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O riso e o humor são fenômenos socioculturais e isto
significa afirmar que são particulares as razões pelas quais as
pessoas riem e fazem rir, em cada cultura e lugar sócio-histórico.
[...]. Pode-se argumentar, contudo, que há certa constância nos
motivos para se rir, mesmo sob a diversidade cultural. É plausível
sentenciar que, em todos os tempos e lugares, o inusitado, o
“anormal” e o esquisito podem chocar ou surpreender e tudo
que possa quebrar algum ritmo corriqueiro ou ordinário da vida
pode se constituir como mote para fazer rir. Porém, é evidente
que tudo isso vai depender de certos parâmetros de percepção
que apenas a cultura de cada grupo ou sociedade pode dar para
o que é considerado inusitado, “anormal” ou esquisito. [...]. Por
fim, o riso e o humor são inerentes ao ser humano, pois são
fenômenos comuns a todas as sociedades e fortemente
condicionados pelas culturas.
SILVA NETO, Fco. Secundo da. Rir e fazer rir – alguns apontamentos teóricos. Revista Espaço Acadêmico, n° 111, Maringá-PR, agosto 2010. Disponível em: https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/EspacoAcademico/article/view/ 10754/5858 acesso em: 10/10/2025. Adaptado.
Considerando os fenômenos do riso e do humor, é sociologicamente correto afirmar que
SILVA NETO, Fco. Secundo da. Rir e fazer rir – alguns apontamentos teóricos. Revista Espaço Acadêmico, n° 111, Maringá-PR, agosto 2010. Disponível em: https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/EspacoAcademico/article/view/ 10754/5858 acesso em: 10/10/2025. Adaptado.
Considerando os fenômenos do riso e do humor, é sociologicamente correto afirmar que
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Han (2022) denomina de “regime de informação” a forma
de dominação em que as informações e seus processamentos por
algoritmos e inteligência artificial determinam decisivamente
processos sociais, econômicos e políticos no mundo
contemporâneo afetado pelas tecnologias digitais. Hoje, como
sugere Han, se exploram informações e dados dos usuários das
redes sociais digitais e da Internet, de modo geral, não sendo
mais a posse dos meios de produção o que é importante para o
ganho de poder. O funcionamento desse novo regime de
dominação se embasa no acesso a dados livremente informados
e utilizados para vigilância, controle e prognóstico de
comportamentos. Para este autor, o regime de informação
estaria acoplado a um “capitalismo da vigilância” e “degrada os
seres humanos em gado, em animais de consumo de dados”.
HAN, Byung-Chul. Infocracia: digitalização e a crise da democracia. Petrópolis: Editora Vozes, 2022.
No que diz respeito ao regime de informação, assinale a afirmação verdadeira.
HAN, Byung-Chul. Infocracia: digitalização e a crise da democracia. Petrópolis: Editora Vozes, 2022.
No que diz respeito ao regime de informação, assinale a afirmação verdadeira.
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- Teoria Geral da ConstituiçãoTeoria dos Direitos Fundamentais
- Direitos e Garantias FundamentaisDireitos e Deveres Individuais e Coletivos
A liberdade de expressão é um direito civil importante nas
democracias contemporâneas que garante a livre manifestação
de pensamento e de opinião. A Constituição Federal brasileira, no
seu Art. 5º, ordena que é livre a manifestação do pensamento,
sendo vetado o anonimato e assegura, como invioláveis, a
intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas. No
caso de ocorrerem violações, isto significa crime e as pessoas
vitimadas possuem o direito de indenização por dano moral ou
material, segundo a Constituição. Mas, diante do fenômeno atual
das redes sociais virtuais, da Internet, de forma geral, no Brasil,
essas violações têm sido frequentes através de discursos de ódio,
bullying digital, calúnia e difamação. Em 2022, foram registradas
mais de 74 mil denúncias desses crimes pela Internet no Brasil,
segundo informou a SaferNet, organização que defende os
direitos humanos no ambiente digital. E isto significou um
aumento dessas denúncias de 67,7% em relação ao ano de 2021.
Considerando o exposto, assinale a afirmação verdadeira.
