Rosa. A acumulação do capital. Trad. Luiz Alberto Moniz Bandeira. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2021., p. 367s. (Adaptado).
Sobre a perspectiva de Rosa Luxemburgo (1871-1919), é correto dizer que
LUXEMBURGO, Rosa. A acumulação do capital. Trad. Luiz Alberto Moniz Bandeira. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2021., p. 367s. (Adaptado).
Sobre a perspectiva de Rosa Luxemburgo (1871-1919), é correto dizer que
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“Padeceis de muitos erros e enganos sem vos perceber por
causa da ignorante devoção com que vossos doutores vos trazem
cegos, não vos permitindo, de maneira nenhuma, a tão
proveitosa, saudável e totalmente necessária lição da Sagrada
Escritura em língua vulgar, em que bem clara e distintamente,
para vossa própria Salvação, a possais entender. Esses doutores,
pintando a Sagrada Escritura de forma tão cheia de faltas, tão
feia, tão monstruosa, tão horrível, tão medonha e tão perigosa,
que nem ainda para ela quereis vós olhar.”
D’ALMEIDA, João Ferreira Annes. Differença d'a Christandade. Batávia: Henrique Brando e João Bruyningo, 1668., p. s.p. (Adaptado).
O missionário protestante João Ferreira de Almeida (1628-1691), além de ter sido o primeiro tradutor da Bíblia cristã para o português, tendo publicado o Novo Testamento em 1681, em Amsterdã, também editou o opúsculo intitulado Diferença da Cristandade, direcionado “a todos os Católicos Romanos da nação portuguesa”, em 1668. Sobre isso, é correto afirmar que
D’ALMEIDA, João Ferreira Annes. Differença d'a Christandade. Batávia: Henrique Brando e João Bruyningo, 1668., p. s.p. (Adaptado).
O missionário protestante João Ferreira de Almeida (1628-1691), além de ter sido o primeiro tradutor da Bíblia cristã para o português, tendo publicado o Novo Testamento em 1681, em Amsterdã, também editou o opúsculo intitulado Diferença da Cristandade, direcionado “a todos os Católicos Romanos da nação portuguesa”, em 1668. Sobre isso, é correto afirmar que
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