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- Teorias Sociológicas e AutoresSociologia ClássicaKarl Marx & Friedrich EngelsKarl Marx e as Classes Sociais
- Relação entre Indivíduo e Sociedade
Para Bauman (2010), nas sociedades capitalistas e
consumistas contemporâneas, viver a crédito cria tanta
dependência como um vício em drogas. Atualmente, no mundo
povoado por múltiplas telas e estímulos, existe todo tipo de
influência mercadológica e de acesso a crédito facilitado, devido,
principalmente, ao advento das Fintechs, que estimulam o
consumo compulsivo, provocando o endividamento ou
superendividamento das pessoas. Para este autor, na verdade,
ingressar hoje nessa condição de consumidor endividado está
mais fácil do que nunca antes na história da humanidade, mas
escapar dessa condição jamais foi tão difícil. Para ele, ainda,
todos os que podiam se transformar em devedores e milhões de
outros que não podiam e não deviam ser induzidos a pedir
empréstimo ou comprar a crédito já foram fisgados e seduzidos
para fazer dívidas.
BAUMAN, Zigmunt. Capitalismo Parasitário. Capitalismo Parasitário – e outros temas contemporâneos. RJ: Zahar, 2010.
Partindo do exposto, é correto afirmar que
BAUMAN, Zigmunt. Capitalismo Parasitário. Capitalismo Parasitário – e outros temas contemporâneos. RJ: Zahar, 2010.
Partindo do exposto, é correto afirmar que
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O uso de smartphones nas sociedades contemporâneas é
generalizado; essa ferramenta, largamente utilizada pela grande
maioria das pessoas, é exterior aos indivíduos, se tomados de
forma isolada, uma vez que este uso independe da vontade de
um ou outro indivíduo na sociedade, e é imperativo, pois as
pessoas hoje são, de alguma forma, compelidas a usar esses
aparelhos, pois eles se tornaram uma obrigação social para as
atividades diárias.
O enunciado acima descreve o uso de smartphones como um(a)
O enunciado acima descreve o uso de smartphones como um(a)
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“A burguesia despojou de sua auréola todas as atividades
até então reputadas como dignas e encaradas com piedoso
respeito. Fez do médico, do jurista, do sacerdote, do poeta, do
sábio seus servidores assalariados. A burguesia não pode existir
sem revolucionar incessantemente os instrumentos de produção,
por conseguinte, as relações de produção e, com isso, todas as
relações sociais. E isto se refere tanto à produção material como
à produção intelectual.”
MARX, Karl; ENGELS, Friedrich. Manifesto Comunista. Trad. Manifesto Álvaro Pina e Ivana Jinkings. São Paulo: Boitempo, 2010., p. 42s (Adaptado).
A compreensão da produção intelectual é parte considerável da teoria marxista da reprodução social, sendo inalienável da reflexão da Teoria Crítica. A produção artística, nesse sentido, não passa despercebida. Diante disso, é correto afirmar que
MARX, Karl; ENGELS, Friedrich. Manifesto Comunista. Trad. Manifesto Álvaro Pina e Ivana Jinkings. São Paulo: Boitempo, 2010., p. 42s (Adaptado).
A compreensão da produção intelectual é parte considerável da teoria marxista da reprodução social, sendo inalienável da reflexão da Teoria Crítica. A produção artística, nesse sentido, não passa despercebida. Diante disso, é correto afirmar que
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“O panteísmo grego, representado pela Escola Eleática,
explica, em virtude da doutrina adotada por esta, uma das fases
mais progressistas, senão a mais progressista, do pensamento
helênico. Seu aspecto crítico à orientação que seguia, até então,
a filosofia pré-socrática, traduz o início da resistência objetiva ao
caráter mítico-religioso que inspirava as ideias da época, apesar
de algumas transformações já havidas.”
NOGUEIRA, Alcantara. Ideias vivas e ideias mortas. Rio de Janeiro: Simões Editora, 1957. p. 88. (Adaptado).
A Escola Eleática, representada por Parmênides, Zenão e Melisso, se notabiliza por uma doutrina que separa o saber da verdade (alétheia) do saber da opinião (dóxa). O saber da verdade é aquele que busca aquilo que é, ou seja, o Ser, que é uno, imutável, eterno e incorruptível. A opinião se sustenta no conhecimento sensível e na concepção de mudança e movimento das coisas. Portanto, a crítica ganha um caráter central na doutrina dos eleatas. Isso posto, na perspectiva de Nogueira,
NOGUEIRA, Alcantara. Ideias vivas e ideias mortas. Rio de Janeiro: Simões Editora, 1957. p. 88. (Adaptado).
A Escola Eleática, representada por Parmênides, Zenão e Melisso, se notabiliza por uma doutrina que separa o saber da verdade (alétheia) do saber da opinião (dóxa). O saber da verdade é aquele que busca aquilo que é, ou seja, o Ser, que é uno, imutável, eterno e incorruptível. A opinião se sustenta no conhecimento sensível e na concepção de mudança e movimento das coisas. Portanto, a crítica ganha um caráter central na doutrina dos eleatas. Isso posto, na perspectiva de Nogueira,
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“A referência à arte pode, então, ser estrategicamente
utilizada tanto como exemplo de um ato de resistência contra os
dispositivos de poder em ação, isto é, acentuando a dimensão
crítica do gesto criador, seja como observação, em
contraposição, daquilo em que se concentrou e se tornou
tangível, a episteme de uma época.”
RAVEL, Judith. Dicionário Foucault. Trad. Anderson Alexandre da Silva. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2011., p. 14. (Adaptado).
A arte é um tema recorrente da primeira fase do pensamento de Foucault, sendo inseparável de sua teoria da disciplina. Diante disso, a arte é entendida como
RAVEL, Judith. Dicionário Foucault. Trad. Anderson Alexandre da Silva. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2011., p. 14. (Adaptado).
A arte é um tema recorrente da primeira fase do pensamento de Foucault, sendo inseparável de sua teoria da disciplina. Diante disso, a arte é entendida como
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“Corre à boca pequena que Lilith, após assaltar o paraíso,
vive em todos os lugares, em todos os espíritos livres e em todos
os sonhos de liberdade. Lilith é a festa que não dorme nos céus,
na terra e nos infernos, o que seria alegria de viver o que é
DEUS.”
BRAGA, Eduardo Nobre. O fascismo para além da circunscrição ética. 2018. Dissertação (Mestrado em Filosofia) – Curso de Mestrado Acadêmico em Filosofia, Universidade Estadual do Ceará, Fortaleza, 2018., p. 34. (Adaptado).
Eduardo Braga apresenta uma alegoria da liberdade em seu texto, onde subjaz uma compreensão marxista da divisão do trabalho masculino e feminino. Lilith, a primeira mulher na Kabbalah judaica, que vinda do pó como Adão, não se submeteu ao domínio patriarcal e se rebelou, simboliza, nessa proposta narrativa, a liberdade. Com base nessa alegoria, assinale a afirmação verdadeira.
BRAGA, Eduardo Nobre. O fascismo para além da circunscrição ética. 2018. Dissertação (Mestrado em Filosofia) – Curso de Mestrado Acadêmico em Filosofia, Universidade Estadual do Ceará, Fortaleza, 2018., p. 34. (Adaptado).
Eduardo Braga apresenta uma alegoria da liberdade em seu texto, onde subjaz uma compreensão marxista da divisão do trabalho masculino e feminino. Lilith, a primeira mulher na Kabbalah judaica, que vinda do pó como Adão, não se submeteu ao domínio patriarcal e se rebelou, simboliza, nessa proposta narrativa, a liberdade. Com base nessa alegoria, assinale a afirmação verdadeira.
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“Ora, na medida em que nós negros estamos na lata de lixo
da sociedade brasileira, pois assim o determina a lógica da
dominação, caberia uma indagação: por que o negro é isso que a
lógica da dominação tenta (e consegue muitas vezes, nós o
sabemos) domesticar? E o risco que assumimos aqui é o ato de
falar com todas as implicações. Exatamente porque temos sido
falados, infantilizados, que neste trabalho assumimos nossa
própria fala. Ou seja, o lixo vai falar, e numa boa.”
GONZALEZ, Lélia. Racismo e sexismo na cultura brasileira. In: Lélia Gonzalez. Primavera para as rosas negras: Lélia Gonzalez em primeira pessoa. Diáspora Africana: Editora Filhos da África, 2018., p. 193. (Adaptado).
Lélia Gonzalez (1935-1994) propõe, no trecho acima, uma contranarrativa sobre a emancipação dos negros no Brasil, com a compreensão de que
GONZALEZ, Lélia. Racismo e sexismo na cultura brasileira. In: Lélia Gonzalez. Primavera para as rosas negras: Lélia Gonzalez em primeira pessoa. Diáspora Africana: Editora Filhos da África, 2018., p. 193. (Adaptado).
Lélia Gonzalez (1935-1994) propõe, no trecho acima, uma contranarrativa sobre a emancipação dos negros no Brasil, com a compreensão de que
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